Foram encontradas 390 questões.
Determinada professora, com o intuito de avaliar seus alunos, propôs o seguinte teste: “considerem a equação x² + 7x + 6 =
0, encontrem as raízes e, ainda, tendo em vista que x1 é a raiz de maior valor e x2 é a raiz de menor valor, resolvam a seguinte
expressão: x1 – x2”. O resultado obtido pelos alunos foi:
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Um fazendeiro deseja construir um curral e designou que o formato seja de um octógono regular, conforme ilustrado na figura a seguir:

Qual o valor, respectivamente, do ângulo externo e do ângulo interno da figura?

Qual o valor, respectivamente, do ângulo externo e do ângulo interno da figura?
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Thamyris, supervisora de uma escola, está fazendo um levantamento para analisar as notas de matemática dos alunos do terceiro ano. Considerando que a escola tem o total de 125 alunos no terceiro ano, ela separou as notas em 5 grupos, usando uma variável para esconder os valores originais.

Se um aluno for escolhido ao acaso, qual a probabilidade de que sua nota NÃO seja superior a 60 pontos?
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3402984
Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG
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Questão 11
Jorge possui uma famosa doceria em Além Paraíba. Considerando que sua jornada de trabalho é de 8 horas diárias, a cada
três dias e meio de serviço ele consegue produzir uma faixa de 1.575 doces. Em certo dia recebeu uma demanda de 7.200
doces para a festa que acontecerá na cidade. Mantendo o mesmo ritmo de trabalho, em quantos dias Jorge conseguirá
atender a demanda sem nenhum atraso?
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Quem tem olhos
Eu vinha andando na rua e vi a mulher na janela. Uma mulher como as de antigamente. De cabeça branca e braços pálidos
apoiados no peitoril. Sentada, olhava para fora. Uma mulher como as de antigamente, posta à janela, espiando o mundo.
Mas a janela não era ao nível da rua, como as de antigamente. Nem era de uma casa. Era acima da entrada do prédio,
acima da garagem, acima do playground. Era lá no alto. E diante daquela janela a única coisa que havia para se ver era, do lado
oposto da rua, a parede cega de um edifício.
Não havia árvores. Ou outras janelas. Somente a parede lisa e cinzenta, manchada de umidade. Alta, muito alta.
De onde estava, assim sentada, a mulher não podia ver a rua, o movimento da rua, as pessoas passando. Teria tido que
debruçar-se, para vê-los. E não se debruçava.
Também não via o céu. Teria tido que esticar o pescoço e torcer a cabeça para vê-lo lá no alto, acima da parede cinzenta e do
seu próprio edifício, faixa de céu estreita como uma passadeira. E a mulher mantinha-se composta, o olhar lançado para a frente.
Serena, a mulher olhava a parede cinzenta.
Não era como nas pequenas cidades onde ficar à janela é estar numa frisa ou camarote para ver e ser vista, é maneira
astuciosa de estar na rua sem perder o recato da casa, de meter-se na vida alheia sem expor a própria. Não era uma forma
barricada de participação. Ali ninguém falava com ela, ninguém a cumprimentava ou via – a não ser eu que parada na calçada
a observava – e não havia nada para ela ver.
A mulher olhava para a parede cinzenta. E parecia estar bem.
E por um instante o bem-estar dela me doeu, porque acreditei que sorrisse em plena renúncia à vitalidade, que se
mantivesse serena debaixo da canga de solidão e cimento que a cidade lhe impunha, tendo aberto mão de qualquer protesto.
Desejei tirá-la dali ou dar-lhe outra vista. Depois, entendi.
A mulher olhava a parede cinzenta, mas diante dela não havia uma parede cinzenta. Havia um telão. Um telão imenso,
imperturbável, onde histórias se passavam. Que ela própria projetava, mas das quais era devotada espectadora e eventual
personagem. Suas fantasias, suas lembranças, seus desejos moviam-se sobre a parede que já não era cinzenta, que era o
suporte do mundo, ao vivo e a cores. Só ela os via. Mas com que nitidez! (...)
Quem tem ouvidos ouça, disse o profeta. E, Ele não disse, mas digo eu, quem tem olhos veja.
(COLASANTI, Marina. In: PINTO, Manuel da Costa (Org.). Crônica brasileira
contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Moderna, 2005. Fragmento.)
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Quem tem olhos
Eu vinha andando na rua e vi a mulher na janela. Uma mulher como as de antigamente. De cabeça branca e braços pálidos
apoiados no peitoril. Sentada, olhava para fora. Uma mulher como as de antigamente, posta à janela, espiando o mundo.
