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Foram encontradas 80 questões.

2525026 Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder à questão
Police in England and Wales consider making
misogyny a hate crime
Enunciado 2914611-1
Mark Townsend
September 10, 2016
Police forces across England and Wales are considering expanding their definition of hate crime to include misogyny (hatred, dislike, or mistrust of women, or prejudice against women) after an experiment in one city that saw more than 20 investigations launched in two months.
The initial success of Nottingham’s crackdown against sexist abuse has drawn national interest after the city’s police revealed that they investigated a case of misogyny every three days during July and August, the first months to see specially trained officers targeting behaviour ranging from street harassment to unwanted physical approaches.
Several other forces have confirmed they are sending representatives to Nottingham this month to discuss theintroduction of misogyny as a hate crime. Police and campaigners said the initial figures were broadly in line with other categories of hate crime such as Islamophobia and antisemitism but were likely to rise significantly as awareness increased.
Dave Alton, the hate crime manager for Nottingham police, said: “The number of reports we are receiving is comparable with other, more established, categories of hate crime. We have received numerous reports and have been able to provide a service to women in Nottinghamshire who perhaps would not have approached us six months ago. The reality is that all of the reports so far have required some form of police action.”
(www.theguardian.com. Adaptado)
De acordo com o texto,
 

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2524684 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Analise o mapa e o climograma apresentados a seguir.
Domínios Morfoclimáticos
Enunciado 2906640-1
(Aziz Nacib Ab’Sáber)
Climograma
Enunciado 2906640-2
(http://3.bp.blogspot.com/-)
As condições climáticas mostradas no climograma são características do domínio indicado no mapa com o número
 

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2524406 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Um terreno, com a forma de um triângulo ABC, foi dividido em duas regiões pelo segmento ED, conforme mostra a figura.
Enunciado 2899676-1
A área da região delimitada pelo quadrilátero ABDE é, em m2, igual a
 

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2524148 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder à questão.
Seleção artificial
As guerras não ajudam muito a remediar(A) o que se denomina (bombasticamente) de explosão demográfica: os que ficam em casa aproveitam(B) a deixa para multiplicar-se. E como os que partem são agora escolhidos(C) entre os mais aptos de físico e de espírito, imagine o pobre leitor(D) o que não será isso para a evolução do Homo sapiens(E)...
(Mário Quintana. Da preguiça como método de trabalho, 2013)
O artigo definido serve para particularizar uma informação, especificando-a, conforme corretamente indicado em:
 

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2524141 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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A Constituição Federal possui vários dispositivos sobre os membros das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. Uma das previsões a esse respeito é de que

 

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2523803 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Dados pessoais, uma questão política
No mundo, foram vendidos 1,424 bilhão de smartphones em 2015; 200 milhões a mais que no ano anterior. Um terço da humanidade carrega um computador no bolso. Manipular esse aparelho tão prático é algo de tal forma óbvio que quase nos faz esquecer o que ele nos impõe em troca e sobre o que repousa toda a economia digital: as empresas do Vale do Silício oferecem aplicativos a usuários que, em contrapartida, lhes entregam seus dados pessoais. Localização, histórico da atividade on-line, contatos etc. são coletados sem pudor, analisados e revendidos a anunciantes publicitários felizes em mirar as “pessoas certas, transmitindo-lhes sua mensagem certa no momento certo”, como alardeia a direção do Facebook. “Se é gratuito, então você é o produto”, já anunciava um slogan dos anos 1970.
Enquanto as controvérsias sobre vigilância se multiplicam desde as revelações de Edward Snowden em 2013, a extorsão de dados com objetivos comerciais quase não é percebida como uma questão política, ou seja, ligada às escolhas comuns e podendo se tornar objeto de uma deliberação coletiva. Fora das associações especializadas, ela praticamente não mobiliza ninguém. Talvez porque é pouco conhecida.
Nos anos 1970, o economista norte-americano Dallas Smythe avisava que qualquer pessoa arriada diante de uma tela é um trabalhador que ignora a si próprio. A televisão, explica, produz uma mercadoria, a audiência, composta daatenção dos telespectadores, que as redes vendem para os anunciantes. “Você contribui com seu tempo de trabalho não remunerado e, em troca, recebe os programas e a publicidade”. O labor não pago do internauta se mostra mais ativo do que o do espectador. Nas redes sociais, nós mesmos convertemos nossas amizades, emoções, desejos e cólera em dados que podem ser explorados por algoritmos. Cada perfil, cada “curtir”, cada tweet, cada solicitação, cada clique derrama uma gota de informação de valor no oceano dos servidores refrigerados instalados pela Amazon, pelo Google e pela Microsoft em todos os continentes.
(Pierre Rimbert. Le Monde Diplomatique Brasil, setembro de 2016)
Na frase – as empresas do Vale do Silício oferecem aplicativos a usuários que, em contrapartida, lhes entregam seus dados pessoais. –, os pronomes em destaque referem-se, correta e respectivamente, a
 

