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AFINIDADE
Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem a
todo e qualquer tempo. A afinidade não é o mais brilhante,
mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente. Não importa o tempo, a ausência,
os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando realmente há afinidade, qualquer reencontro
retoma a relação no exato ponto em que foi interrompido.
Retoma também o diálogo, a conversa, o afeto.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo para
o objetivo. Do permanente sobre o passageiro. Do básico
sobre o superficial.
É muito raro ter afinidade.
Mas quando existe não se precisa de códigos verbais para
se expressar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e
permanece depois que as pessoas deixaram de estar
juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um afim, sai
simples e claro diante de alguém com quem você tem
afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos
mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras.
Afinidade é jamais "sentir por".
Quem "sente por", confunde afinidade com masoquismo,
mas quem "sente com", avalia sem se contaminar.
(...)
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas
quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retornar à relação no ponto em que parou sem
lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas pela vida,
para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais
a expressão do outro sob a forma ampliada do eu
individual aprimorado.
Do livro: "Alguém que já não fui" Artur da Távola, pseudônimo de Paulo
Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros - Adaptado
Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
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AFINIDADE
Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem a
todo e qualquer tempo. A afinidade não é o mais brilhante,
mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente. Não importa o tempo, a ausência,
os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando realmente há afinidade, qualquer reencontro
retoma a relação no exato ponto em que foi interrompido.
Retoma também o diálogo, a conversa, o afeto.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo para
o objetivo. Do permanente sobre o passageiro. Do básico
sobre o superficial.
É muito raro ter afinidade.
Mas quando existe não se precisa de códigos verbais para
se expressar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e
permanece depois que as pessoas deixaram de estar
juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um afim, sai
simples e claro diante de alguém com quem você tem
afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos
mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras.
Afinidade é jamais "sentir por".
Quem "sente por", confunde afinidade com masoquismo,
mas quem "sente com", avalia sem se contaminar.
(...)
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas
quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retornar à relação no ponto em que parou sem
lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas pela vida,
para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais
a expressão do outro sob a forma ampliada do eu
individual aprimorado.
Do livro: "Alguém que já não fui" Artur da Távola, pseudônimo de Paulo
Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros - Adaptado
Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
“É muito raro ter afinidade.”
A oração destacada, sintaticamente, exerce função de:
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Encontrar "gás do riso" no espaço pode ser
sinal de vida, sugere estudo.
Pesquisadores defendem que óxido nitroso detectado em
atmosferas de exoplanetas deve ser considerado
bioassinatura, já que microrganismos são capazes de
produzi-lo.
Além de moléculas de oxigênio, hidrogênio e carbono, um
time de pesquisadores da Universidade da Califórnia em
Riverside (UCR), nos Estados Unidos, sugere que mais um
gás deve ser considerado favorável à vida, caso seja
encontrado no espaço: o óxido nitroso (N2O). Ou, como ele
é mais conhecido, o "gás hilariante" ou "gás do riso".
O óxido nitroso pode ser produzido de várias formas pelos
seres vivos, principalmente por microorganismos que
realizam um processo metabólico que transforma outros
compostos de nitrogênio em N2O, produzindo, assim,
energia útil.
(...)
A primeira parte da investigação consistiu em determinar
quanto de óxido nitroso seres vivos, em um planeta
semelhante à Terra, poderiam produzir. Para isso, eles
criaram um simulador de biosfera que apontava quanto
N2O o planeta escolhido poderia produzir em torno de
diferentes tipos de estrelas, além de quanto N2O poderia
ser detectado por um observatório como o Telescópio
Espacial James Webb.
Um dos escolhidos para essa simulação foram planetas do
sistema estelar da anã vermelha TRAPPIST-1, que contém
algumas similaridades com o nosso sistema solar.
