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La vergüenza de España
Lucía Méndez
«No sabes lo que es el hambre hasta que pasas hambre. Más de tres millones de personas en España no tienen acceso diario a la alimentación básica». Es una campaña de un banco que golpea nuestro estómago lleno con el puño cerrado. La Caixa anuncia así una recogida de alimentos para distribuirlos a través de la Cruz Roja entre las familias «en situación de pobreza». Vaya faena.
La defensora del pueblo, Soledad Becerril, ha dirigido una recomendación a las comunidades autónomas para que abran los comedores escolares este verano con el fin de garantizar que los niños españoles -todos- coman, al menos, una vez al día. En el curso lo tienen garantizado. En verano les tienen que dar de comer sus familias y algunas quizá no puedan. Los profesores son quienes saben -y denuncian- que muchos niños van sin desayunar al colegio. Soledad Becerril ha hecho esa petición porque ella sabe que hay un problema real en España que el Gobierno prefiere ignorar porque estropea la foto de la recuperación económica pos crisis de 2008. Sólo seis comunidades le han hecho caso. Portavoces del PP de Galicia y La Rioja han reaccionado como damas ofendidas diciendo que en sus comunidades no hay desnutrición infantil. Y si la hay no se le debe dar excesiva «visibilidad» para no «estigmatizar» a quienes sufren estas carencias. Es mejor no hablar mucho de estas cosas. Es desagradable, populista y bolivariano. Da mala imagen de España. Vale que vayan al banco de alimentos a recoger la comida recolectada por La Caixa, pero que lo hagan con discreción.
Y, sin embargo, cada poco tiempo viene alguien a amargar la fiesta oficial con datos, cifras y experiencias propias. Cáritas, Cruz Roja, Ayuda en Acción... Hasta el Instituto Nacional de Estadística (INE) ha certificado que el 21,6% de los españoles vive por debajo del umbral de la pobreza.
Da vergüenza pensar que en la España de hoy alguien pueda pasar hambre. Da vergüenza que sean los Bancos de Alimentos y las ONG, y no las instituciones públicas, quienes den de comer a los españoles en riesgo de exclusión, que es como se llama ahora a los pobres para no llamarles pobres. Y da más vergüenza que las nuevas formas de pobreza -que incluyen a los que ganan 400 euros para mantener una familia- se excluyan del debate político. No hay ni puede haber una causa más urgente que la de garantizar que todos los niños españoles hagan tres comidas al día. Produce sonrojo y bochorno tener que poner negro sobre blanco una cosa así.
Disponible en: http://www.elmundo.es/espana/2014/06/17/539fefa1e2704e166d8b4572.html (texto adaptado)
El malestar demostrado por la autora al escribir sobre el hambre y la miseria está asociado a la
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Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça: — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária! (“Um apólogo”)
Adeus, meu caro senhor. Se achar que esses apontamentos valem alguma coisa, pague-me também com um túmulo de mármore, ao qual dará por epitáfio esta emenda que faço aqui ao divino Sermão da Montanha: “Bem-aventurados os que possuem, porque eles serão consolados.” (“O enfermeiro”)
Esses são os parágrafos finais de contos do livro Várias histórias (1896), de Machado de Assis. Sobre essa obra, considere as afirmativas abaixo:
- Todos os contos de Várias histórias terminam com algum ensinamento moral, conforme preconizava a estética realista.
- Na obra machadiana, a competição acirrada que caracteriza a vida humana tende a se resolver após a morte, que serve de consolo e apaziguamento.
- A agulha de “Um apólogo” identificou-se com a reflexão do professor de melancolia: os que abrem caminho nem sempre são premiados por seus esforços.
- O protagonista de “O enfermeiro”, que cogitou não receber a herança do homem que ele matou, termina a história rico e sem arrependimentos.
Assinale a alternativa correta.
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A função principal de geradores elétricos é transformar em energia elétrica algum outro tipo de energia. No caso de geradores elementares de corrente contínua, cujo circuito equivalente está mostrado ao lado, onde r é a resistência interna do gerador e !$ ε !$ sua força eletromotriz, o comportamento característico é descrito pela conhecida equação do gerador, que fornece a diferença de potencial ΔV em seus terminais A e B em função da corrente i fornecida por ele. Um dado gerador tem a curva característica mostrada no gráfico ao lado.

A partir do circuito e do gráfico apresentados, assinale a alternativa correta para a potência dissipada internamente na fonte quando esta fornece uma corrente de 2,0 mA.
