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Foram encontradas 70 questões.

1302160 Ano: 2010
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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Ninguém será sujeito da interferência na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.Esta proteção encontra-se disposta
 

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1302152 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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Boa vontade e respeito nem sempre são o bastante. Algumas vezes, até países amigáveis precisam entender que vão cagar um preço por desafiar os EUA. Muito provavelmente, essa ação vai funcionar. O Brasil vai ajustar sua posição. E o resto do mundo vai perceber. (RUBIN, 2010, p. A10).
O fragmento de texto, que sobressai o tom ameaçador de um artigo publicado originalmente na revista norte-americana Newsweek e reproduzido pela Folha de S. Paulo, representa uma reação a recentes acontecimentos da política brasileira, caracterizada pela independência em relação à liderança dos Estados Unidos.Entre as posições tomadas pelo governo brasileiro, nesse contexto internacional, encontra-se
 

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1302134 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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O problema de policiar a polícia
Os oficiais da Polícia Militar de São Paulo responsáveis por investigar seus pares contam que nenhuma notícia se espalha mais rápido(a) na corporação do que uma visita deles a alguma unidade(b). "A corregedoria está aí!”, comentam os policiais pelos corredores, ao mesmo tempo curiosos e apreensivos. C fato de que podem ser punidos é o maior impedimento para que cometam alguma irregularidade ou crime. No entanto, como quem investiga policiais são também policiais, as corregedorias tanto das PMs como das polícias civis enfrentam uma dificuldade: evitar que o corporativismo e o jogo interno de influências inviabilizem a punição da banda podre das instituições. Um estudo inédito feito pelos pesquisadores Sandro Cabral, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e Sérgio Lazzarini, do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), de São Paulo, confirma estatisticamente esse problema e aponta algumas soluções. Cabral e Lázaro analisaram 639 processos disciplinares contra policiais civis de um dos cinco maiores estados brasileiros (como condição para ter acesso aos dados, os pesquisadores se(c) comprometeram a não divulgar o nome da federação estudada). O levantamento(d) revela que suspeitos de alto nível hierárquico são punidos com menor frequência e que acusações de extorsão são menos toleradas do que as de agressão física. A experiência do policial investigado conta muito em seu(d) favor: a probabilidade de que aqueles com mais de cinco anos de profissão sejam punidos com demissão é bem menor do que quando o acusado é um novato.
A dificuldade de punir oficiais de alto escalão é uma questão sensível em todos os estados brasileiros, em grande parte porque são raras as corregedorias com autonomia(e) em relação ao comando das instituições cuja(e) atuação devem monitorar. O modelo predominante no país consiste em cada polícia ter seu próprio departamento de investigação interno, em geral sem estabilidade no cargo.
Os tipos mais comuns de punição administrativa a policiais são a advertência, a suspensão e a expulsão. No estudo do Cabral e Lazzarini, a maior de todas as punições — a expulsão — é aplicada mais comumente a policiais corruptos do que a acusados de agressão ou homicídio. A atividade policial pressupõe o uso da força, mas o limite entre a violência necessária e o abuso é tênue. Por isso, é preciso investir tanto na seleção criteriosa dos candidatos como em treinamento contínuo. “Mas é preciso deixar claro que a aquisição de princípios éticos vem de casa. Não dá para fazer milagre: o policial é apenas o reflexo de uma sociedade cujos cidadãos furam o sinal vermelho e falsificam carteira de estudante para pagar meia entrada”, diz Sandro Cabral.
SCHELP, Diogo. O problema da polícia policiar a polícia.Veja, São Paulo, ed. 2150, ano 43, n. 5, p. 54-65,2010. Adaptado.
No texto, o termo
 

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1302117 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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O problema de policiar a polícia
Os oficiais da Polícia Militar de São Paulo responsáveis por investigar seus pares contam que nenhuma notícia se espalha mais rápido na corporação do que uma visita deles a alguma unidade. "A corregedoria está aí!”, comentam os policiais pelos corredores, ao mesmo tempo curiosos e apreensivos. C fato de que podem ser punidos é o maior impedimento para que cometam alguma irregularidade ou crime. No entanto, como quem investiga policiais são também policiais, as corregedorias tanto das PMs como das polícias civis enfrentam uma dificuldade: evitar que o corporativismo e o jogo interno de influências inviabilizem a punição da banda podre das instituições. Um estudo inédito feito pelos pesquisadores Sandro Cabral, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e Sérgio Lazzarini, do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), de São Paulo, confirma estatisticamente esse problema e aponta algumas soluções. Cabral e Lázaro analisaram 639 processos disciplinares contra policiais civis de um dos cinco maiores estados brasileiros (como condição para ter acesso aos dados, os pesquisadores se comprometeram a não divulgar o nome da federação estudada). O levantamento revela que suspeitos de alto nível hierárquico são punidos com menor frequência e que acusações de extorsão são menos toleradas do que as de agressão física. A experiência do policial investigado conta muito em seu favor: a probabilidade de que aqueles com mais de cinco anos de profissão sejam punidos com demissão é bem menor do que quando o acusado é um novato.
A dificuldade de punir oficiais de alto escalão é uma questão sensível em todos os estados brasileiros, em grande parte porque são raras as corregedorias com autonomia em relação ao comando das instituições cuja atuação devem monitorar. O modelo predominante no país consiste em cada polícia ter seu próprio departamento de investigação interno, em geral sem estabilidade no cargo.
Os tipos mais comuns de punição administrativa a policiais são a advertência, a suspensão e a expulsão. No estudo do Cabral e Lazzarini, a maior de todas as punições — a expulsão — é aplicada mais comumente a policiais corruptos do que a acusados de agressão ou homicídio. A atividade policial pressupõe o uso da força, mas o limite entre a violência necessária e o abuso é tênue. Por isso, é preciso investir tanto na seleção criteriosa dos candidatos como em treinamento contínuo. “Mas é preciso deixar claro que a aquisição de princípios éticos vem de casa. Não dá para fazer milagre: o policial é apenas o reflexo de uma sociedade cujos cidadãos furam o sinal vermelho e falsificam carteira de estudante para pagar meia entrada”, diz Sandro Cabral.
SCHELP, Diogo. O problema da polícia policiar a polícia.Veja, São Paulo, ed. 2150, ano 43, n. 5, p. 54-65,2010. Adaptado.
Da fala de Sandro Cabral, no último parágrafo do texto, descarta-se a ideia de
 

