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Foram encontradas 60 questões.

209637 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 03 a 09.


O Dedo


Inclinara-me para ver o estranho objeto quando notei o pequeno feixe de fibras emergindo na areia banhada pela espuma. Quando recorri aos óculos é que vi: não era algodão mas uma vértebra meio descarnada – a coluna vertebral de um grande peixe? Fiquei olhando. Espera, mas o que seria aquilo? Um aro de ouro? Agora que a água se retraíra eu podia ver um aro de ouro brilhando em torno da vértebra, enfeixando as fibras que tentavam se libertar, dissolutas. Com a ponta do cipó, revolvi a areia. Era um dedo anular com um anel de pedra verde preso ainda à raiz intumescida. Como lhe faltasse a última falange, faltava o que poderia me fazer recuar; a unha. Unha pintada de vermelho, o esmalte descascando, acessório fiel ao principal até no processo de desintegração. Unha de mulher burguesa, à altura do anel do joalheiro que se esmerou na cravação da esmeralda. Penso que se restasse a unha certamente eu teria fugido, mas naquele estado de despelamento o fragmento do dedo trabalhado pela água acabara por adquirir a feição de um simples fruto do mar. Mas havia o anel.

A dona do dedo? Mulher rica e de meia idade que as jovens não usam joias, só as outras. Afogada no mar? A onda começou inocente lá longe e foi se cavando cada vez mais alta, mais alta, Deus meu! A fuga na água e a praia tão longe, ah! mas o que é isso?... Explosão de espuma e sal. Sal.


(Lygia Fagundes Telles, Um coração ardente)

Há termos empregados em linguagem figurada na seguinte frase reescrita do texto:

 

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209636 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 03 a 09.


O Dedo


Inclinara-me para ver o estranho objeto quando notei o pequeno feixe de fibras emergindo na areia banhada pela espuma. Quando recorri aos óculos é que vi: não era algodão mas uma vértebra meio descarnada – a coluna vertebral de um grande peixe? Fiquei olhando. Espera, mas o que seria aquilo? Um aro de ouro? Agora que a água se retraíra eu podia ver um aro de ouro brilhando em torno da vértebra, enfeixando as fibras que tentavam se libertar, dissolutas. Com a ponta do cipó, revolvi a areia. Era um dedo anular com um anel de pedra verde preso ainda à raiz intumescida. Como lhe faltasse a última falange, faltava o que poderia me fazer recuar; a unha. Unha pintada de vermelho, o esmalte descascando, acessório fiel ao principal até no processo de desintegração. Unha de mulher burguesa, à altura do anel do joalheiro que se esmerou na cravação da esmeralda. Penso que se restasse a unha certamente eu teria fugido, mas naquele estado de despelamento o fragmento do dedo trabalhado pela água acabara por adquirir a feição de um simples fruto do mar. Mas havia o anel.

A dona do dedo? Mulher rica e de meia idade que as jovens não usam joias, só as outras. Afogada no mar? A onda começou inocente lá longe e foi se cavando cada vez mais alta, mais alta, Deus meu! A fuga na água e a praia tão longe, ah! mas o que é isso?... Explosão de espuma e sal. Sal.


(Lygia Fagundes Telles, Um coração ardente)

Assinale a alternativa em que o enunciado expressa uma situação hipotética.

 

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209635 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 03 a 09.


O Dedo


Inclinara-me para ver o estranho objeto quando notei o pequeno feixe de fibras emergindo na areia banhada pela espuma. Quando recorri aos óculos é que vi: não era algodão mas uma vértebra meio descarnada – a coluna vertebral de um grande peixe? Fiquei olhando. Espera, mas o que seria aquilo? Um aro de ouro? Agora que a água se retraíra eu podia ver um aro de ouro brilhando em torno da vértebra, enfeixando as fibras que tentavam se libertar, dissolutas. Com a ponta do cipó, revolvi a areia. Era um dedo anular com um anel de pedra verde preso ainda à raiz intumescida. Como lhe faltasse a última falange, faltava o que poderia me fazer recuar; a unha. Unha pintada de vermelho, o esmalte descascando, acessório fiel ao principal até no processo de desintegração. Unha de mulher burguesa, à altura do anel do joalheiro que se esmerou na cravação da esmeralda. Penso que se restasse a unha certamente eu teria fugido, mas naquele estado de despelamento o fragmento do dedo trabalhado pela água acabara por adquirir a feição de um simples fruto do mar. Mas havia o anel.

A dona do dedo? Mulher rica e de meia idade que as jovens não usam joias, só as outras. Afogada no mar? A onda começou inocente lá longe e foi se cavando cada vez mais alta, mais alta, Deus meu! A fuga na água e a praia tão longe, ah! mas o que é isso?... Explosão de espuma e sal. Sal.


(Lygia Fagundes Telles, Um coração ardente)

Nos períodos – Como lhe faltasse a última falange, faltava o que poderia me fazer recuar; a unha. – e – Mulher rica e de meia idade que as jovens não usam joias, só as outras. –, as conjunções em destaque expressam, respectivamente, sentido de

 

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209634 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 03 a 09.


