Foram encontradas 155 questões.
Sobre componentes de hardware, analise as afirmativas a seguir.
I. Monitor, teclado e mouse podem ser considerados periféricos exclusivos de entrada de dados.
II. A placa central é considerada a maior placa do computador e é responsável por processar dados e abrigar todas as demais placas e conectores do computador.
III. Um recurso para agilizar a velocidade final do processamento é a utilização de memória cache, pois ela evita que o processador tenha que acessar constantemente a memória RAM do computador.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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Um usuário necessita listar todos os arquivos de um diretório. Considerando que ele tem como recurso apenas o prompt de comando do MS-DOS, é correto afirmar que o comando necessário para realizar este procedimento é:
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Texto II para responder às questões de 06 a 10.
Felicidade não se compra. Nem mesmo pela internet.
Sofá de dois lugares, seminovo: produtos como esse podem sair de sua casa e serem vendidos com a ajuda da internet.
Folha Informática, 23.mar.2005
Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living. Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, se instalava para assistir a TV até altas horas. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, o marido se instalava para assistir a TV até altas horas. E, vendo TV, o marido não queria fazer programas, não queria passear, não queria nem conversar. Em desespero, ela ameaça vender o sofá por qualquer preço.
O marido não acreditava. Porque a mulher não tinha jeito para negociar. Não sabia falar com as pessoas, não sabia apresentar seu produto. Se dependesse de sua habilidade para a venda, o sofá de dois lugares permaneceria no living por muitos e muitos anos. De modo que ele ficou muito surpreso quando, voltando do trabalho, não encontrou o sofá. Vendi, disse a mulher, triunfante. Ele não quis acreditar, achou que fosse brincadeira. Ela explicou: graças à internet, tinha vendido a uma pessoa que nem conhecia, que enviara um portador para entregar o dinheiro e levar o sofá.
Aquilo deixou-o furioso. Queria o seu sofá de volta e exigiu da mulher o nome do comprador. Ela simplesmente se recusou a revelar esse segredo.
Brigaram e, naquela noite, ele dormiu no outro quarto do apartamento, vazio desde que a filha tinha casado. De madrugada, uma ideia lhe ocorreu. Correu a verificar os e-mails da esposa e, de fato, ali estava a mensagem enviada pela compradora, com nome, endereço, telefone.
No dia seguinte, ligou para essa mulher, disse que precisava vê-la com urgência: assunto ligado à compra do sofá. Ela relutou, mas consentiu em recebê-lo. Ele foi até a casa, num bairro afastado. E ali estava a mulher, ainda jovem, a esperá-lo. No living, diante da TV, o sofá de dois lugares.
Que ele quis comprar de volta. Ela recusou; gostara do sofá, não o venderia. Ele recorreu a todos os argumentos, sem resultado, quis até pagar o dobro da quantia que ela havia despendido. Nada, ela mostrava-se irredutível, e ele acabou desistindo.
Antes de ir embora, porém, resolveu perguntar quem sentava ao lado dela no sofá.
Ninguém, foi a resposta. Divorciada, estava sozinha havia algum tempo. Comprara um sofá de dois lugares porque tinha esperança de, um dia, arranjar um companheiro.
Ele tem ido à casa da nova proprietária do sofá. Senta-se ao lado dela para ver TV, coisa que adora. No começo, ela gostava da companhia.
Mas agora já não acha o arranjo tão bom: o homem não quer fazer programas, não quer passear, não quer nem conversar.
Ela pensa seriamente em vender o sofá. Não é muito hábil nessas coisas, mas tem certeza de que, através da internet, resolverá o problema.
(Folha de São Paulo (São Paulo) 28/03/2005.)
O texto em análise é uma narração já que:
I. Analisa e interpreta os fatos relatados.
II. Há relação de anterioridade e posterioridade entre os fatos narrados.
III. Relata progressivas mudanças de estado que ocorrem através do tempo.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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Texto II para responder às questões de 06 a 10.
Felicidade não se compra. Nem mesmo pela internet.
Sofá de dois lugares, seminovo: produtos como esse podem sair de sua casa e serem vendidos com a ajuda da internet.
Folha Informática, 23.mar.2005
Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living. Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, se instalava para assistir a TV até altas horas. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, o marido se instalava para assistir a TV até altas horas. E, vendo TV, o marido não queria fazer programas, não queria passear, não queria nem conversar. Em desespero, ela ameaça vender o sofá por qualquer preço.
