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Foram encontradas 510 questões.

1322820 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA

A anisocitose consiste em uma anormalidade morfológica dos eritrócitos caracterizada por:

 

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1318868 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Sabendo que a dose máxima de adrenalina, para um paciente ASA III, é de 0,04 mg por consulta, a quantidade de tubetes (proporção de 1:100.000) que devem ser aplicados é de:
 

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1317679 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
O preparo escalonado se baseia no princípio de que:
 

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1317041 Ano: 2012
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Fator importante na utilização do calor como terapêutica no tratamento fisioterapêutico é a escolha da técnica de contato a ser utilizada. Assim, é correto afirmar que:
 

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1316948 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
A relação entre políticas sociais e direitos sociais é das mais recentes historicamente na ordem do surgimento dos direitos, já que concretamente se constitui como área estatal após a declaração Universal dos direitos humanos (1948) e também das mais tensas e complexas. Sobre essa relação é correto afirmar que:
I. Os direitos sociais são direitos de segunda geração baseado no princípio da igualdade, mas são os que menos oneram o estado graças à participação da sociedade civil.
II. As políticas sociais nascem contraditoriamente na sociedade capitalista para regulação da força de trabalho, garantindo alguns direitos sociais, amortecendo, com isso, as lutas do movimento sindical reivindicatório que sempre lutou por direitos sociais.
III. As políticas sociais dão materialidade parcial aos direitos sociais, já que contraditoriamente, numa sociedade regida pelo mercado não é possível solucionar a questão social.
IV. Sendo os direitos sociais direitos ligados à participação na riqueza produzida na sociedade, as ações da política social incidem na redução dos impactos das desigualdades e da pobreza geradas pelo mercado, o que nem sempre ultrapassa o discurso.
De acordo com as afirmativas acima, a alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
 

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Texto I
Como a idade faz nosso cérebro florescer
A ciência conseguiu identificar a base neurológica da sabedoria. A partir da meia-idade as pessoas podem até esquecer nomes, mas tornam-se – acredite – mais inteligentes. A partir de um certo momento da vida, que, para a maioria de nós, começa depois do aniversário de 40 anos, a grande questão neurológica se resume a uma pergunta: aonde diabos foram parar todos os nomes que eu esqueço? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar no mar de neurônios o nome do famoso marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu trabalho mais célebre. A débâcle ocorre no almoço de domingo em que você se percebe, diante da cara divertida de seus filhos, tentando explicar: “Aquele filme, com aquela atriz australiana, casada com aquele outro ator...”.
Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir nas próximas páginas, é que existe outro lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais trazidas pelo tempo. “Conforme envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch, autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro reúne argumentos que fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora do que costuma ser.
Aos 56 anos, estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava o cidadão. Queria entender por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar. Barbara não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado em que podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da expectativa de vida, a fase intermediária da vida, entre os 40 e os 68 anos, tornou-se uma espécie de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor reminiscente da juventude à sabedoria da velhice que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro maduro. Ele já não é o mesmo que costumava ser. Mas as mudanças o transformaram num instrumento melhor. “Para o ignorante, a velhice é o inverno; para o sábio, é a estação de colheita”, diz o Talmude.
Os pesquisadores também descobriram que, conforme envelhecemos, mudamos o padrão de ativação cerebral. Isso significa que acionamos áreas diferentes das usadas anteriormente para fazer as mesmas tarefas. A região frontal do cérebro, encarregada da racionalidade, passa a concentrar a maior parte das atividades. A área posterior da cabeça, onde estão algumas das estruturas ligadas a nossas respostas emocionais, é acionada com menos frequência. Outra mudança significativa: para realizar a mesma tarefa de adultos jovens (de até 30 anos), os mais velhos usam mais áreas do cérebro. Em vez de usar regiões de apenas uma metade do cérebro, passam a usar as duas. Os cientistas ainda não estão certos sobre o que essas mudanças representam. Há duas possibilidades. A primeira, menos agradável, é que o cérebro esteja ficando velho a ponto de não reconhecer mais as áreas encarregadas de cada atividade. A segunda hipótese é mais reconfortante: o cérebro pode, sim, estar ficando velho. Mas, ao redirecionar funções para áreas diferentes e para mais regiões, dá mostras de que é capaz de se adaptar e manter seu bom funcionamento.
É irresistível pensar que, talvez, a superativação do cérebro, representada pelo uso simultâneo de várias áreas, possa estar por trás das melhoras de raciocínio relatadas por quem está na meia-idade – e comprovadas pelos pesquisadores. Os cientistas descobriram que um sistema muito especial do cérebro, formado por circuitos localizados em camadas profundas do órgão, está constantemente ativado nos adultos de meia-idade. O sistema, chamado de modo-padrão, é usado nos momentos de reflexão, quando pensamos sobre o que aconteceu recentemente, fazemos balanços e traçamos planos para nós mesmos. Os pesquisadores concluíram que os adultos simplesmente não conseguem desligar o modo-padrão, algo que os jovens fazem quando estão envolvidos em uma tarefa. Os adultos, mesmo quando estão concentrados, continuam o bate-papo interno com eles mesmos.
Estar em constante reflexão pode nos tornar distraídos, mas também pode ajudar a ter boas ideias. Isso explicaria por que adultos de meia-idade têm o raciocínio afiado, embora não lembrem onde puseram a carteira.
A equipe da psicóloga Mara Mather, da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou imagens tristes e repulsivas a voluntários maduros e a jovens. Concluiu que nos mais velhos a área do cérebro responsável pelas emoções reagia menos às figuras negativas. Concluiu que era um sistema de proteção. O cérebro parecia escolher dar menos atenção ao lado ruim da vida. Há nisso mais inteligência e sabedoria do que um cérebro jovem talvez seja capaz de perceber.
(Texto adaptado. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/ 0,,EMI245598-15257,00-COMO+A+IDADE+FAZ+NOSSO+CEREBRO+ FLORESCER.html. Acessado em 05/07/2012)
Ao empregar a palavra “manjadíssimo”, o autor provoca no texto um efeito de sentido:
 

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1316361 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Admite-se como epilepsia um grupo de doenças que tem em comum, crises convulsivas que ocorrem na ausência de condições tóxico-metabólicas ou febris. Sobre epilepsia na gravidez é correto afirmar que:
 

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1315948 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Paciente operador de empilhadeira em indústria metalúrgica relata trabalhar em turnos, com horas extras habituais, acometido por má qualidade do sono, despertares frequentes durante a noite, irritabilidade, dores musculares, desânimo, astenia persistente. A descrição do paciente sugere:
 

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1315806 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Um dente já presente na boca da criança ao nascimento e um dente que irrompe nos primeiros trinta dias de vida do bebê são respectivamente denominados de:
 

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1315448 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
A Resolução COFEN no. 358/2009 dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) e a implementação do Processo de Enfermagem (PE) organizado em etapas inter-relacionadas, interdependentes e recorrentes. São etapas do PE:
 

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