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Um satélite artificial equatorial gira ao redor da Terra à altura de 600 km. O raio da Terra é de, aproximadamente, 6.400 km. Para que um observador, colocado na Terra, veja o satélite sempre na mesma posição, o módulo da sua velocidade linear deve ser, em m/s, de aproximadamente,
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A questão baseia-se no texto apresentado a seguir.
Texto I − O rádio, esse mistério
Modéstia à parte, também tenho lá a minha experiência em rádio. Quando era menino, em Belo Horizonte, fui locutor do programa "Gurilândia" da Rádio Guarani. Não me pagavam nada, a Rádio Guarani não passando de pretexto para namorar uma menina que morava nas imediações. Mas ainda assim, bem que eu deitava no ar a minha eloquência cheia de efes e erres, como era moda na época. Quase me iniciei nas transmissões esportivas, incitado pelo saudoso Babaró, que era o grande mestre de então, mas não deu pé: eu não conseguia guardar o nome dos jogadores.
Em compensação, minha irmã Berenice me estimulando a inspiração, usei e abusei do direito de escrever besteiras, mandando crônicas sobre assuntos radiofônicos para a revista "Carioca". "O que pensam os rádio-ouvintes" era o nome do concurso permanente. Com o quê, tornei-me entendido em Orlando Silva, Carmen Miranda, César Ladeira, Sílvio Caldas, Bando da Lua, Assis Valente, Ary Barroso, e tudo quanto era cantor, locutor ou compositor de sucesso naquele tempo.
Rádio é mesmo uma coisa misteriosa. Começou fazendo sucesso na sala de visitas, acabou na cozinha. Cedeu lugar à televisão, que já vai pelo mesmo caminho. Ninguém que se preze [...] tem coragem de se dizer ouvinte de rádio − a não ser de pilha, colado ao ouvido, quando apanhado na rua em dia de futebol. Mas a verdade é que tem quem ouça. Ainda me lembro que Francisco Alves morreu num fim de semana, sem que a notícia de sua morte apanhasse nenhum jornal antes do enterro; bastou ser divulgada pelo rádio, e foi aquela apoteose que se viu.
Todo mundo afirma que jamais ouve rádio, e põe a culpa no vizinho, embora reconhecendo que deve ter uma grande penetração, "principalmente no interior". Os ouvintes, é claro, são sempre os outros.
Mas hoje estou pensando no mistério que é o rádio, porque de repente me ocorreu ter vivido uma experiência para cujas consequências não encontro a menor explicação, e que foram as de não ter consequência nenhuma.
Todo mundo sabe que a BBC de Londres é uma das mais poderosas e bem organizadas estações radiofônicas do mundo. [...] Ao longo de dois anos e meio, chovesse ou nevasse, fizesse frio ou gelasse, compareci semanalmente aos estúdios do austero edifício da Bush House em Aldwich, para gravar uma crônica, transmitida toda terça-feira, exatamente às 8 e 15 da noite, hora de Brasília, ou zero hora e quinze de
quarta-feira, conforme o Big Ben. Eram em torno de 10 minutos de texto que eu recitava como Deus é servido, seguro de estar sendo ouvido por todo o Brasil, "principalmente no interior". E imaginava minha voz chegando a cada cidade, a cada fazenda, a cada lugarejo perdido na vastidão da pátria amada. [...]
Pois bem − e aí está o mistério que me intriga: sei de fonte limpa que os programas da BBC têm no Brasil esses milhares de ouvintes. No entanto, nunca encontrei ninguém que me tivesse escutado: nem um comentário, uma palavra, uma carta, ainda que desfavorável − nada. A impressão é de que passei todo esse tempo falando literalmente para o éter, sem que nenhum ouvido humano me escutasse. [...]
(Fernando Sabino. Deixa o Alfredo falar! Rio de Janeiro: Record, 6.ed. 1976. pp. 36-37)
Mas ainda assim, bem que eu deitava no ar a minha eloquência cheia de efes e erres, como era moda na época. (1º parágrafo)
É correto entender, a partir da afirmativa acima, que o cronista
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James: KK 41 to South Africa?
Kate: Yes, I have. I KK 42 there about five years ago.
James: Oh, really? What KK 43 it like?
Kate: One of the most beautiful countries I’ve ever seen.
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Money issues aren’t romantic, but they should be discussed before a wedding
By Carolyn Hax
Hi, Carolyn:
So, I am getting married in a few months and I’ve been struggling with a question: How much financial information should a couple share pre-wedding?
Recently my fiancé told me that an old creditor started garnishing a portion of his paycheck. I was shocked that his finances were in such a bad state.
He has always been private about money, but I didn’t care much since I make my own living anyway. I’m just wondering if we need to write out all our debts and share them with each other before marriage. If so, how do I approach this topic?
