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Foram encontradas 100 questões.

3380019 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Estratégias para engajar a turma com as produções textuais em sala de aula

Quem nunca se pegou absorto pelos pensamentos e sem a menor ideia de como iniciar um texto? Organizar o discurso e transformá-lo em palavras também exige ser capaz de transitar pelos gêneros de texto que circulam em nosso cotidiano, estar consciente diante das mais diversas circunstâncias a que somos involuntariamente convidados a nos posicionarmos de forma clara, objetiva e madura.

Para muitos alunos, a aula de redação pode ser um tormento. Nossa tarefa é mostrar a eles que o uso da linguagem e a escrita fazem parte de nosso dia a dia. Ao proporcionarmos aos nossos alunos o contato com a leitura e a escrita como práticas que exigem a apropriação de recursos linguísticos adequados às mais diversas situações de comunicação, oferecemos a eles condições para que desenvolvam os saberes necessários à constituição de sua competência discursiva.

Portal Nova Escola. Ana Cláudia Santos - Texto Adaptado.

Acesso em: https://tinyurl.com/54rvpmpe

Escrever um texto envolve todo um processo que inclui a interação entre o autor, o público-alvo, o contexto de produção e os meios de circulação. Por isso, é crucial desenvolver critérios de avaliação que orientem nossas metodologias, como a adequação ao tema e ao gênero, a coesão e a coerência (observando fluência, progressão, temporalidade, criatividade ou paragrafação), além do respeito às convenções linguísticas e à escolha adequada de vocabulário.
 

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3380018 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Estratégias para engajar a turma com as produções textuais em sala de aula

Quem nunca se pegou absorto pelos pensamentos e sem a menor ideia de como iniciar um texto? Organizar o discurso e transformá-lo em palavras também exige ser capaz de transitar pelos gêneros de texto que circulam em nosso cotidiano, estar consciente diante das mais diversas circunstâncias a que somos involuntariamente convidados a nos posicionarmos de forma clara, objetiva e madura.

Para muitos alunos, a aula de redação pode ser um tormento. Nossa tarefa é mostrar a eles que o uso da linguagem e a escrita fazem parte de nosso dia a dia. Ao proporcionarmos aos nossos alunos o contato com a leitura e a escrita como práticas que exigem a apropriação de recursos linguísticos adequados às mais diversas situações de comunicação, oferecemos a eles condições para que desenvolvam os saberes necessários à constituição de sua competência discursiva.

Portal Nova Escola. Ana Cláudia Santos - Texto Adaptado.

Acesso em: https://tinyurl.com/54rvpmpe

Escrever exige dedicação e sensibilidade. Quando se incentiva o aluno a criar, apesar da escrita se transformar apenas em uma tarefa, é importante que os alunos reconheçam seu papel como escritores. Portanto, é fundamental ajudá-los a aprimorar suas habilidades de escrita. Um bom escritor revisa, reescreve e compartilha seu trabalho, já que o desenvolvimento da prática discursiva inclui fala, escuta, leitura e escrita.
 

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3380017 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Exploração de gêneros orais

Assim como nas situações de produção de textos escritos, nas quais os autores planejam e organizam o que vão escrever, nas situações formais de comunicação oral é necessário estruturar a fala, levando em consideração sua finalidade e o público a quem se destina. Por exemplo, ao preparar uma exposição sobre dinossauros, os alunos devem considerar o público ouvinte: quem é, o que sabe sobre o assunto, que aspectos poderiam parecer interessantes sobre o tema apresentado, e quais questões e recursos poderiam mantê-lo interessado durante a exposição. Também devem pensar na finalidade: por que fazer essa apresentação oral? Será para introduzir o assunto ou para ampliá-lo? Quanto ao conteúdo, é importante selecionar quais informações sobre os dinossauros serão privilegiadas e que linguagem ou vocabulário será utilizado para tornar o conteúdo compreensível para os ouvintes. Além disso, a forma de apresentação também é essencial: de que maneira será realizada? Utilizarão recursos visuais, como cartazes ou apresentação de slides? Quais temas deverão ser abordados primeiro? Haverá tempo programado para a interação com o público? E, finalmente, como a exposição deverá ser finalizada?

Texto Adaptado. Portal Nova Escola. Denise Guilherme

Além dos recursos fonológicos e linguísticos, a linguagem oral envolve gestos, expressões faciais e outros sinais não linguísticos que ajudam a confirmar as intenções do falante. Aspectos como postura, troca de olhares e até a disposição física das pessoas no ambiente desempenham um papel crucial em eventos que dependem da oralidade.
 

