Foram encontradas 76 questões.
O texto a seguir é referência para a questão.
Em todas as questões, as medições são feitas por um referencial inercial.
O módulo da aceleração gravitacional é representado por g. Onde for necessário, use g = 10 m/s2 para o módulo da aceleração gravitacional.
Uma certa massa de gás ideal passa pelo processo termodinâmico ilustrado na figura abaixo, que apresenta um diagrama P x V (pressão em função do volume).

Considerando que a temperatura do gás no ponto A vale TA = 50 K, assinale a alternativa que apresenta corretamente a temperatura TB do gás no ponto B.
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El texto a continuación sirve como referencia para la cuestion
Tápate el culo
Resulta que el culo era lo más importante. Pero vamos por partes. La primera tiene que ver con algunos especímenes de sexo masculino y con su particular visión de los traseros de algunas mujeres, en concreto las socorristas de las playas de Gijón. Ellas están allí para salvar vidas – en España mueren ahogadas casi cuatrocientas personas cada año, no lo olviden – y las presuponemos con formación y la experiencia suficientes para meterse en el agua, superar las condiciones adversas que haya en ese momento, sacar a alguien, que incluso pese el doble que ellas, y llevarlo sano y salvo a la arena. Y, si no lo está, practicarle la reanimación cardiopulmonar o el auxilio que necesite hasta que llegue la ambulancia.
Pero, a pesar de todo, esas mujeres han sido noticia por sus culos. Literalmente. Las redes se han llenado de fotografías de los traseros de estas socorristas, acompañadas de zafios comentarios machistas.
La segunda parte de esta historia tiene que ver con la solución que ha encontrado el Ayuntamiento de Gijón para atajar la polémica: pedirles a esas socorristas que se pongan el pantalón encima del traje de baño de trabajo. Es decir, que se tapen. ¿Qué implica esto? Pues no solo que tengan más dificultades a la hora de rescatar a alguien que se está ahogando, sino que haciendo que ellas se cubran las estamos culpabilizando.
(Texto adaptado – CHAPARRO, Carme. Calladita estás más guapa. Madrid: Espasa, 2019.)
La frase que da título al texto – “Tápate el culo” – ironiza la decisión tomada por:
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O texto a seguir é referência para a questão.
Nos atuais debates sobre a globalização, como nas discussões sobre a pós-modernidade, existe uma pressuposição-chave compartilhada pela maioria dos participantes: a do caráter único da nossa época como a era par excellence da aceleração da mudança cultural e social, da “compressão do tempo-espaço” seguindo uma revolução nas comunicações, de uma economia global dominada por corporações multinacionais, da americanização ou até da “McDonaldização” do mundo e assim por diante. Em alguns aspectos, nossa época é realmente única, mas assim o foram outras gerações e outros séculos. Estamos longe de ser as primeiras pessoas a ficarem preocupadas ou excitadas pela ideia de que nossas experiências são muito diferentes daquelas das gerações passadas. De fato, se definirmos globalização como um processo de contatos cada vez mais intensos – sejam econômicos, políticos ou culturais – entre diferentes partes do mundo, então é necessário admitir que esse processo vem se desenvolvendo há milhares de anos – com interrupções relativamente menores em alguns lugares, como no Império Romano em declínio. Que esse processo de interação entre diferentes partes do globo aumentou sensivelmente em importância no século XIX, especialmente no fim do período, é o tema de dois recentes estudos históricos, de um escritor italiano e de outro, inglês. O primeiro apresenta dois tipos de globalização: a econômica, relacionada ao surgimento de um mercado mundial e suas consequências para a vida de milhões de pessoas; e a ascensão da cooperação internacional. Já o escritor inglês se refere à importância do que chama de “globalização arcaica”, ou seja, a crescente uniformidade nos sistemas econômicos, sociais, políticos e culturais dominantes em diferentes partes do globo num longo século XIX que vai de 1780 a 1914. Perto do fim do estudo, o inglês enfatiza a importância especial do fim do século XIX, ou mais exatamente do período 1890-1914, a época do que chama a “grande aceleração” da mudança.
(Peter Burke. Quando foi a globalização? In: O historiador como colunista: ensaios da Folha. RJ: Civilização Brasileira, 2009. Adaptado.)
O período “Em alguns aspectos, nossa época é realmente única, mas assim o foram outras gerações e outros séculos” pode ser interpretado, sem prejuízo de sentido, como:
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O texto a seguir é referência para a questão.
