O príncipe Harry e a atriz norte-americana Meghan Markle casaram-se em 19/05/2018 na Capela de São Jorge, no castelo de Windsor. Com isso, Meghan é mais uma plebeia a se tornar membro da realeza, concretizando o enlace que, nas semanas que antecederam a cerimônia, tomou conta dos noticiários em todo o mundo. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
EU AMO A RUA. Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não julgasse, e razões não tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado é partilhado por todos vós. Nós somos irmãos, nós nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, não porque soframos, com a dor e os desprazeres[...], mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua.
(...) a rua é um fator da vida das cidades, a rua tem alma! (...) a rua é a agasalhadora da miséria. Os desgraçados não se sentem de todo sem o auxílio dos deuses enquanto diante dos seus olhos uma rua abre para outra rua (...).
A rua nasce, como o homem, do soluço, do espasmo. Há suor humano na argamassa do seu calçamento. Cada casa que se ergue é feita do esforço exaustivo de muitos seres, e haveis de ter visto pedreiros e canteiros, ao erguer as pedras para as frontarias, cantarem, cobertos de suor, uma melopeia tão triste que pelo ar parece um arquejante soluço. A rua sente nos nervos essa miséria da criação, e por isso é a mais igualitária, a mais socialista, a mais niveladora das obras humanas. (...) A rua é a eterna imagem da ingenuidade. Comete crimes, desvaria à noite, treme com a febre dos delírios, para ela como para as crianças a aurora é sempre formosa, para ela não há o despertar triste, e quando o sol desponta e ela abre os olhos esquecida das próprias ações, é (...) tão modesta, tão lavada, tão risonha, que parece papaguear com o céu e com os anjos...
A rua faz as celebridades e as revoltas, a rua criou um tipo universal, tipo que vive em cada aspecto urbano, em cada detalhe, em cada praça, tipo diabólico que tem, dos gnomos e dos silfos das florestas, tipo proteiforme, feito de risos e de lágrimas, de patifarias e de crimes irresponsáveis, de abandono e de inédita filosofia, tipo esquisito e ambíguo com saltos de felino e risos de navalha, o prodígio de uma criança mais sabida e cética que os velhos de setenta invernos, mas cuja ingenuidade é perpétua, voz que dá o apelido fatal aos potentados e nunca teve preocupações, criatura que pede como se fosse natural pedir, aclama sem interesse, e pode rir, francamente, depois de ter conhecido todos os males da cidade, poeira d’oiro que se faz lama e torna a ser poeira – a rua criou o garoto!
RIO, João do. A alma encantadora das ruas. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, pp. 28–31.
Vocabulário
Agremia: do verbo agremiar; juntar num mesmo grupo.
Canteiros: pedreiros responsáveis pelas construções com pedra.
Frontarias: fachada principal; frente.
Melopeia: melodia; canção melodiosa.
Silfos: seres mágicos do ar presente em mitologias europeias.
Proteiforme: que muda de forma frequentemente.
Potentados: majestades; maiorais; pessoas de grande poder.
No terceiro parágrafo, ao comparar o nascimento da rua com o do homem, o autor, em linhas gerais, quer dar destaque:
Assinale a alternativa correta. Apresenta-se como direito dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
Documentos que vieram a público em maio de 2018, mostram novos fatos sobre a participação do Estado em determinadas ações tomadas contra opositores da ditadura militar no Brasil. De acordo com registros da Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos, os generais Ernesto Geisel, presidente do Brasil à época (1974 a 1979), e João Figueiredo, então diretor do Serviço Nacional de Informações (SNI), e que assumiu a Presidência da República depois de Geisel, sabiam e concordaram com adestes opositores.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
O clima é um dos elementos geográficos mais importantes, influenciando na distribuição da vegetação, dos animais, dos solos, entre outros. Com relação às características climáticas do estado do Sergipe, assinale a alternativa correta.
EU AMO A RUA. Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não julgasse, e razões não tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado é partilhado por todos vós. Nós somos irmãos, nós nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, não porque soframos, com a dor e os desprazeres[...], mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua.
(...) a rua é um fator da vida das cidades, a rua tem alma! (...) a rua é a agasalhadora da miséria. Os desgraçados não se sentem de todo sem o auxílio dos deuses enquanto diante dos seus olhos uma rua abre para outra rua (...).
A rua nasce, como o homem, do soluço, do espasmo. Há suor humano na argamassa do seu calçamento. Cada casa que se ergue é feita do esforço exaustivo de muitos seres, e haveis de ter visto pedreiros e canteiros, ao erguer as pedras para as frontarias, cantarem, cobertos de suor, uma melopeia tão triste que pelo ar parece um arquejante soluço. A rua sente nos nervos essa miséria da criação, e por isso é a mais igualitária, a mais socialista, a mais niveladora das obras humanas. (...) A rua é a eterna imagem da ingenuidade. Comete crimes, desvaria à noite, treme com a febre dos delírios, para ela como para as crianças a aurora é sempre formosa, para ela não há o despertar triste, e quando o sol desponta e ela abre os olhos esquecida das próprias ações, é (...) tão modesta, tão lavada, tão risonha, que parece papaguear com o céu e com os anjos...