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3380016 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Exploração de gêneros orais

Assim como nas situações de produção de textos escritos, nas quais os autores planejam e organizam o que vão escrever, nas situações formais de comunicação oral é necessário estruturar a fala, levando em consideração sua finalidade e o público a quem se destina. Por exemplo, ao preparar uma exposição sobre dinossauros, os alunos devem considerar o público ouvinte: quem é, o que sabe sobre o assunto, que aspectos poderiam parecer interessantes sobre o tema apresentado, e quais questões e recursos poderiam mantê-lo interessado durante a exposição. Também devem pensar na finalidade: por que fazer essa apresentação oral? Será para introduzir o assunto ou para ampliá-lo? Quanto ao conteúdo, é importante selecionar quais informações sobre os dinossauros serão privilegiadas e que linguagem ou vocabulário será utilizado para tornar o conteúdo compreensível para os ouvintes. Além disso, a forma de apresentação também é essencial: de que maneira será realizada? Utilizarão recursos visuais, como cartazes ou apresentação de slides? Quais temas deverão ser abordados primeiro? Haverá tempo programado para a interação com o público? E, finalmente, como a exposição deverá ser finalizada?

Texto Adaptado. Portal Nova Escola. Denise Guilherme

O trabalho com a oralidade deve ser uma preocupação constante na escola. Os gêneros orais devem estar presentes nas aulas, permitindo que os alunos usem e reflitam sobre a linguagem oral em contextos exclusivamente didáticos. Assim, eles podem reconhecer o poder da palavra falada e como seu uso consciente contribui para uma comunicação mais clara e eficaz.
 

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3380015 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Exploração de gêneros orais

Assim como nas situações de produção de textos escritos, nas quais os autores planejam e organizam o que vão escrever, nas situações formais de comunicação oral é necessário estruturar a fala, levando em consideração sua finalidade e o público a quem se destina. Por exemplo, ao preparar uma exposição sobre dinossauros, os alunos devem considerar o público ouvinte: quem é, o que sabe sobre o assunto, que aspectos poderiam parecer interessantes sobre o tema apresentado, e quais questões e recursos poderiam mantê-lo interessado durante a exposição. Também devem pensar na finalidade: por que fazer essa apresentação oral? Será para introduzir o assunto ou para ampliá-lo? Quanto ao conteúdo, é importante selecionar quais informações sobre os dinossauros serão privilegiadas e que linguagem ou vocabulário será utilizado para tornar o conteúdo compreensível para os ouvintes. Além disso, a forma de apresentação também é essencial: de que maneira será realizada? Utilizarão recursos visuais, como cartazes ou apresentação de slides? Quais temas deverão ser abordados primeiro? Haverá tempo programado para a interação com o público? E, finalmente, como a exposição deverá ser finalizada?

Texto Adaptado. Portal Nova Escola. Denise Guilherme

O trabalho intencional com a oralidade deve ser desenvolvido durante todo o percurso escolar. Além de apresentar aos alunos um repertório mínimo que lhes permita compreender diferentes gêneros orais, é preciso ensiná-los a planejar situações comunicativas levando em consideração o público ouvinte, a finalidade, o conteúdo e a forma da exposição.
 

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3380014 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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A importância da comunicação oral no planejamento escolar

Atividades com a linguagem oral parecem estar presentes na prática de muitos professores. É comum ouvirmos relatos de educadores que dizem criar situações nas quais as crianças são estimuladas a participar das aulas, expressar suas opiniões, falar sobre acontecimentos que acompanham em seu cotidiano, tecer comentários sobre determinados assuntos e que, portanto, estão construindo um domínio satisfatório da oralidade. Diante desse contexto, caberia-nos uma pergunta: se essa linguagem parece ser aprendida espontaneamente nas práticas sociais de comunicação dentro e fora da escola, seria realmente necessário ensiná-la?

Segundo Dolz e Schneuwly (2011), "assim como a atividade humana de 'comer' produz uma refeição, a atividade 'falar' (ou escrever) produz um texto". E o estudo da linguagem oral, assim como a escrita, pressupõe necessariamente a escolha de textos como objetos de trabalho.

Texto adaptado. Denise Guilherme

Acesso em: https://tinyurl.com/3atjp85j

Trabalhar a oralidade vai além de criar situações nas quais os alunos precisam se comunicar verbalmente; é necessário assegurar que eles participem de intercâmbios orais e sejam capazes de planejar sua fala de forma apropriada para diferentes contextos.
 

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3380013 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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A importância da comunicação oral no planejamento escolar

Atividades com a linguagem oral parecem estar presentes na prática de muitos professores. É comum ouvirmos relatos de educadores que dizem criar situações nas quais as crianças são estimuladas a participar das aulas, expressar suas opiniões, falar sobre acontecimentos que acompanham em seu cotidiano, tecer comentários sobre determinados assuntos e que, portanto, estão construindo um domínio satisfatório da oralidade. Diante desse contexto, caberia-nos uma pergunta: se essa linguagem parece ser aprendida espontaneamente nas práticas sociais de comunicação dentro e fora da escola, seria realmente necessário ensiná-la?