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C'EST OFFICIEL, LES KANGOUROUS ONT 5 PATTES!
Une équipe de biologistes a découvert que la queue des marsupiaux mascottes de l'Australie jouait un rôle majeur dans leur locomotion.
Le Point.fr - Publié le 09/07/2014 à 07:12a
Par Chloé Durand-Parenti
D'après vous, combien un kangourou a-t-il de pattes? Quatre, quelle question! Eh bien, pas si sûr... Une équipe de chercheurs américains, canadiens et australiens vient tout juste de s'apercevoir qu'il en a, techniquement, cinq. Deux longues pattes arrière, deux courtes pattes avant et une queue qu'ils utilisent comme une patte, tantôt pour prendre appui, tantôt pour se propulser. Depuis longtemps, les scientifiques avaient noté que ces animaux utilisaient leur robuste queue comme béquille lors de leurs marches lentes et comme balancier lors de leurs bonds. Mais le rôle de cet organe, dans la locomotion du marsupial emblème de l'Australie, était encore très largement sous-estimé. C'est en faisant cheminer cinq kangourous roux, l'espèce australienne la plus imposante, sur des tapis de course munis de capteurs que les biologistes ont fait l'étonnante découverte.
Selon leurs résultats parus récemment dans la revue spécialisée Royal Society Biology Letters, les kangourous roux, lorsqu'ils se déplacent à vitesse lente, notamment pour trouver leur nourriture (c'est-à-dire la plupart du temps), conservent toujours non pas deux mais trois appuis au sol. Pour marcher, ils posent ainsi alternativement leurs deux pattes avant et leur queue, puis leurs deux pattes arrière et leur queue. Et, dans les deux cas, c'est finalement la queue qui fournit l'impulsion principale, alors que les pattes avant, elles, ne servent quasiment que d'appui.
"Les kangourous utilisent leur queue pour se soutenir, se propulser et alimenter leur mouvement. En réalité, ils effectuent plus de travail mécanique avec elle que nous ne le faisons avec une de nos jambes", explique Maxwell Donelan, de l'université du Colorado à Boulder (États-Unis), l'un des auteurs de l'étude. "Leur queue a plus de vingt vertèbres qui jouent le rôle de nos pieds, de nos mollets et de nos cuisses", ajoute-t-il. De quoi inspirer les ingénieurs qui tentent de singer la nature pour créer des robots toujours plus performants. Mais le plus extraordinaire dans toute cette histoire, c'est peut-être qu'avant que leur queue ne tienne fonction de cinquième patte aux actuels kangourous les scientifiques pensent que la queue de leurs ancêtres était préhensile et leur permettait de s'accrocher aux arbres, comme une troisième main ! Fascinantes sont les voies de l'évolution...
DURAND-PARENTI, Chloé – C'est officiel, les kangourous ont 5 pattes! – www.lepoint.fr – 09/07/2014
Source:<http://www.lepoint.fr/science/c-est-officiel-les-kangourous-ont-5-pattes-09-07-2014-1844555_25.php>
Dans le texte ci-dessus, Chloé Durand-Parenti
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O processo de desaparecimento de animais em um ambiente, conhecido por defaunação, pode causar um dano profundo aos ecossistemas. Em florestas tropicais, muitas árvores dependem de animais como macacos e antas. Na agricultura, a produção de muitas culturas depende das abelhas, que estão desaparecendo.
Os animais citados no texto, mamíferos e abelhas, atuam, respectivamente,
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Em relação ao romance Fogo morto, de José Lins do Rego, identifique as seguintes afirmativas como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Por razões de orgulho pessoal, o Mestre José Amaro manifesta em relação ao Coronel Lula de Holanda uma altivez inesperada, dadas suas respectivas posições de poder.
( ) Os destinos pessoais de Marta, Olívia e Neném estão diretamente associados à posição social da mulher no contexto histórico representado.
( ) Apesar das suas limitações no presente, o romance mostra que o capitão Vitorino, dada a justiça das suas opiniões, seria capaz de influenciar positivamente a vida política da região em algum momento futuro.
( ) Na última parte da obra, os cangaceiros, liderados pelo capitão Antônio Silvino, e as forças da lei, representadas pela polícia, aparecem distintamente separadas como figurações do bem e do mal.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Why do we have blood types?
