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Numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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Para a construção de uma base cartográfica na escala 1:50.000, foi definido que as seguintes feições da hidrografia deveriam ser mapeadas: lagos com área superior a 4 mm2, áreas sujeitas a inundação com área igual ou maior que 25 mm2 e rios com largura superior a 0,8 mm. Nesse caso, NÃO há necessidade de mapear:
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Existem diferentes modos de transmissão das doenças infecciosas humanas. A figura ao lado apresenta três deles.

Dengue e tuberculose têm seus principais modos de transmissão representados, respectivamente, em:
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L’ALCOOL DETRUIT-IL LES NEURONES?
adolescent, âge, alcool, binge drinking, cerveau, foetus, grossesse, handicap, inflammation, ion, myéline, neurogénèse, neurone, stress oxydant
publié le 06/07/2015
C’est la saison des apéritifs… Qui mettent de bonne humeur mais produisent également des réactions néfastes pour les cellules du cerveau. Jusqu’à les tuer?
“Assurément, oui”, répond Mickaël Naassila, directeur du Groupe de recherche sur l’alcool et les pharmacodépendances à l’université de Picardie. Et cela de plusieurs façons. “L’alcool modifie d’abord l’activité de récepteurs situés à la surface des neurones. Il favorise ou empêche le passage de certains ions, entraînant un déséquilibre des échanges entre le neurone et le milieu extérieur, et ce déséquilibre finit par induire sa mort”.
L’Alcool a une action a la fois interieure et exterieure
A cette attaque aux frontières s’ajoute une attaque de l’intérieur. “L’alcool pénètre dans les cellules et y augmente le stress oxydant, avec pour conséquence la dégradation de différentes protéines essentielles et même de l’ADN. Enfin, il provoque la libération de molécules inflammatoires, qui, là encore, concourent à augmenter la mort neuronale.
Non seulement les neurones sont plus nombreux à mourir mais ils sont aussi… moins nombreux à naître ! Surtout en cas d’ivresse prononcée et rapide, ou “binge drinking”. “Nous avons montré que le binge drinking réduit la neurogenèse dans le cerveau adolescent”, indique le chercheur.
L’Alcool reduit egalement le nombre de connexions entre neurones
Outre cet effet sur le nombre de neurones, l’alcool induit également une diminution du nombre de connexions entre neurones et une disparition progressive de la myéline, la gaine qui entoure les fibres nerveuses. Autant d’effets qui sont visibles même sans microscope (le volume du cerveau diminue fortement chez les alcooliques) et qui impactent son fonctionnement.
Alors, bien sûr, tempère le chercheur, “les effets de l’alcool sont très dépendants de la dose mais aussi de la période à laquelle il est consommé. L’alcool tue ainsi 2 à 3 fois plus de neurones dans le cerveau adolescent que dans le cerveau adulte”.
L’effet le plus grave concerne certainement le foetus. Mickäel Naassila rappelle ainsi que le syndrome d’alcoolisation foetale est la première cause de handicap mental non génétique.
C.H.
Fonte: <http://www.science-et-vie.com/2015/07/lalcool-detruit-il-les-neurones/>.
Dans la phrase “L’alcool pénètre dans les cellules et y augmente le stress oxydant avec pour conséquence la dégradation de différentes protéines essentielles et même de l’ADN“ l’extrait souligné équivaut à:
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Famílias em transformação
O projeto de lei que cria o Estatuto da Família colocou na pauta do dia a discussão a respeito do conceito de família. Afinal, o que é família hoje? Alguém aí tem uma definição, para a atualidade, que consiga acolher todos os grupos existentes que vivem em contextos familiares?
A Câmara dos Deputados tem a resposta que considera a certa: “Família é a união entre homem e mulher, por meio de casamento ou de união estável, ou a comunidade formada por qualquer um dos pais junto com os filhos”. Essa é a definição aprovada pela Câmara para o projeto cuja finalidade é orientar as políticas públicas quanto aos direitos das famílias – essas que se encaixam na definição proposta –, principalmente nas áreas de segurança, saúde e educação. Vou deixar de lado a discussão a respeito das injustiças, preconceitos e exclusões que tal definição comporta, para conversar a respeito das famílias da atualidade.
Desde o início da segunda metade do século passado, o conceito de família entrou em crise, e uso a palavra crise no sentido mais positivo do termo: o que aponta para renovação e transição; mudança, enfim. Até então, tínhamos, na modernidade, uma configuração social hegemônica de família, que era pautada por um tipo de aliança – entre um homem e uma mulher – e por relações de consanguinidade. As mudanças ocorridas no mundo determinaram inúmeras alterações nas famílias, não apenas em seu desenho, mas, principalmente, em suas dinâmicas.