O gás hilariante também pode ser detectado em uma
atmosfera e, mesmo assim, não indicar vida, conforme
descobriu a equipe de Schwieterman. Isso porque eles
identificaram que certa quantidade de N2O pode ser
detectada junto de dióxido de nitrogênio (NO2) — um
poluente. Esses gases são criados por raios, o que
evidencia para a astrobiologia que um clima ou que
processos geológicos não favoráveis à vida produzem o gás.
O astrobiólogo ainda afirma que estrelas anãs dos tipos K e
M produzem um espectro de luz menos eficaz em quebrar
moléculas de gás hilariante, resultando em uma maior
quantidade do composto em um planeta que pode ser
habitado.
(...)
Para os pesquisadores, agora é hora dos astrobiólogos
considerarem gases alternativos de bioassinatura, como é
o caso do óxido nitroso. Isso porque o telescópio James
Webb pode, em breve, enviar informações sobre as
atmosferas de planetas rochosos semelhantes à Terra,
como os do sistema TRAPPIST-1.
Fonte:
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/
2022/10/encontrar-gas-do-riso-no-espaco-pode-ser-sinalde-vida-sugere-estudo.htm
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Encontrar "gás do riso" no espaço pode ser
sinal de vida, sugere estudo.
Pesquisadores defendem que óxido nitroso detectado em
atmosferas de exoplanetas deve ser considerado
bioassinatura, já que microrganismos são capazes de
produzi-lo.
Além de moléculas de oxigênio, hidrogênio e carbono, um
time de pesquisadores da Universidade da Califórnia em
Riverside (UCR), nos Estados Unidos, sugere que mais um
gás deve ser considerado favorável à vida, caso seja
encontrado no espaço: o óxido nitroso (N2O). Ou, como ele
é mais conhecido, o "gás hilariante" ou "gás do riso".
O óxido nitroso pode ser produzido de várias formas pelos
seres vivos, principalmente por microorganismos que
realizam um processo metabólico que transforma outros
compostos de nitrogênio em N2O, produzindo, assim,
energia útil.
(...)
A primeira parte da investigação consistiu em determinar
quanto de óxido nitroso seres vivos, em um planeta
semelhante à Terra, poderiam produzir. Para isso, eles
criaram um simulador de biosfera que apontava quanto
N2O o planeta escolhido poderia produzir em torno de
diferentes tipos de estrelas, além de quanto N2O poderia
ser detectado por um observatório como o Telescópio
Espacial James Webb.
Um dos escolhidos para essa simulação foram planetas do
sistema estelar da anã vermelha TRAPPIST-1, que contém
algumas similaridades com o nosso sistema solar.
O gás hilariante também pode ser detectado em uma
atmosfera e, mesmo assim, não indicar vida, conforme
descobriu a equipe de Schwieterman. Isso porque eles
identificaram que certa quantidade de N2O pode ser
detectada junto de dióxido de nitrogênio (NO2) — um
poluente. Esses gases são criados por raios, o que
evidencia para a astrobiologia que um clima ou que
processos geológicos não favoráveis à vida produzem o gás.
O astrobiólogo ainda afirma que estrelas anãs dos tipos K e
M produzem um espectro de luz menos eficaz em quebrar
moléculas de gás hilariante, resultando em uma maior
quantidade do composto em um planeta que pode ser
habitado.
(...)
Para os pesquisadores, agora é hora dos astrobiólogos
considerarem gases alternativos de bioassinatura, como é
o caso do óxido nitroso. Isso porque o telescópio James
Webb pode, em breve, enviar informações sobre as
atmosferas de planetas rochosos semelhantes à Terra,
como os do sistema TRAPPIST-1.
Fonte:
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/
2022/10/encontrar-gas-do-riso-no-espaco-pode-ser-sinalde-vida-sugere-estudo.htm
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Encontrar "gás do riso" no espaço pode ser
sinal de vida, sugere estudo.
Pesquisadores defendem que óxido nitroso detectado em
atmosferas de exoplanetas deve ser considerado
bioassinatura, já que microrganismos são capazes de
produzi-lo.