Anonymous
You tell him the garnished paycheck surprised you, and you think it’s important that both of you share full financial information − including credit scores − then fully discuss your philosophies and approaches to money. This is critical given not just his neglected debt, but also your casual attitude toward his being “private about money.”
If he won’t share, don’t marry. Seriously.
And if he does share what amounts to a real mess, then postpone the wedding until he sorts himself out. This isn’t about your ability to support yourself, though that helps. It’s about the financial implications of the legal knot you’re about to tie. Unromantic, sure, but losing a home/car, taking second or third jobs, never having a vacation and winding up in bankruptcy are all profoundly unromantic as well.
(Adapted form http://www.washingtonpost.com/lifestyle/style/money-issues-arent-romantic-but-they-should-be-discussed-before-a-wedding-/ 2011/07/23/gIQAt2npBJ_story.html)
According to the text, Carolyn
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Observe a imagem.

(http://blog.lirepropaganda.com.br/?cat=6&paged=2)
Com base no conteúdo da imagem, o professor de Geografia pode abordar, junto aos alunos do Ensino Fundamental, o tema
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Para responder a questão, considere os dois textos seguintes e também o Texto I.
Texto I − O rádio, esse mistério
Modéstia à parte, também tenho lá a minha experiência em rádio. Quando era menino, em Belo Horizonte, fui locutor do programa "Gurilândia" da Rádio Guarani. Não me pagavam nada, a Rádio Guarani não passando de pretexto para namorar uma menina que morava nas imediações. Mas ainda assim, bem que eu deitava no ar a minha eloquência cheia de efes e erres, como era moda na época. Quase me iniciei nas transmissões esportivas, incitado pelo saudoso Babaró, que era o grande mestre de então, mas não deu pé: eu não conseguia guardar o nome dos jogadores.
Em compensação, minha irmã Berenice me estimulando a inspiração, usei e abusei do direito de escrever besteiras, mandando crônicas sobre assuntos radiofônicos para a revista "Carioca". "O que pensam os rádio-ouvintes" era o nome do concurso permanente. Com o quê, tornei-me entendido em Orlando Silva, Carmen Miranda, César Ladeira, Sílvio Caldas, Bando da Lua, Assis Valente, Ary Barroso, e tudo quanto era cantor, locutor ou compositor de sucesso naquele tempo.
Rádio é mesmo uma coisa misteriosa. Começou fazendo sucesso na sala de visitas, acabou na cozinha. Cedeu lugar à televisão, que já vai pelo mesmo caminho. Ninguém que se preze [...] tem coragem de se dizer ouvinte de rádio − a não ser de pilha, colado ao ouvido, quando apanhado na rua em dia de futebol. Mas a verdade é que tem quem ouça. Ainda me lembro que Francisco Alves morreu num fim de semana, sem que a notícia de sua morte apanhasse nenhum jornal antes do enterro; bastou ser divulgada pelo rádio, e foi aquela apoteose que se viu.
Todo mundo afirma que jamais ouve rádio, e põe a culpa no vizinho, embora reconhecendo que deve ter uma grande penetração, "principalmente no interior". Os ouvintes, é claro, são sempre os outros.
Mas hoje estou pensando no mistério que é o rádio, porque de repente me ocorreu ter vivido uma experiência para cujas consequências não encontro a menor explicação, e que foram as de não ter consequência nenhuma.
Todo mundo sabe que a BBC de Londres é uma das mais poderosas e bem organizadas estações radiofônicas do mundo. [...] Ao longo de dois anos e meio, chovesse ou nevasse, fizesse frio ou gelasse, compareci semanalmente aos estúdios do austero edifício da Bush House em Aldwich, para gravar uma crônica, transmitida toda terça-feira, exatamente às 8 e 15 da noite, hora de Brasília, ou zero hora e quinze de
quarta-feira, conforme o Big Ben. Eram em torno de 10 minutos de texto que eu recitava como Deus é servido, seguro de estar sendo ouvido por todo o Brasil, "principalmente no interior". E imaginava minha voz chegando a cada cidade, a cada fazenda, a cada lugarejo perdido na vastidão da pátria amada. [...]
Pois bem − e aí está o mistério que me intriga: sei de fonte limpa que os programas da BBC têm no Brasil esses milhares de ouvintes. No entanto, nunca encontrei ninguém que me tivesse escutado: nem um comentário, uma palavra, uma carta, ainda que desfavorável − nada. A impressão é de que passei todo esse tempo falando literalmente para o éter, sem que nenhum ouvido humano me escutasse. [...]
(Fernando Sabino. Deixa o Alfredo falar! Rio de Janeiro: Record, 6.ed. 1976. pp. 36-37)
Texto II − A era do rádio e dos compositores
Televisão, internet, telefone celular − esta é sem dúvida a era da comunicação. Estamos nela. É difícil para o homem do século XXI compreender o impacto do primeiro veículo de comunicação de massa do mundo, ainda na década de 1930: o rádio, que cumpriu um destacado papel social tanto na vida privada como na vida pública [...]