In 1996 a naturopath named Peter D’Adamo published a book called Eat Right 4 Your Type. D’Adamo argued that we must eat according to our blood type, in order to harmonise with our evolutionary heritage. Blood types, he claimed, “appear to have arrived at critical junctures of human development.” According to D’Adamo, type O blood arose in our hunter-gatherer ancestors in Africa, type A at the dawn of agriculture, and type B developed between 10,000 and 15,000 years ago in the Himalayan highlands. Type AB, he argued, is a modern blending of A and B.
From these suppositions, D’Adamo then claimed that our blood type determines what food we should eat. With my agriculture-based type A blood, for example, I should be a vegetarian. People with the ancient hunter type O should have a meat-rich diet and avoid grains and dairy. According to the book, foods that are not suited to our blood type contain antigens that can cause all sorts of illness. D’Adamo recommended his diet as a way to reduce infections, lose weight, fight cancer and diabetes, and slow the ageing process.
D’Adamo’s book has sold seven million copies and has been translated into 60 languages. It has been followed by a string of other blood type diet books; D’Adamo also sells a line of blood-type-tailored diet supplements on his website. As a result, doctors often get asked by their patients if blood type diets actually work.
The best way to answer that question is to run an experiment. In Eat Right 4 Your Type D’Adamo wrote that he was in the eighth year of a decade-long trial of blood type diets on women with cancer. Eighteen years later, however, the data from this trial have not yet been published.
Recently, researchers at the Red Cross in Belgium decided to see if there was any other evidence in the diet’s favor. They hunted through the scientific literature for experiments that measured the benefits of diets based on blood types. Although they examined over 1,000 studies, their efforts were fruitless. “There is no direct evidence supporting the health effects of the ABO blood type diet,” says Emmy De Buck of the Belgian Red Cross-Flanders.
After De Buck and her colleagues published their review in the American Journal of Clinical Nutrition, D’Adamo responded on his blog. In spite of the lack of published evidence supporting his Blood Type Diet, he claimed that the science behind it is right. “There is good science behind the blood type diets, just like there was good science behind Einstein’s mathematical calculations that led to the Theory of Relativity,” he wrote.
Adapted from: ZIMMER, Carl. Why do we have blood types? Crash diet. Retrieved from: http://www.bbc.com/future/story/20140715-why-do-we-have-blood-types. Access: August, 2014.
Consider the sentence: “There is good science behind the blood type diets, just like there was good science behind Einstein’s mathematical calculations that led to the Theory of Relativity,” Peter D’Adamo says this with the purpose of
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Considere a charge abaixo, publicada na revista humorística brasileira Pif-Paf, em 27 de julho de 1964:

CARDOSO, Oldimar. Tudo é história (9o ano). S. Paulo: Ática, 2006, p. 231.
A partir dos elementos da charge e dos conhecimentos sobre o período da ditadura civil-militar no Brasil (1964-1985), identifique as seguintes afirmativas como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A charge faz referência ao símbolo da suástica nazista, pois iguala a cassação de direitos civis e políticos que ocorreu após o golpe militar brasileiro com a cassação de direitos civis dos judeus alemães no regime nazista.
( ) A direita na América Latina, durante o período da Guerra Fria (1945-1989), recebeu apoio da União Soviética para instituir governos autoritários que afirmavam proteger o bem maior da população contra inimigos comunistas.
( ) A charge faz referência ao caráter do governo instituído ser de direita, para proteger o país de uma alegada “ameaça comunista”, que foi associada pelos militares e seus apoiadores ao presidente deposto João Goulart e demais grupos de esquerda.
( ) Eventos como a Revolução Cubana (1959) não somente inspiraram diversos movimentos de esquerda antes e depois do golpe militar, como impulsionaram os Estados Unidos para o estreitamento de laços com a direita na América Latina.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Maravilha!
Pode-se parafrasear Winston Churchill e dizer da democracia o mesmo que se diz da velhice, que, por mais lamentável que seja, é melhor que sua alternativa. A única alternativa para a velhice é a morte. Já as alternativas para a democracia são várias, uma pior do que a outra. É bom lembrá-las sempre, principalmente no horário político, quando sua irritação com a propaganda que atrasa a novela pode levá-lo a preferir outra coisa. Resista. [...] Diante disso, em vez de “que chateação”, pense “que maravilha!”. É a democracia em ação, com seus grotescos e tudo. Saboreie, saboreie.