Do que tanto ri esse tal de Scorsese?
Sergio Del Molino
Com o humor acontece algo que não ocorre com nenhuma forma de arte: só é valorizado se você acha engraçado. Qualquer crítico pode reconhecer o valor de um livro ou um filme de que não gosta ou até detesta. Uma pessoa pode dizer que David Lynch é chato e destacar, ao mesmo tempo, que o considera um dos grandes artistas do século. Por outro lado, se um humorista não fizer você rir, será muito difícil que você encontre a generosidade, a paciência e a equanimidade necessárias para afirmar que aprecia seu talento e entender que outros riam com suas piadas.
Porque o humor, como diz o clichê dos críticos preguiçosos, não deixa ninguém indiferente. Se não é engraçado, irrita. Nada incomoda mais do que um engraçadinho. Isso explica algumas reações às opiniões de Fran Lebowitz. Existem muitas pessoas desconcertadas pela força das gargalhadas de Martin Scorsese na série ‘Faz de conta que NY é uma cidade’, da Netflix. “Do que ele ri?”, perguntam-se. Ginia Bellafante fez essa pergunta no The New York Times, intrigada pelos jovens que lotam teatros para escutar o que, para ela, não são mais do que resmungos de uma velha.
O que dói mesmo é que Scorsese se divirta mostrando os dentes. Pode-se desprezar o gosto das pessoas comuns, mas não o de um deus maior do Parnaso. Se os filmes do diretor significarem algo para você, a admiração passional que ele tem por uma humorista que você despreza é quase uma traição. Ou Scorsese demonstra ser um grosseiro que não merece os louros, ou você está deixando de captar algo sutil e profundo. Ou ele é um idiota ou você é que é, e como a primeira opção parece muito improvável, a aterradora possibilidade da segunda o enfurece tanto que você não percebe que o humor é visceral e não se curva a nenhuma crítica.
(Disponível em: https://brasil.elpais.com/cultura/2021-01-28/do-que-tanto-ri-esse-tal-de-scorsese.html?event_log=oklogin&o=cerrbr&prod=REGCRARTBR.)
Com relação ao sentido de algumas palavras usadas no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. “um engraçadinho” refere-se a David Lynch.
2. Ginia Bellafante é a velha que resmunga.
3. “um deus maior do Parnaso” faz referência ao diretor de cinema que participa do seriado “Faz de conta que NY é uma cidade”.
Assinale a alternativa correta.
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O texto a seguir é referência para a questão.
Nos atuais debates sobre a globalização, como nas discussões sobre a pós-modernidade, existe uma pressuposição-chave compartilhada pela maioria dos participantes: a do caráter único da nossa época como a era par excellence da aceleração da mudança cultural e social, da “compressão do tempo-espaço” seguindo uma revolução nas comunicações, de uma economia global dominada por corporações multinacionais, da americanização ou até da “McDonaldização” do mundo e assim por diante. Em alguns aspectos, nossa época é realmente única, mas assim o foram outras gerações e outros séculos. Estamos longe de ser as primeiras pessoas a ficarem preocupadas ou excitadas pela ideia de que nossas experiências são muito diferentes daquelas das gerações passadas. De fato, se definirmos globalização como um processo de contatos cada vez mais intensos – sejam econômicos, políticos ou culturais – entre diferentes partes do mundo, então é necessário admitir que esse processo vem se desenvolvendo há milhares de anos – com interrupções relativamente menores em alguns lugares, como no Império Romano em declínio. Que esse processo de interação entre diferentes partes do globo aumentou sensivelmente em importância no século XIX, especialmente no fim do período, é o tema de dois recentes estudos históricos, de um escritor italiano e de outro, inglês. O primeiro apresenta dois tipos de globalização: a econômica, relacionada ao surgimento de um mercado mundial e suas consequências para a vida de milhões de pessoas; e a ascensão da cooperação internacional. Já o escritor inglês se refere à importância do que chama de “globalização arcaica”, ou seja, a crescente uniformidade nos sistemas econômicos, sociais, políticos e culturais dominantes em diferentes partes do globo num longo século XIX que vai de 1780 a 1914. Perto do fim do estudo, o inglês enfatiza a importância especial do fim do século XIX, ou mais exatamente do período 1890-1914, a época do que chama a “grande aceleração” da mudança.