Segundo Dolz e Schneuwly (2011), "assim como a atividade humana de 'comer' produz uma refeição, a atividade 'falar' (ou escrever) produz um texto". E o estudo da linguagem oral, assim como a escrita, pressupõe necessariamente a escolha de textos como objetos de trabalho.

Texto adaptado. Denise Guilherme

Acesso em: https://tinyurl.com/3atjp85j

A maioria das crianças aprende a falar antes de ler e escrever, dominando desde cedo diferentes formas de comunicação oral adaptadas a diversos contextos. No entanto, o desenvolvimento da oralidade vai além da fala superficial, envolvendo o conhecimento e domínio das práticas orais de linguagem, suas características linguísticas e a relação com a escrita.
 

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3380012 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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A importância da comunicação oral no planejamento escolar

Atividades com a linguagem oral parecem estar presentes na prática de muitos professores. É comum ouvirmos relatos de educadores que dizem criar situações nas quais as crianças são estimuladas a participar das aulas, expressar suas opiniões, falar sobre acontecimentos que acompanham em seu cotidiano, tecer comentários sobre determinados assuntos e que, portanto, estão construindo um domínio satisfatório da oralidade. Diante desse contexto, caberia-nos uma pergunta: se essa linguagem parece ser aprendida espontaneamente nas práticas sociais de comunicação dentro e fora da escola, seria realmente necessário ensiná-la?

Segundo Dolz e Schneuwly (2011), "assim como a atividade humana de 'comer' produz uma refeição, a atividade 'falar' (ou escrever) produz um texto". E o estudo da linguagem oral, assim como a escrita, pressupõe necessariamente a escolha de textos como objetos de trabalho.

Texto adaptado. Denise Guilherme

Acesso em: https://tinyurl.com/3atjp85j

O trabalho com textos orais deve incluir a reflexão sobre prosódia (entonação, acentuação e ritmo), além de considerar o contexto de produção. É essencial criar situações nas quais as crianças observem como o uso intencional desses recursos fonológicos contribui para a construção de sentidos no texto oral.
 

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3380011 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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A importância da comunicação oral no planejamento escolar

Atividades com a linguagem oral parecem estar presentes na prática de muitos professores. É comum ouvirmos relatos de educadores que dizem criar situações nas quais as crianças são estimuladas a participar das aulas, expressar suas opiniões, falar sobre acontecimentos que acompanham em seu cotidiano, tecer comentários sobre determinados assuntos e que, portanto, estão construindo um domínio satisfatório da oralidade. Diante desse contexto, caberia-nos uma pergunta: se essa linguagem parece ser aprendida espontaneamente nas práticas sociais de comunicação dentro e fora da escola, seria realmente necessário ensiná-la?

Segundo Dolz e Schneuwly (2011), "assim como a atividade humana de 'comer' produz uma refeição, a atividade 'falar' (ou escrever) produz um texto". E o estudo da linguagem oral, assim como a escrita, pressupõe necessariamente a escolha de textos como objetos de trabalho.

Texto adaptado. Denise Guilherme

Acesso em: https://tinyurl.com/3atjp85j

Ainda que seja possível produzir um texto, seja ele escrito ou oral, sem o desenvolvimento de um repertório mínimo que possibilite aos alunos compreender como o discurso se organiza em cada gênero, é preciso apresentar bons modelos de textos orais que circulam socialmente para que os mesmos possam ser conhecidos e analisados pelo grupo.
 

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3380010 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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A importância da comunicação oral no planejamento escolar

Atividades com a linguagem oral parecem estar presentes na prática de muitos professores. É comum ouvirmos relatos de educadores que dizem criar situações nas quais as crianças são estimuladas a participar das aulas, expressar suas opiniões, falar sobre acontecimentos que acompanham em seu cotidiano, tecer comentários sobre determinados assuntos e que, portanto, estão construindo um domínio satisfatório da oralidade. Diante desse contexto, caberia-nos uma pergunta: se essa linguagem parece ser aprendida espontaneamente nas práticas sociais de comunicação dentro e fora da escola, seria realmente necessário ensiná-la?

Segundo Dolz e Schneuwly (2011), "assim como a atividade humana de 'comer' produz uma refeição, a atividade 'falar' (ou escrever) produz um texto". E o estudo da linguagem oral, assim como a escrita, pressupõe necessariamente a escolha de textos como objetos de trabalho.

Texto adaptado. Denise Guilherme

Acesso em: https://tinyurl.com/3atjp85j

É necessário estabelecer com clareza as características da oralidade a ser ensinada, sem tratá-la como um conteúdo de ensino e aprendizagem dentro de um currículo que inclua os diferentes gêneros e suas particularidades, mas buscar atender as expectativas de aprendizagem que considerem as capacidades dos alunos.
 

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