O Dedo


Inclinara-me para ver o estranho objeto quando notei o pequeno feixe de fibras emergindo na areia banhada pela espuma. Quando recorri aos óculos é que vi: não era algodão mas uma vértebra meio descarnada – a coluna vertebral de um grande peixe? Fiquei olhando. Espera, mas o que seria aquilo? Um aro de ouro? Agora que a água se retraíra eu podia ver um aro de ouro brilhando em torno da vértebra, enfeixando as fibras que tentavam se libertar, dissolutas. Com a ponta do cipó, revolvi a areia. Era um dedo anular com um anel de pedra verde preso ainda à raiz intumescida. Como lhe faltasse a última falange, faltava o que poderia me fazer recuar; a unha. Unha pintada de vermelho, o esmalte descascando, acessório fiel ao principal até no processo de desintegração. Unha de mulher burguesa, à altura do anel do joalheiro que se esmerou na cravação da esmeralda. Penso que se restasse a unha certamente eu teria fugido, mas naquele estado de despelamento o fragmento do dedo trabalhado pela água acabara por adquirir a feição de um simples fruto do mar. Mas havia o anel.

A dona do dedo? Mulher rica e de meia idade que as jovens não usam joias, só as outras. Afogada no mar? A onda começou inocente lá longe e foi se cavando cada vez mais alta, mais alta, Deus meu! A fuga na água e a praia tão longe, ah! mas o que é isso?... Explosão de espuma e sal. Sal.


(Lygia Fagundes Telles, Um coração ardente)

Nas passagens – ... quando notei o pequeno feixe de fibras emergindo na areia banhada pela espuma. –, – ... enfeixando as fibras que tentavam se libertar, dissolutas. – e – Com a ponta do cipó, revolvi a areia. –, os termos em destaque são sinônimos, respectivamente, de

 

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209633 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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O Dedo


Inclinara-me para ver o estranho objeto quando notei o pequeno feixe de fibras emergindo na areia banhada pela espuma. Quando recorri aos óculos é que vi: não era algodão mas uma vértebra meio descarnada – a coluna vertebral de um grande peixe? Fiquei olhando. Espera, mas o que seria aquilo? Um aro de ouro? Agora que a água se retraíra eu podia ver um aro de ouro brilhando em torno da vértebra, enfeixando as fibras que tentavam se libertar, dissolutas. Com a ponta do cipó, revolvi a areia. Era um dedo anular com um anel de pedra verde preso ainda à raiz intumescida. Como lhe faltasse a última falange, faltava o que poderia me fazer recuar; a unha. Unha pintada de vermelho, o esmalte descascando, acessório fiel ao principal até no processo de desintegração. Unha de mulher burguesa, à altura do anel do joalheiro que se esmerou na cravação da esmeralda. Penso que se restasse a unha certamente eu teria fugido, mas naquele estado de despelamento o fragmento do dedo trabalhado pela água acabara por adquirir a feição de um simples fruto do mar. Mas havia o anel.

A dona do dedo? Mulher rica e de meia idade que as jovens não usam joias, só as outras. Afogada no mar? A onda começou inocente lá longe e foi se cavando cada vez mais alta, mais alta, Deus meu! A fuga na água e a praia tão longe, ah! mas o que é isso?... Explosão de espuma e sal. Sal.


(Lygia Fagundes Telles, Um coração ardente)

A frase final do primeiro parágrafo – Mas havia o anel. – permite concluir que a presença do adorno no achado

 

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209632 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 03 a 09.


O Dedo


Inclinara-me para ver o estranho objeto quando notei o pequeno feixe de fibras emergindo na areia banhada pela espuma. Quando recorri aos óculos é que vi: não era algodão mas uma vértebra meio descarnada – a coluna vertebral de um grande peixe? Fiquei olhando. Espera, mas o que seria aquilo? Um aro de ouro? Agora que a água se retraíra eu podia ver um aro de ouro brilhando em torno da vértebra, enfeixando as fibras que tentavam se libertar, dissolutas. Com a ponta do cipó, revolvi a areia. Era um dedo anular com um anel de pedra verde preso ainda à raiz intumescida. Como lhe faltasse a última falange, faltava o que poderia me fazer recuar; a unha. Unha pintada de vermelho, o esmalte descascando, acessório fiel ao principal até no processo de desintegração. Unha de mulher burguesa, à altura do anel do joalheiro que se esmerou na cravação da esmeralda. Penso que se restasse a unha certamente eu teria fugido, mas naquele estado de despelamento o fragmento do dedo trabalhado pela água acabara por adquirir a feição de um simples fruto do mar. Mas havia o anel.

A dona do dedo? Mulher rica e de meia idade que as jovens não usam joias, só as outras. Afogada no mar? A onda começou inocente lá longe e foi se cavando cada vez mais alta, mais alta, Deus meu! A fuga na água e a praia tão longe, ah! mas o que é isso?... Explosão de espuma e sal. Sal.


(Lygia Fagundes Telles, Um coração ardente)

Ao tomar consciência de que encontrou um dedo na praia, o narrador

 

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209631 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o quadrinho para responder às questões de números 01 e 02.


enunciado 1944631-1

A leitura do quadrinho permite concluir que a filha chora porque

 

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209630 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o quadrinho para responder às questões de números 01 e 02.


enunciado 1944630-1

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas nas falas das personagens devem ser preenchidas, respectivamente, com:

 

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1461102 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Para realizar uma tarefa em 4 horas, são necessários 5 funcionários, todos com a mesma força de trabalho. Se nas primeiras 3 horas da realização dessa tarefa será possível contar com os 5 funcionários e, após esse tempo, somente será foi possível contar com 4 deles, então é verdade que o tempo total esperado para a realização completa da tarefa será igual a 4 horas e

Questão Anulada

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1461101 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Considere a seguinte informação:

“População carcerária [brasileira] cresce 7% ao ano e soma hoje 607 mil pessoas”.

(Folha de S.Paulo, 23.06.2015)

Com base nessa informação, é correto afirmar que, das alternativas a seguir, a que mais se aproxima do número da população carcerária brasileira, um ano antes da publicação da informação, é a alternativa:

Questão Anulada

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