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2523398 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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O presbítero Eurico era o pastor da pobre paróquia de Carteia. Descendente de uma antiga família bárbara, gardingo1 na corte de Vítiza, depois de ter sido tiufado2 ou milenário3 do exército visigótico vivera os ligeiros dias da mocidade no meio dos deleites da opulenta Toletum. Rico, poderoso, gentil, o amor viera, apesar disso, quebrar a cadeia brilhante da sua felicidade. Namorado de Hermengarda, filha de Favila, duque de Cantábria, e irmã do valoroso e depois tão célebre Pelágio, o seu amor fora infeliz. O orgulhoso Favila não consentira que o menos nobre gardingo pusesse tão alto a mira dos seus desejos. Depois de mil provas de um afeto imenso, de uma paixão ardente, o moço guerreiro vira submergir todas as suas esperanças. Eurico era uma destas almas ricas de sublime poesia a que o mundo deu o nome de imaginações desregradas, porque não é para o mundo entendê-las. Desventurado, o seu coração de fogo queimou-lhe o viço da existência ao despertar dos sonhos do amor que o tinham embalado. A ingratidão de Hermengarda, que parecera ceder sem resistência à vontade de seu pai, e o orgulho insultuoso do velho prócer4 deram em terra com aquele ânimo, que o aspecto da morte não seria capaz de abater. A melancolia que o devorava, consumindo-lhe as forças, fê-lo cair em longa e perigosa enfermidade, e, quando a energia de uma constituição vigorosa o arrancou das bordas do túmulo, semelhante ao anjo rebelde, os toques belos e puros do seu gesto formoso e varonil transpareciam-lhe a custo através do véu de muda tristeza que lhe entenebrecia a fronte. O cedro pendia fulminado pelo fogo do céu.
Educado na crença viva daqueles tempos; naturalmente religioso porque poeta, foi procurar abrigo e consolações aos pés d’Aquele cujos braços estão sempre abertos para receber o desgraçado que neles vai buscar o derradeiro refúgio. Ao cabo das grandezas cortesãs, o pobre gardingo encontrara a morte do espírito, o desengano do mundo. A cabo da estreita senda da cruz, acharia ele, porventura, a vida e o repouso íntimos?
O moço presbítero, legando à catedral uma porção dos senhorios que herdara juntamente com a espada conquistadora de seus avós, havia reservado apenas uma parte das próprias riquezas. Era esta a herança dos miseráveis, que ele sabia não escassearem na quase solitária e meia arruinada Carteia.
(Alexandre Herculano. Eurico, o presbítero, 1988)

1 gardingo: nobre visigodo que exercia altas funções na corte dos príncipes
2 tiufado: o comandante de uma tropa de mil soldados, no exército godo
3 milenário: seguidor da crença de que a segunda
No trecho – A melancolia que o devorava, consumindo-lhe as forças, fê-lo cair em longa e perigosa enfermidade... –, as informações em destaque expressam
 