Mas a janela não era ao nível da rua, como as de antigamente. Nem era de uma casa. Era acima da entrada do prédio,
acima da garagem, acima do playground. Era lá no alto. E diante daquela janela a única coisa que havia para se ver era, do lado
oposto da rua, a parede cega de um edifício.
Não havia árvores. Ou outras janelas. Somente a parede lisa e cinzenta, manchada de umidade. Alta, muito alta.
De onde estava, assim sentada, a mulher não podia ver a rua, o movimento da rua, as pessoas passando. Teria tido que
debruçar-se, para vê-los. E não se debruçava.
Também não via o céu. Teria tido que esticar o pescoço e torcer a cabeça para vê-lo lá no alto, acima da parede cinzenta e do
seu próprio edifício, faixa de céu estreita como uma passadeira. E a mulher mantinha-se composta, o olhar lançado para a frente.
Serena, a mulher olhava a parede cinzenta.
Não era como nas pequenas cidades onde ficar à janela é estar numa frisa ou camarote para ver e ser vista, é maneira
astuciosa de estar na rua sem perder o recato da casa, de meter-se na vida alheia sem expor a própria. Não era uma forma
barricada de participação. Ali ninguém falava com ela, ninguém a cumprimentava ou via – a não ser eu que parada na calçada
a observava – e não havia nada para ela ver.
A mulher olhava para a parede cinzenta. E parecia estar bem.
E por um instante o bem-estar dela me doeu, porque acreditei que sorrisse em plena renúncia à vitalidade, que se
mantivesse serena debaixo da canga de solidão e cimento que a cidade lhe impunha, tendo aberto mão de qualquer protesto.
Desejei tirá-la dali ou dar-lhe outra vista. Depois, entendi.
A mulher olhava a parede cinzenta, mas diante dela não havia uma parede cinzenta. Havia um telão. Um telão imenso,
imperturbável, onde histórias se passavam. Que ela própria projetava, mas das quais era devotada espectadora e eventual
personagem. Suas fantasias, suas lembranças, seus desejos moviam-se sobre a parede que já não era cinzenta, que era o
suporte do mundo, ao vivo e a cores. Só ela os via. Mas com que nitidez! (...)
Quem tem ouvidos ouça, disse o profeta. E, Ele não disse, mas digo eu, quem tem olhos veja.
(COLASANTI, Marina. In: PINTO, Manuel da Costa (Org.). Crônica brasileira
contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Moderna, 2005. Fragmento.)
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Quem tem olhos
Eu vinha andando na rua e vi a mulher na janela. Uma mulher como as de antigamente. De cabeça branca e braços pálidos
apoiados no peitoril. Sentada, olhava para fora. Uma mulher como as de antigamente, posta à janela, espiando o mundo.
Mas a janela não era ao nível da rua, como as de antigamente. Nem era de uma casa. Era acima da entrada do prédio,
acima da garagem, acima do playground. Era lá no alto. E diante daquela janela a única coisa que havia para se ver era, do lado
oposto da rua, a parede cega de um edifício.
Não havia árvores. Ou outras janelas. Somente a parede lisa e cinzenta, manchada de umidade. Alta, muito alta.
De onde estava, assim sentada, a mulher não podia ver a rua, o movimento da rua, as pessoas passando. Teria tido que
debruçar-se, para vê-los. E não se debruçava.
Também não via o céu. Teria tido que esticar o pescoço e torcer a cabeça para vê-lo lá no alto, acima da parede cinzenta e do
seu próprio edifício, faixa de céu estreita como uma passadeira. E a mulher mantinha-se composta, o olhar lançado para a frente.
Serena, a mulher olhava a parede cinzenta.
Não era como nas pequenas cidades onde ficar à janela é estar numa frisa ou camarote para ver e ser vista, é maneira
astuciosa de estar na rua sem perder o recato da casa, de meter-se na vida alheia sem expor a própria. Não era uma forma
barricada de participação. Ali ninguém falava com ela, ninguém a cumprimentava ou via – a não ser eu que parada na calçada
a observava – e não havia nada para ela ver.
A mulher olhava para a parede cinzenta. E parecia estar bem.
E por um instante o bem-estar dela me doeu, porque acreditei que sorrisse em plena renúncia à vitalidade, que se
mantivesse serena debaixo da canga de solidão e cimento que a cidade lhe impunha, tendo aberto mão de qualquer protesto.
Desejei tirá-la dali ou dar-lhe outra vista. Depois, entendi.