O marido não acreditava. Porque a mulher não tinha jeito para negociar. Não sabia falar com as pessoas, não sabia apresentar seu produto. Se dependesse de sua habilidade para a venda, o sofá de dois lugares permaneceria no living por muitos e muitos anos. De modo que ele ficou muito surpreso quando, voltando do trabalho, não encontrou o sofá. Vendi, disse a mulher, triunfante. Ele não quis acreditar, achou que fosse brincadeira. Ela explicou: graças à internet, tinha vendido a uma pessoa que nem conhecia, que enviara um portador para entregar o dinheiro e levar o sofá.
Aquilo deixou-o furioso. Queria o seu sofá de volta e exigiu da mulher o nome do comprador. Ela simplesmente se recusou a revelar esse segredo.
Brigaram e, naquela noite, ele dormiu no outro quarto do apartamento, vazio desde que a filha tinha casado. De madrugada, uma ideia lhe ocorreu. Correu a verificar os e-mails da esposa e, de fato, ali estava a mensagem enviada pela compradora, com nome, endereço, telefone.
No dia seguinte, ligou para essa mulher, disse que precisava vê-la com urgência: assunto ligado à compra do sofá. Ela relutou, mas consentiu em recebê-lo. Ele foi até a casa, num bairro afastado. E ali estava a mulher, ainda jovem, a esperá-lo. No living, diante da TV, o sofá de dois lugares.
Que ele quis comprar de volta. Ela recusou; gostara do sofá, não o venderia. Ele recorreu a todos os argumentos, sem resultado, quis até pagar o dobro da quantia que ela havia despendido. Nada, ela mostrava-se irredutível, e ele acabou desistindo.
Antes de ir embora, porém, resolveu perguntar quem sentava ao lado dela no sofá.
Ninguém, foi a resposta. Divorciada, estava sozinha havia algum tempo. Comprara um sofá de dois lugares porque tinha esperança de, um dia, arranjar um companheiro.
Ele tem ido à casa da nova proprietária do sofá. Senta-se ao lado dela para ver TV, coisa que adora. No começo, ela gostava da companhia.
Mas agora já não acha o arranjo tão bom: o homem não quer fazer programas, não quer passear, não quer nem conversar.
Ela pensa seriamente em vender o sofá. Não é muito hábil nessas coisas, mas tem certeza de que, através da internet, resolverá o problema.
(Folha de São Paulo (São Paulo) 28/03/2005.)
O segundo parágrafo é introduzido pela afirmativa “O marido não acreditava.”. Acerca da conexão que se faz entre parágrafos de forma a contribuir com a coerência textual, pode-se afirmar que
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Texto II para responder às questões de 06 a 10.
Felicidade não se compra. Nem mesmo pela internet.
Sofá de dois lugares, seminovo: produtos como esse podem sair de sua casa e serem vendidos com a ajuda da internet.
Folha Informática, 23.mar.2005
Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living. Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, se instalava para assistir a TV até altas horas. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, o marido se instalava para assistir a TV até altas horas. E, vendo TV, o marido não queria fazer programas, não queria passear, não queria nem conversar. Em desespero, ela ameaça vender o sofá por qualquer preço.
O marido não acreditava. Porque a mulher não tinha jeito para negociar. Não sabia falar com as pessoas, não sabia apresentar seu produto. Se dependesse de sua habilidade para a venda, o sofá de dois lugares permaneceria no living por muitos e muitos anos. De modo que ele ficou muito surpreso quando, voltando do trabalho, não encontrou o sofá. Vendi, disse a mulher, triunfante. Ele não quis acreditar, achou que fosse brincadeira. Ela explicou: graças à internet, tinha vendido a uma pessoa que nem conhecia, que enviara um portador para entregar o dinheiro e levar o sofá.
Aquilo deixou-o furioso. Queria o seu sofá de volta e exigiu da mulher o nome do comprador. Ela simplesmente se recusou a revelar esse segredo.
Brigaram e, naquela noite, ele dormiu no outro quarto do apartamento, vazio desde que a filha tinha casado. De madrugada, uma ideia lhe ocorreu. Correu a verificar os e-mails da esposa e, de fato, ali estava a mensagem enviada pela compradora, com nome, endereço, telefone.
No dia seguinte, ligou para essa mulher, disse que precisava vê-la com urgência: assunto ligado à compra do sofá. Ela relutou, mas consentiu em recebê-lo. Ele foi até a casa, num bairro afastado. E ali estava a mulher, ainda jovem, a esperá-lo. No living, diante da TV, o sofá de dois lugares.
