Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto e responda à questão.
Internos resgatados de comunidade terapêutica na
Paraíba relatam abusos: 'me pegaram pelo
pescoço e pelos pés'
Um dos 38 internos que foram resgatados nessa
quinta-feira (14) de uma comunidade terapêutica de
Lagoa Seca, no interior da Paraíba, confirmou que
eles eram vítimas de violências físicas enquanto
permaneceram no local. E que, no caso dele, a
transferência para o imóvel foi feita de forma
coercitiva, contra a sua vontade. Uma situação que,
segundo o Ministério Público da Paraíba e a Polícia
Civil da Paraíba, se configurava em tortura e cárcere
privado.
O homem, que pediu para não ser identificado, disse
que na época três funcionários da comunidade
chegaram de repente e o abordaram sem nenhum tipo
de diálogo prévio.
"Quando eu dei por mim, três pessoas grandonas me
pegaram pelo pescoço e pelos pés, me botaram
dentro do carro e não falaram mais nada.
Machucaram o meu pescoço. Eu pedindo para
soltarem o meu pescoço e aí é que eles arrochavam
mais", relata.
O resgate aconteceu durante uma fiscalização de
rotina realizada pelo Ministério Público da Paraíba
em parceria com outros órgãos públicos ligados à
saúde mental. Foi nessa fiscalização que as
irregularidades teriam sido constatadas, o que
ocasionou no fechamento da comunidade terapêutica
e na prisão em flagrante de sete pessoas entre
proprietários e funcionários. Depois, uma dessas
pessoas foi liberada.
A defesa da comunidade terapêutica, contudo nega as
denúncias. E se diz tranquila com o desenrolar das
investigações.
"A gente não teve acesso ainda a essas ditas
irregularidades, mas eles estão muito tranquilos. Eles
já prestam serviços há algum tempo, já tiveram
outras fiscalizações anteriores, sem nenhum
problema. A atuação deles é completamente regular",
declarou o advogado Felipe Torres.
De toda forma, o delegado Elias Rodrigues, da
Polícia Civil da Paraíba em Lagoa Seca, classificou
como graves as irregularidades identificadas. De
acordo com ele, um único interno resolveu falar a
princípio. E, a partir daí, quebrou-se a sensação de
medo que rondava o local.
"Quando um deles disse que estava ali sem querer,
que estava interno compulsoriamente, outros se
encorajaram. E disseram que também estavam lá sem
querer, muitos sem o conhecimento da família. E a
clínica não tem a autorização para funcionar com
esse tipo de internamento", denunciou o delegado.
A promotora de Justiça Fabiana Lobo, que estava à
frente da fiscalização, fala em "cárcere privado,
sequestro e tortura praticada contra internos". Ela
disse que foram encontradas manchas de sangue nas
paredes e pacientes sedados de forma irregular.
Todos os internos foram levados para a Central de
Polícia de Campina Grande e prestaram depoimentos
sobre o caso.
https://g1.globo.com/pb, 15/08/2024.
( ) As palavras “terapêutica” e “vítimas” são acentuadas como todas as proparoxítonas.
( ) Os vocábulos “imóvel” e “diálogo” são acentuados porque são paroxítonas.
( ) As palavras “pés”, “três” e “também” são acentuadas porque são oxítonas terminadas em “es” e “em” respectivamente.
( ) Os vocábulos “órgãos” e “sensação” são acentuados por serem oxítonos terminados em ditongos crescentes.
A sequência CORRETA é:
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Internos resgatados de comunidade terapêutica na
Paraíba relatam abusos: 'me pegaram pelo
pescoço e pelos pés'
Um dos 38 internos que foram resgatados nessa
quinta-feira (14) de uma comunidade terapêutica de
Lagoa Seca, no interior da Paraíba, confirmou que
eles eram vítimas de violências físicas enquanto
permaneceram no local. E que, no caso dele, a
transferência para o imóvel foi feita de forma
coercitiva, contra a sua vontade. Uma situação que,
segundo o Ministério Público da Paraíba e a Polícia
Civil da Paraíba, se configurava em tortura e cárcere
privado.
O homem, que pediu para não ser identificado, disse
que na época três funcionários da comunidade
chegaram de repente e o abordaram sem nenhum tipo
de diálogo prévio.
"Quando eu dei por mim, três pessoas grandonas me
pegaram pelo pescoço e pelos pés, me botaram
dentro do carro e não falaram mais nada.
Machucaram o meu pescoço. Eu pedindo para
soltarem o meu pescoço e aí é que eles arrochavam
mais", relata.
O resgate aconteceu durante uma fiscalização de
rotina realizada pelo Ministério Público da Paraíba
em parceria com outros órgãos públicos ligados à
saúde mental. Foi nessa fiscalização que as
irregularidades teriam sido constatadas, o que
ocasionou no fechamento da comunidade terapêutica
e na prisão em flagrante de sete pessoas entre
proprietários e funcionários. Depois, uma dessas
pessoas foi liberada.
A defesa da comunidade terapêutica, contudo nega as
denúncias. E se diz tranquila com o desenrolar das
investigações.
"A gente não teve acesso ainda a essas ditas
irregularidades, mas eles estão muito tranquilos. Eles
já prestam serviços há algum tempo, já tiveram
outras fiscalizações anteriores, sem nenhum
problema. A atuação deles é completamente regular",
declarou o advogado Felipe Torres.
