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Texto I.
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!”. E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”.
Que um casal que estivesse em casa mal-humorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.
(Braga, Rubem in. As cem melhores crônicas brasileiras / Joaquim
Ferreira dos Santos, organização e introdução. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. Fragmento.)
“Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente.” O período em destaque é constituído de
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: PM-TO
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
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- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos de NacionalidadeBrasileiros Natos e NaturalizadosDistinções Constitucionais
De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil NÃO são privativos de brasileiro nato os cargos de
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Texto V.
Em 1964, nos EUA, às 3h20 da madrugada, uma mulher de vinte e oito anos voltava para casa após o trabalho. Ela era gerente de um bar da região. Diante do seu domicílio, na calçada, foi apunhalada por um homem. Vários moradores das casas vizinhas observaram a cena. Da sacada de um apartamento em frente um homem gritou: “Deixe a moça em paz!”. O agressor afastou-se por uns instantes, mas voltou em seguida, apunhalando-a de novo, enquanto ela gritava por socorro. Outras luzes se acenderam, ele pegou seu carro e partiu. Catherine Genovese arrastou-se até sua porta e tentava abri-la, quando o agressor voltou e lhe deu o golpe fatal.
Às 3h50, a polícia recebeu um chamado de vizinhos e em dois minutos chegou ao local. Dentre as trinta e oito pessoas que assistiram ao assassinato, apenas um homem, uma senhora de setenta anos e uma jovem vieram falar com os policiais. O homem explicou que ao presenciar a agressão não sabia o que fazer e ligou para um de seus amigos advogados. Depois foi ao apartamento da mulher de setenta anos para lhe pedir que telefonasse para a polícia. Resmungou que ele mesmo não queria se envolver nesse caso.
(Blackburn, Pierre in. Filosofando – Introdução à Filosofia.
Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins. 4ª Ed. São Paulo: Moderna, 2009. Adaptado.)
A forma verbal destacada em “Deixe a moça em paz!” associada ao uso do sinal de exclamação indica, de acordo com o contexto, que
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: PM-TO
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Texto IV .
Bombeiros encontram corpos de três dos seis
desaparecidos em porto no Amapá
Equipes do Corpo de Bombeiros do Amapá encontraram na manhã deste sábado os corpos de três dos seis trabalhadores que haviam desaparecido no Rio Amazonas após o desmoronamento de um barranco no porto da mineradora Anglo American, em Santana, a 20 quilômetros de Macapá, na última quinta-feira.
Dois dos corpos foram encontrados no Rio Amazonas a seis quilômetros do porto, sendo que a outra vítima foi achada próxima ao local do acidente. Enquanto os bombeiros dão continuidade aos trabalhos de resgate, outros três trabalhadores seguem desaparecidos.
Segundo a multinacional, parte do terreno situado às margens do rio Amazonas desmoronou e levou toda estrutura do porto, incluindo caminhões, contêineres, guindastes e outros equipamentos. A área destruída foi estimada em 16.100 metros quadrados.
Embora esse deslizamento inicialmente tenha sido atribuído a uma onda gigante que teria passado pelo rio Amazonas, as autoridades locais esclareceram que as causas do acidente ainda são investigadas, tendo em vista que a onda citada, que comprometeu outras embarcações em Santana, poderia ter sido provocada pelo próprio desabamento do porto.
Os trabalhos de resgate, iniciados na madrugada de quinta-feira, foram reiniciados nas primeiras horas deste sábado com o auxílio de mergulhadores e de diferentes embarcações da Marinha e dos bombeiros.
Em comunicado, a mineradora Anglo American informou que continua colaborando no resgate dos outros três corpos e no apoio aos familiares das vítimas e dos desaparecidos.
O coronel Ademar Rodrigues dos Anjos, oficial do Corpo de Bombeiros que comanda as buscas, afirmou que a identificação das vítimas não será difícil porque os corpos encontrados estão relativamente preservados.
(Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/
bombeirosencontram- corpos-de-tres-dos-seis-desaparecidos-em-porto-no-amapa)
Numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª em relação à razão do acento gráfico.
1.Hiato
2.Proparoxítonas
3.Oxítonas terminadas em “a”, “e” e “o”
( ) vítima, próxima
( ) Amapá, Macapá
( ) sábado, quilômetros
( ) destruída, atribuído
A sequência está correta em
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Acerca dos deveres éticos, é INCORRETO afirmar que
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Texto III.
Fotos roubadas: a vítima abre as portas para o ladrão
Não é difícil para um hacker, com o conhecimento técnico certo, invadir um computador pessoal e colher dali fotos e informações que possa usar para denegrir a imagem da vítima na Internet ou chantageá-la. Mas para alcançar seu objetivo, o criminoso depende da ajuda do usuário: o clique em um link desconhecido, enviado na maioria das vezes por e-mail. “O criminoso encontra uma forma de entrar, mas precisa de um ambiente favorável. E isso acontece quando você clica em um link que não é seguro ou mantém uma senha fraca para acesso ao e-mail, por exemplo”, explica, ao site de VEJA, o especialista em crimes virtuais, Wanderson Castilho.
Assim, o cracker ganha passagem liberada para as informações fornecidas pelo usuário, que se torna o “causador de sua falta de privacidade”, define Castilho. “De repente, ele nem chegou a entrar no computador, mas teve o caminho facilitado pelo e-mail, por onde foram enviadas senhas e outros dados sigilosos”, exemplifica o especialista, que é autor do livro Manual do Detetive Virtual. “É muito pequena a probabilidade de um hacker invadir seu sistema aleatoriamente. É bem maior a chance de você contribuir para isso, instalando um programa malicioso, que autoriza a entrada do criminoso, deixando sua máquina aberta em algum lugar público.”
(Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia
/vida-digital/fotosroubadas- a-vitima-abre-as-portas-para-o-ladrao)
Em “O criminoso encontra uma forma de entrar, mas precisa de um ambiente favorável.” há uma relação estabelecida no período de
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