Que ele quis comprar de volta. Ela recusou; gostara do sofá, não o venderia. Ele recorreu a todos os argumentos, sem resultado, quis até pagar o dobro da quantia que ela havia despendido. Nada, ela mostrava-se irredutível, e ele acabou desistindo.
Antes de ir embora, porém, resolveu perguntar quem sentava ao lado dela no sofá.
Ninguém, foi a resposta. Divorciada, estava sozinha havia algum tempo. Comprara um sofá de dois lugares porque tinha esperança de, um dia, arranjar um companheiro.
Ele tem ido à casa da nova proprietária do sofá. Senta-se ao lado dela para ver TV, coisa que adora. No começo, ela gostava da companhia.
Mas agora já não acha o arranjo tão bom: o homem não quer fazer programas, não quer passear, não quer nem conversar.
Ela pensa seriamente em vender o sofá. Não é muito hábil nessas coisas, mas tem certeza de que, através da internet, resolverá o problema.
(Folha de São Paulo (São Paulo) 28/03/2005.)
O título do texto é composto por duas frases. A segunda é iniciada pelo termo “nem”, preservando-se a correção semântica e a coerência textual, indique a afirmação correta.
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Texto II para responder às questões de 06 a 10.
Felicidade não se compra. Nem mesmo pela internet.
Sofá de dois lugares, seminovo: produtos como esse podem sair de sua casa e serem vendidos com a ajuda da internet.
Folha Informática, 23.mar.2005
Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living. Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, se instalava para assistir a TV até altas horas. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, o marido se instalava para assistir a TV até altas horas. E, vendo TV, o marido não queria fazer programas, não queria passear, não queria nem conversar. Em desespero, ela ameaça vender o sofá por qualquer preço.
O marido não acreditava. Porque a mulher não tinha jeito para negociar. Não sabia falar com as pessoas, não sabia apresentar seu produto. Se dependesse de sua habilidade para a venda, o sofá de dois lugares permaneceria no living por muitos e muitos anos. De modo que ele ficou muito surpreso quando, voltando do trabalho, não encontrou o sofá. Vendi, disse a mulher, triunfante. Ele não quis acreditar, achou que fosse brincadeira. Ela explicou: graças à internet, tinha vendido a uma pessoa que nem conhecia, que enviara um portador para entregar o dinheiro e levar o sofá.
Aquilo deixou-o furioso. Queria o seu sofá de volta e exigiu da mulher o nome do comprador. Ela simplesmente se recusou a revelar esse segredo.
Brigaram e, naquela noite, ele dormiu no outro quarto do apartamento, vazio desde que a filha tinha casado. De madrugada, uma ideia lhe ocorreu. Correu a verificar os e-mails da esposa e, de fato, ali estava a mensagem enviada pela compradora, com nome, endereço, telefone.
No dia seguinte, ligou para essa mulher, disse que precisava vê-la com urgência: assunto ligado à compra do sofá. Ela relutou, mas consentiu em recebê-lo. Ele foi até a casa, num bairro afastado. E ali estava a mulher, ainda jovem, a esperá-lo. No living, diante da TV, o sofá de dois lugares.
Que ele quis comprar de volta. Ela recusou; gostara do sofá, não o venderia. Ele recorreu a todos os argumentos, sem resultado, quis até pagar o dobro da quantia que ela havia despendido. Nada, ela mostrava-se irredutível, e ele acabou desistindo.
Antes de ir embora, porém, resolveu perguntar quem sentava ao lado dela no sofá.
Ninguém, foi a resposta. Divorciada, estava sozinha havia algum tempo. Comprara um sofá de dois lugares porque tinha esperança de, um dia, arranjar um companheiro.
Ele tem ido à casa da nova proprietária do sofá. Senta-se ao lado dela para ver TV, coisa que adora. No começo, ela gostava da companhia.
Mas agora já não acha o arranjo tão bom: o homem não quer fazer programas, não quer passear, não quer nem conversar.
Ela pensa seriamente em vender o sofá. Não é muito hábil nessas coisas, mas tem certeza de que, através da internet, resolverá o problema.
(Folha de São Paulo (São Paulo) 28/03/2005.)
A crônica é um gênero textual que apresenta uma narrativa curta. De acordo com o gênero textual apresentado, a estrutura e os seus recursos textuais é correto afirmar acerca do texto em análise que tem por objetivo
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Texto II para responder às questões de 06 a 10.
Felicidade não se compra. Nem mesmo pela internet.
Sofá de dois lugares, seminovo: produtos como esse podem sair de sua casa e serem vendidos com a ajuda da internet.
