Foram encontradas 60 questões.
Tendo como base o contexto abaixo, marque a alternativa que indica o acontecimento que NÃO faz parte do conjunto de eventos que anunciam o surgimento da sociedade burguesa.
Aceleração. Tecnologia. Produtividade. Ruptura. Revolução. O mundo tornou-se mais rápido na passagem do século XVIII para o XIX. Transformações sociais e técnicas, em curso desde o século XV, anunciavam a transição do feudalismo para o capitalismo, favorecendo o aparecimento da sociedade burguesa.
(Adaptado: CAMPOS, Flavio; MIRANDA, Renan Garcia. A escrita da história. São Paulo: Escala Educacional, 2005, p.288).
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Texto II (Para a questão)
Segurança com formação e cidadania
A violência e a conseqüente crise do sistema de segurança pública não se resolverão por medidas isoladas de repressão ou pelo agravamento de penas. O problema exige uma política estruturante e contínua capaz de mexer em aspectos da prevenção, da repressão ao crime e da proteção ao cidadão. É preciso mudar a metodologia de formação de oficiais e agentes, adotando para eles uma linguagem nacional. Tal medida tem por objetivo promover a interação e articulação entre os órgãos federais, estaduais e municipais de segurança e destes com a sociedade. Para isso, o Estado terá de superar conceitos arcaicos, eliminar burocracia, criar estruturas flexíveis, capazes de acompanhar as mudanças sociais e incorporar os avanços científicos e tecnológicos.
Nosso sistema de segurança pública é fragmentário, marcado pelo isolamento das instituições. É preciso olhar a segurança pública como política de Estado, não apenas de governo, harmonizando e disciplinando as relações da polícia com o Poder Judiciário, o Ministério Público e as autoridades fazendárias de Planejamento e de Ciência e Tecnologia. Por isso, encaminhei ao ministro da Justiça, Tarso Genro, proposta de criação da Escola Nacional de Segurança Pública e Proteção Social, como contribuição ao chamado PAC da Segurança que o governo divulgará em breve.
A proposta é criar uma autarquia multidisciplinar e vinculada ao Ministério da Justiça, que tenha identidade com todos os segmentos sociais e seja, rigorosamente, ética. Ela precisa sistematizar e unificar a formação dos seus quadros, respeitando as peculiaridades regionais e locais, além de ficar livre dos percalços do contingenciamento orçamentário.
A criação da ENSP produzirá efeitos positivos na repressão, desde que possa coordenar a atuação das diferentes instituições e corporações. O resultado será maior efetividade no combate ao crime.
(Renato Casagrande – Revista Isto é, Nº 1965, Ano 30 - Opinião & Idéias)
Das opções abaixo, aquela cujo(s) termo(s) destacado(s) está(ão), sintaticamente, para o seu antecedente, assim como “ao crime” está para “combate”, em “O resultado será maior efetividade no combate ao crime.”, é:
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TEXTO I (Para a questão)
Redução de danos
Temos usado e abusado da expressão “qualidade de vida”. O que me incomoda é perceber que tal conceito tem sido difundido, amplamente explorado e absorvido por muitos de modo egoísta e míope.
Ao darmos uma rápida olhada em reportagens nos diferentes veículos de comunicação e nas idéias que concebemos a esse respeito, percebemos logo que qualidade de vida parece ter relação exclusiva com o objetivo de buscar o bem para si. E, como se não bastasse essa limitação, ainda há mais: buscar o bem para si parece incluir apenas a saúde física devidamente enquadrada na ideologia das ciências biológicas em voga e em preceitos higienistas considerados politicamente corretos na atualidade.
Isso só contribui para que o conceito original seja desvirtuado. A saúde mental, por exemplo, seria mera resultante da correta administração da saúde física. E a vida das relações interpessoais? Quase não é considerada. Resultado? Para ter qualidade de vida, é preciso perseguir uma meta inatingível para a maioria de nós, humanos mortais, e ignorar que somos seres interdependentes que vivem em grupo.
Para começar, a idéia de corpo nessa concepção tem sido cada vez mais desumanizada e submetida aos padrões de beleza atuais, mesmo que sutilmente. Como conseqüência, as de nutrição, de autocuidado, de beleza etc. giram em torno desse centro. Como disse Nina Horta recentemente em sua coluna, fala-se muito em comer isso ou aquilo para garantir a saúde nutricional, mas nada do prazer de comer e do sentido de comunhão que as refeições têm. Ora, ao fazer uma refeição, eu não quero somente ingerir vitaminas e sais minerais e deixar de ingerir gorduras. Quero ter prazer socialmente compartilhado, isso sim.
