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- LegislaçãoLei 9.131/1995: Conselho Nacional de Educação
- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
Os Conselhos Escolares na educação básica, concebidos pela Lei de Diretrizes e Bases como uma das estratégias de gestão
democrática da escola pública, têm como pressuposto o exercício de poder, pela participação das comunidades escolar e local (LDB,
art. 14). O Conselho Escolar é o órgão consultivo, deliberativo e de mobilização maisimportante do processo de gestão democrática
na escola. Sua tarefa mais importante é acompanhar o desenvolvimento da prática educativa e, nela, o processo ensinoaprendizagem. Assim, a função do Conselho Escolar é fundamentalmente político-pedagógica. É política, na medida em que
estabelece as transformações desejáveis na prática educativa escolar. E é pedagógica, pois indica os mecanismos necessários para
que essa transformação realmente aconteça. Nesse sentido, a primeira atividade do Conselho Escolar é a de discutir e delimitar o tipo
de educação a ser desenvolvido na escola, para torná-la uma prática democrática comprometida com a qualidade socialmente
referenciada.
(Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Consescol/ce_cad2.pdf. Acesso em: junho de 2024. Adaptado.)
Sobre o exposto e, ainda, considerando uma reunião do Conselho da escola, quando decidem sobre o Projeto PolíticoPedagógico e outros assuntos escolares, aprovam encaminhamentos de determinados problemas, garantem a elaboração de normas internas e o cumprimento das normas dos sistemas de ensino, decidem sobre a organização e o funcionamento geral da escola, propondo à direção as ações a serem desenvolvidas e elaboram normas internas sobre questões referentes ao seu funcionamento nos aspectos pedagógico, administrativo e financeiro; pode-se afirmar que os membros do Conselho estão exercendo a função:
(Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Consescol/ce_cad2.pdf. Acesso em: junho de 2024. Adaptado.)
Sobre o exposto e, ainda, considerando uma reunião do Conselho da escola, quando decidem sobre o Projeto PolíticoPedagógico e outros assuntos escolares, aprovam encaminhamentos de determinados problemas, garantem a elaboração de normas internas e o cumprimento das normas dos sistemas de ensino, decidem sobre a organização e o funcionamento geral da escola, propondo à direção as ações a serem desenvolvidas e elaboram normas internas sobre questões referentes ao seu funcionamento nos aspectos pedagógico, administrativo e financeiro; pode-se afirmar que os membros do Conselho estão exercendo a função:
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- Avaliação EducacionalModalidades de Avaliação
- Avaliação EducacionalFunções da Avaliação Escolar e a Análise dos Resultados
A necessidade de avaliar sempre estará presente no espaço escolar, muito embora possa, com efeito eficaz naquilo que se pode
propor, a melhoria de todo o processo educativo. Perrenoud (1993) considera que a avaliação é um processo recíproco entre o
aluno e o professor, onde este ensina e aquele aprende, e “(…) a aprendizagem nunca é linear, procedem por ensaios, por
tentativas e erros, hipóteses, recuos e avanços”.
(Perrenoud, 1993, p. 173.)
Analise os fragmentos de textos a seguir e relacione-os corretamente com as diferentes funções da avaliação.
I. Propõe-se uma ação de sondagem da situação e do desenvolvimento da aprendizagem, o que pode contribuir na verificação do que o aluno aprendeu e como aprendeu em toda a sua trajetória escolar, possibilitando conhecer a realidade do processo de ensino-aprendizagem através do conhecimento prévio de cada estudante, suas habilidades ou saberes já adquiridos.
II. Consiste no ato de avaliar tanto a trajetória de construção das aprendizagens e dos conhecimentos dos educandos, como também o trabalho do professor, por permitir analisar, de maneira frequente e interativa, o progresso dos alunos, para identificar o que eles aprenderam e o que ainda não aprenderam, para que venham a aprender e para que reorganizem o trabalho pedagógico.
III. Refere-se em uma avaliação disciplinadora, punitiva e discriminatória, como decorrência, essencialmente, da ação corretiva do professor, pois tem a pretensão de verificar aquilo que o estudante tem aprendido durante o seu período escolar. Pressupõe que o aluno aprenda do mesmo modo, no mesmo tempo e adquira os saberes suficientes para enfrentar os anos seguintes; caso contrário, será reprovado para a próxima etapa de ensino.