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1302078 Ano: 2010
Disciplina: Direito Penal
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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O policial militar sai em diligência, tentando capturar agente acusado de prática de ato delituoso. Tentando livrar-se da perseguição, há troca de tiros pelo que tomba o agente em óbito.Nessa situação, com relação ao policial militar, há hipótese de
 

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1302000 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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O problema de policiar a polícia
Os oficiais da Polícia Militar de São Paulo responsáveis por investigar seus pares contam que nenhuma notícia se espalha mais rápido na corporação do que uma visita deles a alguma unidade. "A corregedoria está aí!”, comentam os policiais pelos corredores, ao mesmo tempo curiosos e apreensivos. C fato de que podem ser punidos é o maior impedimento para que cometam alguma irregularidade ou crime. No entanto, como quem investiga policiais são também policiais, as corregedorias tanto das PMs como das polícias civis enfrentam uma dificuldade: evitar que o corporativismo e o jogo interno de influências inviabilizem a punição da banda podre(a) das instituições. Um estudo inédito feito pelos pesquisadores Sandro Cabral, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e Sérgio Lazzarini, do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), de São Paulo, confirma estatisticamente esse problema e aponta algumas soluções. Cabral e Lázaro analisaram 639 processos disciplinares contra policiais civis de um dos cinco maiores estados brasileiros (como condição para ter acesso aos dados, os pesquisadores se comprometeram a não divulgar o nome da federação estudada). O levantamento revela que suspeitos de alto nível hierárquico são punidos com menor frequência e que acusações de extorsão são menos toleradas do que(b) as de agressão física. A experiência do policial investigado conta muito em seu favor: a probabilidade de que aqueles com mais de cinco anos de profissão sejam punidos com demissão é bem(c) menor(c) do que quando o acusado é um novato.
A dificuldade de punir oficiais de alto escalão é uma questão sensível em todos os estados brasileiros, em grande parte porque são raras as corregedorias com autonomia em relação ao comando das instituições cuja atuação devem monitorar. O modelo predominante no país consiste em cada polícia ter seu próprio departamento de investigação interno, em geral sem estabilidade no cargo.
Os tipos mais comuns de punição administrativa a policiais são a advertência, a suspensão e a expulsão. No estudo do Cabral e Lazzarini, a maior de todas as punições — a expulsão — é aplicada mais comumente a policiais corruptos do que a acusados de agressão ou homicídio. A atividade policial pressupõe o uso da força, mas o limite entre a violência necessária e o abuso é tênue. Por isso(d), é preciso investir tanto na seleção criteriosa dos candidatos como(e) em treinamento contínuo. “Mas é preciso deixar claro que a aquisição de princípios éticos vem de casa. Não dá para fazer milagre: o policial é apenas o reflexo de uma sociedade cujos cidadãos furam o sinal vermelho e falsificam carteira de estudante para pagar meia entrada”, diz Sandro Cabral.
SCHELP, Diogo. O problema da polícia policiar a polícia.Veja, São Paulo, ed. 2150, ano 43, n. 5, p. 54-65,2010. Adaptado.
Está de acordo com a ideia expressa no contexto o que se afirma sobre o termo transcrito em
 

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1301993 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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Os conflitos que ocorrem no campo têm suas origens na estrutura-colonial brasileira e, consequentemente, no regime de propriedade de terras.Em relação a esses conflitos, pode-se afirmar:
 

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1301963 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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A manifestação unilateral de vontade da Administração Pública que, agindo nessa qualidade, tenha por fim imediato adquirir, resguardar, transferir, modificar, extinguir e declarar direitos, ou impor obrigações aos administrados ou a si própria, é denominada de
 

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1301960 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
Provas:
Brasil, Rússia, índia e China constituem o grupo de países conhecido no cenário internacional atual como BRIC.
Esses países apresentam como um ponto em comum o fato de
 

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1301954 Ano: 2010
Disciplina: Geografia
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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"Desde o Período Colonial, um dos pilares da economia brasileira é a agropecuária. Atualmente, o Brasil está entre os cinco maiores exportadores de alimentos. Mesmo com a crise mundial iniciada em 2008 esse setor foi pouco afetado”.Com base nas informações e nos conhecimentos sobre a agropecuária do país, é correto afirmar:
 

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