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Texto V
Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quando mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nesta terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm água vitalícia.
Cacimbas por todo lado
cavando o chão, água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo de terra
(cavei pedra toda a vida),
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
(NETO, João Cabral de Melo. Morte e Vida Severina, 1996)
As características apresentadas no Texto V podem ser relacionadas com:
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A questão das investiduras consistiu numa disputa política entre o Papado e o Imperador do Sacro Império Romano Germânico, em meados do século X d.C, pelo direito de nomeação de sacerdotes para cargos eclesiásticos. O resultado da disputa foi a ascensão do Papa Gregório VII em 1073, antigo monge da Ordem Religiosa de Cluny, que buscava restaurar a autoridade moral da Igreja. A estratégia papal tomou como princípio:
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E SE NÃO HOUVESSE NOITE
Uma megalomaníaca, hollywoodiana intervenção humana poderia instalar über refletores na órbita da Terra e assim acabar com a escuridão. Mas, até este momento da história não há motivo para fazer algo tão faraônico. Então fiquemos com a alternativa astronômica. A única maneira de não haver noite é pela sincronização dos movimentos da Terra. Ou seja, se a rotação fosse igual à translação. Só assim o mesmo lado do planeta daria toda a volta ao redor do Sol sem deixar de ser iluminado. E, para isso, a velocidade da Terra no Sistema Solar deveria ser constante, o que implica uma órbita circular, e não elíptica.
Mesmo com essas condições, seria dia para sempre somente em um lado do planeta. No outro, noite eterna. Um lugar inóspito, com temperaturas que podem ser baixas como as dos pólos e onde as formas de vida seriam diferentes das do lado iluminado. Algo como as profundezas abissais dos oceanos, mas na superfície. Teríamos dois planetas em um só. “Em movimento sincronizado, as condições climáticas seriam radicalmente diferentes. Dificilmente haveria a explosão da vida”, diz o astrônomo da USP, Enos Picazzio.
No lado iluminado, as coisas tampouco seriam fáceis. A vida na Terra está programada para reagir à luz. A galinha, por exemplo, é fotossensível. Em condições naturais, ela só bota ovos quando o Sol nasce. Com ele a pino sempre, a ave como conhecemos dificilmente existiria. Já as plantas vivem de acordo com a duração da noite e do dia. Em noites curtas, como no verão, elas crescem. Na primavera elas florescem. “A ausência de sinais temporais poderia impedir a floração e a produção de frutos”, diz Sérgio Tadeu Meirelles, biólogo da USP. A vida como um todo seria adaptada não às andanças do Sol no céu, mas à mobilidade dele. E ele não serviria mais para contarmos o tempo. Essa função seria da Lua.
In: Revista Superinteressante. nº306 - Jul/2012
A ideia de tempo não mais seria dada pelo sol, e, sim, determinada pela Lua. Assim sendo, cada dia duraria:
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E SE NÃO HOUVESSE NOITE
Uma megalomaníaca, hollywoodiana intervenção humana poderia instalar über refletores na órbita da Terra e assim acabar com a escuridão. Mas, até este momento da história não há motivo para fazer algo tão faraônico. Então fiquemos com a alternativa astronômica. A única maneira de não haver noite é pela sincronização dos movimentos da Terra. Ou seja, se a rotação fosse igual à translação. Só assim o mesmo lado do planeta daria toda a volta ao redor do Sol sem deixar de ser iluminado. E, para isso, a velocidade da Terra no Sistema Solar deveria ser constante, o que implica uma órbita circular, e não elíptica.
Mesmo com essas condições, seria dia para sempre somente em um lado do planeta. No outro, noite eterna. Um lugar inóspito, com temperaturas que podem ser baixas como as dos pólos e onde as formas de vida seriam diferentes das do lado iluminado. Algo como as profundezas abissais dos oceanos, mas na superfície. Teríamos dois planetas em um só. “Em movimento sincronizado, as condições climáticas seriam radicalmente diferentes. Dificilmente haveria a explosão da vida”, diz o astrônomo da USP, Enos Picazzio.
No lado iluminado, as coisas tampouco seriam fáceis. A vida na Terra está programada para reagir à luz. A galinha, por exemplo, é fotossensível. Em condições naturais, ela só bota ovos quando o Sol nasce. Com ele a pino sempre, a ave como conhecemos dificilmente existiria. Já as plantas vivem de acordo com a duração da noite e do dia. Em noites curtas, como no verão, elas crescem. Na primavera elas florescem. “A ausência de sinais temporais poderia impedir a floração e a produção de frutos”, diz Sérgio Tadeu Meirelles, biólogo da USP. A vida como um todo seria adaptada não às andanças do Sol no céu, mas à mobilidade dele. E ele não serviria mais para contarmos o tempo. Essa função seria da Lua.
