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Foram encontradas 155 questões.

1686262 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG

Sobre componentes de hardware, analise as afirmativas a seguir.

I. Monitor, teclado e mouse podem ser considerados periféricos exclusivos de entrada de dados.

II. A placa central é considerada a maior placa do computador e é responsável por processar dados e abrigar todas as demais placas e conectores do computador.

III. Um recurso para agilizar a velocidade final do processamento é a utilização de memória cache, pois ela evita que o processador tenha que acessar constantemente a memória RAM do computador.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

 

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1686261 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG

Um usuário necessita listar todos os arquivos de um diretório. Considerando que ele tem como recurso apenas o prompt de comando do MS-DOS, é correto afirmar que o comando necessário para realizar este procedimento é:

 

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1686260 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG

Texto II para responder às questões de 06 a 10.


Felicidade não se compra. Nem mesmo pela internet.

Sofá de dois lugares, seminovo: produtos como esse podem sair de sua casa e serem vendidos com a ajuda da internet.


Folha Informática, 23.mar.2005


Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living. Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, se instalava para assistir a TV até altas horas. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, o marido se instalava para assistir a TV até altas horas. E, vendo TV, o marido não queria fazer programas, não queria passear, não queria nem conversar. Em desespero, ela ameaça vender o sofá por qualquer preço.

O marido não acreditava. Porque a mulher não tinha jeito para negociar. Não sabia falar com as pessoas, não sabia apresentar seu produto. Se dependesse de sua habilidade para a venda, o sofá de dois lugares permaneceria no living por muitos e muitos anos. De modo que ele ficou muito surpreso quando, voltando do trabalho, não encontrou o sofá. Vendi, disse a mulher, triunfante. Ele não quis acreditar, achou que fosse brincadeira. Ela explicou: graças à internet, tinha vendido a uma pessoa que nem conhecia, que enviara um portador para entregar o dinheiro e levar o sofá.

Aquilo deixou-o furioso. Queria o seu sofá de volta e exigiu da mulher o nome do comprador. Ela simplesmente se recusou a revelar esse segredo.

Brigaram e, naquela noite, ele dormiu no outro quarto do apartamento, vazio desde que a filha tinha casado. De madrugada, uma ideia lhe ocorreu. Correu a verificar os e-mails da esposa e, de fato, ali estava a mensagem enviada pela compradora, com nome, endereço, telefone.

No dia seguinte, ligou para essa mulher, disse que precisava vê-la com urgência: assunto ligado à compra do sofá. Ela relutou, mas consentiu em recebê-lo. Ele foi até a casa, num bairro afastado. E ali estava a mulher, ainda jovem, a esperá-lo. No living, diante da TV, o sofá de dois lugares.

Que ele quis comprar de volta. Ela recusou; gostara do sofá, não o venderia. Ele recorreu a todos os argumentos, sem resultado, quis até pagar o dobro da quantia que ela havia despendido. Nada, ela mostrava-se irredutível, e ele acabou desistindo.

Antes de ir embora, porém, resolveu perguntar quem sentava ao lado dela no sofá.

Ninguém, foi a resposta. Divorciada, estava sozinha havia algum tempo. Comprara um sofá de dois lugares porque tinha esperança de, um dia, arranjar um companheiro.

Ele tem ido à casa da nova proprietária do sofá. Senta-se ao lado dela para ver TV, coisa que adora. No começo, ela gostava da companhia.

Mas agora já não acha o arranjo tão bom: o homem não quer fazer programas, não quer passear, não quer nem conversar.

Ela pensa seriamente em vender o sofá. Não é muito hábil nessas coisas, mas tem certeza de que, através da internet, resolverá o problema.


(Folha de São Paulo (São Paulo) 28/03/2005.)

O texto em análise é uma narração já que:

I. Analisa e interpreta os fatos relatados.

II. Há relação de anterioridade e posterioridade entre os fatos narrados.

III. Relata progressivas mudanças de estado que ocorrem através do tempo.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

 

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1686259 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG

Texto II para responder às questões de 06 a 10.


Felicidade não se compra. Nem mesmo pela internet.

Sofá de dois lugares, seminovo: produtos como esse podem sair de sua casa e serem vendidos com a ajuda da internet.


Folha Informática, 23.mar.2005


Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living. Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, se instalava para assistir a TV até altas horas. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, o marido se instalava para assistir a TV até altas horas. E, vendo TV, o marido não queria fazer programas, não queria passear, não queria nem conversar. Em desespero, ela ameaça vender o sofá por qualquer preço.