(...)
Li recentemente uma reportagem em que um especialista em bem-estar e qualidade de vida afirmou que caminhar não deve ser considerado prática física, e sim obrigação. Pois, se levarmos a sério o conceito de qualidade de vida, obrigação seria buscar uma vida digna e isso só se encontra ao procurar o bem não apenas para si, mas para o outro também. Afinal, somos porque pertencemos, não é verdade?
De que adianta viver mais se não podemos exibir as marcas da velhice? De que adianta investir pesadamente na saúde física pessoal se, ao ignorarmos o bem-estar coletivo, ficamos impedidos de desfrutar da vida em comum? De que adianta fazer de tudo para manter a saúde física se as relações afetivas – notadamente com os filhos – não são carinhosamente priorizadas? De que adianta ter uma carreira profissional exitosa se não sobra tempo para a vida pessoal? De que adianta lazer sem ócio?
Talvez pudéssemos nos beneficiar muito mais do conceito de qualidade de vida se o entendêssemos como um objetivo virtuoso e não como um investimento que se mostra idealizado, individualista e consumista. Talvez até pudéssemos trocar a expressão “qualidade de vida” por “dignidade de vida”. Faz muito mais sentido nos tempos atuais, não? Aliás, como parece fazer muito mais sentido no presente a expressão “prática de redução de danos” do que “busca de qualidade de vida”.
(Rosely Sayão – Jornal Folha de São Paulo, 19 de julho de 2007)
Nas opções abaixo, apenas uma está CORRETA quanto à correspondência do pronome destacado e o seu referente. Indique-a.
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Assinale a alternativa CORRETA sobre o Microsoft Word 2002.
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Texto II (Para a questão)
Segurança com formação e cidadania
A violência e a conseqüente crise do sistema de segurança pública não se resolverão por medidas isoladas de repressão ou pelo agravamento de penas. O problema exige uma política estruturante e contínua capaz de mexer em aspectos da prevenção, da repressão ao crime e da proteção ao cidadão. É preciso mudar a metodologia de formação de oficiais e agentes, adotando para eles uma linguagem nacional. Tal medida tem por objetivo promover a interação e articulação entre os órgãos federais, estaduais e municipais de segurança e destes com a sociedade. Para isso, o Estado terá de superar conceitos arcaicos, eliminar burocracia, criar estruturas flexíveis, capazes de acompanhar as mudanças sociais e incorporar os avanços científicos e tecnológicos.
Nosso sistema de segurança pública é fragmentário, marcado pelo isolamento das instituições. É preciso olhar a segurança pública como política de Estado, não apenas de governo, harmonizando e disciplinando as relações da polícia com o Poder Judiciário, o Ministério Público e as autoridades fazendárias de Planejamento e de Ciência e Tecnologia. Por isso, encaminhei ao ministro da Justiça, Tarso Genro, proposta de criação da Escola Nacional de Segurança Pública e Proteção Social, como contribuição ao chamado PAC da Segurança que o governo divulgará em breve.
A proposta é criar uma autarquia multidisciplinar e vinculada ao Ministério da Justiça, que tenha identidade com todos os segmentos sociais e seja, rigorosamente, ética. Ela precisa sistematizar e unificar a formação dos seus quadros, respeitando as peculiaridades regionais e locais, além de ficar livre dos percalços do contingenciamento orçamentário.
A criação da ENSP produzirá efeitos positivos na repressão, desde que possa coordenar a atuação das diferentes instituições e corporações. O resultado será maior efetividade no combate ao crime.
(Renato Casagrande – Revista Isto é, Nº 1965, Ano 30 - Opinião & Idéias)
De acordo com as idéias apresentadas no texto, infere-se que:
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Assinale com (V), para a(s) asserção(ões) verdadeira(s) ou com (F), para a(s) asserção(ões) falsa(s) relativas ao contexto histórico brasileiro, que se estende de 1945 a 1964.
( ) Um dos resultados da campanha pela nacionalização do petróleo foi a criação da Petrobrás, em 1953, no governo de Vargas.
( ) O plano de Metas e Base do governo JK priorizava para investimento estatal, a cultura e o setor de exportação.
( ) A renúncia de Jânio Quadros desencadeou a formação de um movimento nacional para mantê-lo no poder.