Além de moléculas de oxigênio, hidrogênio e carbono, um
time de pesquisadores da Universidade da Califórnia em
Riverside (UCR), nos Estados Unidos, sugere que mais um
gás deve ser considerado favorável à vida, caso seja
encontrado no espaço: o óxido nitroso (N2O). Ou, como ele
é mais conhecido, o "gás hilariante" ou "gás do riso".
O óxido nitroso pode ser produzido de várias formas pelos
seres vivos, principalmente por microorganismos que
realizam um processo metabólico que transforma outros
compostos de nitrogênio em N2O, produzindo, assim,
energia útil.
(...)
A primeira parte da investigação consistiu em determinar
quanto de óxido nitroso seres vivos, em um planeta
semelhante à Terra, poderiam produzir. Para isso, eles
criaram um simulador de biosfera que apontava quanto
N2O o planeta escolhido poderia produzir em torno de
diferentes tipos de estrelas, além de quanto N2O poderia
ser detectado por um observatório como o Telescópio
Espacial James Webb.
Um dos escolhidos para essa simulação foram planetas do
sistema estelar da anã vermelha TRAPPIST-1, que contém
algumas similaridades com o nosso sistema solar.
O gás hilariante também pode ser detectado em uma
atmosfera e, mesmo assim, não indicar vida, conforme
descobriu a equipe de Schwieterman. Isso porque eles
identificaram que certa quantidade de N2O pode ser
detectada junto de dióxido de nitrogênio (NO2) — um
poluente. Esses gases são criados por raios, o que
evidencia para a astrobiologia que um clima ou que
processos geológicos não favoráveis à vida produzem o gás.
O astrobiólogo ainda afirma que estrelas anãs dos tipos K e
M produzem um espectro de luz menos eficaz em quebrar
moléculas de gás hilariante, resultando em uma maior
quantidade do composto em um planeta que pode ser
habitado.
(...)
Para os pesquisadores, agora é hora dos astrobiólogos
considerarem gases alternativos de bioassinatura, como é
o caso do óxido nitroso. Isso porque o telescópio James
Webb pode, em breve, enviar informações sobre as
atmosferas de planetas rochosos semelhantes à Terra,
como os do sistema TRAPPIST-1.
Fonte:
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/
2022/10/encontrar-gas-do-riso-no-espaco-pode-ser-sinalde-vida-sugere-estudo.htm
Isso porque o telescópio James Webb pode, em breve, enviar informações sobre as atmosferas de planetas rochosos semelhantes à Terra...
O termo “em breve” está entre vírgulas por se tratar de:
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Encontrar "gás do riso" no espaço pode ser
sinal de vida, sugere estudo.
Pesquisadores defendem que óxido nitroso detectado em
atmosferas de exoplanetas deve ser considerado
bioassinatura, já que microrganismos são capazes de
produzi-lo.
Além de moléculas de oxigênio, hidrogênio e carbono, um
time de pesquisadores da Universidade da Califórnia em
Riverside (UCR), nos Estados Unidos, sugere que mais um
gás deve ser considerado favorável à vida, caso seja
encontrado no espaço: o óxido nitroso (N2O). Ou, como ele
é mais conhecido, o "gás hilariante" ou "gás do riso".
O óxido nitroso pode ser produzido de várias formas pelos
seres vivos, principalmente por microorganismos que
realizam um processo metabólico que transforma outros
compostos de nitrogênio em N2O, produzindo, assim,
energia útil.
(...)
A primeira parte da investigação consistiu em determinar
quanto de óxido nitroso seres vivos, em um planeta
semelhante à Terra, poderiam produzir. Para isso, eles
criaram um simulador de biosfera que apontava quanto
N2O o planeta escolhido poderia produzir em torno de
diferentes tipos de estrelas, além de quanto N2O poderia
ser detectado por um observatório como o Telescópio
Espacial James Webb.
Um dos escolhidos para essa simulação foram planetas do
sistema estelar da anã vermelha TRAPPIST-1, que contém
algumas similaridades com o nosso sistema solar.