O aparecimento do rádio mudou a relação dos indivíduos com a notícia, que passou a ser mais veloz e abrangente. Homens e mulheres, analfabetos e letrados, eram ouvintes das mesmas informações, compartilhando um repertório de questões a serem discutidas. O país ganhava mais uma fonte de integração nacional.
(André Diniz. Almanaque do samba. Rio de Janeiro: Zahar, 2006. p. 53)
Texto III
A novidade da radiodifusão criou uma relação privilegiada entre artista e público. Pela primeira vez na história, a arte do canto tinha uma massa crescente de ouvintes. Na verdade, grande parte dos cantores apareceu para o público através dos programas de calouros que agitaram a vida artística do rádio de 1930 até meados da década de 1950. [...]
Muitos foram os jovens que se apresentavam nos programas sonhando ser famosos cantores de rádio, cortejados e admirados pelos fãs. Para eles, geralmente advindos das camadas mais simples da sociedade, mal-remunerados, representantes de um país com grandes disparidades sociais, ser cantor de rádio representava, sobretudo, ascensão social. Poucos conseguiram um espaço no competitivo mercado. Pouquíssimos se tornaram ícones da voz. [...]
A onipresença desses cantores na Era do Rádio ofuscou a participação de outros intérpretes do nosso cancioneiro. É como se as vozes de Francisco Alves, Mário Reis, Orlando Silva, Sílvio Caldas e Ciro Monteiro equacionassem a síncope, a bossa e a malandragem do samba urbano. Seus peculiares e diversificados estilos moldaram toda uma era.
(André Diniz. Almanaque do samba. Rio de Janeiro: Zahar, 2006, pp. 51-52)
Com base em cada um dos segmentos abaixo, está correto o que consta em:
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A ilusão do migrante (fragmento)
Quando vim da minha terra,
não vim, perdi-me no espaço,
na ilusão de ter saído.
Ai de mim, nunca saí.
Lá estou eu, enterrado
por baixo de falas mansas,
por baixo de negras sombras,
por baixo de lavras de ouro,
por baixo de gerações,
por baixo, eu sei, de mim mesmo,
este vivente enganado, enganoso.
não vim, perdi-me no espaço,
na ilusão de ter saído.
Ai de mim, nunca saí.
Lá estou eu, enterrado
por baixo de falas mansas,
por baixo de negras sombras,
por baixo de lavras de ouro,
por baixo de gerações,
por baixo, eu sei, de mim mesmo,
este vivente enganado, enganoso.
Carlos Drummond de Andrade
O poeta se vale, nesses versos, de um recurso poético que sugere o ritmo e o andamento de uma reza:
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Saving energy: i t starts at home
We already know the fastest, expensive way to slow climate change: use less energy. With a little effort, and not money, most of us could reduce our energy diets by 25 percent or more − the Earth a favor while also helping our pocketbooks. So what’s holding us back?
Scientists have reported recently that the world is heating up even faster predicted only a few years , and that the consequences could be severe if we don’t reducing emission of carbon dioxide and other greenhouse gases that are trapping heat in our atmosphere. But what can we about it as individuals? Will our efforts really any difference?
(Extracted from the National Geographic Magazine, March 2009)
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Uma das formas de obter a entalpia de uma reação é por meio de diagramas de energia, como o representado a seguir para a reação !$ CH_4 (g) !$+ !$ 4 !$ !$ C \ell_2 (g) !$ !$ → !$ !$ 4 !$ !$ HC \ell (g) !$ + !$ CC \ell_4 !$ (!$ \ell !$).

A entalpia da reação !$ CH_4 (g) !$ + !$ 4 !$ !$ C \ell_2 (g) !$ !$ → !$ !$ 4 !$ !$ HC \ell (g) !$ + !$ CC \ell_4 (\ell) !$, em kJ/mol, de metano é
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O texto abaixo refere-se a questão.
Durante os últimos três meses, eu (Oscar Ameringer, de Oklahoma City) visitei (...) uns vinte Estados deste belo país extraordinariamente rico. Eis algumas coisas que vi e ouvi. Alguns cidadãos de Montana disseram que havia milhares de alqueires de trigo abandonados nos campos porque seu baixo preço mal dava para cobrir as despesas da colheita. Em Oregon, vi milhares de alqueires de maçã apodrecendo nos pomares. Somente as maçãs absolutamente perfeitas podiam ser vendidas, por 40 ou 50 centavos a caixa de duzentas maçãs. Ao mesmo tempo, há milhões de crianças que, por causa da pobreza de seus pais, não comerão maçã alguma neste inverno.
(História do século XX. Abril Cultural. v.3 p. 1349)
O texto trata de uma crise que, direta ou indiretamente, atingiu todo o mundo capitalista. No Brasil, ela repercutiu de forma significativa, pois, com a recessão,
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