A mulher olhava a parede cinzenta, mas diante dela não havia uma parede cinzenta. Havia um telão. Um telão imenso,
imperturbável, onde histórias se passavam. Que ela própria projetava, mas das quais era devotada espectadora e eventual
personagem. Suas fantasias, suas lembranças, seus desejos moviam-se sobre a parede que já não era cinzenta, que era o
suporte do mundo, ao vivo e a cores. Só ela os via. Mas com que nitidez! (...)
Quem tem ouvidos ouça, disse o profeta. E, Ele não disse, mas digo eu, quem tem olhos veja.
(COLASANTI, Marina. In: PINTO, Manuel da Costa (Org.). Crônica brasileira
contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Moderna, 2005. Fragmento.)
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Quem tem olhos
Eu vinha andando na rua e vi a mulher na janela. Uma mulher como as de antigamente. De cabeça branca e braços pálidos
apoiados no peitoril. Sentada, olhava para fora. Uma mulher como as de antigamente, posta à janela, espiando o mundo.
Mas a janela não era ao nível da rua, como as de antigamente. Nem era de uma casa. Era acima da entrada do prédio,
acima da garagem, acima do playground. Era lá no alto. E diante daquela janela a única coisa que havia para se ver era, do lado
oposto da rua, a parede cega de um edifício.
Não havia árvores. Ou outras janelas. Somente a parede lisa e cinzenta, manchada de umidade. Alta, muito alta.
De onde estava, assim sentada, a mulher não podia ver a rua, o movimento da rua, as pessoas passando. Teria tido que
debruçar-se, para vê-los. E não se debruçava.
Também não via o céu. Teria tido que esticar o pescoço e torcer a cabeça para vê-lo lá no alto, acima da parede cinzenta e do
seu próprio edifício, faixa de céu estreita como uma passadeira. E a mulher mantinha-se composta, o olhar lançado para a frente.
Serena, a mulher olhava a parede cinzenta.
Não era como nas pequenas cidades onde ficar à janela é estar numa frisa ou camarote para ver e ser vista, é maneira
astuciosa de estar na rua sem perder o recato da casa, de meter-se na vida alheia sem expor a própria. Não era uma forma
barricada de participação. Ali ninguém falava com ela, ninguém a cumprimentava ou via – a não ser eu que parada na calçada
a observava – e não havia nada para ela ver.
A mulher olhava para a parede cinzenta. E parecia estar bem.
E por um instante o bem-estar dela me doeu, porque acreditei que sorrisse em plena renúncia à vitalidade, que se
mantivesse serena debaixo da canga de solidão e cimento que a cidade lhe impunha, tendo aberto mão de qualquer protesto.
Desejei tirá-la dali ou dar-lhe outra vista. Depois, entendi.
A mulher olhava a parede cinzenta, mas diante dela não havia uma parede cinzenta. Havia um telão. Um telão imenso,
imperturbável, onde histórias se passavam. Que ela própria projetava, mas das quais era devotada espectadora e eventual
personagem. Suas fantasias, suas lembranças, seus desejos moviam-se sobre a parede que já não era cinzenta, que era o
suporte do mundo, ao vivo e a cores. Só ela os via. Mas com que nitidez! (...)
Quem tem ouvidos ouça, disse o profeta. E, Ele não disse, mas digo eu, quem tem olhos veja.
(COLASANTI, Marina. In: PINTO, Manuel da Costa (Org.). Crônica brasileira
contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Moderna, 2005. Fragmento.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quem tem olhos
Eu vinha andando na rua e vi a mulher na janela. Uma mulher como as de antigamente. De cabeça branca e braços pálidos
apoiados no peitoril. Sentada, olhava para fora. Uma mulher como as de antigamente, posta à janela, espiando o mundo.
Mas a janela não era ao nível da rua, como as de antigamente. Nem era de uma casa. Era acima da entrada do prédio,
acima da garagem, acima do playground. Era lá no alto. E diante daquela janela a única coisa que havia para se ver era, do lado
oposto da rua, a parede cega de um edifício.
Não havia árvores. Ou outras janelas. Somente a parede lisa e cinzenta, manchada de umidade. Alta, muito alta.
De onde estava, assim sentada, a mulher não podia ver a rua, o movimento da rua, as pessoas passando. Teria tido que
debruçar-se, para vê-los. E não se debruçava.
Também não via o céu. Teria tido que esticar o pescoço e torcer a cabeça para vê-lo lá no alto, acima da parede cinzenta e do
seu próprio edifício, faixa de céu estreita como uma passadeira. E a mulher mantinha-se composta, o olhar lançado para a frente.
Serena, a mulher olhava a parede cinzenta.