( ) A posse de João Goulart na Presidência da República só foi possível com a adoção do sistema Parlamentarista de governo.
Assinale a seqüência que corresponde ao CORRETO preenchimento dos parênteses.
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TEXTO I (Para a questão)
Redução de danos
Temos usado e abusado da expressão “qualidade de vida”. O que me incomoda é perceber que tal conceito tem sido difundido, amplamente explorado e absorvido por muitos de modo egoísta e míope.
Ao darmos uma rápida olhada em reportagens nos diferentes veículos de comunicação e nas idéias que concebemos a esse respeito, percebemos logo que qualidade de vida parece ter relação exclusiva com o objetivo de buscar o bem para si. E, como se não bastasse essa limitação, ainda há mais: buscar o bem para si parece incluir apenas a saúde física devidamente enquadrada na ideologia das ciências biológicas em voga e em preceitos higienistas considerados politicamente corretos na atualidade.
Isso só contribui para que o conceito original seja desvirtuado. A saúde mental, por exemplo, seria mera resultante da correta administração da saúde física. E a vida das relações interpessoais? Quase não é considerada. Resultado? Para ter qualidade de vida, é preciso perseguir uma meta inatingível para a maioria de nós, humanos mortais, e ignorar que somos seres interdependentes que vivem em grupo.
Para começar, a idéia de corpo nessa concepção tem sido cada vez mais desumanizada e submetida aos padrões de beleza atuais, mesmo que sutilmente. Como conseqüência, as de nutrição, de autocuidado, de beleza etc. giram em torno desse centro. Como disse Nina Horta recentemente em sua coluna, fala-se muito em comer isso ou aquilo para garantir a saúde nutricional, mas nada do prazer de comer e do sentido de comunhão que as refeições têm. Ora, ao fazer uma refeição, eu não quero somente ingerir vitaminas e sais minerais e deixar de ingerir gorduras. Quero ter prazer socialmente compartilhado, isso sim.
(...)
Li recentemente uma reportagem em que um especialista em bem-estar e qualidade de vida afirmou que caminhar não deve ser considerado prática física, e sim obrigação. Pois, se levarmos a sério o conceito de qualidade de vida, obrigação seria buscar uma vida digna e isso só se encontra ao procurar o bem não apenas para si, mas para o outro também. Afinal, somos porque pertencemos, não é verdade?
De que adianta viver mais se não podemos exibir as marcas da velhice? De que adianta investir pesadamente na saúde física pessoal se, ao ignorarmos o bem-estar coletivo, ficamos impedidos de desfrutar da vida em comum? De que adianta fazer de tudo para manter a saúde física se as relações afetivas – notadamente com os filhos – não são carinhosamente priorizadas? De que adianta ter uma carreira profissional exitosa se não sobra tempo para a vida pessoal? De que adianta lazer sem ócio?
Talvez pudéssemos nos beneficiar muito mais do conceito de qualidade de vida se o entendêssemos como um objetivo virtuoso e não como um investimento que se mostra idealizado, individualista e consumista. Talvez até pudéssemos trocar a expressão “qualidade de vida” por “dignidade de vida”. Faz muito mais sentido nos tempos atuais, não? Aliás, como parece fazer muito mais sentido no presente a expressão “prática de redução de danos” do que “busca de qualidade de vida”.
(Rosely Sayão – Jornal Folha de São Paulo, 19 de julho de 2007)
De acordo com o Texto I, o conceito de qualidade de vida, amplamente difundido e aceito na sociedade
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TEXTO I (Para a questão)
Redução de danos
Temos usado e abusado da expressão “qualidade de vida”. O que me incomoda é perceber que tal conceito tem sido difundido, amplamente explorado e absorvido por muitos de modo egoísta e míope.
Ao darmos uma rápida olhada em reportagens nos diferentes veículos de comunicação e nas idéias que concebemos a esse respeito, percebemos logo que qualidade de vida parece ter relação exclusiva com o objetivo de buscar o bem para si. E, como se não bastasse essa limitação, ainda há mais: buscar o bem para si parece incluir apenas a saúde física devidamente enquadrada na ideologia das ciências biológicas em voga e em preceitos higienistas considerados politicamente corretos na atualidade.
Isso só contribui para que o conceito original seja desvirtuado. A saúde mental, por exemplo, seria mera resultante da correta administração da saúde física. E a vida das relações interpessoais? Quase não é considerada. Resultado? Para ter qualidade de vida, é preciso perseguir uma meta inatingível para a maioria de nós, humanos mortais, e ignorar que somos seres interdependentes que vivem em grupo.