O gás hilariante também pode ser detectado em uma
atmosfera e, mesmo assim, não indicar vida, conforme
descobriu a equipe de Schwieterman. Isso porque eles
identificaram que certa quantidade de N2O pode ser
detectada junto de dióxido de nitrogênio (NO2) — um
poluente. Esses gases são criados por raios, o que
evidencia para a astrobiologia que um clima ou que
processos geológicos não favoráveis à vida produzem o gás.
O astrobiólogo ainda afirma que estrelas anãs dos tipos K e
M produzem um espectro de luz menos eficaz em quebrar
moléculas de gás hilariante, resultando em uma maior
quantidade do composto em um planeta que pode ser
habitado.
(...)
Para os pesquisadores, agora é hora dos astrobiólogos
considerarem gases alternativos de bioassinatura, como é
o caso do óxido nitroso. Isso porque o telescópio James
Webb pode, em breve, enviar informações sobre as
atmosferas de planetas rochosos semelhantes à Terra,
como os do sistema TRAPPIST-1.
Fonte:
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/
2022/10/encontrar-gas-do-riso-no-espaco-pode-ser-sinalde-vida-sugere-estudo.htm
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sinal de vida, sugere estudo.
Pesquisadores defendem que óxido nitroso detectado em
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bioassinatura, já que microrganismos são capazes de
produzi-lo.
Além de moléculas de oxigênio, hidrogênio e carbono, um
time de pesquisadores da Universidade da Califórnia em
Riverside (UCR), nos Estados Unidos, sugere que mais um
gás deve ser considerado favorável à vida, caso seja
encontrado no espaço: o óxido nitroso (N2O). Ou, como ele
é mais conhecido, o "gás hilariante" ou "gás do riso".
O óxido nitroso pode ser produzido de várias formas pelos
seres vivos, principalmente por microorganismos que
realizam um processo metabólico que transforma outros
compostos de nitrogênio em N2O, produzindo, assim,
energia útil.
(...)
A primeira parte da investigação consistiu em determinar
quanto de óxido nitroso seres vivos, em um planeta
semelhante à Terra, poderiam produzir. Para isso, eles
criaram um simulador de biosfera que apontava quanto
N2O o planeta escolhido poderia produzir em torno de
diferentes tipos de estrelas, além de quanto N2O poderia
ser detectado por um observatório como o Telescópio
Espacial James Webb.
Um dos escolhidos para essa simulação foram planetas do
sistema estelar da anã vermelha TRAPPIST-1, que contém
algumas similaridades com o nosso sistema solar.
O gás hilariante também pode ser detectado em uma
atmosfera e, mesmo assim, não indicar vida, conforme
descobriu a equipe de Schwieterman. Isso porque eles
identificaram que certa quantidade de N2O pode ser
detectada junto de dióxido de nitrogênio (NO2) — um
poluente. Esses gases são criados por raios, o que
evidencia para a astrobiologia que um clima ou que
processos geológicos não favoráveis à vida produzem o gás.
O astrobiólogo ainda afirma que estrelas anãs dos tipos K e
M produzem um espectro de luz menos eficaz em quebrar
moléculas de gás hilariante, resultando em uma maior
quantidade do composto em um planeta que pode ser
habitado.
(...)
Para os pesquisadores, agora é hora dos astrobiólogos
considerarem gases alternativos de bioassinatura, como é
o caso do óxido nitroso. Isso porque o telescópio James
Webb pode, em breve, enviar informações sobre as
atmosferas de planetas rochosos semelhantes à Terra,
como os do sistema TRAPPIST-1.
Fonte:
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/
2022/10/encontrar-gas-do-riso-no-espaco-pode-ser-sinalde-vida-sugere-estudo.htm
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Encontrar "gás do riso" no espaço pode ser
sinal de vida, sugere estudo.
Pesquisadores defendem que óxido nitroso detectado em
atmosferas de exoplanetas deve ser considerado
bioassinatura, já que microrganismos são capazes de
produzi-lo.
