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Foram encontradas 40 questões.

2542592 Ano: 2017
Disciplina: Farmácia
Banca: PM-MG
Orgão: PM-MG
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Para compreender e controlar a ação terapêutica dos fármacos no organismo humano, é preciso saber quanto destes fármacos consegue chegar aos seus locais de ação e quando isso ocorre, ou seja, é preciso compreender a farmacocinética dos fármacos. Marque a alternativa CORRETA quanto aos processos farmacocinéticos:
 

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Faça a correspondência da primeira com a segunda coluna e identifique a sequência cujo processo de formação de palavras foi devidamente observado:

(1) Banditismo

(2) Desconhecer

(3) Coaxar

(4) Televisão

(5) Guarda costas

(6) Hidrelétrico

( ) Onomatopeia

( ) Aglutinação

( ) Hibridismo

( ) Justaposição

( ) Sufixação

( ) Prefixação

 

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2542148 Ano: 2017
Disciplina: Farmácia
Banca: PM-MG
Orgão: PM-MG
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Em 1942, iniciaram-se estudos clínicos sobre as mostardas nitrogenadas intravenosas em pacientes portadores de linfoma, inaugurando a era moderna da quimioterapia do câncer. Atualmente, além das mostardas nitrogenadas, são empregados inúmeros agentes na quimioterapia das doenças neoplásicas. Correlacione o fármaco com seu respectivo grupo farmacológico e a seguir responda o que se pede.
1. CICLOFOSFAMIDA
2. CARMUSTINA
3. DACARBAZINA
4. OXALIPLATINA
( ) Triazeno
( ) Complexo de coordenação da platina
( ) Mostarda nitrogenada
( ) Nitrosureia
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de respostas na ordem de cima para baixo:
 

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2541852 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: PM-MG
Orgão: PM-MG
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As infecções hospitalares constituem risco significativo à saúde dos usuários dos hospitais e sua prevenção e controle envolvem medidas de qualificação da assistência hospitalar, de vigilância sanitária e outras previstas na Portaria MS n. 2616/1998. Marque a alternativa CORRETA quanto às diretrizes e normas constantes nesta Portaria:
 

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2541420 Ano: 2017
Disciplina: Farmácia
Banca: PM-MG
Orgão: PM-MG
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O papel dos aminoglicosídeos no tratamento das infecções bacterianas tem diminuído com a disponibilidade de fármacos alternativos. Os aminoglicosídeos são agentes de espectro pouco amplo, cuja atividade restringe-se principalmente aos microrganismos gram-negativos aeróbicos. Com relação aos aminoglicosídeos, marque a alternativa CORRETA:
 

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SEGURANÇA

O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia acima de tudo, segurança. Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados.

Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.

Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.

Mas os assaltos continuaram.

Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordem de atirar para matar.

Mas os assaltos continuaram.

Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas.

Mas os assaltos continuaram.

Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle de saídas. Para sair, só com exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.

Mas os assaltos continuaram.

Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos.

E ninguém pode sair.

Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades de sua casa, olhando melancolicamente para a rua.

Mas surgiu outro problema.

As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.

A guarda tem sido obrigada a agir com energia.

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola; RJ: Objetiva,2001.

Pode-se deduzir da leitura do texto “Segurança” que:

 

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Complete as frases com mau ou mal:

I - Os guardas responsáveis pela segurança do condomínio atuaram muito na execução dos serviços.

II - Um terrível abateu-se sobre o condomínio.

III - O tempo acabou com a temporada de sol, consequentemente, as piscinas do condomínio ficaram vazias.

Marque a sequência CORRETA:

 

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2541143 Ano: 2017
Disciplina: Farmácia
Banca: PM-MG
Orgão: PM-MG
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Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I - Os mecanismos de ação e resistência e o espectro de atividade clínica da carboplatina assemelham-se aos da cisplatina. Entretanto, os dois fármacos diferem significativamente nas suas propriedades químicas, farmacocinéticas e toxicológicas. A cisplatina constitui uma alternativa efetiva para tumores responsivos em pacientes incapazes de tolerar a carboplatina.
PORQUE
II - A cisplatina é relativamente bem tolerada, causando menos náuseas, neurotoxicidade, ototoxicidade e nefrotoxicidade do que a carboplatina.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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SEGURANÇA

O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia acima de tudo, segurança. Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados.

Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.

Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.

Mas os assaltos continuaram.

Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordem de atirar para matar.

Mas os assaltos continuaram.

Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas.

Mas os assaltos continuaram.

Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle de saídas. Para sair, só com exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.

Mas os assaltos continuaram.

Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos.

E ninguém pode sair.

Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades de sua casa, olhando melancolicamente para a rua.

Mas surgiu outro problema.

As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.

A guarda tem sido obrigada a agir com energia.

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola; RJ: Objetiva,2001.

O MEDO QUE DIVIDE OS DOIS BRASIS

A primeira reação à estridência em torno do banditismo é o medo. Do medo à defesa pessoal o passo é pequeno. E da defesa vai-se aos exageros de segurança – aos condomínios fechados e guaritas, às cancelas, aos guarda-costas e carros blindados. E dos exageros ao delírio de ter medo de todos os desconhecidos.

Claro está que o problema da criminalidade nas metrópoles existe, é grave. Que em algumas cidades a polícia se misturou com a bandidagem. Que o medo tem razão de ser. O que não se explica é como será o país que se pretende construir, no qual se quer viver, se uma parte expressiva da população se cerca e constrói muros cada vez mais altos para se defender de uma outra categoria de brasileiros que considera ameaçadora. Não existe país viável baseado na exclusão de uma categoria de cidadãos. [...] A segregação e a exclusão não podem ser as vigas mestras para fazer uma civilização democrática.

As metrópoles brasileiras não irão virar paraísos de tranquilidade do dia para a noite. O desafio, justamente, é melhorá-las para o conjunto de seus habitantes, não deixando que se criem guetos – sejam eles de miseráveis ou de triliardários. Os problemas das grandes cidades do Brasil não são simplesmente policiais ou urbanos. São problemas sociais. A concentração de renda, os desníveis nas condições de vida, os extremos de riqueza e pobreza abrem um fosso dividindo o país. Fazendo com que uma parte tenha medo da outra. O desafio, portanto, é de outra natureza: em vez de separar com muros, é preciso juntar os Brasis, fazê-lo justo e democrático.

O texto, “O medo que divide os dois Brasis”, é quanto ao gênero textual classificado como:

 

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Com base na Lei 11.340/2006, a qual cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, marque a alternativa CORRETA:
 

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