Foram encontradas 50 questões.
Elaborar textos na língua portuguesa escrita culta, entre outras habilidades, exige o entendimento acerca das palavras que exprimem ação e seus complementos com ou sem auxílio de outras palavras que servem como ligação.
Desse modo, é possível identificar incorreção exceto em:
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Existe um tipo de palavra que varia em gênero, número e pessoa que representa ou acompanha outra palavra, estabelecendo relações de lógica discursiva, espaço e tempo. Analise a assertiva a seguir e indique a alternativa que atende plenamente a colocação de todas as palavras - “É óbvio que eu da melhor forma possível, assim que você , mesmo que isso o treinamento”.
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As palavras “por mais” em “por mais que sejam legítimas as reivindicações dos alunos, algumas observações são estapafúrdias” estabelecem entre as orações o sentido de:
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Para um uso eficaz da língua oral e escrita, há que se considerar a relevância de palavras que servem para dar nome às pessoas, às qualidades, aos sentimentos, aos objetos, aos lugares e a todos os seres, sejam reais ou imaginários. Desse modo, palavras consideradas abstratas designam seres que não têm existência própria e palavras ditas concretas designam seres que têm existência independente.
Sendo assim, as palavras:
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Sabe-se que houve um período em nosso país em que a televisão brasileira dispunha de alguns poucos canais abertos, com poucas opções de entretenimento. Apesar dessa realidade pretérita, um eminente estudioso das novelas brasileiras afirma que milhões de pessoas se divertiam à noite com esse produto. Durante um dos capítulos da última semana da história, até o movimento de pessoas nos bares diminuía. Minha mãe alertava todos em casa ao início dos capítulos da última semana: “Tem muita gente falando e temos somente um aparelho de TV! Calem-se! ”.
A língua portuguesa dispõe de uma classe de palavras que serve para indicar a quantidade exata de seres, ou a posição que um ser ocupa numa determinada série.
Nesse texto, a palavra “um”:
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A leitura atenta da sentença “Hodiernamente, a sociedade parece mostrar empatia para discutir a inserção de povos originários no mercado de trabalho” mostra uma possibilidade de determinadas palavras assumirem, num determinado contexto, significação semelhante.
Assim, a palavra “inserção” pode ser substituída, sem alteração de sentido, pela palavra:
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Escrever palavras de forma ortográfica (do grego ORTHOS = correta + GRAPHIA = escrita) é uma parte relevante da língua escrita. Aperfeiçoar o emprego correto das letras na construção das palavras sugere o exercício constante da leitura e da escrita.
Desse modo, a série de palavras que completa corretamente as lacunas da assertiva “Aquele pode ser uma , um , um ou um ” é:
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O sol que entra pelas janelas no alto da sala ilumina o rosto das mulheres sentadas no carpete. No chão, as biografias de Michele Obama, Angela Davis, Conceição Evaristo e Elza Soares dão dicas do assunto que o projeto “Histórias Além Muros” tratou na tarde da última quarta-feira. Sentadas em círculo, 14 presas na Penitenciária Talavera Bruce, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, seguram um pedaço de papel e uma caneta. Cada uma tentou, em poucas linhas, escrever parte de sua história. Depois, leram a autobiografia em voz alta e revelaram do que gostam e desgostam no mundo: “Quase não existe coisa de que não gosto, porém, uma me fere a alma: a maldade do ser humano”, diz uma delas. “Mesmo estando em situação carcerária, sou feliz, pois aqui aprendi o verdadeiro valor da vida”, conta outra. O ambiente reúne uma estante de livros que ocupa uma parede inteira e almofadas espalhadas pelo chão. O espaço é dedicado à leitura e a reflexões que as palavras proporcionam. Cada encontro tem um tema e, para apresentar os livros, as educadoras explicam as características dos gêneros, discutem os autores e realizam atividades relacionadas aos livros indicados. Os encontros ocorrem três vezes por semana, duas vezes por dia, desde 2021.
A proposta veio do sonho de melhorar o acesso aos livros em penitenciárias brasileiras, em especial no Estado do Rio. O acesso das presas à biblioteca não é tão simples.
O agente penitenciário precisa estar disponível para levá-las e ficar lá, já que elas não podem ficar sozinhas. Além disso, o acervo tem que ter pluralidade de estilos e vozes, considerando diferentes graus de escolaridade. Para facilitar o processo de integração, a biblioteca, pensando no seu público, inclui obras com personagens femininas e negras, por exemplo. E até a organização visa a tornar as obras mais atrativas: as publicações ficam com as capas viradas para a frente, para ajudar na escolha. Desde 2021, mais de 300 mulheres já passaram pelo projeto e pegaram livros na biblioteca.
