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Sobre o tratamento do câncer de cólon, assinale a afirmativa correta.
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Paciente feminina, 36 anos, multípara, dá entrada no Pronto Socorro com dor abdominal em barra, náuseas e vômitos, além de distensão abdominal e parada de eliminação de gases e fezes. Amilase de 1244 e lipase de 8122.
A tomografia mostrou pâncreas discretamente aumentado com leve borramento da gordura peri pancreática. Instituídas medidas clínicas e após 48h encontrava-se praticamente assintomática e com as enzimas pancreáticas pouco alteradas. Foi então submetida a uma colangioressonância que evidenciou na vesícula biliar microcálculos e lama biliar além de um colédoco de 8mm sem falhas de enchimento.
Diante desse quadro, a melhor conduta é
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Paciente masculino de 67 anos com queixa de dor abdominal recorrente, por vezes com irradiação dorsal, fez uma tomografia que diagnosticou tumoração cística no corpo do pâncreas de 1,9cm, sugestivo de neoplasia mucinosa papilar intraductal. Complementou-se a investigação com a dosagem sérica do Ca 19.9 que foi normal e com ecoendoscopia que mostrou presença de nódulos murais, paredes espessadas e dilatação do ducto pancreático principal de 11mm com afilamento abrupto. A análise do líquido do cisto apresenta CEA de 244ng/mL e amilase < 250 U/L.
Nesse caso, a conduta a ser seguida é
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Paciente de 62 anos, feminina, procurou atendimento médico devido à dor de fraca a moderada intensidade, persistente, na fossa ilíaca direita.
Foi realizado ultrassonografia do abdome que não evidenciou alterações agudas. Complementou-se a investigação com uma ressonância do abdome que mostrou na topografia do apêndice uma imagem cística de 1,7cm com ceco de paredes finas e algo medializado.
Para o caso apresentado, a melhor conduta é
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Paciente de 57 anos dá entrada no Serviço de Emergência com vultuosa hematêmese e sinais de choque circulatório. Após estabilização hemodinâmica foi submetido a endoscopia digestiva alta que diagnosticou úlcera de Dieulafoy.
Diante deste achado, a melhor conduta é
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Paciente de 48 anos com doença do refluxo gastro esofageano e moderada hérnia hiatal por deslizamento, encontrando-se a transição esôfago gástrica 6cm acima do pinçamento diafragmático.
Realizou esôfago manometria que demonstrou pressões normais no corpo esofageano e relaxamento anormal do esfíncter esofageano inferior. Foi submetida a tratamento cirúrgico por videolaparoscopia, tendo sido trabalhosa a recolocação do EEI no abdome e confeccionado uma válvula à Nissen de 6cm.
Após um mês de pós-operatório, o paciente referia plenitude gástrica importante, associado a náuseas. Foi solicitado um esofagograma que mostrou um estômago muito dilatado com esvaziamento lentificado e ausência de refluxo para o esôfago.
Diante destes achados, a conduta correta é
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Paciente masculino de 63 anos dá entrada no Pronto Socorro com quadro de vômitos copiosos, dor em hemitórax esquerdo e dispneia.
Foi realizada rotina radiológica de abdome agudo que evidenciou desvio do mediastino para a direita, opacidade difusa do hemitórax esquerdo com imagens de níveis hidroaéreos; na incidência abdominal não se observa a bolha gástrica e ausência de ar nos cólons.
Na história patológica pregressa relata ser hipertenso e tabagista (menos de 50 maços/ano), além de ter sofrido acidente automobilístico há 2 anos, tendo permanecido 24 horas em observação e liberado.
Diante destes achados, a hipótese mais provável é
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Paciente jovem, 34 anos, relata dificuldade para engolir, inicialmente para sólidos e atualmente até para líquidos. Descreve também vômitos mal cheirosos e sensação de peso no epigástrio, além de perda acentuada de peso.
Foi submetida a esofagografia com bário que evidenciou dilatação do esôfago com nível hidroaéreo, terminando com aspecto de bico de pássaro. A investigação prosseguiu com esofagomanometria, que mostrou 100% de falha na peristalse com pressão panesofageana maior que 30mmHg.
Diante desses achados, a melhor opção terapêutica é
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Paciente adulto jovem, após libação etílica apresentou vários episódios de êmese que culminaram em forte dor no hemitórax esquerdo. Como a dor não melhorou com sintomáticos e se associou a episódios de vômito com raias de sangue procurou logo atendimento num Pronto Socorro.
Ao exame clínico apresentava taquicardia, hipotensão leve e taquipneia. A ausculta pulmonar era abolida no terço inferior do hemitórax esquerdo. Foi realizado uma telerradiografia de tórax em posição póstero anterior e perfil esquerdo que evidenciou hidropneumotórax à esquerda, alargamento mediastinal e pequeno enfisema mediastinal.
Diante deste quadro, assinale a opção que indica a melhor conduta.
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Paciente do sexo masculino, 46 anos, foi submetido quando jovem à laparotomia mediana, supra infra umbilical, para tratamento de apendicite grau IV, tendo permanecido internado por cerca de 1 mês. Recentemente procurou atendimento especializado devido à volumosa tumoração na linha mediana supra e infra umbilical. Relata que, nos últimos anos, tornou-se obeso com IMC de 39 e desenvolveu diabete tipo II.
O exame clínico demonstrou uma cicatriz mediana, com cerca de 20cm, alargada e com áreas de retração, associado a massa redutível, sendo feita a hipótese de hérnia incisional, volumosa, não encarcerada. Foi solicitado um exame de tomografia computadorizada que confirmou a hérnia com um colo de 4,7cm e presença de alças de delgado, sem sinais de obstrução intestinal.
Diante deste quadro, assinale a afirmativa correta.
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