A sequência está correta em
(Perrenoud, 1993, p. 173.)
Analise os fragmentos de textos a seguir e relacione-os corretamente com as diferentes funções da avaliação.
I. Propõe-se uma ação de sondagem da situação e do desenvolvimento da aprendizagem, o que pode contribuir na verificação do que o aluno aprendeu e como aprendeu em toda a sua trajetória escolar, possibilitando conhecer a realidade do processo de ensino-aprendizagem através do conhecimento prévio de cada estudante, suas habilidades ou saberes já adquiridos.
II. Consiste no ato de avaliar tanto a trajetória de construção das aprendizagens e dos conhecimentos dos educandos, como também o trabalho do professor, por permitir analisar, de maneira frequente e interativa, o progresso dos alunos, para identificar o que eles aprenderam e o que ainda não aprenderam, para que venham a aprender e para que reorganizem o trabalho pedagógico.
III. Refere-se em uma avaliação disciplinadora, punitiva e discriminatória, como decorrência, essencialmente, da ação corretiva do professor, pois tem a pretensão de verificar aquilo que o estudante tem aprendido durante o seu período escolar. Pressupõe que o aluno aprenda do mesmo modo, no mesmo tempo e adquira os saberes suficientes para enfrentar os anos seguintes; caso contrário, será reprovado para a próxima etapa de ensino.
A sequência está correta em
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), no artigo 14, concedeu à escola progressivos graus de
autonomia pedagógica, administrativa e de gestão financeira. Ter autonomia significa construir um espaço de liberdade e
responsabilidade para elaborar seu próprio plano de trabalho, definindo seus rumos e planejando suas atividades de modo
a responder às demandas da sociedade, ou seja, atendendo ao que a sociedade espera dela. A autonomia permite à escola
a construção de sua identidade e à equipe escolar uma atuação que a torna sujeito histórico de sua própria prática. Sobre o
exposto e considerando a elaboração do Projeto Político-Pedagógico (PPP), são pontos essenciais para sua construção, a
EXCEÇÃO de um; assinale-o.
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- Currículo (Teoria e Prática)Componentes Curriculares
- Currículo (Teoria e Prática)Concepções de currículo
O currículo deve ser compreendido como um processo que envolve uma multiplicidade de relações, abertas ou tácitas, em
diversos âmbitos, que vão da prescrição à ação, das decisões administrativas às práticas pedagógicas, na escola como instituição
e nas unidades escolares especificamente. Para compreendê-lo e, principalmente, para elaborá-lo e implementá-lo de modo a
transformar o ensino, é preciso refletir sobre grandes questões.
(Sacristán; Pérez Gómes, 2000, p. 27.)
(...) o currículo deve ser entendido em uma perspectiva prática que envolve diversas dimensões, desde decisões administrativas até a práxis pedagógica, levando em conta os itinerários formativos, múltiplos, diversos e subjetivos. Tendo em vista a multiplicidade de concepções existentes acerca do currículo e o complexo objetivo de defini-lo, deve-se considerar as três principais vertentes teóricas acerca da sua conceptualização: as “teorias tradicionais”, as “teorias críticas” e as “teorias pós-críticas”. Quando se verifica que determinada equipe gestora e pedagógica, em conjunto com os docentes da Escola “X”, adotam uma concepção “crítica” do currículo, infere-se que:
(Sacristán; Pérez Gómes, 2000, p. 27.)
(...) o currículo deve ser entendido em uma perspectiva prática que envolve diversas dimensões, desde decisões administrativas até a práxis pedagógica, levando em conta os itinerários formativos, múltiplos, diversos e subjetivos. Tendo em vista a multiplicidade de concepções existentes acerca do currículo e o complexo objetivo de defini-lo, deve-se considerar as três principais vertentes teóricas acerca da sua conceptualização: as “teorias tradicionais”, as “teorias críticas” e as “teorias pós-críticas”. Quando se verifica que determinada equipe gestora e pedagógica, em conjunto com os docentes da Escola “X”, adotam uma concepção “crítica” do currículo, infere-se que:
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As organizações constituem sistemas complexos que interagem constantemente com um número significativo de outros
sistemas, também com grande complexidade. Em função disso, uma organização não se encontra isolada, nem é autossuficiente. Ao contrário, existe ao seu redor todo um contexto que deve ser considerado em sua existência e estudo: o ambiente.