SOUZA, Roberta de. Disponível em: https://extra.globo.com/rio/casos-de-policia/noticia/ 2023/07/
projeto-apresenta-novo-mundo-a-mais-de-300-presas-do-rio-atraves-da-leitura.ghtml
Para favorecer a prática da leitura, o projeto disponibiliza livros diversos de forma:
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O sol que entra pelas janelas no alto da sala ilumina o rosto das mulheres sentadas no carpete. No chão, as biografias de Michele Obama, Angela Davis, Conceição Evaristo e Elza Soares dão dicas do assunto que o projeto “Histórias Além Muros” tratou na tarde da última quarta-feira. Sentadas em círculo, 14 presas na Penitenciária Talavera Bruce, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, seguram um pedaço de papel e uma caneta. Cada uma tentou, em poucas linhas, escrever parte de sua história. Depois, leram a autobiografia em voz alta e revelaram do que gostam e desgostam no mundo: “Quase não existe coisa de que não gosto, porém, uma me fere a alma: a maldade do ser humano”, diz uma delas. “Mesmo estando em situação carcerária, sou feliz, pois aqui aprendi o verdadeiro valor da vida”, conta outra. O ambiente reúne uma estante de livros que ocupa uma parede inteira e almofadas espalhadas pelo chão. O espaço é dedicado à leitura e a reflexões que as palavras proporcionam. Cada encontro tem um tema e, para apresentar os livros, as educadoras explicam as características dos gêneros, discutem os autores e realizam atividades relacionadas aos livros indicados. Os encontros ocorrem três vezes por semana, duas vezes por dia, desde 2021.
A proposta veio do sonho de melhorar o acesso aos livros em penitenciárias brasileiras, em especial no Estado do Rio. O acesso das presas à biblioteca não é tão simples.
O agente penitenciário precisa estar disponível para levá-las e ficar lá, já que elas não podem ficar sozinhas. Além disso, o acervo tem que ter pluralidade de estilos e vozes, considerando diferentes graus de escolaridade. Para facilitar o processo de integração, a biblioteca, pensando no seu público, inclui obras com personagens femininas e negras, por exemplo. E até a organização visa a tornar as obras mais atrativas: as publicações ficam com as capas viradas para a frente, para ajudar na escolha. Desde 2021, mais de 300 mulheres já passaram pelo projeto e pegaram livros na biblioteca.
SOUZA, Roberta de. Disponível em: https://extra.globo.com/rio/casos-de-policia/noticia/ 2023/07/
projeto-apresenta-novo-mundo-a-mais-de-300-presas-do-rio-atraves-da-leitura.ghtml
Na parte inicial do texto, as internas tentaram escrever uma história sobre:
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O sol que entra pelas janelas no alto da sala ilumina o rosto das mulheres sentadas no carpete. No chão, as biografias de Michele Obama, Angela Davis, Conceição Evaristo e Elza Soares dão dicas do assunto que o projeto “Histórias Além Muros” tratou na tarde da última quarta-feira. Sentadas em círculo, 14 presas na Penitenciária Talavera Bruce, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, seguram um pedaço de papel e uma caneta. Cada uma tentou, em poucas linhas, escrever parte de sua história. Depois, leram a autobiografia em voz alta e revelaram do que gostam e desgostam no mundo: “Quase não existe coisa de que não gosto, porém, uma me fere a alma: a maldade do ser humano”, diz uma delas. “Mesmo estando em situação carcerária, sou feliz, pois aqui aprendi o verdadeiro valor da vida”, conta outra. O ambiente reúne uma estante de livros que ocupa uma parede inteira e almofadas espalhadas pelo chão. O espaço é dedicado à leitura e a reflexões que as palavras proporcionam. Cada encontro tem um tema e, para apresentar os livros, as educadoras explicam as características dos gêneros, discutem os autores e realizam atividades relacionadas aos livros indicados. Os encontros ocorrem três vezes por semana, duas vezes por dia, desde 2021.
A proposta veio do sonho de melhorar o acesso aos livros em penitenciárias brasileiras, em especial no Estado do Rio. O acesso das presas à biblioteca não é tão simples.
O agente penitenciário precisa estar disponível para levá-las e ficar lá, já que elas não podem ficar sozinhas. Além disso, o acervo tem que ter pluralidade de estilos e vozes, considerando diferentes graus de escolaridade. Para facilitar o processo de integração, a biblioteca, pensando no seu público, inclui obras com personagens femininas e negras, por exemplo. E até a organização visa a tornar as obras mais atrativas: as publicações ficam com as capas viradas para a frente, para ajudar na escolha. Desde 2021, mais de 300 mulheres já passaram pelo projeto e pegaram livros na biblioteca.
SOUZA, Roberta de. Disponível em: https://extra.globo.com/rio/casos-de-policia/noticia/ 2023/07/
projeto-apresenta-novo-mundo-a-mais-de-300-presas-do-rio-atraves-da-leitura.ghtml
O tema apresentado pelo texto é:
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