E é importante aceitar essa questão: não foram as famílias que provocaram mudanças na sociedade; esta é que determinou muitas mudanças nas famílias. Só assim iremos conseguir enxergar que a família não é um agente de perturbação da sociedade. É a sociedade que tem perturbado, e muito, o funcionamento familiar. Um exemplo? Algumas mulheres renunciam ao direito de ficar com o filho recém-nascido durante todo o período da licença-maternidade determinado por lei, porque isso pode atrapalhar sua carreira profissional. Em outras palavras: elas entenderam que a sociedade prioriza o trabalho em detrimento da dedicação à família. É assim ou não é?
Se pudéssemos levantar um único quesito que seria fundamental para caracterizar a transformação de um agrupamento de pessoas em família, eu diria que é o vínculo, tanto horizontal quanto vertical. E, hoje, todo mundo conhece grupos de pessoas que vivem sob o mesmo teto ou que têm relação de parentesco que não se constituem verdadeiramente em família, por absoluta falta de vínculo entre seus integrantes.
Os novos valores sociais têm norteado as pessoas para esse caminho. Vamos lembrar valores decisivos para nossa sociedade: o consumo, que valoriza o trabalho exagerado, a ambição desmedida e o sucesso a qualquer custo; a juventude, que leva adultos, independentemente da idade, a adotar um estilo de vida juvenil, que dá pouco espaço para o compromisso que os vínculos exigem; a busca da felicidade, identificada com satisfação imediata, que leva a trocas sucessivas nos relacionamentos amorosos, como amizades e par afetivo, só para citar alguns exemplos. O vínculo afetivo tem relação com a vida pessoal. O vínculo social, com a cidadania. Ambos estão bem frágeis, não é?
SAYÃO, Rosely. <www.folhaonline.com.br>. Em 29 set. 2015.
Identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas sobre o uso de expressões e/ou sinais de pontuação no texto.
( ) O diálogo com o leitor é marcado no texto pelo uso da expressão “alguém aí”, na segunda linha, e pelo uso recorrente da interrogação.
( ) A expressão sublinhada em “a Câmara dos Deputados tem a resposta que considera a certa” antecipa para o leitor a adesão da autora à definição de família aprovada para o projeto de lei do Estatuto da Família.
( ) No trecho “direitos das famílias – essas que se encaixam na definição proposta –”, a expressão entre travessões alerta o leitor para a restrição do conceito de família mencionado.
( ) As expressões “desde o início da segunda metade do século passado” e “até então” (3º parágrafo) introduzem informações situadas em um mesmo período.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Affitti, nuove professioni e inventiva
Airbnb decolla in Italia in vista di Expo
“Ho fatto i conti, se metto il mio monolocale in affitto su Airbnb per Expo ci guadagno 30 mila euro. E sai cosa ti dico? Per sei mesi mi trasferisco da mia madre”. Marco ha 34 anni, è un giornalista freelance e da qualche anno fa fatica a piazzare i suoi articoli. Così dopo che la nonna gli ha lasciato in eredità un appartamento in centro a Milano, Marco sta pensando di cambiare vita per un po’ guadagnandoci pure. Aperitivi, cene, gite fuori porta. In questo momento è facile incappare in conversazioni simili. Sono parecchi i milanesi che stanno pensando di sfruttare l’Expo per guadagnare qualche soldo, alla faccia dell’economia e degli affari che non girano. E tra le tante opportunità che la sharing economy offre una è proprio l’affitto degli appartamenti, come dimostra pure una ricerca Doxa che parla di due lombardi su tre pronti a prestare qualcosa di proprio.
[...] Airbnb ha anche un altro merito, cioè, quello di aver creato nuovi “posti di lavoro”. Uno su tutti quello dell’host professionale. “Dopo aver affittato una volta il mio appartamento con Airbnb, mi sono resa conto di quanto sia importante l’accoglienza per promuovere il turismo nel nostro Paese, così mi sono data da fare con tutta una serie di iniziative”, racconta Sara M., 37 anni, che, stanca di un lavoro che non la soddisfaceva, ha deciso di cambiare vita. Ora si preoccupa, dietro pagamento di una “mancia”, anche di affittare le case degli “amici”. “Faccio trovare un welcome kit per la prima colazione, do indicazioni turistiche utili per il soggiorno e tutto ciò che è necessario per far sentire le persone a casa”. Poi i contatti con la donna delle pulizie e la consegna e il ritiro delle chiavi. Come lei, anche Giovanni F., che, in vista di Expo, sta organizzando una pagina Facebook per offrire questo tipo di servizi a chi non ha voglia di stare dietro agli affitti brevi di casa propria. Studenti, casalinghe, disoccupati: Expo e Airbnb sono una buona occasione per rimettersi in piedi dopo anni difficili. “E non mi interessa della zona grigia della legge e delle tasse. Dovrò pur campare in qualche modo”, spiega ancora Giovanni, che in media per i suoi servizi chiede un 20 per cento del totale della transazione.