A rua faz as celebridades e as revoltas, a rua criou um tipo universal, tipo que vive em cada aspecto urbano, em cada detalhe, em cada praça, tipo diabólico que tem, dos gnomos e dos silfos das florestas, tipo proteiforme, feito de risos e de lágrimas, de patifarias e de crimes irresponsáveis, de abandono e de inédita filosofia, tipo esquisito e ambíguo com saltos de felino e risos de navalha, o prodígio de uma criança mais sabida e cética que os velhos de setenta invernos, mas cuja ingenuidade é perpétua, voz que dá o apelido fatal aos potentados e nunca teve preocupações, criatura que pede como se fosse natural pedir, aclama sem interesse, e pode rir, francamente, depois de ter conhecido todos os males da cidade, poeira d’oiro que se faz lama e torna a ser poeira – a rua criou o garoto!
RIO, João do. A alma encantadora das ruas. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, pp. 28–31.
Vocabulário
Agremia: do verbo agremiar; juntar num mesmo grupo.
Canteiros: pedreiros responsáveis pelas construções com pedra.
Frontarias: fachada principal; frente.
Melopeia: melodia; canção melodiosa.
Silfos: seres mágicos do ar presente em mitologias europeias.
Proteiforme: que muda de forma frequentemente.
Potentados: majestades; maiorais; pessoas de grande poder.
“tão modesta, tão lavada, tão risonha, que parece papaguear com o céu e com os anjos...”
vocábulo “tão” é repetido no trecho cumprindo papel enfático e deve ser classificado, morfologicamente, como:
Em três anos, violência urbana mata mais de 120 jovens em Rio Preto, SP
Assassinatos e acidentes de trânsito são as principais causas de morte. No Brasil, morte de jovem por homicídio cresceu mais de 200% em 30 anos.
Um estudo do centro latino-americano mostra que a violência envolvendo jovens cresceu mais de 200% nas últimas três décadas no país. Foram computados casos de mortes por homicídio e no trânsito. No noroeste paulista, as autoridades afirmam que os crimes estão controlados, mas para as famílias das vítimas, muita coisa ainda precisa ser feita para que a população se sinta segura.
No Brasil, a morte de jovens por homicídio e acidente cresceu quase 210% nos últimos 30 anos. As estatísticas fazem parte do Mapa da Violência, divulgado pelo Centro de Estudos Latino-americanos.
Apesar de em São José do Rio Preto (SP), o número de mortes ter diminuído, as estatísticas não deixam de ser preocupantes. O levantamento feito entre 2009 e 2011 mostra que durante esse período: 45 jovens foram assassinados e 83 morreram no trânsito.
O tenente da Polícia Militar Ederson Pinha explica porque pessoas de 18 a 30 anos estão entre as principais vítimas. “Hoje o jovem com 18 anos já tem a carteira de habilitação e tem um veículo, além da motocicleta, que cresce com os jovens. Tem também a questão da imaturidade e inexperiência ao volante. Quando o jovem percebe que não tem essa maturidade, ele já se envolveu no acidente”, afirma o tenente.
Tão preocupante quanto as mortes de jovens no trânsito é o número de acidentes provocados por eles. A imprudência, o consumo de álcool e o excesso de velocidade têm transformado veículos em verdadeiras armas nas mãos de alguns motoristas. [...]
-tres-anos-violencia-urbana-matamais- de-120-jovens-em-rio-preto-sp.html.Acesso em 23/05/18)
O texto tem um caráter mais objetivo na apresentação de uma ideia. Assinale a alternativa que apresenta um elemento que não contribui para essa objetividade:
Os pontos de coordenadas (-3, 2) e (1, 10) são elementos de uma função de primeiro grau. Então para que o ponto (x, 6) seja um elemento dessa função,o valor de x deve ser:
Leia o texto abaixo e assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas:
Considerando a dinâmica da paisagem atual, unidades de paisagem na bacia do rio Vaza Barris em Sergipe podem ser identificadas com base na caracterização geológica-geomorfológica-vegetacional, evidenciandose três unidades de paisagem que se diferenciam em subambientes. Na unidade a elevação não excede 40 metros e a declividade encontrase em torno de 0 – 2 %, típico de um relevo plano. Nas (nos) as altitudes encontram-se em torno de 80 a 160 metros, com declividade de 2 – 6 %, destacando-se em termos vegetacionais o cerrado e os campos antrópicos, utilizados para o cultivo da cana-deaçúcar. Na unidade a altitude não ultrapassa 320 metros, com declividade apresentando variações, principalmente entre 0 – 2 % e clima dominante do tipo subúmido seco a semiárido (CARVALHO; SOUTO, 2011).
“Em Sergipe, a Proclamação da República não encontrou resistência aberta que viesse comprometer a implantação do regime republicano entre os que detinham o comando político da então Província. A adesão foi imediata (...). Para presidir o Estado foi empossada, em 17 de novembro de 1889, uma Junta Governativa que constituiu o Governo Provisório, composto por Antônio José de Siqueira Meneses, Vicente Luís de Oliveira Ribeiro e Baltasar Góis. A Junta Governativa ficou no comando do Estado até 09 de dezembro de 1889 quando então foi empossado o primeiro Presidente de Sergipe” (OLIVEIRA, 2008).
Assinale a alternativa que indique o nome do primeiro Presidente de Sergipe, equivalente hoje ao cargo de Governador do Estado: