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Foram encontradas 90 questões.

2352007 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: Polícia Científica-PR
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Dada a matriz !$ A = \begin{bmatrix} -1 & 3 \\ 4 & 2 \end{bmatrix} !$ e a matriz !$ B = \begin{bmatrix} 1 & 2 \\ 3 & 4 \end{bmatrix} !$, assinale a alternativa que apresenta a matriz C que representa o produto da matriz A e B, ou seja, C = A * B.
 

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2352006 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: Polícia Científica-PR
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Dadas a matriz !$ A = \begin{bmatrix} 3 & 0 \\ 4 & -7 \end{bmatrix} !$ e a matriz !$ B = \begin{bmatrix} 1 & 2 \\ 0 & -2 \end{bmatrix} !$, assinale a alternativa que apresenta a matriz C que representa a subtração da matriz A e B, ou seja, C = A - B.
 

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2352005 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: Polícia Científica-PR
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Dadas a matriz !$ A = \begin{bmatrix} 2 & 3 & 0 \\ 0 & 1 & -1 \end{bmatrix} !$ e a matriz !$ B = \begin{bmatrix} 3 & 1 & 1 \\ 1 & -1 & 2 \end{bmatrix} !$, assinale a alternativa que apresenta a matriz C que representa a soma da matriz A e B, ou seja, C = A + B:
 

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2352001 Ano: 2017
Disciplina: Biologia
Banca: IBFC
Orgão: Polícia Científica-PR
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A membrana plasmática exerce papel fundamental no transporte de substâncias entre o meio interno e externo da célula devido a sua permeabilidade seletiva. Considere as afirmações descritas abaixo:
I. Processo que ocorre com o auxílio de uma proteína transportadora, denominada permease, que facilita a entrada na célula, de um meio mais concentrado para um meio menos concentrado, responsável pela passagem de aminoácidos e açúcares, sem consumo de energia.
II. Processo pelo qual somente a água atravessa a membrana plasmática semipermeável espontaneamente, ou seja, a membrana plasmática não permite a passagem de soluto. A passagem ocorre de uma solução menos concentrada (mais rica em água) para a mais concentrada (menos rica em água).
III. Processo pelo qual ocorre o transporte passivo de uma substância de um meio onde existe maior quantidade para um meio onde existe menor quantidade dessa substância, sendo que o meio pode ser líquido ou gasoso.
IV. Processo pelo qual a célula engloba partículas sólidas por meio dos pseudópodes, que envolvem a substância, trazendo-a para o seu interior.
V. Processo pelo qual as substâncias passam do local de menor concentração para o de maior concentração, com o auxílio das permeases, implicando consumo de energia por parte da célula.
VI. Processo pelo qual a célula engloba partículas líquidas ou muito pequenas, por meios de canais que se formam na membrana plasmática.
Assinale a alternativa que indica, na ordem apresentada, os nomes dos processos de transporte das células descritas nas afirmações.
 

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2351999 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: Polícia Científica-PR
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Dado um prisma hexagonal regular de aresta da base com medida A e aresta lateral com medida H, assinale a alternativa que apresenta a equação que identifica a área total desse prisma:
 

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2351997 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: Polícia Científica-PR
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Com relação à semelhança de triângulos, analise as afirmativas a seguir:
I. Dois triângulos são semelhantes se, e se somente se, possuem os três ângulos ordenadamente congruentes.
II. Dois triângulos são semelhantes se, e se somente se, possuem os lados homólogos proporcionais.
III. Dois triângulos são semelhantes se, e se somente se, possuem os três ângulos ordenadamente congruentes e os lados homólogos proporcionais.
Nessas condições, está correto o que se afirma em:
 

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Base do crânio explodiu, descreve legista
A autópsia no corpo de Ayrton Senna começou a ser feita ontem às 10h locais (5h de Brasília) pelos legistas Michele Romanelli e Pierludovico Ricci, do Instituto Médico Legal de Bolonha. O laudo oficial tem 60 dias para ser preparado. A Folha conversou com uma médica do IML que viu o corpo de Senna na segunda-feira de manhã e ontem – antes e depois da autópsia. Segundo sua descrição, no dia seguinte ao acidente o rosto do piloto estava desfigurado. A médica pediu para que seu nome não fosse revelado.
Muito inchada, a cabeça quase se juntava aos ombros. Os médicos concluíram, após a autópsia, que Senna teve morte instantânea na batida a 290 km/h na curva Tamburello. Teve também parada cardíaca naquele momento e circulação praticamente interrompida.
Quando os médicos o reanimaram – ativando os batimentos cardíacos e a circulação artificialmente –, o piloto já havia morrido. A atividade cerebral era inexistente. Não há possibilidade de sobrevivência nesses casos. [...]
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/5/04/esporte/9.html. Acesso em: 01/02/17)
O texto acima é uma notícia cujo objetivo é informar. Contudo, uma análise atenta do título revela seu caráter:
 

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O médico que ousou afirmar que os médicos erram – inclusive os bons
Em um mesmo dia, o neurocirurgião Henry Marsh fez duas cirurgias. Operou o cérebro de uma mulher de 28 anos, grávida de 37 semanas, para retirar um tumor benigno que comprimia o nervo óptico a ponto de ser improvável que ela pudesse enxergar seu bebê quando nascesse. Em seguida, dissecou um tumor do cérebro de uma mulher já na casa dos 50 anos. A cirurgia era mais simples, mas a malignidade do tumor não dava esperanças de que ela vivesse mais do que alguns meses. Ao final do dia, Marsh constatou que a jovem mãe acordara da cirurgia e vira o rostinho do bebê, que nascera em uma cesárea planejada em sequência à operação cerebral. O pai do bebê gritara pelo corredor que Marsh fizera um milagre. A seguir, em outro quarto do mesmo hospital, Marsh descobria que a paciente com o tumor maligno nunca mais acordaria. Provavelmente, ele escavara o cérebro mais do que seria recomendável – e apressara a morte da paciente, que teve uma hemorragia cerebral. O marido e a filha da mulher o acusaram de ter roubado os últimos momentos juntos que restavam à família.
É esse jogo entre vida e morte, angústia e alívio, comum à vida dos médicos, que Marsh narra em seu livro Sem causar mal – Histórias de vida, morte e neurocirurgia (...), lançado nesta semana no Brasil. Para suportar essa tensão, Marsh afirma que uma boa dose de autoconfiança é um pré-requisito necessário a médicos que fazem cirurgias consideradas por ele mais desafiadoras do que outras. Não sem um pouco de vaidade, Marsh inclui nesse rol as operações cerebrais, nas quais seus instrumentos cirúrgicos deslizam por “pensamentos, emoções, memórias, sonhos e reflexões”, todos da consistência de gelatina. [...]
(Disponível em: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/06/omedico-que-ousou-afirmar-que-os-medicos-erram-inclusive-os-bons.html. Acesso em 01/01/17)
O pronome relativo destacado em “as operações cerebrais, nas quais seus instrumentos cirúrgicos deslizam” (2º§) poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido e adequando-se à norma, por:
 