O processo, incrivelmente, se autodepura, sobrevive aos seus absurdos e dá certo. Ou dá errado, mas pelo menos de erro em erro vamos ganhando a prática. Mesmo o que impacienta é aproveitável, e votos inconsequentes acabam consequentes. O Tiririca, não sei, mas o Romário não deu um bom deputado? Vocações políticas às vezes aparecem em quem menos se espera. E é melhor o cara poder dizer a bobagem que quiser na TV do que viver num país em que é obrigado a cuidar do que diz. Melhor ele pedir voto porque é torcedor do Flamengo ou bom filho do que ter sua perspectiva de vida decidida numa ordem do dia de quartel. Melhor você ser manipulado por marqueteiros políticos, com direito a desacreditá-los, do que pela propaganda oficial e incontestável de um poder ditatorial. [...]
Certo, às vezes as alternativas para a democracia parecem tentadoras. Ah, bons tempos em que o colégio eleitoral era minimalista: tinha um só eleitor. O general da Presidência escolhia o general que lhe sucederia, e ninguém pedia o nosso palpite. Era um processo rápido e ascético que não sujava as ruas. A escolha do poder nas monarquias absolutas também é simples e sumária, e o eleitor do rei também é um só, Deus, que também não se interessa pela nossa opinião. Ou podemos nos imaginar na Roma de Cícero, governados por uma casta de nobres, sem nenhuma obrigação cívica salvo a de aplaudi-los no fórum, só cuidando para não parecer ironia.
A democracia é melhor. Mesmo que, como no caso do Brasil das alianças esquisitas, os partidos coligados em disputa lembrem uma salada mista, e ninguém saiba ao certo quem representa o quê. E onde, com o poder econômico mandando e desmandando, a atividade política termine parecendo apenas uma pantomima. Não importa, não deixa de ser – comparada com o que já foi – uma maravilha.
Luis Fernando Veríssimo, 31/08/2014, www.geledes.org.br
O autor é sarcástico em algumas afirmações, como em:
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Cicloturismo all’Elba, isola della primavera
Nel cuore del Mediteraneo l’Isola d’Elba offre strade e sentieri sospesi tra cielo e mare e costituisce un invito imperdibile per gli amanti del cicloturismo. Benvenuti nel luogo più adatto per coniugare le vacanze e la passione per la bici. Bici da strada, mountain bikes, tuttoterreno sono le benvenute; famiglie con bambini, cicloturisti e amatori trovano all’Elba le strade giuste da pedalare su oltre 140 km di coste, un entroterra che sintetizza tutte le caratteristiche della terra madre, la Toscana, con oliveti, vigneti e montagne che sfiorano il cielo a mille metri d’altezza. Vacanze in bici all’Isola d’Elba sono sinonimo di spettacolari escursioni e un intenso contatto col territorio che offre essenze e sapori mediterranei in una dimensione in cui il contatto umano con produttori e artigiani è un valore importante. I bikers trovano il meglio dell’isola al Capoliveri Bike Park che si snoda nello straordinario scenario del Monte Calamita, vero e proprio paradiso per bikers, sulle sterrate che hanno reso famosa la granfondo Elba Ovest tra monte Perone e monte Capanne e lungo il panoramico sterrato del monte Orello. In particolare strade e sentieri del Capoliveri Bike Park hanno fatto la storia del mountain biking avendo ospitato una leggendaria prova di Coppa del Mondo nel ’94 ricordata per un duello appassionante tra Ned Overend e John Tomac. Gli stradisti possono pedalare lungo il grande anello che segue le coste occidentali dell’isola, sperimentare la scalata del Monte Perone, scoprire le strade che inseguono la costa del ferro tra Porto Azzurro, Rio Marina e Cavo fino allo spettacolo del Volterraio, nido d’aquila affacciato sulla baia di Portoferraio.
Cicloturismo all’Isola d’Elba significa dunque strade e sentieri spettacolari ma soprattutto la possibilità di integrare le vacanze attive col benessere e il relax: non solo spiagge, mare ed escursioni in barca, ma anche degustazioni dei vini doc elbani come Ansonica e Aleatico, l’esperienza di scoprire le miniere tra Capoliveri e Rio Marina, patrimonio umano e culturale di tutti gli elbani; vivere la storia entrando nelle stanze di Napoleone a Portoferraio e dissetarsi alla Fonte di Coppi a Rio nell’Elba.
http://blog.metronews.it/blog/siviaggiare/2013/05/04/elba-isola-della-primavera/

A partire dalla descrizione del territorio, si può capire che la foto è stata scattata
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