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- Lei 7.210/1984: Lei de Execução PenalDa Execução das Penas em Espécie (arts. 105 ao 170)Das Penas Privativas de Liberdade
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As Forças Armadas são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do(a) Presidente da República. De acordo com o art. 142, parágrafo 3°, os membros das Forças Armadas são denominados militares, sendo-lhes vedado
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O processo legislativo se constitui por um conjunto de atos preordenados, interdependentes e contínuos, cujo fim é a elaboração das espécies normativas. O processo legislativo comporta ritos diferentes, entre os quais está o procedimento
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Em relação aos atributos dos atos administrativos, tem-se que
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Consideram-se crimes militares em tempo de paz os praticados por militar
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Denominamos conceber a visão que temos das coisas que se apresentam à nossa mente, como quando representamos um sol, uma terra, uma árvore, um círculo, um quadrado, o pensamento, o ser, sem formar sobre isso nenhum juízo expressamente. E a forma pela qual nós representamos essas coisas se denomina ideia.
Denominamos julgar a ação de nossa mente pela qual unimos duas ideias que podem ter relação uma com a outra, por exemplo, sabendo o que é a Terra e o que é redondo, afirmo acerca da Terra que ela é redonda.
Denominamos raciocinar a ação de nossa mente pela qual esta forma um juízo a partir de vários outros; por exemplo, julgando que a verdadeira virtude deva relacionar-se a um Ser supremo, e que a virtude daqueles que não acreditam na existência desse Ser não se relaciona a Ele, conclui-se que a virtude daqueles que não acreditam não é uma verdadeira virtude.
Denominamos ordenar a ação de nossa mente pela qual, tendo várias ideias, vários juízos e vários raciocínios sobre um mesmo assunto como, por exemplo, o corpo humano, a mente organiza tais ideias, juízos e raciocínios de maneira mais adequada para nos dar a conhecer esse assunto.
Tudo isso é feito naturalmente, e algumas vezes melhor por aqueles que não aprenderam nenhuma regra da lógica do que por aqueles que as aprenderam.
Portanto, essa arte não consiste em encontrar a maneira de realizar tais operações, pois a natureza já nos forneceu isto ao nos dar a razão; mas consiste em realizar reflexões sobre o que a natureza nos faz realizar – o que serve para três coisas.
A primeira consiste em estarmos seguros de que nos utilizamos bem de nossa razão, porque a consideração da regra nos faz dar a isso uma atenção nova.
A segunda consiste em descobrir e explicar mais facilmente o erro ou o defeito que se pode encontrar nas operações de nossa mente, pois ocorre frequentemente que descobrimos naturalmente que um raciocínio é falso, mas não descobrimos a razão pela qual é falso.
A terceira consiste em nos fazer conhecer melhor a natureza de nossa mente por meio das reflexões e especulações que realizamos sobre suas ações.
Se os raciocínios que fazemos sobre nossos pensamentos dissessem respeito apenas a nós mesmos, bastaria considerá-los em si próprios, sem revesti-los de nenhuma palavra, nem de quaisquer outros sinais; mas, uma vez que não podemos fazer compreender nossos pensamentos uns aos outros sem acompanhá-los de signos exteriores, e mesmo porque essas práticas são tão fortes que quando pensamos solitariamente as coisas não se apresentam à nossa mente senão por meio das palavras com as quais nos acostumamos a revesti-las quando falamos aos outros, é necessário na lógica considerar as ideias juntamente com as palavras, e as palavras juntamente com as ideias.
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Denominamos conceber a visão que temos das coisas que se apresentam à nossa mente, como quando representamos um sol, uma terra, uma árvore, um círculo, um quadrado, o pensamento, o ser, sem formar sobre isso nenhum juízo expressamente. E a forma pela qual nós representamos essas coisas se denomina ideia.
Denominamos julgar a ação de nossa mente pela qual unimos duas ideias que podem ter relação uma com a outra, por exemplo, sabendo o que é a Terra e o que é redondo, afirmo acerca da Terra que ela é redonda.
Denominamos raciocinar a ação de nossa mente pela qual esta forma um juízo a partir de vários outros; por exemplo, julgando que a verdadeira virtude deva relacionar-se a um Ser supremo, e que a virtude daqueles que não acreditam na existência desse Ser não se relaciona a Ele, conclui-se que a virtude daqueles que não acreditam não é uma verdadeira virtude.
Denominamos ordenar a ação de nossa mente pela qual, tendo várias ideias, vários juízos e vários raciocínios sobre um mesmo assunto como, por exemplo, o corpo humano, a mente organiza tais ideias, juízos e raciocínios de maneira mais adequada para nos dar a conhecer esse assunto.
Tudo isso é feito naturalmente, e algumas vezes melhor por aqueles que não aprenderam nenhuma regra da lógica do que por aqueles que as aprenderam.
Portanto, essa arte não consiste em encontrar a maneira de realizar tais operações, pois a natureza já nos forneceu isto ao nos dar a razão; mas consiste em realizar reflexões sobre o que a natureza nos faz realizar – o que serve para três coisas.
A primeira consiste em estarmos seguros de que nos utilizamos bem de nossa razão, porque a consideração da regra nos faz dar a isso uma atenção nova.
A segunda consiste em descobrir e explicar mais facilmente o erro ou o defeito que se pode encontrar nas operações de nossa mente, pois ocorre frequentemente que descobrimos naturalmente que um raciocínio é falso, mas não descobrimos a razão pela qual é falso.
A terceira consiste em nos fazer conhecer melhor a natureza de nossa mente por meio das reflexões e especulações que realizamos sobre suas ações.
Se os raciocínios que fazemos sobre nossos pensamentos dissessem respeito apenas a nós mesmos, bastaria considerá-los em si próprios, sem revesti-los de nenhuma palavra, nem de quaisquer outros sinais; mas, uma vez que não podemos fazer compreender nossos pensamentos uns aos outros sem acompanhá-los de signos exteriores, e mesmo porque essas práticas são tão fortes que quando pensamos solitariamente as coisas não se apresentam à nossa mente senão por meio das palavras com as quais nos acostumamos a revesti-las quando falamos aos outros, é necessário na lógica considerar as ideias juntamente com as palavras, e as palavras juntamente com as ideias.
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