Folha Informática, 23.mar.2005
Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living. Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, se instalava para assistir a TV até altas horas. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, o marido se instalava para assistir a TV até altas horas. E, vendo TV, o marido não queria fazer programas, não queria passear, não queria nem conversar. Em desespero, ela ameaça vender o sofá por qualquer preço.
O marido não acreditava. Porque a mulher não tinha jeito para negociar. Não sabia falar com as pessoas, não sabia apresentar seu produto. Se dependesse de sua habilidade para a venda, o sofá de dois lugares permaneceria no living por muitos e muitos anos. De modo que ele ficou muito surpreso quando, voltando do trabalho, não encontrou o sofá. Vendi, disse a mulher, triunfante. Ele não quis acreditar, achou que fosse brincadeira. Ela explicou: graças à internet, tinha vendido a uma pessoa que nem conhecia, que enviara um portador para entregar o dinheiro e levar o sofá.
Aquilo deixou-o furioso. Queria o seu sofá de volta e exigiu da mulher o nome do comprador. Ela simplesmente se recusou a revelar esse segredo.
Brigaram e, naquela noite, ele dormiu no outro quarto do apartamento, vazio desde que a filha tinha casado. De madrugada, uma ideia lhe ocorreu. Correu a verificar os e-mails da esposa e, de fato, ali estava a mensagem enviada pela compradora, com nome, endereço, telefone.
No dia seguinte, ligou para essa mulher, disse que precisava vê-la com urgência: assunto ligado à compra do sofá. Ela relutou, mas consentiu em recebê-lo. Ele foi até a casa, num bairro afastado. E ali estava a mulher, ainda jovem, a esperá-lo. No living, diante da TV, o sofá de dois lugares.
Que ele quis comprar de volta. Ela recusou; gostara do sofá, não o venderia. Ele recorreu a todos os argumentos, sem resultado, quis até pagar o dobro da quantia que ela havia despendido. Nada, ela mostrava-se irredutível, e ele acabou desistindo.
Antes de ir embora, porém, resolveu perguntar quem sentava ao lado dela no sofá.
Ninguém, foi a resposta. Divorciada, estava sozinha havia algum tempo. Comprara um sofá de dois lugares porque tinha esperança de, um dia, arranjar um companheiro.
Ele tem ido à casa da nova proprietária do sofá. Senta-se ao lado dela para ver TV, coisa que adora. No começo, ela gostava da companhia.
Mas agora já não acha o arranjo tão bom: o homem não quer fazer programas, não quer passear, não quer nem conversar.
Ela pensa seriamente em vender o sofá. Não é muito hábil nessas coisas, mas tem certeza de que, através da internet, resolverá o problema.
(Folha de São Paulo (São Paulo) 28/03/2005.)
A referência feita ao trecho citado “Sofá de dois lugares, seminovo: produtos como esse podem sair de sua casa e serem vendidos com a ajuda da internet.” tem por objetivo, considerando-se o texto de Moacyr Scliar:
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Texto I para responder às questões de 01 a 05.
Lembrando Stefan Zweig
Não sou entendido em economia, história, política, na realidade, como alguns leitores já perceberam, não sou entendido nem em mim mesmo. De maneira que não sei a data em que a humanidade começou a existir. Só do aparecimento do homem na Terra, creio que são 8.000 séculos ou algo assim.
Já era tempo de termos mais juízo e vergonha na cara. Agora mesmo estamos revoltados com nossas tragédias pessoais e coletivas. Stefan Zweig, em suas memórias, condena veementemente o uso de passaportes ou documentos afins.
Ele não entendia por que, ao passar de um país para outro, precisava obter papéis, assinaturas, enfim, se submeter a um tipo de humanidade em que a pessoa humana precisava provar que era parte do mundo. Inclusive para morar no Brasil e aqui morrer amargurado, não com o Brasil, mas com a estrutura da sociedade depois de tantos séculos de cara quebrada.
Temos agora o exemplo de Davos. Os entendidos em problemas econômicos, sociais e políticos discutem projetos para melhorar as coisas. Os resultados são provisórios e revogados periodicamente.
Imigrantes em massa estão morrendo no Mediterrâneo em busca de uma terra em que possam viver sem bombas e massacres diários. Os países mais ou menos estabelecidos recusam-se a recebê-los ou chegarem a um acordo que dê para todos.
A globalização procurou dar condições iguais para todos. Stefan Zweig não compreendia a razão pela qual não podia andar alguns poucos quilômetros para ir de um país para outro, sem deixar de ser ele mesmo. Já no tempo dele falava-se numa moeda única e que todos os homens pudessem ser classificados como homens, e não como búlgaros, húngaros, austríacos ou croatas. Todos deviam, na opinião dele, participar de uma condição humana que fosse única e solidária.