O marido não acreditava. Porque a mulher não tinha jeito para negociar. Não sabia falar com as pessoas, não sabia apresentar seu produto. Se dependesse de sua habilidade para a venda, o sofá de dois lugares permaneceria no living por muitos e muitos anos. De modo que ele ficou muito surpreso quando, voltando do trabalho, não encontrou o sofá. Vendi, disse a mulher, triunfante. Ele não quis acreditar, achou que fosse brincadeira. Ela explicou: graças à internet, tinha vendido a uma pessoa que nem conhecia, que enviara um portador para entregar o dinheiro e levar o sofá.

Aquilo deixou-o furioso. Queria o seu sofá de volta e exigiu da mulher o nome do comprador. Ela simplesmente se recusou a revelar esse segredo.

Brigaram e, naquela noite, ele dormiu no outro quarto do apartamento, vazio desde que a filha tinha casado. De madrugada, uma ideia lhe ocorreu. Correu a verificar os e-mails da esposa e, de fato, ali estava a mensagem enviada pela compradora, com nome, endereço, telefone.

No dia seguinte, ligou para essa mulher, disse que precisava vê-la com urgência: assunto ligado à compra do sofá. Ela relutou, mas consentiu em recebê-lo. Ele foi até a casa, num bairro afastado. E ali estava a mulher, ainda jovem, a esperá-lo. No living, diante da TV, o sofá de dois lugares.

Que ele quis comprar de volta. Ela recusou; gostara do sofá, não o venderia. Ele recorreu a todos os argumentos, sem resultado, quis até pagar o dobro da quantia que ela havia despendido. Nada, ela mostrava-se irredutível, e ele acabou desistindo.

Antes de ir embora, porém, resolveu perguntar quem sentava ao lado dela no sofá.

Ninguém, foi a resposta. Divorciada, estava sozinha havia algum tempo. Comprara um sofá de dois lugares porque tinha esperança de, um dia, arranjar um companheiro.

Ele tem ido à casa da nova proprietária do sofá. Senta-se ao lado dela para ver TV, coisa que adora. No começo, ela gostava da companhia.

Mas agora já não acha o arranjo tão bom: o homem não quer fazer programas, não quer passear, não quer nem conversar.

Ela pensa seriamente em vender o sofá. Não é muito hábil nessas coisas, mas tem certeza de que, através da internet, resolverá o problema.


(Folha de São Paulo (São Paulo) 28/03/2005.)

O segundo parágrafo é introduzido pela afirmativa “O marido não acreditava.”. Acerca da conexão que se faz entre parágrafos de forma a contribuir com a coerência textual, pode-se afirmar que

 

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1686258 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG

Texto II para responder às questões de 06 a 10.


Felicidade não se compra. Nem mesmo pela internet.

Sofá de dois lugares, seminovo: produtos como esse podem sair de sua casa e serem vendidos com a ajuda da internet.


Folha Informática, 23.mar.2005


Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living. Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, se instalava para assistir a TV até altas horas. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, o marido se instalava para assistir a TV até altas horas. E, vendo TV, o marido não queria fazer programas, não queria passear, não queria nem conversar. Em desespero, ela ameaça vender o sofá por qualquer preço.

O marido não acreditava. Porque a mulher não tinha jeito para negociar. Não sabia falar com as pessoas, não sabia apresentar seu produto. Se dependesse de sua habilidade para a venda, o sofá de dois lugares permaneceria no living por muitos e muitos anos. De modo que ele ficou muito surpreso quando, voltando do trabalho, não encontrou o sofá. Vendi, disse a mulher, triunfante. Ele não quis acreditar, achou que fosse brincadeira. Ela explicou: graças à internet, tinha vendido a uma pessoa que nem conhecia, que enviara um portador para entregar o dinheiro e levar o sofá.

Aquilo deixou-o furioso. Queria o seu sofá de volta e exigiu da mulher o nome do comprador. Ela simplesmente se recusou a revelar esse segredo.

Brigaram e, naquela noite, ele dormiu no outro quarto do apartamento, vazio desde que a filha tinha casado. De madrugada, uma ideia lhe ocorreu. Correu a verificar os e-mails da esposa e, de fato, ali estava a mensagem enviada pela compradora, com nome, endereço, telefone.

No dia seguinte, ligou para essa mulher, disse que precisava vê-la com urgência: assunto ligado à compra do sofá. Ela relutou, mas consentiu em recebê-lo. Ele foi até a casa, num bairro afastado. E ali estava a mulher, ainda jovem, a esperá-lo. No living, diante da TV, o sofá de dois lugares.