Dessa forma, as organizações, como os seus ambientes, são dinâmicas. Devido à sua importância, a especificidade da organização educacional tem sido tratada, nos últimos anos, por diversos autores que discutem a administração escolar. Particularmente, dois desses autores, Bourdignon e Gracindo (2001), ressaltam que essa especificidade é definida por alguns fatores
que tornam a escola singular, diante de quaisquer outras organizações sociais. Sobre o exposto, pode-se afirmar que a escola
se distingue das demais organizações, dentre outros fatores, por, EXCETO:
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A cultura é um território de produção de significados onde entram em disputa diferentes grupos sociais, em que se constitui
o jogo do poder da linguagem, do discurso, da construção das identidades e das diferenças. De acordo com Silva (2000), a
identidade e a diferença são criadas pelos atos de linguagem do mundo cultural e social, resultantes de um processo de
produção simbólica e discursiva e estão em estreita conexão com as relações de poder. Os processos educacionais escolares
podem se direcionar nas visões: “monocultural”, “multicultural” e “intercultural”. Sobre o exposto e considerando os
desafios a serem enfrentados pelos educadores para a promoção da educação em uma visão “intercultural”, assinale a
afirmativa correta.
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- Educação e FilosofiaPensamento Pedagógico Brasileiro
- Pressupostos Epistemológicos: Teorias do Conhecimento
Na visão funcionalista de Émile Durkheim (1858-1917), a educação é reduzida a um mecanismo adaptativo do homem à
sociedade. Já a concepção educacional da Escola Nova, propõe uma pedagogia ativa e teve o americano John Dewey (1859-
-1952) como seu representante máximo. Na concepção educacional da Escola Nova de Dewey, assinale a afirmativa
INCORRETA.
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- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
Dentro desta perspectiva de “reinvenção profissional”, Freitas (2003, p. 19) afirma que: o líder educacional do século XXI é aquele que
transpõe nãosó suas próprias amarras, mas também os muros de sua instituição, rompe as barreiras das diferenças, estabelece parcerias,
contribuindo para a construção de um ambiente que eduque todos os seus liderados, seus parceiros e a comunidade em geral.
(Freitas apud Rolla, 2006, p. 58.)
Para Hunter (2004, p. 69), “a verdadeira liderança é difícil e requer muito esforço”. Neste sentido, quando se fala que o trabalho do Supervisor Pedagógico é realizado e aprendido no dia a dia da escola, fala-se também da sua formação como líder. Nem todo supervisor é necessariamente um líder, mas deveria; espera-se que seja assim. A diferença está entre o poder e a autoridade. Sobre o exposto e considerando poder x autoridade, analise as afirmativas a seguir.
I. O poder pode ser vendido e comprado, dado e tomado. A autoridade não pode ser comprada nem vendida, nem dada ou tomada, diz respeito a quem é como pessoa, ao caráter e à influência que estabelece sobre os outros.
II. Autoridade é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não fazer. Poder é a habilidade de levar os outros a fazerem de boa vontade o que é solicitado por causa de sua influência pessoal.
III. Poder é a capacidade que alguns indivíduos detêm para fazer valer os seus interesses, mesmo quando os outros se opõem. A autoridade é o uso legítimo do poder, ou seja, emerge quando um grupo obedece de forma consentida porque reconhece a legitimidade de quem emana as ordens.
Está correto o que se afirma em
(Freitas apud Rolla, 2006, p. 58.)
Para Hunter (2004, p. 69), “a verdadeira liderança é difícil e requer muito esforço”. Neste sentido, quando se fala que o trabalho do Supervisor Pedagógico é realizado e aprendido no dia a dia da escola, fala-se também da sua formação como líder. Nem todo supervisor é necessariamente um líder, mas deveria; espera-se que seja assim. A diferença está entre o poder e a autoridade. Sobre o exposto e considerando poder x autoridade, analise as afirmativas a seguir.