(Peter Burke. Quando foi a globalização? In: O historiador como colunista: ensaios da Folha. RJ: Civilização Brasileira, 2009. Adaptado.)
Com relação ao emprego de aspas nas expressões “McDonaldização”, do texto, e “grande aceleração”, assinale a alternativa que explicita o uso correto em cada uma.
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O texto a seguir é referência para a questão.
Nos atuais debates sobre a globalização, como nas discussões sobre a pós-modernidade, existe uma pressuposição-chave compartilhada pela maioria dos participantes: a do caráter único da nossa época como a era par excellence da aceleração da mudança cultural e social, da “compressão do tempo-espaço” seguindo uma revolução nas comunicações, de uma economia global dominada por corporações multinacionais, da americanização ou até da “McDonaldização” do mundo e assim por diante. Em alguns aspectos, nossa época é realmente única, mas assim o foram outras gerações e outros séculos. Estamos longe de ser as primeiras pessoas a ficarem preocupadas ou excitadas pela ideia de que nossas experiências são muito diferentes daquelas das gerações passadas. De fato, se definirmos globalização como um processo de contatos cada vez mais intensos – sejam econômicos, políticos ou culturais – entre diferentes partes do mundo, então é necessário admitir que esse processo vem se desenvolvendo há milhares de anos – com interrupções relativamente menores em alguns lugares, como no Império Romano em declínio. Que esse processo de interação entre diferentes partes do globo aumentou sensivelmente em importância no século XIX, especialmente no fim do período, é o tema de dois recentes estudos históricos, de um escritor italiano e de outro, inglês. O primeiro apresenta dois tipos de globalização: a econômica, relacionada ao surgimento de um mercado mundial e suas consequências para a vida de milhões de pessoas; e a ascensão da cooperação internacional. Já o escritor inglês se refere à importância do que chama de “globalização arcaica”, ou seja, a crescente uniformidade nos sistemas econômicos, sociais, políticos e culturais dominantes em diferentes partes do globo num longo século XIX que vai de 1780 a 1914. Perto do fim do estudo, o inglês enfatiza a importância especial do fim do século XIX, ou mais exatamente do período 1890-1914, a época do que chama a “grande aceleração” da mudança.
(Peter Burke. Quando foi a globalização? In: O historiador como colunista: ensaios da Folha. RJ: Civilização Brasileira, 2009. Adaptado.)
A figura de linguagem correspondente à expressão “McDonaldização” do mundo no texto é:
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Lesen Sie den folgenden Text:
Richtung
Eines Tages hat es mir gereicht. Ich habe mir einen Aktenvernichter gekauft und meine gesamte, über Jahre hinweg aufbewahrte Korrespondenz sowie alle persönlichen Aufzeichnungen geschreddert. Dann habe ich begonnen, in meiner Wohnung Ordnung zu machen, jede Schublade komplett ausgeräumt, alles Unbrauchbare weggeworfen und den Rest ergonomisch sortiert. Ich habe meine Bücher, Tonträger, DVDs und Computerspiele alphabetisch geordnet. Jene, für die ich mich aus welchem Grund auch immer geniere, habe ich entsorgt.
(Verfügbar unter: https://www.bmeia.gv.at/fileadmin/user_upload/Zentrale/Kultur/Publikationen/schreibART_AUSTRIA.pdf.)
Der Erzähler dieses Textes berichtet,
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Existem, atualmente, pelo menos oito tipos de vacinas sendo testadas contra o coronavírus, utilizando diferentes vírus ou partes virais. Considerando as características das vacinas que utilizam o próprio vírus atenuado ou inativado, assinale a alternativa correta.
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Leia o seguinte excerto:
Para nós, o ostracismo existe no sentido figurado, mas para os atenienses era uma medida concreta que marcava a vida do ostracizado. As escavações arqueológicas permitiram que se descobrissem cacos com diversos nomes [de ostracizados].
(FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2002, p. 34.)
Considerando os conhecimentos sobre Grécia Antiga, a principal função pensada para a implantação do ostracismo na sociedade de Atenas entre os séculos VI e V a.C. foi a de impedir que:
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A expansão das atividades agropecuárias e a ação de madeireiras e mineradoras têm ocasionado a redução dos ecossistemas brasileiros há séculos, colocando uma série de espécies vegetais sob risco de extinção. No que diz respeito a medidas que assegurem a manutenção dos ecossistemas naturais brasileiros e de sua diversidade biológica, é imprescindível que:
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