Que ele quis comprar de volta. Ela recusou; gostara do sofá, não o venderia. Ele recorreu a todos os argumentos, sem resultado, quis até pagar o dobro da quantia que ela havia despendido. Nada, ela mostrava-se irredutível, e ele acabou desistindo.

Antes de ir embora, porém, resolveu perguntar quem sentava ao lado dela no sofá.

Ninguém, foi a resposta. Divorciada, estava sozinha havia algum tempo. Comprara um sofá de dois lugares porque tinha esperança de, um dia, arranjar um companheiro.

Ele tem ido à casa da nova proprietária do sofá. Senta-se ao lado dela para ver TV, coisa que adora. No começo, ela gostava da companhia.

Mas agora já não acha o arranjo tão bom: o homem não quer fazer programas, não quer passear, não quer nem conversar.

Ela pensa seriamente em vender o sofá. Não é muito hábil nessas coisas, mas tem certeza de que, através da internet, resolverá o problema.


(Folha de São Paulo (São Paulo) 28/03/2005.)

O título do texto é composto por duas frases. A segunda é iniciada pelo termo “nem”, preservando-se a correção semântica e a coerência textual, indique a afirmação correta.

 

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1686257 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG

Texto II para responder às questões de 06 a 10.


Felicidade não se compra. Nem mesmo pela internet.

Sofá de dois lugares, seminovo: produtos como esse podem sair de sua casa e serem vendidos com a ajuda da internet.


Folha Informática, 23.mar.2005


Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living. Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, se instalava para assistir a TV até altas horas. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, o marido se instalava para assistir a TV até altas horas. E, vendo TV, o marido não queria fazer programas, não queria passear, não queria nem conversar. Em desespero, ela ameaça vender o sofá por qualquer preço.

O marido não acreditava. Porque a mulher não tinha jeito para negociar. Não sabia falar com as pessoas, não sabia apresentar seu produto. Se dependesse de sua habilidade para a venda, o sofá de dois lugares permaneceria no living por muitos e muitos anos. De modo que ele ficou muito surpreso quando, voltando do trabalho, não encontrou o sofá. Vendi, disse a mulher, triunfante. Ele não quis acreditar, achou que fosse brincadeira. Ela explicou: graças à internet, tinha vendido a uma pessoa que nem conhecia, que enviara um portador para entregar o dinheiro e levar o sofá.

Aquilo deixou-o furioso. Queria o seu sofá de volta e exigiu da mulher o nome do comprador. Ela simplesmente se recusou a revelar esse segredo.

Brigaram e, naquela noite, ele dormiu no outro quarto do apartamento, vazio desde que a filha tinha casado. De madrugada, uma ideia lhe ocorreu. Correu a verificar os e-mails da esposa e, de fato, ali estava a mensagem enviada pela compradora, com nome, endereço, telefone.

No dia seguinte, ligou para essa mulher, disse que precisava vê-la com urgência: assunto ligado à compra do sofá. Ela relutou, mas consentiu em recebê-lo. Ele foi até a casa, num bairro afastado. E ali estava a mulher, ainda jovem, a esperá-lo. No living, diante da TV, o sofá de dois lugares.

Que ele quis comprar de volta. Ela recusou; gostara do sofá, não o venderia. Ele recorreu a todos os argumentos, sem resultado, quis até pagar o dobro da quantia que ela havia despendido. Nada, ela mostrava-se irredutível, e ele acabou desistindo.

Antes de ir embora, porém, resolveu perguntar quem sentava ao lado dela no sofá.

Ninguém, foi a resposta. Divorciada, estava sozinha havia algum tempo. Comprara um sofá de dois lugares porque tinha esperança de, um dia, arranjar um companheiro.

Ele tem ido à casa da nova proprietária do sofá. Senta-se ao lado dela para ver TV, coisa que adora. No começo, ela gostava da companhia.

Mas agora já não acha o arranjo tão bom: o homem não quer fazer programas, não quer passear, não quer nem conversar.

Ela pensa seriamente em vender o sofá. Não é muito hábil nessas coisas, mas tem certeza de que, através da internet, resolverá o problema.


(Folha de São Paulo (São Paulo) 28/03/2005.)

A crônica é um gênero textual que apresenta uma narrativa curta. De acordo com o gênero textual apresentado, a estrutura e os seus recursos textuais é correto afirmar acerca do texto em análise que tem por objetivo

 

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1686256 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG

Texto II para responder às questões de 06 a 10.


Felicidade não se compra. Nem mesmo pela internet.

Sofá de dois lugares, seminovo: produtos como esse podem sair de sua casa e serem vendidos com a ajuda da internet.


