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Sobre a administração de sangue e hemoderivados que requerem conhecimento de técnicas corretas de administração e de possíveis complicações, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa.
I. Unidades de plaquetas devem ser transfundidas na temperatura entre 2 e 8 graus centígrados.
II. Dentre os incidentes transfusionais, a reação hemolítica aguda é a mais grave, com potencial risco de morte para o paciente, e ocorre quando o sangue do doador é incompatível com o do receptor.
III. A reação febril não hemolítica é o tipo mais comum na prática hemoterápica e está geralmente associada à presença de anticorpos contra os antígenos dos leucócitos do doador.
IV. A reação alérgica pode ser leve, e o paciente apresentar prurido, urticária e placas eritematosas; pode ser moderada, com edema de glote, edema de Quincke, broncoespasmo e grave, com choque anafilático.
De acordo com as afirmativas acima, a alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
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O sentimento do dever, o pundonor Policial- Militar e o decoro da classe impõem, a cada um dos integrantes da Polícia Militar, conduta moral e profissional, irrepreensíveis, com observância dos seguintes preceitos da ética Policial-Militar:
I. Amar a verdade e a responsabilidade como fundamentos da dignidade pessoal.
II. Exercer, com autoridade, eficiência e probidade as funções que lhe couberem em decorrência do cargo.
III. Respeitar a dignidade da pessoa humana;
IV. Zelar pelo preparo moral, intelectual e físico, próprio e dos subordinados, tendo em vista o cumprimento da missão comum.
V. Empregar todas as suas energias em benefício do serviço.
De acordo com as afirmativas acima a alternativa correta é:
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Texto I
Como a idade faz nosso cérebro florescer
A ciência conseguiu identificar a base neurológica da sabedoria. A partir da meia-idade as pessoas podem até esquecer nomes, mas tornam-se – acredite – mais inteligentes. A partir de um certo momento da vida, que, para a maioria de nós, começa depois do aniversário de 40 anos, a grande questão neurológica se resume a uma pergunta: aonde diabos foram parar todos os nomes que eu esqueço? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar no mar de neurônios o nome do famoso marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu trabalho mais célebre. A débâcle ocorre no almoço de domingo em que você se percebe, diante da cara divertida de seus filhos, tentando explicar: “Aquele filme, com aquela atriz australiana, casada com aquele outro ator...”.
Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir nas próximas páginas, é que existe outro lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais trazidas pelo tempo. “Conforme envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch, autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro reúne argumentos que fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora do que costuma ser.
Aos 56 anos, estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava o cidadão. Queria entender por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar. Barbara não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado em que podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da expectativa de vida, a fase intermediária da vida, entre os 40 e os 68 anos, tornou-se uma espécie de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor reminiscente da juventude à sabedoria da velhice que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro maduro. Ele já não é o mesmo que costumava ser. Mas as mudanças o transformaram num instrumento melhor. “Para o ignorante, a velhice é o inverno; para o sábio, é a estação de colheita”, diz o Talmude.
Os pesquisadores também descobriram que, conforme envelhecemos, mudamos o padrão de ativação cerebral. Isso significa que acionamos áreas diferentes das usadas anteriormente para fazer as mesmas tarefas. A região frontal do cérebro, encarregada da racionalidade, passa a concentrar a maior parte das atividades. A área posterior da cabeça, onde estão algumas das estruturas ligadas a nossas respostas emocionais, é acionada com menos frequência. Outra mudança significativa: para realizar a mesma tarefa de adultos jovens (de até 30 anos), os mais velhos usam mais áreas do cérebro. Em vez de usar regiões de apenas uma metade do cérebro, passam a usar as duas. Os cientistas ainda não estão certos sobre o que essas mudanças representam. Há duas possibilidades. A primeira, menos agradável, é que o cérebro esteja ficando velho a ponto de não reconhecer mais as áreas encarregadas de cada atividade. A segunda hipótese é mais reconfortante: o cérebro pode, sim, estar ficando velho. Mas, ao redirecionar funções para áreas diferentes e para mais regiões, dá mostras de que é capaz de se adaptar e manter seu bom funcionamento.
É irresistível pensar que, talvez, a superativação do cérebro, representada pelo uso simultâneo de várias áreas, possa estar por trás das melhoras de raciocínio relatadas por quem está na meia-idade – e comprovadas pelos pesquisadores. Os cientistas descobriram que um sistema muito especial do cérebro, formado por circuitos localizados em camadas profundas do órgão, está constantemente ativado nos adultos de meia-idade. O sistema, chamado de modo-padrão, é usado nos momentos de reflexão, quando pensamos sobre o que aconteceu recentemente, fazemos balanços e traçamos planos para nós mesmos. Os pesquisadores concluíram que os adultos simplesmente não conseguem desligar o modo-padrão, algo que os jovens fazem quando estão envolvidos em uma tarefa. Os adultos, mesmo quando estão concentrados, continuam o bate-papo interno com eles mesmos.
