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Um paciente de 70 anos, coronariopata, tabagista, hipertenso e dislipidêmico apresentou nas últimas 24 horas 3 episódios de dor precordial típica de isquemia, irradiada para braço esquerdo e acompanhada de sudorese com duração maior que 20 minutos. O ECG não mostra elevação de ST e as enzimas no momento da admissão estão normais.
Indica-se:
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É INCORRETO afirmar que:
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Num paciente acamado há uma semana que apresenta dispnéia súbita e taquicardia, sem febre, sem antecedentes de doença pulmonar ou cardíaca, deve-se solicitar:
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Na presença de bloqueio de ramo esquerdo, qual o padrão de ECG menos sugestivo de infarto?
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Para responder a questão considere as informações e o ECG abaixo.
Um paciente de 26 anos, jogador profissional de futebol, queixa-se de dispnéia, dor torácica e síncope (1 episódio) associadas a esforços. Nota-se diminuição da pressão de pulso após extrassístole ventricular e, na fase de esforço de manobra de Valsalva, acentuação de sopro sistólico que tem intensidade máxima no 4ºEIC à esquerda.

O diagnóstico mais provável é:
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Lugar das almas
Li este texto outro dia, quando especulava um interessante site da Internet:
“Meu pai, que gosta de se considerar um sujeito objetivo e pragmático, usa o termo poeta como uma espécie de xingamento. “Fulano é um poeta”, ele diz, querendo dizer “fulano é um irresponsável, um incompetente, vive fora da realidade”. A verdade é que, como já disse o grande escritor argentino Jorge Luis Borges, em tom de blague, a gente é obrigado a se relacionar com poetas – ou até mesmo com gente pior.
E no entanto meu pai tem, sim, e muito mal disfarçada, uma veia poética que sangra regularmente. Ele lê furiosamente, curte palavras charmosas e inteiramente fora de moda, faz questão de escolher expressões evocativas e nostálgicas para se referir aos objetos mais comuns. “Bacia das almas” é o nome que ele deu a uma bacia de alumínio do seu galpão de ferramentas, à qual remete todas as porcas, arruelas e para fusos para os quais não vê aplicação imediata. É na “Bacia das almas” que vão repousar, talvez para sempre, os objetos rejeitados, tortos, gastos, empenados, os que não se encaixam; é lá que viverão eles na improvável esperança de se tornarem úteis novamente, ou, quem sabe, pela primeira vez.”
Lembrei-me, enquanto lia esse texto tão sugestivo, de que o poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu há muito tempo um livro chamado Brejo das Almas – nome que ele tomou emprestado de uma cidadezinha mineira. É um livro melancólico, e o título espelha bem o estado de ânimo em que se encontrava ele quando escreveu aqueles poemas. Como se vê, assim como acontece com parafusos tortos e outras tranqueiras inúteis, também conosco parece às vezes não haver outro remédio senão irmos parar numa bacia de alumínio, onde jogamos nossas almas, ou num brejo, onde elas podem atolar.
(Belisário de Lima Tenório)
A bacia de alumínio não tinha função, então o pai resolveu tomar a bacia como um recipiente para as quinquilharias sem uso, atribuiu à bacia um nome poético e passou a guardar essas quinquilharias na bacia de alumínio.
Evitam-se as repetições viciosas da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, preservando a ordem em que surgem, por:
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Lugar das almas
Li este texto outro dia, quando especulava um interessante site da Internet:
“Meu pai, que gosta de se considerar um sujeito objetivo e pragmático, usa o termo poeta como uma espécie de xingamento. “Fulano é um poeta”, ele diz, querendo dizer “fulano é um irresponsável, um incompetente, vive fora da realidade”. A verdade é que, como já disse o grande escritor argentino Jorge Luis Borges, em tom de blague, a gente é obrigado a se relacionar com poetas – ou até mesmo com gente pior.