Folha Informática, 23.mar.2005


Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living. Ele adorava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, se instalava para assistir a TV até altas horas. A mulher odiava o sofá de dois lugares que estava no living porque era ali que, todas as noites, o marido se instalava para assistir a TV até altas horas. E, vendo TV, o marido não queria fazer programas, não queria passear, não queria nem conversar. Em desespero, ela ameaça vender o sofá por qualquer preço.

O marido não acreditava. Porque a mulher não tinha jeito para negociar. Não sabia falar com as pessoas, não sabia apresentar seu produto. Se dependesse de sua habilidade para a venda, o sofá de dois lugares permaneceria no living por muitos e muitos anos. De modo que ele ficou muito surpreso quando, voltando do trabalho, não encontrou o sofá. Vendi, disse a mulher, triunfante. Ele não quis acreditar, achou que fosse brincadeira. Ela explicou: graças à internet, tinha vendido a uma pessoa que nem conhecia, que enviara um portador para entregar o dinheiro e levar o sofá.

Aquilo deixou-o furioso. Queria o seu sofá de volta e exigiu da mulher o nome do comprador. Ela simplesmente se recusou a revelar esse segredo.

Brigaram e, naquela noite, ele dormiu no outro quarto do apartamento, vazio desde que a filha tinha casado. De madrugada, uma ideia lhe ocorreu. Correu a verificar os e-mails da esposa e, de fato, ali estava a mensagem enviada pela compradora, com nome, endereço, telefone.

No dia seguinte, ligou para essa mulher, disse que precisava vê-la com urgência: assunto ligado à compra do sofá. Ela relutou, mas consentiu em recebê-lo. Ele foi até a casa, num bairro afastado. E ali estava a mulher, ainda jovem, a esperá-lo. No living, diante da TV, o sofá de dois lugares.

Que ele quis comprar de volta. Ela recusou; gostara do sofá, não o venderia. Ele recorreu a todos os argumentos, sem resultado, quis até pagar o dobro da quantia que ela havia despendido. Nada, ela mostrava-se irredutível, e ele acabou desistindo.

Antes de ir embora, porém, resolveu perguntar quem sentava ao lado dela no sofá.

Ninguém, foi a resposta. Divorciada, estava sozinha havia algum tempo. Comprara um sofá de dois lugares porque tinha esperança de, um dia, arranjar um companheiro.

Ele tem ido à casa da nova proprietária do sofá. Senta-se ao lado dela para ver TV, coisa que adora. No começo, ela gostava da companhia.

Mas agora já não acha o arranjo tão bom: o homem não quer fazer programas, não quer passear, não quer nem conversar.

Ela pensa seriamente em vender o sofá. Não é muito hábil nessas coisas, mas tem certeza de que, através da internet, resolverá o problema.


(Folha de São Paulo (São Paulo) 28/03/2005.)

A referência feita ao trecho citado “Sofá de dois lugares, seminovo: produtos como esse podem sair de sua casa e serem vendidos com a ajuda da internet.” tem por objetivo, considerando-se o texto de Moacyr Scliar:

 

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1686255 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG

Texto I para responder às questões de 01 a 05.


Lembrando Stefan Zweig


Não sou entendido em economia, história, política, na realidade, como alguns leitores já perceberam, não sou entendido nem em mim mesmo. De maneira que não sei a data em que a humanidade começou a existir. Só do aparecimento do homem na Terra, creio que são 8.000 séculos ou algo assim.

Já era tempo de termos mais juízo e vergonha na cara. Agora mesmo estamos revoltados com nossas tragédias pessoais e coletivas. Stefan Zweig, em suas memórias, condena veementemente o uso de passaportes ou documentos afins.

Ele não entendia por que, ao passar de um país para outro, precisava obter papéis, assinaturas, enfim, se submeter a um tipo de humanidade em que a pessoa humana precisava provar que era parte do mundo. Inclusive para morar no Brasil e aqui morrer amargurado, não com o Brasil, mas com a estrutura da sociedade depois de tantos séculos de cara quebrada.

Temos agora o exemplo de Davos. Os entendidos em problemas econômicos, sociais e políticos discutem projetos para melhorar as coisas. Os resultados são provisórios e revogados periodicamente.

Imigrantes em massa estão morrendo no Mediterrâneo em busca de uma terra em que possam viver sem bombas e massacres diários. Os países mais ou menos estabelecidos recusam-se a recebê-los ou chegarem a um acordo que dê para todos.

A globalização procurou dar condições iguais para todos. Stefan Zweig não compreendia a razão pela qual não podia andar alguns poucos quilômetros para ir de um país para outro, sem deixar de ser ele mesmo. Já no tempo dele falava-se numa moeda única e que todos os homens pudessem ser classificados como homens, e não como búlgaros, húngaros, austríacos ou croatas. Todos deviam, na opinião dele, participar de uma condição humana que fosse única e solidária.