Além de moléculas de oxigênio, hidrogênio e carbono, um
time de pesquisadores da Universidade da Califórnia em
Riverside (UCR), nos Estados Unidos, sugere que mais um
gás deve ser considerado favorável à vida, caso seja
encontrado no espaço: o óxido nitroso (N2O). Ou, como ele
é mais conhecido, o "gás hilariante" ou "gás do riso".
O óxido nitroso pode ser produzido de várias formas pelos
seres vivos, principalmente por microorganismos que
realizam um processo metabólico que transforma outros
compostos de nitrogênio em N2O, produzindo, assim,
energia útil.
(...)
A primeira parte da investigação consistiu em determinar
quanto de óxido nitroso seres vivos, em um planeta
semelhante à Terra, poderiam produzir. Para isso, eles
criaram um simulador de biosfera que apontava quanto
N2O o planeta escolhido poderia produzir em torno de
diferentes tipos de estrelas, além de quanto N2O poderia
ser detectado por um observatório como o Telescópio
Espacial James Webb.
Um dos escolhidos para essa simulação foram planetas do
sistema estelar da anã vermelha TRAPPIST-1, que contém
algumas similaridades com o nosso sistema solar.
O gás hilariante também pode ser detectado em uma
atmosfera e, mesmo assim, não indicar vida, conforme
descobriu a equipe de Schwieterman. Isso porque eles
identificaram que certa quantidade de N2O pode ser
detectada junto de dióxido de nitrogênio (NO2) — um
poluente. Esses gases são criados por raios, o que
evidencia para a astrobiologia que um clima ou que
processos geológicos não favoráveis à vida produzem o gás.
O astrobiólogo ainda afirma que estrelas anãs dos tipos K e
M produzem um espectro de luz menos eficaz em quebrar
moléculas de gás hilariante, resultando em uma maior
quantidade do composto em um planeta que pode ser
habitado.
(...)
Para os pesquisadores, agora é hora dos astrobiólogos
considerarem gases alternativos de bioassinatura, como é
o caso do óxido nitroso. Isso porque o telescópio James
Webb pode, em breve, enviar informações sobre as
atmosferas de planetas rochosos semelhantes à Terra,
como os do sistema TRAPPIST-1.
Fonte:
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/
2022/10/encontrar-gas-do-riso-no-espaco-pode-ser-sinalde-vida-sugere-estudo.htm
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sinal de vida, sugere estudo.
Pesquisadores defendem que óxido nitroso detectado em
atmosferas de exoplanetas deve ser considerado
bioassinatura, já que microrganismos são capazes de
produzi-lo.
Além de moléculas de oxigênio, hidrogênio e carbono, um
time de pesquisadores da Universidade da Califórnia em
Riverside (UCR), nos Estados Unidos, sugere que mais um
gás deve ser considerado favorável à vida, caso seja
encontrado no espaço: o óxido nitroso (N2O). Ou, como ele
é mais conhecido, o "gás hilariante" ou "gás do riso".
O óxido nitroso pode ser produzido de várias formas pelos
seres vivos, principalmente por microorganismos que
realizam um processo metabólico que transforma outros
compostos de nitrogênio em N2O, produzindo, assim,
energia útil.
(...)
A primeira parte da investigação consistiu em determinar
quanto de óxido nitroso seres vivos, em um planeta
semelhante à Terra, poderiam produzir. Para isso, eles
criaram um simulador de biosfera que apontava quanto
N2O o planeta escolhido poderia produzir em torno de
diferentes tipos de estrelas, além de quanto N2O poderia
ser detectado por um observatório como o Telescópio
Espacial James Webb.
Um dos escolhidos para essa simulação foram planetas do
sistema estelar da anã vermelha TRAPPIST-1, que contém
algumas similaridades com o nosso sistema solar.