E no entanto meu pai tem, sim, e muito mal disfarçada, uma veia poética que sangra regularmente. Ele lê furiosamente, curte palavras charmosas e inteiramente fora de moda, faz questão de escolher expressões evocativas e nostálgicas para se referir aos objetos mais comuns. “Bacia das almas” é o nome que ele deu a uma bacia de alumínio do seu galpão de ferramentas, à qual remete todas as porcas, arruelas e para fusos para os quais não vê aplicação imediata. É na “Bacia das almas” que vão repousar, talvez para sempre, os objetos rejeitados, tortos, gastos, empenados, os que não se encaixam; é lá que viverão eles na improvável esperança de se tornarem úteis novamente, ou, quem sabe, pela primeira vez.”
Lembrei-me, enquanto lia esse texto tão sugestivo, de que o poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu há muito tempo um livro chamado Brejo das Almas – nome que ele tomou emprestado de uma cidadezinha mineira. É um livro melancólico, e o título espelha bem o estado de ânimo em que se encontrava ele quando escreveu aqueles poemas. Como se vê, assim como acontece com parafusos tortos e outras tranqueiras inúteis, também conosco parece às vezes não haver outro remédio senão irmos parar numa bacia de alumínio, onde jogamos nossas almas, ou num brejo, onde elas podem atolar.
(Belisário de Lima Tenório)
Transpondo-se a frase enquanto lia esse texto tão sugestivo para a voz passiva, a forma verbal resultante será
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Para responder a questão considere as informações e o ECG abaixo.
Um paciente de 26 anos, jogador profissional de futebol, queixa-se de dispnéia, dor torácica e síncope (1 episódio) associadas a esforços. Nota-se diminuição da pressão de pulso após extrassístole ventricular e, na fase de esforço de manobra de Valsalva, acentuação de sopro sistólico que tem intensidade máxima no 4ºEIC à esquerda.

A medicação indicada neste paciente é
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Lugar das almas
Li este texto outro dia, quando especulava um interessante site da Internet:
“Meu pai, que gosta de se considerar um sujeito objetivo e pragmático, usa o termo poeta como uma espécie de xingamento. “Fulano é um poeta”, ele diz, querendo dizer “fulano é um irresponsável, um incompetente, vive fora da realidade”. A verdade é que, como já disse o grande escritor argentino Jorge Luis Borges, em tom de blague, a gente é obrigado a se relacionar com poetas – ou até mesmo com gente pior.
E no entanto meu pai tem, sim, e muito mal disfarçada, uma veia poética que sangra regularmente. Ele lê furiosamente, curte palavras charmosas e inteiramente fora de moda, faz questão de escolher expressões evocativas e nostálgicas para se referir aos objetos mais comuns. “Bacia das almas” é o nome que ele deu a uma bacia de alumínio do seu galpão de ferramentas, à qual remete todas as porcas, arruelas e para fusos para os quais não vê aplicação imediata. É na “Bacia das almas” que vão repousar, talvez para sempre, os objetos rejeitados, tortos, gastos, empenados, os que não se encaixam; é lá que viverão eles na improvável esperança de se tornarem úteis novamente, ou, quem sabe, pela primeira vez.”
Lembrei-me, enquanto lia esse texto tão sugestivo, de que o poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu há muito tempo um livro chamado Brejo das Almas – nome que ele tomou emprestado de uma cidadezinha mineira. É um livro melancólico, e o título espelha bem o estado de ânimo em que se encontrava ele quando escreveu aqueles poemas. Como se vê, assim como acontece com parafusos tortos e outras tranqueiras inúteis, também conosco parece às vezes não haver outro remédio senão irmos parar numa bacia de alumínio, onde jogamos nossas almas, ou num brejo, onde elas podem atolar.
(Belisário de Lima Tenório)
Está clara e correta a redação do seguinte comentário sobre o texto:
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Um paciente de 70 anos, coronariopata, tabagista, hipertenso e dislipidêmico apresentou nas últimas 24 horas 3 episódios de dor precordial típica de isquemia, irradiada para braço esquerdo e acompanhada de sudorese com duração maior que 20 minutos. O ECG não mostra elevação de ST e as enzimas no momento da admissão estão normais.
O paciente apresenta na evolução depressão de segmento ST, ausente no ECG de entrada. Deste modo, deve-se indicar:
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