(CONY, Carlos Heitor. Folha de S. Paulo, 24 de janeiro de 2016. DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.)

Tendo em vista que as palavras podem adquirir novo sentido de acordo com o contexto no qual estão inseridas, assinale o único termo destacado cujo sentido pode ser considerado conotativo, diferente dos demais, de sentido denotativo.

 

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1686254 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG

Texto I para responder às questões de 01 a 05.


Lembrando Stefan Zweig


Não sou entendido em economia, história, política, na realidade, como alguns leitores já perceberam, não sou entendido nem em mim mesmo. De maneira que não sei a data em que a humanidade começou a existir. Só do aparecimento do homem na Terra, creio que são 8.000 séculos ou algo assim.

Já era tempo de termos mais juízo e vergonha na cara. Agora mesmo estamos revoltados com nossas tragédias pessoais e coletivas. Stefan Zweig, em suas memórias, condena veementemente o uso de passaportes ou documentos afins.

Ele não entendia por que, ao passar de um país para outro, precisava obter papéis, assinaturas, enfim, se submeter a um tipo de humanidade em que a pessoa humana precisava provar que era parte do mundo. Inclusive para morar no Brasil e aqui morrer amargurado, não com o Brasil, mas com a estrutura da sociedade depois de tantos séculos de cara quebrada.

Temos agora o exemplo de Davos. Os entendidos em problemas econômicos, sociais e políticos discutem projetos para melhorar as coisas. Os resultados são provisórios e revogados periodicamente.

Imigrantes em massa estão morrendo no Mediterrâneo em busca de uma terra em que possam viver sem bombas e massacres diários. Os países mais ou menos estabelecidos recusam-se a recebê-los ou chegarem a um acordo que dê para todos.

A globalização procurou dar condições iguais para todos. Stefan Zweig não compreendia a razão pela qual não podia andar alguns poucos quilômetros para ir de um país para outro, sem deixar de ser ele mesmo. Já no tempo dele falava-se numa moeda única e que todos os homens pudessem ser classificados como homens, e não como búlgaros, húngaros, austríacos ou croatas. Todos deviam, na opinião dele, participar de uma condição humana que fosse única e solidária.


(CONY, Carlos Heitor. Folha de S. Paulo, 24 de janeiro de 2016. DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.)

Considerando-se o contexto, o sentido do termo destacado está corretamente identificado em, EXCETO:

 

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1686253 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG

Texto I para responder às questões de 01 a 05.


Lembrando Stefan Zweig


Não sou entendido em economia, história, política, na realidade, como alguns leitores já perceberam, não sou entendido nem em mim mesmo. De maneira que não sei a data em que a humanidade começou a existir. Só do aparecimento do homem na Terra, creio que são 8.000 séculos ou algo assim.

Já era tempo de termos mais juízo e vergonha na cara. Agora mesmo estamos revoltados com nossas tragédias pessoais e coletivas. Stefan Zweig, em suas memórias, condena veementemente o uso de passaportes ou documentos afins.

Ele não entendia por que, ao passar de um país para outro, precisava obter papéis, assinaturas, enfim, se submeter a um tipo de humanidade em que a pessoa humana precisava provar que era parte do mundo. Inclusive para morar no Brasil e aqui morrer amargurado, não com o Brasil, mas com a estrutura da sociedade depois de tantos séculos de cara quebrada.

Temos agora o exemplo de Davos. Os entendidos em problemas econômicos, sociais e políticos discutem projetos para melhorar as coisas. Os resultados são provisórios e revogados periodicamente.

Imigrantes em massa estão morrendo no Mediterrâneo em busca de uma terra em que possam viver sem bombas e massacres diários. Os países mais ou menos estabelecidos recusam-se a recebê-los ou chegarem a um acordo que dê para todos.

A globalização procurou dar condições iguais para todos. Stefan Zweig não compreendia a razão pela qual não podia andar alguns poucos quilômetros para ir de um país para outro, sem deixar de ser ele mesmo. Já no tempo dele falava-se numa moeda única e que todos os homens pudessem ser classificados como homens, e não como búlgaros, húngaros, austríacos ou croatas. Todos deviam, na opinião dele, participar de uma condição humana que fosse única e solidária.


(CONY, Carlos Heitor. Folha de S. Paulo, 24 de janeiro de 2016. DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.)

Acerca da expressão “Agora mesmo” (2º§), é correto afirmar que

 

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