Para começar, a idéia de corpo nessa concepção tem sido cada vez mais desumanizada e submetida aos padrões de beleza atuais, mesmo que sutilmente. Como conseqüência, as de nutrição, de autocuidado, de beleza etc. giram em torno desse centro. Como disse Nina Horta recentemente em sua coluna, fala-se muito em comer isso ou aquilo para garantir a saúde nutricional, mas nada do prazer de comer e do sentido de comunhão que as refeições têm. Ora, ao fazer uma refeição, eu não quero somente ingerir vitaminas e sais minerais e deixar de ingerir gorduras. Quero ter prazer socialmente compartilhado, isso sim.
(...)
Li recentemente uma reportagem em que um especialista em bem-estar e qualidade de vida afirmou que caminhar não deve ser considerado prática física, e sim obrigação. Pois, se levarmos a sério o conceito de qualidade de vida, obrigação seria buscar uma vida digna e isso só se encontra ao procurar o bem não apenas para si, mas para o outro também. Afinal, somos porque pertencemos, não é verdade?
De que adianta viver mais se não podemos exibir as marcas da velhice? De que adianta investir pesadamente na saúde física pessoal se, ao ignorarmos o bem-estar coletivo, ficamos impedidos de desfrutar da vida em comum? De que adianta fazer de tudo para manter a saúde física se as relações afetivas – notadamente com os filhos – não são carinhosamente priorizadas? De que adianta ter uma carreira profissional exitosa se não sobra tempo para a vida pessoal? De que adianta lazer sem ócio?
Talvez pudéssemos nos beneficiar muito mais do conceito de qualidade de vida se o entendêssemos como um objetivo virtuoso e não como um investimento que se mostra idealizado, individualista e consumista. Talvez até pudéssemos trocar a expressão “qualidade de vida” por “dignidade de vida”. Faz muito mais sentido nos tempos atuais, não? Aliás, como parece fazer muito mais sentido no presente a expressão “prática de redução de danos” do que “busca de qualidade de vida”.
(Rosely Sayão – Jornal Folha de São Paulo, 19 de julho de 2007)
Trecho para a questão.
“Pois, se levarmos a sério o conceito de qualidade de vida, obrigação seria buscar uma vida digna e isso só se encontra ao procurar o bem não apenas para si, mas para o outro também.”
Em relação à palavra “se” (destacada no trecho, respectivamente), é CORRETO afirmar que:
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Marque a alternativa CORRETA sobre o Microsoft Windows XP.
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Texto para a questão.
“(...) O consumo de água cresceu seis vezes, entre 1900 e 1995, o que representa mais do que o dobro do crescimento populacional no período. (...) as atividades que mais consomem água no mundo são a agropecuária (70%) e a indústria (20%). (...) as indústrias, para as quais são destinados atualmente 1/5 do consumo mundial de água, persistindo a atual tendência de crescimento, dobrarão até 2020 a sua participação no consumo total. (...) o trabalho de extração dos metais, no caso do aço, implica uma faixa de 100 a 500 m³ de água por tonelada. (...) para resfriamento do coque e dos gases são necessários 170 a 580 litros por tonelada de carvão. (...) as cervejarias consomem de 4 a 7 litros para produzir 1 litro de cerveja. Para produzirmos 1 kg de açúcar, são consumidos 100 litros de água; 1 litro de gasolina requisita 10 litros de água; 1 kg de papel, 250 litros do recurso e 1 kg de alumínio, a fantástica soma de 100.000 litros de água!”
(WALDMAN, Maurício. Mais água, menos lixo: reciclar ou repensar? In: Boletim Paulista de Geografia. São Paulo, nº 79. ano 2003. pp. 97-98)
O conceito de desenvolvimento sustentável difundiu-se pelo mundo a partir do momento em que a Assembléia Geral da ONU divulgou o relatório Nosso Futuro Comum, no ano de 1987. Este relatório estimulou o trabalho de diversos pesquisadores da questão ambiental, produzindo informações como as que estão contidas no texto acima:
Diante dessa e de inúmeras outras informações preocupantes é que se torna imprescindível a produção de uma consciência condizente com a sustentabilidade do planeta para as populações do mundo atual, permitindo a existência dele também para as populações futuras. Dessa forma, marque a seguir a alternativa que reflete CORRETAMENTE o pensamento descrito no texto que explica, com precisão, cada impacto ambiental analisado.
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