(CONY, Carlos Heitor. Folha de S. Paulo, 24 de janeiro de 2016. DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.)
Tendo em vista que as palavras podem adquirir novo sentido de acordo com o contexto no qual estão inseridas, assinale o único termo destacado cujo sentido pode ser considerado conotativo, diferente dos demais, de sentido denotativo.
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Texto I para responder às questões de 01 a 05.
Lembrando Stefan Zweig
Não sou entendido em economia, história, política, na realidade, como alguns leitores já perceberam, não sou entendido nem em mim mesmo. De maneira que não sei a data em que a humanidade começou a existir. Só do aparecimento do homem na Terra, creio que são 8.000 séculos ou algo assim.
Já era tempo de termos mais juízo e vergonha na cara. Agora mesmo estamos revoltados com nossas tragédias pessoais e coletivas. Stefan Zweig, em suas memórias, condena veementemente o uso de passaportes ou documentos afins.
Ele não entendia por que, ao passar de um país para outro, precisava obter papéis, assinaturas, enfim, se submeter a um tipo de humanidade em que a pessoa humana precisava provar que era parte do mundo. Inclusive para morar no Brasil e aqui morrer amargurado, não com o Brasil, mas com a estrutura da sociedade depois de tantos séculos de cara quebrada.
Temos agora o exemplo de Davos. Os entendidos em problemas econômicos, sociais e políticos discutem projetos para melhorar as coisas. Os resultados são provisórios e revogados periodicamente.
Imigrantes em massa estão morrendo no Mediterrâneo em busca de uma terra em que possam viver sem bombas e massacres diários. Os países mais ou menos estabelecidos recusam-se a recebê-los ou chegarem a um acordo que dê para todos.
A globalização procurou dar condições iguais para todos. Stefan Zweig não compreendia a razão pela qual não podia andar alguns poucos quilômetros para ir de um país para outro, sem deixar de ser ele mesmo. Já no tempo dele falava-se numa moeda única e que todos os homens pudessem ser classificados como homens, e não como búlgaros, húngaros, austríacos ou croatas. Todos deviam, na opinião dele, participar de uma condição humana que fosse única e solidária.
(CONY, Carlos Heitor. Folha de S. Paulo, 24 de janeiro de 2016. DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.)
Considerando-se o contexto, o sentido do termo destacado está corretamente identificado em, EXCETO:
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Texto I para responder às questões de 01 a 05.
Lembrando Stefan Zweig
Não sou entendido em economia, história, política, na realidade, como alguns leitores já perceberam, não sou entendido nem em mim mesmo. De maneira que não sei a data em que a humanidade começou a existir. Só do aparecimento do homem na Terra, creio que são 8.000 séculos ou algo assim.
Já era tempo de termos mais juízo e vergonha na cara. Agora mesmo estamos revoltados com nossas tragédias pessoais e coletivas. Stefan Zweig, em suas memórias, condena veementemente o uso de passaportes ou documentos afins.
Ele não entendia por que, ao passar de um país para outro, precisava obter papéis, assinaturas, enfim, se submeter a um tipo de humanidade em que a pessoa humana precisava provar que era parte do mundo. Inclusive para morar no Brasil e aqui morrer amargurado, não com o Brasil, mas com a estrutura da sociedade depois de tantos séculos de cara quebrada.
Temos agora o exemplo de Davos. Os entendidos em problemas econômicos, sociais e políticos discutem projetos para melhorar as coisas. Os resultados são provisórios e revogados periodicamente.
Imigrantes em massa estão morrendo no Mediterrâneo em busca de uma terra em que possam viver sem bombas e massacres diários. Os países mais ou menos estabelecidos recusam-se a recebê-los ou chegarem a um acordo que dê para todos.
A globalização procurou dar condições iguais para todos. Stefan Zweig não compreendia a razão pela qual não podia andar alguns poucos quilômetros para ir de um país para outro, sem deixar de ser ele mesmo. Já no tempo dele falava-se numa moeda única e que todos os homens pudessem ser classificados como homens, e não como búlgaros, húngaros, austríacos ou croatas. Todos deviam, na opinião dele, participar de uma condição humana que fosse única e solidária.
(CONY, Carlos Heitor. Folha de S. Paulo, 24 de janeiro de 2016. DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.)
Acerca da expressão “Agora mesmo” (2º§), é correto afirmar que
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