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Foram encontradas 60 questões.

2374627 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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Marque a alternativa CORRETA sobre o Microsoft Windows XP.

 

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2374619 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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Sobre Memórias, marque a alternativa CORRETA.

 

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2374582 Ano: 2007
Disciplina: Matemática
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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João gasta !$ \large{1 \over 4} !$ do seu salário na prestação de sua casa, !$ \large{3 \over 5} !$ do restante ele gasta com alimentação, sobrandolhe ainda a quantia de R$ 300,00. Qual o valor do salário de João?

 

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2374571 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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TEXTO I (Para a questão)

Redução de danos

Temos usado e abusado da expressão “qualidade de vida”. O que me incomoda é perceber que tal conceito tem sido difundido, amplamente explorado e absorvido por muitos de modo egoísta e míope.

Ao darmos uma rápida olhada em reportagens nos diferentes veículos de comunicação e nas idéias que concebemos a esse respeito, percebemos logo que qualidade de vida parece ter relação exclusiva com o objetivo de buscar o bem para si. E, como se não bastasse essa limitaçãoI), ainda há mais: buscar o bem para si parece incluir apenas a saúde física devidamente enquadrada na ideologia das ciências biológicas em voga e em preceitos higienistas considerados politicamente corretos na atualidade.

Isso só contribui para que o conceito original seja desvirtuado. A saúde mental, por exemplo, seria mera resultante da correta administração da saúde física. E a vida das relações interpessoais? Quase não é considerada. Resultado? Para ter qualidade de vida, é preciso perseguir uma meta inatingível para a maioria de nós, humanos mortais, e ignorar que somos seres interdependentes que vivem em grupo.

Para começar, a idéia de corpo nessa concepção tem sido cada vez mais desumanizada e submetida aos padrões de beleza atuais, mesmo que sutilmente. Como conseqüência, as de nutrição, de autocuidado, de beleza etc. giram em torno desse centro. Como disse Nina Horta recentemente em sua coluna, fala-se muito em comer isso ou aquilo para garantir a saúde nutricional, mas nada do prazer de comer e do sentido de comunhão que as refeições têm. Ora, ao fazer uma refeição, eu não quero somente ingerir vitaminas e sais minerais e deixar de ingerir gorduras. Quero ter prazer socialmente compartilhado, isso sim.

(...)

Li recentemente uma reportagemII) em que um especialista em bem-estar e qualidade de vida afirmou que caminhar não deve ser considerado prática física, e sim obrigação. Pois, se levarmos a sério o conceito de qualidade de vida, obrigação seria buscar uma vida digna e isso só se encontra ao procurar o bem não apenas para si, mas para o outro também. Afinal, somos porque pertencemos, não é verdade?

De que adianta viver mais se não podemos exibir as marcas da velhice? De que adianta investir pesadamente na saúde física pessoal se, ao ignorarmos o bem-estar coletivo, ficamos impedidos de desfrutar da vida em comum? De que adianta fazer de tudo para manter a saúde física se as relações afetivas – notadamente com os filhos – não são carinhosamente priorizadas? De que adianta ter uma carreira profissional exitosa se não sobra tempo para a vida pessoal? De que adianta lazer sem ócio?

Talvez pudéssemos nos beneficiar muito mais do conceito de qualidade de vida se o entendêssemos como um objetivo virtuoso e não como um investimento que se mostra idealizado, individualista e consumista. Talvez até pudéssemos trocar a expressão “qualidade de vida” por “dignidade de vida”. Faz muito mais sentido nos tempos atuais, não? Aliás, como parece fazer muito mais sentido no presente a expressão “prática de redução de danos” do que “busca de qualidade de vida”.

(Rosely Sayão – Jornal Folha de São Paulo, 19 de julho de 2007)

É CORRETO afirmar sobre os termos destacados nas duas ocorrências constantes dos itens abaixo:

I. “E, como se não bastasse essa limitação,...”

II. “Li recentemente uma reportagem...”

 

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2374520 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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TEXTO I (Para a questão)

Redução de danos

Temos usado e abusado da expressão “qualidade de vida”. O que me incomoda é perceber que tal conceito tem sido difundido, amplamente explorado e absorvido por muitos de modo egoísta e míope.

Ao darmos uma rápida olhada em reportagens nos diferentes veículos de comunicação e nas idéias que concebemos a esse respeito, percebemos logo que qualidade de vida parece ter relação exclusiva com o objetivo de buscar o bem para si. E, como se não bastasse essa limitação, ainda há mais: buscar o bem para si parece incluir apenas a saúde física devidamente enquadrada na ideologia das ciências biológicas em voga e em preceitos higienistas considerados politicamente corretos na atualidade.

Isso só contribui para que o conceito original seja desvirtuado. A saúde mental, por exemplo, seria mera resultante da correta administração da saúde física. E a vida das relações interpessoais? Quase não é considerada. Resultado? Para ter qualidade de vida, é preciso perseguir uma meta inatingível para a maioria de nós, humanos mortais, e ignorar que somos seres interdependentes que vivem em grupo.