I. O poder pode ser vendido e comprado, dado e tomado. A autoridade não pode ser comprada nem vendida, nem dada ou tomada, diz respeito a quem é como pessoa, ao caráter e à influência que estabelece sobre os outros.
II. Autoridade é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não fazer. Poder é a habilidade de levar os outros a fazerem de boa vontade o que é solicitado por causa de sua influência pessoal.
III. Poder é a capacidade que alguns indivíduos detêm para fazer valer os seus interesses, mesmo quando os outros se opõem. A autoridade é o uso legítimo do poder, ou seja, emerge quando um grupo obedece de forma consentida porque reconhece a legitimidade de quem emana as ordens.
Está correto o que se afirma em
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Não há trabalho de coordenador que seja realizado na individualidade. É no coletivo que o coordenador encontra espaço para
a realização de suas funções. Fazer junto pode ser um dos grandes segredos da qualificação da atuação do coordenador pedagógico na atualidade.
(Placco, Souza, 2012, p. 12.)
A supervisão escolar é construída no dia a dia da escola. Isso ocorre quando o supervisor reconhece sua identidade como profissional e consegue se ver desta maneira. Isso porque, segundo Dubar (1997), a imagem que o profissional faz de si interfere sobremaneira em suas ações, as quais por sua vez, sustentam essa imagem como identidade profissional.
(Dubar apud Placco, Souza, 2012.)
Sobre os fragmentos expostos e, ainda, considerando que quando o Supervisor Pedagógico compreende seu papel e assume de forma a ser líder no contexto pedagógico, ele estará apto para exercer sua função de articulador das ações pedagógicas, EXCETO quando:
(Placco, Souza, 2012, p. 12.)
A supervisão escolar é construída no dia a dia da escola. Isso ocorre quando o supervisor reconhece sua identidade como profissional e consegue se ver desta maneira. Isso porque, segundo Dubar (1997), a imagem que o profissional faz de si interfere sobremaneira em suas ações, as quais por sua vez, sustentam essa imagem como identidade profissional.
(Dubar apud Placco, Souza, 2012.)
Sobre os fragmentos expostos e, ainda, considerando que quando o Supervisor Pedagógico compreende seu papel e assume de forma a ser líder no contexto pedagógico, ele estará apto para exercer sua função de articulador das ações pedagógicas, EXCETO quando:
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O Supervisor Pedagógico tem um variado papel no ambiente escolar. Desse modo, a supervisão tem um papel político,
pedagógico e de liderança no espaço escolar, e é necessário ressaltar, sem desconsiderar o restante da equipe, que o Supervisor
Escolar deve ser inovador, ousado, criativo e, sobretudo, um profissional da educação comprometido com seu grupo de
trabalho.
(Carvalho, 2011, p. 170.)
Bolívar (2012) refere que por liderança se entende a forma de determinar uma direção e exercer influência. Todavia, quanto a esta determinação e exercício, anexamos como preocupação e objetivo a aprendizagem dos alunos, falamos de liderança pedagógica e educativa. (p. 48) Considerando que diversos autores estudam variadas abordagens sobre estilos de liderança e, pressupondo que quando um Supervisor Pedagógico é mais participativo e utiliza de menos arbitrariedade organizacional, os objetivos e as tarefas são discutidos previamente, existindo alguma comunicação de baixo para cima, assim como algum encorajamento do trabalho de grupo. Permite-se, portanto, alguma segurança coletiva e motivação dos trabalhadores. Sobre a informação dada, é possível afirmar que se trata de um líder:
(Carvalho, 2011, p. 170.)
Bolívar (2012) refere que por liderança se entende a forma de determinar uma direção e exercer influência. Todavia, quanto a esta determinação e exercício, anexamos como preocupação e objetivo a aprendizagem dos alunos, falamos de liderança pedagógica e educativa. (p. 48) Considerando que diversos autores estudam variadas abordagens sobre estilos de liderança e, pressupondo que quando um Supervisor Pedagógico é mais participativo e utiliza de menos arbitrariedade organizacional, os objetivos e as tarefas são discutidos previamente, existindo alguma comunicação de baixo para cima, assim como algum encorajamento do trabalho de grupo. Permite-se, portanto, alguma segurança coletiva e motivação dos trabalhadores. Sobre a informação dada, é possível afirmar que se trata de um líder:
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