Adattato da: <http://seigradi.corriere.it/2015/03/24/affitti-nuove-professioni-e-inventiva-airbnb-decolla-in-italia-in-vista-di-expo/>.
L’host professionale è una figura che:
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Dependendo do contexto em que são empregados, termos como “aí”, “até” e “ir” ora denotam espaço, ora denotam tempo. Esses variados sentidos que as palavras podem assumir nem sempre são precisamente especificados no dicionário.
Talvez o exemplo mais interessante para ilustrar a indicação de tempo ou de espaço com a mesma palavra seja o verbo “ir”. O sentido primeiro (aceitemos isso para efeito de raciocínio) do verbo “ir” é de deslocamento: “alguém vai de A a B” quer dizer que alguém se desloca do ponto A ao ponto B. Trata-se de espaço.
Dizemos também, por exemplo, que a Bandeirantes vai de Piracicaba a S. Paulo. Mas é claro que a rodovia não se desloca: ela começa em uma cidade e termina em outra. Não há sentido de deslocamento nessa oração, mas ainda estamos no domínio do espaço.
Agora, veja-se outro caso: também dizemos que o período colonial vai de 1500 a 1822 (ou a 1808, conforme o ponto de vista). Nesse exemplo, ninguém se desloca, nem se informa sobre dois pontos do espaço, dois lugares extremos. Agora não se trata mais de espaço. Trata-se de tempo. E o verbo é o mesmo.
POSSENTI, Sírio. Analogias. Disponível em: <http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/palavreado/analogias>. Acesso em 23 mai. 2014.
Considere as frases abaixo:
- A numeração deste modelo de tênis vai de 35 a 44.
- Se alguém perguntar por mim, diga que fui ao cinema.
- O Canal do Panamá vai do Oceano Atlântico ao Pacífico.
- No hemisfério Sul, o outono vai de 21 de março a 20 de junho.
- As linhas de ônibus que partem do terminal 2 vão para a estação central.
O sentido do verbo “ir” fica no domínio do espaço:
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Temos, ao lado, a planificação de uma pirâmide de base quadrada, cujas faces laterais são triângulos equiláteros. Qual é o volume dessa pirâmide?

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Um biólogo mensurou a massa de componentes do ovo de um réptil durante seu desenvolvimento, desde o dia da postura até o momento da eclosão. Ao longo das medidas, o que se espera que tenha ocorrido, respectivamente, com a massa do embrião, do vitelo e do alantoide?
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Dependendo do contexto em que são empregados, termos como “aí”, “até” e “ir” ora denotam espaço, ora denotam tempo. Esses variados sentidos que as palavras podem assumir nem sempre são precisamente especificados no dicionário.
Talvez o exemplo mais interessante para ilustrar a indicação de tempo ou de espaço com a mesma palavra seja o verbo “ir”. O sentido primeiro (aceitemos isso para efeito de raciocínio) do verbo “ir” é de deslocamento: “alguém vai de A a B” quer dizer que alguém se desloca do ponto A ao ponto B. Trata-se de espaço.
Dizemos também, por exemplo, que a Bandeirantes vai de Piracicaba a S. Paulo. Mas é claro que a rodovia não se desloca: ela começa em uma cidade e termina em outra. Não há sentido de deslocamento nessa oração, mas ainda estamos no domínio do espaço.
Agora, veja-se outro caso: também dizemos que o período colonial vai de 1500 a 1822 (ou a 1808, conforme o ponto de vista). Nesse exemplo, ninguém se desloca, nem se informa sobre dois pontos do espaço, dois lugares extremos. Agora não se trata mais de espaço. Trata-se de tempo. E o verbo é o mesmo.
POSSENTI, Sírio. Analogias. Disponível em: <http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/palavreado/analogias>. Acesso em 23 mai. 2014.
O verbo “ir” tem, ainda, outro uso corrente não contemplado no texto: pode ser uma partícula unicamente gramatical responsável por marcar o tempo futuro do verbo principal da oração. Assinale a alternativa representativa desse uso.
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