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2523310 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Dados pessoais, uma questão política
No mundo, foram vendidos 1,424 bilhão de smartphones em 2015; 200 milhões a mais que no ano anterior. Um terço da humanidade carrega um computador no bolso. Manipular esse aparelho tão prático é algo de tal forma óbvio que quase nos faz esquecer o que ele nos impõe em troca e sobre o que repousa toda a economia digital: as empresas do Vale do Silício oferecem aplicativos a usuários que, em contrapartida, lhes entregam seus dados pessoais. Localização, histórico da atividade on-line, contatos etc. são coletados sem pudor, analisados e revendidos a anunciantes publicitários felizes em mirar as “pessoas certas, transmitindo-lhes sua mensagem certa no momento certo”, como alardeia a direção do Facebook. “Se é gratuito, então você é o produto”, já anunciava um slogan dos anos 1970.
Enquanto as controvérsias sobre vigilância se multiplicam desde as revelações de Edward Snowden em 2013, a extorsão de dados com objetivos comerciais quase não é percebida como uma questão política, ou seja, ligada às escolhas comuns e podendo se tornar objeto de uma deliberação coletiva. Fora das associações especializadas, ela praticamente não mobiliza ninguém. Talvez porque é pouco conhecida.
Nos anos 1970, o economista norte-americano Dallas Smythe avisava que qualquer pessoa arriada diante de uma tela é um trabalhador que ignora a si próprio. A televisão, explica, produz uma mercadoria, a audiência, composta daatenção dos telespectadores, que as redes vendem para os anunciantes. “Você contribui com seu tempo de trabalho não remunerado e, em troca, recebe os programas e a publicidade”. O labor não pago do internauta se mostra mais ativo do que o do espectador. Nas redes sociais, nós mesmos convertemos nossas amizades, emoções, desejos e cólera em dados que podem ser explorados por algoritmos. Cada perfil, cada “curtir”, cada tweet, cada solicitação, cada clique derrama uma gota de informação de valor no oceano dos servidores refrigerados instalados pela Amazon, pelo Google e pela Microsoft em todos os continentes.
(Pierre Rimbert. Le Monde Diplomatique Brasil, setembro de 2016)
A intenção do autor do texto é
 

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2522926 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Militar
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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No que concerne às sanções disciplinares, o Regulamento Disciplinar da Polícia Militar prevê que
 

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2522572 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Dados pessoais, uma questão política
No mundo, foram vendidos 1,424 bilhão de smartphones em 2015; 200 milhões a mais que no ano anterior. Um terço da humanidade carrega um computador no bolso. Manipular esse aparelho tão prático é algo de tal forma óbvio que quase nos faz esquecer o que ele nos impõe em troca e sobre o que repousa toda a economia digital: as empresas do Vale do Silício oferecem aplicativos a usuários que, em contrapartida, lhes entregam seus dados pessoais. Localização, histórico da atividade on-line, contatos etc. são coletados sem pudor, analisados e revendidos a anunciantes publicitários felizes em mirar as “pessoas certas, transmitindo-lhes sua mensagem certa no momento certo”, como alardeia a direção do Facebook. “Se é gratuito, então você é o produto”, já anunciava um slogan dos anos 1970.
Enquanto as controvérsias sobre vigilância se multiplicam desde as revelações de Edward Snowden em 2013, a extorsão de dados com objetivos comerciais quase não é percebida como uma questão política, ou seja, ligada às escolhas comuns e podendo se tornar objeto de uma deliberação coletiva. Fora das associações especializadas, ela praticamente não mobiliza ninguém. Talvez porque é pouco conhecida.
Nos anos 1970, o economista norte-americano Dallas Smythe avisava que qualquer pessoa arriada diante de uma tela é um trabalhador que ignora a si próprio. A televisão, explica, produz uma mercadoria, a audiência, composta daatenção dos telespectadores, que as redes vendem para os anunciantes. “Você contribui com seu tempo de trabalho não remunerado e, em troca, recebe os programas e a publicidade”. O labor não pago do internauta se mostra mais ativo do que o do espectador. Nas redes sociais, nós mesmos convertemos nossas amizades, emoções, desejos e cólera em dados que podem ser explorados por algoritmos. Cada perfil, cada “curtir”, cada tweet, cada solicitação, cada clique derrama uma gota de informação de valor no oceano dos servidores refrigerados instalados pela Amazon, pelo Google e pela Microsoft em todos os continentes.
(Pierre Rimbert. Le Monde Diplomatique Brasil, setembro de 2016)
Chama-se conversão – ou derivação imprópria – o emprego de uma palavra fora de sua classe gramatical normal. Na passagem – Cada perfil, cada “curtir”, cada tweet, cada solicitação, cada clique derrama uma gota de informação de valor... –, o termo que exemplifica esse processo de derivação é:
 

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