Não era como nas pequenas cidades onde ficar à janela é estar numa frisa ou camarote para ver e ser vista, é maneira
astuciosa de estar na rua sem perder o recato da casa, de meter-se na vida alheia sem expor a própria. Não era uma forma
barricada de participação. Ali ninguém falava com ela, ninguém a cumprimentava ou via – a não ser eu que parada na calçada
a observava – e não havia nada para ela ver.
A mulher olhava para a parede cinzenta. E parecia estar bem.
E por um instante o bem-estar dela me doeu, porque acreditei que sorrisse em plena renúncia à vitalidade, que se
mantivesse serena debaixo da canga de solidão e cimento que a cidade lhe impunha, tendo aberto mão de qualquer protesto.
Desejei tirá-la dali ou dar-lhe outra vista. Depois, entendi.
A mulher olhava a parede cinzenta, mas diante dela não havia uma parede cinzenta. Havia um telão. Um telão imenso,
imperturbável, onde histórias se passavam. Que ela própria projetava, mas das quais era devotada espectadora e eventual
personagem. Suas fantasias, suas lembranças, seus desejos moviam-se sobre a parede que já não era cinzenta, que era o
suporte do mundo, ao vivo e a cores. Só ela os via. Mas com que nitidez! (...)
Quem tem ouvidos ouça, disse o profeta. E, Ele não disse, mas digo eu, quem tem olhos veja.
(COLASANTI, Marina. In: PINTO, Manuel da Costa (Org.). Crônica brasileira
contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Moderna, 2005. Fragmento.)
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Quem tem olhos
Eu vinha andando na rua e vi a mulher na janela. Uma mulher como as de antigamente. De cabeça branca e braços pálidos
apoiados no peitoril. Sentada, olhava para fora. Uma mulher como as de antigamente, posta à janela, espiando o mundo.
Mas a janela não era ao nível da rua, como as de antigamente. Nem era de uma casa. Era acima da entrada do prédio,
acima da garagem, acima do playground. Era lá no alto. E diante daquela janela a única coisa que havia para se ver era, do lado
oposto da rua, a parede cega de um edifício.
Não havia árvores. Ou outras janelas. Somente a parede lisa e cinzenta, manchada de umidade. Alta, muito alta.
De onde estava, assim sentada, a mulher não podia ver a rua, o movimento da rua, as pessoas passando. Teria tido que
debruçar-se, para vê-los. E não se debruçava.
Também não via o céu. Teria tido que esticar o pescoço e torcer a cabeça para vê-lo lá no alto, acima da parede cinzenta e do
seu próprio edifício, faixa de céu estreita como uma passadeira. E a mulher mantinha-se composta, o olhar lançado para a frente.
Serena, a mulher olhava a parede cinzenta.
Não era como nas pequenas cidades onde ficar à janela é estar numa frisa ou camarote para ver e ser vista, é maneira
astuciosa de estar na rua sem perder o recato da casa, de meter-se na vida alheia sem expor a própria. Não era uma forma
barricada de participação. Ali ninguém falava com ela, ninguém a cumprimentava ou via – a não ser eu que parada na calçada
a observava – e não havia nada para ela ver.
A mulher olhava para a parede cinzenta. E parecia estar bem.
E por um instante o bem-estar dela me doeu, porque acreditei que sorrisse em plena renúncia à vitalidade, que se
mantivesse serena debaixo da canga de solidão e cimento que a cidade lhe impunha, tendo aberto mão de qualquer protesto.
Desejei tirá-la dali ou dar-lhe outra vista. Depois, entendi.
A mulher olhava a parede cinzenta, mas diante dela não havia uma parede cinzenta. Havia um telão. Um telão imenso,
imperturbável, onde histórias se passavam. Que ela própria projetava, mas das quais era devotada espectadora e eventual
personagem. Suas fantasias, suas lembranças, seus desejos moviam-se sobre a parede que já não era cinzenta, que era o
suporte do mundo, ao vivo e a cores. Só ela os via. Mas com que nitidez! (...)
Quem tem ouvidos ouça, disse o profeta. E, Ele não disse, mas digo eu, quem tem olhos veja.
(COLASANTI, Marina. In: PINTO, Manuel da Costa (Org.). Crônica brasileira
contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Moderna, 2005. Fragmento.)
( ) A mesma regra de acentuação que vale para “próprio” vale também para a palavra “única”.
( ) As palavras “renúncia” e “céu” recebem acento porque são paroxítonas terminadas em ditongo.
( ) A palavra “ninguém” é uma palavra oxítona terminada em ditongo nasal.
A sequência está correta em
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