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O médico que ousou afirmar que os médicos erram – inclusive os bons
Em um mesmo dia, o neurocirurgião Henry Marsh fez duas cirurgias. Operou o cérebro de uma mulher de 28 anos, grávida de 37 semanas, para retirar um tumor benigno que comprimia o nervo óptico a ponto de ser improvável que ela pudesse enxergar seu bebê quando nascesse. Em seguida, dissecou um tumor do cérebro de uma mulher já na casa dos 50 anos. A cirurgia era mais simples, mas a malignidade do tumor não dava esperanças de que ela vivesse mais do que alguns meses. Ao final do dia, Marsh constatou que a jovem mãe acordara da cirurgia e vira o rostinho do bebê, que nascera em uma cesárea planejada em sequência à operação cerebral. O pai do bebê gritara pelo corredor que Marsh fizera um milagre. A seguir, em outro quarto do mesmo hospital, Marsh descobria que a paciente com o tumor maligno nunca mais acordaria. Provavelmente, ele escavara o cérebro mais do que seria recomendável – e apressara a morte da paciente, que teve uma hemorragia cerebral. O marido e a filha da mulher o acusaram de ter roubado os últimos momentos juntos que restavam à família.
É esse jogo entre vida e morte, angústia e alívio, comum à vida dos médicos, que Marsh narra em seu livro Sem causar mal – Histórias de vida, morte e neurocirurgia (...), lançado nesta semana no Brasil. Para suportar essa tensão, Marsh afirma que uma boa dose de autoconfiança é um pré-requisito necessário a médicos que fazem cirurgias consideradas por ele mais desafiadoras do que outras. Não sem um pouco de vaidade, Marsh inclui nesse rol as operações cerebrais, nas quais seus instrumentos cirúrgicos deslizam por “pensamentos, emoções, memórias, sonhos e reflexões”, todos da consistência de gelatina. [...]
(Disponível em: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/06/omedico-que-ousou-afirmar-que-os-medicos-erram-inclusive-os-bons.html. Acesso em 01/01/17)
Considere o período abaixo para responder à questão.
Operou o cérebro de uma mulher de 28 anos, grávida de 37 semanas, para retirar um tumor benigno que comprimia o nervo óptico a ponto de ser improvável que ela pudesse enxergar seu bebê quando nascesse.”(1º§)
A preposição destacada no trecho acima contribui para a coesão do texto introduzindo o valor semântico de:
 

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O médico que ousou afirmar que os médicos erram – inclusive os bons
Em um mesmo dia, o neurocirurgião Henry Marsh fez duas cirurgias. Operou o cérebro de uma mulher de 28 anos, grávida de 37 semanas, para retirar um tumor benigno que comprimia o nervo óptico a ponto de ser improvável que ela pudesse enxergar seu bebê quando nascesse. Em seguida, dissecou um tumor do cérebro de uma mulher já na casa dos 50 anos. A cirurgia era mais simples, mas a malignidade do tumor não dava esperanças de que ela vivesse mais do que alguns meses. Ao final do dia, Marsh constatou que a jovem mãe acordara da cirurgia e vira o rostinho do bebê, que nascera em uma cesárea planejada em sequência à operação cerebral. O pai do bebê gritara pelo corredor que Marsh fizera um milagre. A seguir, em outro quarto do mesmo hospital, Marsh descobria que a paciente com o tumor maligno nunca mais acordaria. Provavelmente, ele escavara o cérebro mais do que seria recomendável – e apressara a morte da paciente, que teve uma hemorragia cerebral. O marido e a filha da mulher o acusaram de ter roubado os últimos momentos juntos que restavam à família.
É esse jogo entre vida e morte, angústia e alívio, comum à vida dos médicos, que Marsh narra em seu livro Sem causar mal – Histórias de vida, morte e neurocirurgia (...), lançado nesta semana no Brasil. Para suportar essa tensão, Marsh afirma que uma boa dose de autoconfiança é um pré-requisito necessário a médicos que fazem cirurgias consideradas por ele mais desafiadoras do que outras. Não sem um pouco de vaidade, Marsh inclui nesse rol as operações cerebrais, nas quais seus instrumentos cirúrgicos deslizam por “pensamentos, emoções, memórias, sonhos e reflexões”, todos da consistência de gelatina. [...]
(Disponível em: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/06/omedico-que-ousou-afirmar-que-os-medicos-erram-inclusive-os-bons.html. Acesso em 01/01/17)
Considere o período abaixo para responder à questão.
Operou o cérebro de uma mulher de 28 anos, grávida de 37 semanas, para retirar um tumor benigno que comprimia o nervo óptico a ponto de ser improvável que ela pudesse enxergar seu bebê quando nascesse.”(1º§)
A complexidade da estrutura do período em análise deve-se:
 

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