O gás hilariante também pode ser detectado em uma
atmosfera e, mesmo assim, não indicar vida, conforme
descobriu a equipe de Schwieterman. Isso porque eles
identificaram que certa quantidade de N2O pode ser
detectada junto de dióxido de nitrogênio (NO2) — um
poluente. Esses gases são criados por raios, o que
evidencia para a astrobiologia que um clima ou que
processos geológicos não favoráveis à vida produzem o gás.
O astrobiólogo ainda afirma que estrelas anãs dos tipos K e
M produzem um espectro de luz menos eficaz em quebrar
moléculas de gás hilariante, resultando em uma maior
quantidade do composto em um planeta que pode ser
habitado.
(...)
Para os pesquisadores, agora é hora dos astrobiólogos
considerarem gases alternativos de bioassinatura, como é
o caso do óxido nitroso. Isso porque o telescópio James
Webb pode, em breve, enviar informações sobre as
atmosferas de planetas rochosos semelhantes à Terra,
como os do sistema TRAPPIST-1.
Fonte:
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/
2022/10/encontrar-gas-do-riso-no-espaco-pode-ser-sinalde-vida-sugere-estudo.htm
Além de moléculas de oxigênio, hidrogênio e carbono, um time de pesquisadores da Universidade da Califórnia em Riverside (UCR), nos Estados Unidos, sugere que mais um gás deve ser considerado favorável à vida, caso seja encontrado no espaço: o óxido nitroso (N2O).
Em relação a esse trecho, o termo “o óxido nitroso (N2O)” é:
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sinal de vida, sugere estudo.
Pesquisadores defendem que óxido nitroso detectado em
atmosferas de exoplanetas deve ser considerado
bioassinatura, já que microrganismos são capazes de
produzi-lo.
Além de moléculas de oxigênio, hidrogênio e carbono, um
time de pesquisadores da Universidade da Califórnia em
Riverside (UCR), nos Estados Unidos, sugere que mais um
gás deve ser considerado favorável à vida, caso seja
encontrado no espaço: o óxido nitroso (N2O). Ou, como ele
é mais conhecido, o "gás hilariante" ou "gás do riso".
O óxido nitroso pode ser produzido de várias formas pelos
seres vivos, principalmente por microorganismos que
realizam um processo metabólico que transforma outros
compostos de nitrogênio em N2O, produzindo, assim,
energia útil.
(...)
A primeira parte da investigação consistiu em determinar
quanto de óxido nitroso seres vivos, em um planeta
semelhante à Terra, poderiam produzir. Para isso, eles
criaram um simulador de biosfera que apontava quanto
N2O o planeta escolhido poderia produzir em torno de
diferentes tipos de estrelas, além de quanto N2O poderia
ser detectado por um observatório como o Telescópio
Espacial James Webb.
Um dos escolhidos para essa simulação foram planetas do
sistema estelar da anã vermelha TRAPPIST-1, que contém
algumas similaridades com o nosso sistema solar.
O gás hilariante também pode ser detectado em uma
atmosfera e, mesmo assim, não indicar vida, conforme
descobriu a equipe de Schwieterman. Isso porque eles
identificaram que certa quantidade de N2O pode ser
detectada junto de dióxido de nitrogênio (NO2) — um
poluente. Esses gases são criados por raios, o que
evidencia para a astrobiologia que um clima ou que
processos geológicos não favoráveis à vida produzem o gás.
O astrobiólogo ainda afirma que estrelas anãs dos tipos K e
M produzem um espectro de luz menos eficaz em quebrar
moléculas de gás hilariante, resultando em uma maior
quantidade do composto em um planeta que pode ser
habitado.
(...)
Para os pesquisadores, agora é hora dos astrobiólogos
considerarem gases alternativos de bioassinatura, como é
o caso do óxido nitroso. Isso porque o telescópio James
Webb pode, em breve, enviar informações sobre as
atmosferas de planetas rochosos semelhantes à Terra,
como os do sistema TRAPPIST-1.
Fonte:
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/
2022/10/encontrar-gas-do-riso-no-espaco-pode-ser-sinalde-vida-sugere-estudo.htm
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