In: Revista Superinteressante. nº306 - Jul/2012
No lado iluminado, as coisas tampouco seriam fáceis. A expressão destacada dá ideia de:
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A Torre de Hanói é uma interessante atividade lúdica que consiste em uma placa de madeira na qual são dispostos três pinos de mesmo comprimento e um conjunto de discos concêntricos conforme ilustra a figura abaixo:

O desafio é transferir a “Torre” de um “pino” para outro obedecendo apenas duas regras:
I. Só se pode transferir um disco de cada vez.
II. Durante o processo de transferência, nunca um disco maior pode ficar sobre um disco menor.
http://www.google.com/search?num=10&hl=en&site=imghp&tbm=isch& source=hp&q=a+torre+de+hanoi&oq=a+torre+de+hanoi&gs_l=img.3... 1042.6128.0.7188.16.10.0.5.5.0.745.1627.3j1j2j6- 1.7.0...0.0.DT3lMCOD7jM&biw=1280&bih=683&sei=JLj8T6T1E6Pv0gGPv 4mFBw. Acesso em 10/07/2012.
. Obedecendo as regras é possível estabelecer uma função que associa o número de discos “d” utilizados na Torre e o número mínimo de movimentos “m” que se pode efetuar para transferi-la de um pino para outro. Essa função é dada pela expressão m(d) = !$ 2^d !$ – 1 que pode ser definida, por exemplo, como uma aplicação de {1, 2, 3, 4...} em {1, 3, 7, 15...}. Em outros termos, com 1 disco tem-se 1 movimento, com 2 discos tem-se 3 movimentos, com 3 discos tem-se 7 movimentos e assim por diante. Nestas condições, todos os elementos do domínio de m(d) podem ser expressos por:
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E SE NÃO HOUVESSE NOITE
Uma megalomaníaca, hollywoodiana intervenção humana poderia instalar über refletores na órbita da Terra e assim acabar com a escuridão. Mas, até este momento da história não há motivo para fazer algo tão faraônico. Então fiquemos com a alternativa astronômica. A única maneira de não haver noite é pela sincronização dos movimentos da Terra. Ou seja, se a rotação fosse igual à translação. Só assim o mesmo lado do planeta daria toda a volta ao redor do Sol sem deixar de ser iluminado. E, para isso, a velocidade da Terra no Sistema Solar deveria ser constante, o que implica uma órbita circular, e não elíptica.
Mesmo com essas condições, seria dia para sempre somente em um lado do planeta. No outro, noite eterna. Um lugar inóspito, com temperaturas que podem ser baixas como as dos pólos e onde as formas de vida seriam diferentes das do lado iluminado. Algo como as profundezas abissais dos oceanos, mas na superfície. Teríamos dois planetas em um só. “Em movimento sincronizado, as condições climáticas seriam radicalmente diferentes. Dificilmente haveria a explosão da vida”, diz o astrônomo da USP, Enos Picazzio.
No lado iluminado, as coisas tampouco seriam fáceis. A vida na Terra está programada para reagir à luz. A galinha, por exemplo, é fotossensível. Em condições naturais, ela só bota ovos quando o Sol nasce. Com ele a pino sempre, a ave como conhecemos dificilmente existiria. Já as plantas vivem de acordo com a duração da noite e do dia. Em noites curtas, como no verão, elas crescem. Na primavera elas florescem. “A ausência de sinais temporais poderia impedir a floração e a produção de frutos”, diz Sérgio Tadeu Meirelles, biólogo da USP. A vida como um todo seria adaptada não às andanças do Sol no céu, mas à mobilidade dele. E ele não serviria mais para contarmos o tempo. Essa função seria da Lua.
In: Revista Superinteressante. nº306 - Jul/2012
Quem não tivesse condições econômicas de ter as câmaras de sono, teria um organismo com problemas de pressão alta e de estresse, e também seria:
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Seja !$ f(x)= x^2 !$ uma aplicação de R em !$ R_+ !$, !$ g(x)= 4x^2 !$, uma aplicação de R em !$ R_+ !$, !$ h(x)= {\large 1 \over4} x^2 !$, é uma aplicação de R e !$ R_+ !$ e, finalmente, !$ i(x) = 2 - {\large x \over2} !$, uma aplicação de R em R. O número de pontos (x, y) comuns entre gráficos de i(x), f(x), g(x) e h(x) nos quais as abscissas pertençam ao intervalo real fechado de extremos 0 e 4, são:
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Como estratégia de gestão político- administrativa, o país foi dividido em regiões pelo IBGE, são elas: Norte, Nordeste, Centro- Oeste, Sudeste e Sul. Tal divisão abriu precedentes políticos e teóricos, para que, em vários Estados da federação,surgissem propostas de divisão territorial. No que se refere ao Estado do Pará, a proposta apresentada recentemente em plebiscito, sugeriu a divisão do Estado em:
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A Revolta da Vacina, ocorrida entre 10 e 16 de novembro de 1904 no Rio de Janeiro, foi:
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Um cubo C de aresta “ a” tem volume igual ao de uma esfera E de raio “ R”. A razão entre a aresta “ a” e o raio “ R” é:
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