Para começar, a idéia de corpo nessa concepção tem sido cada vez mais desumanizada e submetida aos padrões de beleza atuais, mesmo que sutilmente. Como conseqüência, as de nutrição, de autocuidado, de beleza etc. giram em torno desse centro. Como disse Nina Horta recentemente em sua coluna, fala-se muito em comer isso ou aquilo para garantir a saúde nutricional, mas nada do prazer de comer e do sentido de comunhão que as refeições têm. Ora, ao fazer uma refeição, eu não quero somente ingerir vitaminas e sais minerais e deixar de ingerir gorduras. Quero ter prazer socialmente compartilhado, isso sim.

(...)

Li recentemente uma reportagem em que um especialista em bem-estar e qualidade de vida afirmou que caminhar não deve ser considerado prática física, e sim obrigação. Pois, se levarmos a sério o conceito de qualidade de vida, obrigação seria buscar uma vida digna e isso só se encontra ao procurar o bem não apenas para si, mas para o outro também. Afinal, somos porque pertencemos, não é verdade?

De que adianta viver mais se não podemos exibir as marcas da velhice? De que adianta investir pesadamente na saúde física pessoal se, ao ignorarmos o bem-estar coletivo, ficamos impedidos de desfrutar da vida em comum? De que adianta fazer de tudo para manter a saúde física se as relações afetivas – notadamente com os filhos – não são carinhosamente priorizadas? De que adianta ter uma carreira profissional exitosa se não sobra tempo para a vida pessoal? De que adianta lazer sem ócio?

Talvez pudéssemos nos beneficiar muito mais do conceito de qualidade de vida se o entendêssemos como um objetivo virtuoso e não como um investimento que se mostra idealizado, individualista e consumista. Talvez até pudéssemos trocar a expressão “qualidade de vida” por “dignidade de vida”. Faz muito mais sentido nos tempos atuais, não? Aliás, como parece fazer muito mais sentido no presente a expressão “prática de redução de danos” do que “busca de qualidade de vida”.

(Rosely Sayão – Jornal Folha de São Paulo, 19 de julho de 2007)

Trecho para a questão.

“Pois, se levarmos a sério o conceito de qualidade de vida, obrigação seria buscar uma vida digna e isso só se encontra ao procurar o bem não apenas para si, mas para o outro também.”

Com os argumentos apresentados pela autora, nesse fragmento, pode-se concluir que ela:

 

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2374491 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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No trecho abaixo, parte do hino do Piauí, o último verso “a saudade, nas terras azuis” refere-se a Amarante, a terra do autor do hino, cujo nome consta da alternativa.

Salve, Terra! Que aos céus arrebatas,

Nossas almas, nos dons que possuis:

A esperança, nos verdes das matas,

A saudade, nas terras azuis!

 

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2374449 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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Considere as seguintes afirmações a respeito de movimentos ocorridos no nordeste do Brasil, nas três primeiras décadas do século XX.

I. Na Guerra de Canudos, segundo Euclides da Cunha, aconteceu o enfrentamento entre dois Brasis, de um lado um Brasil sertanejo e atrasado, do outro, o Brasil atlântico aberto à modernização.

II. O isolamento social dos sertanejos, a violência e o desmando dos poderosos do sertão e a omissão do Estado, provocaram movimentos messiânicos, a exemplo de Canudos e Pau de Colher.

III. A Sedição de Juazeiro foi um levante contra a intervenção federal no estado do Ceará, que contou com a participação do padre Cícero Romão Batista.

 

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2374434 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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TEXTO I (Para a questão)

Redução de danos

Temos usado e abusado da expressão “qualidade de vida”. O que me incomoda é perceber que tal conceito tem sido difundido, amplamente explorado e absorvido por muitos de modo egoísta e míope.

Ao darmos uma rápida olhada em reportagens nos diferentes veículos de comunicação e nas idéias que concebemos a esse respeito, percebemos logo que qualidade de vida parece ter relação exclusiva com o objetivo de buscar o bem para si. E, como se não bastasse essa limitação, ainda há mais: buscar o bem para si parece incluir apenas a saúde física devidamente enquadrada na ideologia das ciências biológicas em voga e em preceitos higienistas considerados politicamente corretos na atualidade.

Isso só contribui para que o conceito original seja desvirtuado. A saúde mental, por exemplo, seria mera resultante da correta administração da saúde física. E a vida das relações interpessoais? Quase não é considerada. Resultado? Para ter qualidade de vida, é preciso perseguir uma meta inatingível para a maioria de nós, humanos mortais, e ignorar que somos seres interdependentes que vivem em grupo.