Estar em constante reflexão pode nos tornar distraídos, mas também pode ajudar a ter boas ideias. Isso explicaria por que adultos de meia-idade têm o raciocínio afiado, embora não lembrem onde puseram a carteira.
A equipe da psicóloga Mara Mather, da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou imagens tristes e repulsivas a voluntários maduros e a jovens. Concluiu que nos mais velhos a área do cérebro responsável pelas emoções reagia menos às figuras negativas. Concluiu que era um sistema de proteção. O cérebro parecia escolher dar menos atenção ao lado ruim da vida. Há nisso mais inteligência e sabedoria do que um cérebro jovem talvez seja capaz de perceber.
(Texto adaptado. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/ 0,,EMI245598-15257,00-COMO+A+IDADE+FAZ+NOSSO+CEREBRO+ FLORESCER.html. Acessado em 05/07/2012)
Na frase: "Estar em constante reflexão pode nos tornar distraídos, mas também pode ajudar a ter boas ideias", o termo destacado expressa ideia:
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Texto II
Paciente masculino, 52 anos, viúvo, dois filhos adultos, procedente de Marabá/PA, ASA 1 (American Society of Anesthesia); internado para submeter-se a nefrectomia para doação do rim a filha. Procedimento cirúrgico realizado sob anestesia geral endovenosa e regional sem intercorrências. Admitido na Unidade de Recuperação pósanestésica (URPA) no Período pós-operatório imediato (POI), ainda sedado, com tremores generalizados e apos 20 minutos de admissão na UR, referia dor na ferida operatória (FO), no flanco direito, de intensidade 8/10 na escala numérica verbal (ENV), caracterizada por ardência, de início súbito e ao tentar movimentar-se; apresentava expressão facial de dor e tensão muscular na região supraescapular e nos membros inferiores e superiores.
Considerando o Texto II e o Diagnóstico de Enfermagem (DE) preconizado por Horta e a Taxonomia II da NANDA I e sobre as intervenções de Enfermagem para o DE de Dor Aguda, descritas pela NIC (Classificação das Intervenções de Enfermagem) é correto afirmar que o enfermeiro deve:
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Sobre as Diretrizes de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) 2010, é correto afirmar que:
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A pressão venosa central (PVC) é a pressão dentro do átrio direito ou das grandes veias intratorácicas, sendo uma indicação do fluxo sanguíneo para o coração e também da capacidade do coração em recebê-lo. Em pacientes adultos, o valor considerado normal na verificação da PVC mensurada através da linha axilar media, como "zero" de referência, é:
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São manifestações essenciais do valor Policial- Militar:
I. O sentimento de servir, em seu horário de trabalho, à comunidade local, desde que não ponha em rico a própria vida.
II. O civismo e o culto das tradições históricas.
III. A fé na missão elevada da Polícia Militar.
IV. O espírito de corpo, orgulho do Policial- Militar pela Organização onde serve.
V. O amor à profissão Policial-Militar e o entusiasmo com que é exercida.
De acordo com as afirmativas acima a alternativa correta é:
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Texto II
Paciente masculino, 52 anos, viúvo, dois filhos adultos, procedente de Marabá/PA, ASA 1 (American Society of Anesthesia); internado para submeter-se a nefrectomia para doação do rim a filha. Procedimento cirúrgico realizado sob anestesia geral endovenosa e regional sem intercorrências. Admitido na Unidade de Recuperação pósanestésica (URPA) no Período pós-operatório imediato (POI), ainda sedado, com tremores generalizados e apos 20 minutos de admissão na UR, referia dor na ferida operatória (FO), no flanco direito, de intensidade 8/10 na escala numérica verbal (ENV), caracterizada por ardência, de início súbito e ao tentar movimentar-se; apresentava expressão facial de dor e tensão muscular na região supraescapular e nos membros inferiores e superiores.
Sobre o período perioperatório da experiência cirúrgica do Texto II, identifique as afirmativas abaixo, em V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) O consentimento informado por escrito protege o paciente contra uma cirurgia não autorizada e protege o cirurgião contra queixas de uma operação não autorizada.
( ) A tricotomia ou rebaixamento de pelos da área a ser operada, deve ser realizada, preferencialmente, na unidade de internação, duas horas antes do procedimento cirúrgico.
( ) O paciente deve ser orientado a esvaziar a bexiga, imediatamente, antes de sua ida para o centro cirúrgico.
( ) A URPA deve ser localizada em área adjacente ao centro cirúrgico, possuindo as mesmas características arquitetônicas da sala de cirurgia.
A sequência correta é:
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O Microsoft Word é um processador de textos onde podemos encontrar diversas ferramentas de edição e formatação de textos. Sobre essas ferramentas é correto afirmar que:
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Sobre a posição do paciente para o exame físico, associe as colunas abaixo.
1. Cliente sentado.
2. Decúbito dorsal
3. Decúbito lateral direito.
( ) avaliação geral e sinais vitais.
( ) força e tônus dos membros inferiores e reflexos.
( ) exame de próstata e reto em homens.
( ) cabeça e pescoço, incluindo tireoide e linfonodos.
A sequência correta é:
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