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A divisão em “etapa da análise” e “etapa da interpretação”, que tantas vezes propomos em nome da boa ordem escolar, deve sofrer uma severa crítica. Ela dá margem a um preconceito bastante antiquado, segundo o qual só chegaremos a compreender o todo se o dividirmos em elementos e descrevermos cada um deles. A hipótese do círculo filológico, elaborada por Leo Spitzer, já desfazia o equívoco dessa técnica rudimentar e recomendava um ir e vir do todo às partes e das partes ao todo: uma prática intelectual que solda na mesma operação as tarefas do analista e do intérprete.
(Alfredo Bosi. Céu, inferno)
Materializando as ideias desse texto no reconhecimento crítico de um poema coloquial modernista, por exemplo, haveria que se considerar
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Para verificar as diferentes propriedades de condutibilidade elétrica dos materiais, um professor utilizou o seguinte sistema, em soluções saturadas de água destilada + açúcar (I); água destilada + sal de cozinha (II); e água de torneira (III):

(Adaptado de Unidades Modulares de Química, p. 154)
Devido aos íons presentes em cada situação, a condução de eletricidade das soluções, aumenta na seguinte ordem:
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Saving energy: i t starts at home
We already know the fastest, expensive way to slow climate change: use less energy. With a little effort, and not money, most of us could reduce our energy diets by 25 percent or more − the Earth a favor while also helping our pocketbooks. So what’s holding us back?
Scientists have reported recently that the world is heating up even faster predicted only a few years , and that the consequences could be severe if we don’t reducing emission of carbon dioxide and other greenhouse gases that are trapping heat in our atmosphere. But what can we about it as individuals? Will our efforts really any difference?
(Extracted from the National Geographic Magazine, March 2009)
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ABC
Quando a gente aprende a ler, as letras, nos livros, são grandes. Nas cartilhas – pelo menos nas cartilhas do meu tempo – as letras eram enormes. Lá estava o A, como uma grande tenda. O B, com seu grande busto e a barriga ainda maior. O C, sempre pronto a morder a letra seguinte com sua boca.
À medida que a gente ia crescendo, as letras iam diminuindo. E as palavras, aumentando. (...) De tanto ler palavras, nunca mais reparamos nas letras. E de tanto ler frases, nunca mais notamos as palavras, com todo o seu mistério.
(Adaptado de Luis Fernando Verissimo – Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, pp. 113/114)
No segundo parágrafo, considera-se que, com o tempo e a progressão das leituras, o leitor
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Observe a figura a seguir.

O conteúdo da imagem faz referência
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Money issues aren’t romantic, but they should be discussed before a wedding
By Carolyn Hax
Hi, Carolyn:
So, I am getting married in a few months and I’ve been struggling with a question: How much financial information should a couple share pre-wedding?
Recently my fiancé told me that an old creditor started garnishing a portion of his paycheck. I was shocked that his finances were in such a bad state.
He has always been private about money, but I didn’t care much since I make my own living anyway. I’m just wondering if we need to write out all our debts and share them with each other before marriage. If so, how do I approach this topic?
Anonymous
You tell him the garnished paycheck surprised you, and you think it’s important that both of you share full financial information − including credit scores − then fully discuss your philosophies and approaches to money. This is critical given not just his neglected debt, but also your casual attitude toward his being “private about money.”
If he won’t share, don’t marry. Seriously.
And if he does share what amounts to a real mess, then postpone the wedding until he sorts himself out. This isn’t about your ability to support yourself, though that helps. It’s about the financial implications of the legal knot you’re about to tie. Unromantic, sure, but losing a home/car, taking second or third jobs, never having a vacation and winding up in bankruptcy are all profoundly unromantic as well.
(Adapted form http://www.washingtonpost.com/lifestyle/style/money-issues-arent-romantic-but-they-should-be-discussed-before-a-wedding-/ 2011/07/23/gIQAt2npBJ_story.html)
In the sentence He has always been private about money, the Present Perfect is
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O soro fisiológico contém 0,90% de !$ NaC \ell !$, em massa. Para preparar 1 L de solução com a mesma quantidade de glicose, em mol, é necessária uma massa de glicose, em gramas, de, aproximadamente,
Dados:
Massas molares (g/mol):
!$ NaC \ell !$ = 58,5
Glicose = 180
Massas molares (g/mol):
!$ NaC \ell !$ = 58,5
Glicose = 180
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Num país sem tradições, é compreensível que se tenha desenvolvido a ânsia de ter raízes, de aprofundar no passado a própria realidade, a fim de demonstrar a mesma dignidade histórica dos velhos países. Nesse afã, os românticos compuseram uma literatura para o passado brasileiro, estabelecendo troncos a que se pudesse filiar (...)
(Antonio Candido)
No trecho crítico acima, há elementos que ajudam a compreender
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(...) nesses dias descobri que, de todas as ideias que não funcionam, a mais estéril é decidir com antecedência o tema de uma crônica. Crônicas são como cogumelos, brotam onde querem, espontaneamente, e não convém colhê-las muito antes da hora nem demorar para tirá-las da terra, sob o risco de secarem e perderem o sabor.
(Antonio Prata. Folha de S. Paulo, 5/10/2011)
A seguinte consideração acerca do gênero crônica é compatível com a concepção que faz dela o autor do texto:
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Fala e escrita constituem duas modalidades de uso da língua. Embora se utilizem, evidentemente, do mesmo sistema linguístico,elas possuem características próprias. Isso não significa, porém, que fala e escrita devam ser vistas de forma dicotômica, estanque, como era comum até há algum tempo e, por vezes, acontece ainda hoje. É Marcuschi quem escreve: “As diferenças entre fala e escrita se dão dentro do continuum tipológico das práticas sociais e não na relação dicotômica de dois polos opostos”.
(Adaptado de Ingedore Villaça Koch, O texto e a construção dos sentidos, S.Paulo, Contexto, 2010, p. 77)
Com relação ao papel desempenhado pela citação no contexto do fragmento acima transcrito, é correto afirmar: a frase tomada a Marcuschi
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