Para começar, a idéia de corpo nessa concepção tem sido cada vez mais desumanizadaB) e submetida aos padrões de beleza atuais, mesmo que sutilmente. Como conseqüência, as de nutrição, de autocuidado, de beleza etc. giram em torno desse centroC). Como disse Nina Horta recentemente em sua coluna, fala-se muito em comer isso ou aquilo para garantir a saúde nutricional, mas nada do prazer de comer e do sentido de comunhão que as refeições têm. Ora, ao fazer uma refeição, eu não quero somente ingerir vitaminas e sais minerais e deixar de ingerir gorduras. Quero ter prazer socialmente compartilhado, isso sim.

(...)

Li recentemente uma reportagem em que um especialista em bem-estar e qualidade de vida afirmou que caminhar não deve ser considerado prática física, e sim obrigação. Pois, se levarmos a sério o conceito de qualidade de vida, obrigação seria buscar uma vida digna e isso só se encontra ao procurar o bem não apenas para si, mas para o outro também. Afinal, somos porque pertencemosA), não é verdade?

De que adianta viver mais se não podemos exibir as marcas da velhice?D) De que adianta investir pesadamente na saúde física pessoal se, ao ignorarmos o bem-estar coletivo, ficamos impedidos de desfrutar da vida em comum? De que adianta fazer de tudo para manter a saúde física se as relações afetivas – notadamente com os filhos – não são carinhosamente priorizadas? De que adianta ter uma carreira profissional exitosa se não sobra tempo para a vida pessoal? De que adianta lazer sem ócio?E)

Talvez pudéssemos nos beneficiar muito mais do conceito de qualidade de vida se o entendêssemos como um objetivo virtuoso e não como um investimento que se mostra idealizado, individualista e consumista. Talvez até pudéssemos trocar a expressão “qualidade de vida” por “dignidade de vida”. Faz muito mais sentido nos tempos atuais, não? Aliás, como parece fazer muito mais sentido no presente a expressão “prática de redução de danos” do que “busca de qualidade de vida”.

(Rosely Sayão – Jornal Folha de São Paulo, 19 de julho de 2007)

A seqüência que melhor traduz os argumentos do texto em favor das idéias defendidas em relação ao conceito de “qualidade de vida” é:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2374415 Ano: 2007
Disciplina: Geografia
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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A arte e a técnica de produção de mapas, durante séculos, foi desenvolvida de forma manual, num ritmo de produção artesanal. Esses mapas, mesmo utilizando as orientações convencionais produzidas para a época, refletiam elaborações individuais, próprias da criatividade de cada autor. As elaborações cartográficas no meio técnico-científico, por sua vez, nos dias atuais, são marcadas por um aprimorado padrão de homogeneidade das informações apresentadas, refletem um significativo avanço das técnicas cartográficas, configuram-se como documentos de fácil leitura e, embora percam em originalidade para os mapas de caráter artesanal, constituemse em mapas mais eficientes e eficazes.

Com relação às características da produção cartográfica contemporânea, julgue as afirmações apresentadas abaixo a partir das idéias descritas no enunciado desta questão e dos conhecimentos já produzidos sobre o tema em discussão.

I – A cartografia automática gerou uma grande quantidade de mapas da superfície terrestre. Suas informações, obtidas a partir do sensoriamento remoto, recebem um tratamento digital, podendo ser arquivadas eletronicamente e dispensar o papel como suporte. Essa organização favorece a elaboração de bancos de dados, denominados Sistemas de Informações Geográficas (SIGs) , que servem para subsidiar diferentes pesquisas e permitem analisar e produzir diferentes tipos de mapas .

II – Os Sistemas de Informações Geográficas(SIGs) resultam da combinação do sensoriamento remoto, do Sistema de Posicionamento Global (GPS – Global Positioning System) e do geoprocessamento. Em relação ao sensoriamento remoto, que resulta da captação do fluxo de ondas eletromagnéticas refletidas ou emitidas pelos elementos naturais e artificiais presentes na superfície terrestre, as imagens produzidas são obtidas exclusivamente a partir das fotografias aéreas resultantes dos vôos de aviões destinados a essas atividades.

III – O GPS (Global Positioning System) é um aparelho de tamanho reduzido, apoiado por um conjunto de satélites artificiais orbitando em torno da Terra, que possibilita a localização de qualquer lugar do planeta, em terra ou em superfície aquática, através das coordenadas geográficas, indicando ainda informações como velocidade, tempo de deslocamento e distância em relação a qualquer outro ponto de referência no planeta.

O julgamento dos itens I, II e III permite-nos afirmar, CORRETAMENTE, que:

 

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2374398 Ano: 2007
Disciplina: Matemática
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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Para medir a altura de uma torre, uma pessoa usou o seguinte procedimento: de um ponto A ela observou o topo da torre sob um ângulo de 30º. Em seguida, esta pessoa se aproximou 20m da torre e passou a observá-la sob um ângulo de 60º. Com isto ela concluiu que a altura da torre era:

 

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