De toda forma, o delegado Elias Rodrigues, da
Polícia Civil da Paraíba em Lagoa Seca, classificou
como graves as irregularidades identificadas. De
acordo com ele, um único interno resolveu falar a
princípio. E, a partir daí, quebrou-se a sensação de
medo que rondava o local.
"Quando um deles disse que estava ali sem querer,
que estava interno compulsoriamente, outros se
encorajaram. E disseram que também estavam lá sem
querer, muitos sem o conhecimento da família. E a
clínica não tem a autorização para funcionar com
esse tipo de internamento", denunciou o delegado.
A promotora de Justiça Fabiana Lobo, que estava à
frente da fiscalização, fala em "cárcere privado,
sequestro e tortura praticada contra internos". Ela
disse que foram encontradas manchas de sangue nas
paredes e pacientes sedados de forma irregular.
Todos os internos foram levados para a Central de
Polícia de Campina Grande e prestaram depoimentos
sobre o caso.
https://g1.globo.com/pb, 15/08/2024.
Sobre o trecho, assinale a alternativa FALSA.
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Internos resgatados de comunidade terapêutica na
Paraíba relatam abusos: 'me pegaram pelo
pescoço e pelos pés'
Um dos 38 internos que foram resgatados nessa
quinta-feira (14) de uma comunidade terapêutica de
Lagoa Seca, no interior da Paraíba, confirmou que
eles eram vítimas de violências físicas enquanto
permaneceram no local. E que, no caso dele, a
transferência para o imóvel foi feita de forma
coercitiva, contra a sua vontade. Uma situação que,
segundo o Ministério Público da Paraíba e a Polícia
Civil da Paraíba, se configurava em tortura e cárcere
privado.
O homem, que pediu para não ser identificado, disse
que na época três funcionários da comunidade
chegaram de repente e o abordaram sem nenhum tipo
de diálogo prévio.
"Quando eu dei por mim, três pessoas grandonas me
pegaram pelo pescoço e pelos pés, me botaram
dentro do carro e não falaram mais nada.
Machucaram o meu pescoço. Eu pedindo para
soltarem o meu pescoço e aí é que eles arrochavam
mais", relata.
O resgate aconteceu durante uma fiscalização de
rotina realizada pelo Ministério Público da Paraíba
em parceria com outros órgãos públicos ligados à
saúde mental. Foi nessa fiscalização que as
irregularidades teriam sido constatadas, o que
ocasionou no fechamento da comunidade terapêutica
e na prisão em flagrante de sete pessoas entre
proprietários e funcionários. Depois, uma dessas
pessoas foi liberada.
A defesa da comunidade terapêutica, contudo nega as
denúncias. E se diz tranquila com o desenrolar das
investigações.
"A gente não teve acesso ainda a essas ditas
irregularidades, mas eles estão muito tranquilos. Eles
já prestam serviços há algum tempo, já tiveram
outras fiscalizações anteriores, sem nenhum
problema. A atuação deles é completamente regular",
declarou o advogado Felipe Torres.
De toda forma, o delegado Elias Rodrigues, da
Polícia Civil da Paraíba em Lagoa Seca, classificou
como graves as irregularidades identificadas. De
acordo com ele, um único interno resolveu falar a
princípio. E, a partir daí, quebrou-se a sensação de
medo que rondava o local.
"Quando um deles disse que estava ali sem querer,
que estava interno compulsoriamente, outros se
encorajaram. E disseram que também estavam lá sem
querer, muitos sem o conhecimento da família. E a
clínica não tem a autorização para funcionar com
esse tipo de internamento", denunciou o delegado.
A promotora de Justiça Fabiana Lobo, que estava à
frente da fiscalização, fala em "cárcere privado,
sequestro e tortura praticada contra internos". Ela
disse que foram encontradas manchas de sangue nas
paredes e pacientes sedados de forma irregular.
Todos os internos foram levados para a Central de
Polícia de Campina Grande e prestaram depoimentos
sobre o caso.
https://g1.globo.com/pb, 15/08/2024.
A promotora de Justiça Fabiana Lobo, que estava à frente da fiscalização, fala em "cárcere privado..."
O emprego das vírgulas, no trecho destacado, é justificado adequadamente em:
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomes
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Internos resgatados de comunidade terapêutica na
Paraíba relatam abusos: 'me pegaram pelo
pescoço e pelos pés'
Um dos 38 internos que foram resgatados nessa
quinta-feira (14) de uma comunidade terapêutica de
Lagoa Seca, no interior da Paraíba, confirmou que
eles eram vítimas de violências físicas enquanto
permaneceram no local. E que, no caso dele, a
transferência para o imóvel foi feita de forma
coercitiva, contra a sua vontade. Uma situação que,
segundo o Ministério Público da Paraíba e a Polícia
Civil da Paraíba, se configurava em tortura e cárcere
privado.
O homem, que pediu para não ser identificado, disse
que na época três funcionários da comunidade
chegaram de repente e o abordaram sem nenhum tipo
de diálogo prévio.
"Quando eu dei por mim, três pessoas grandonas me
pegaram pelo pescoço e pelos pés, me botaram
dentro do carro e não falaram mais nada.
Machucaram o meu pescoço. Eu pedindo para
soltarem o meu pescoço e aí é que eles arrochavam
mais", relata.
O resgate aconteceu durante uma fiscalização de
rotina realizada pelo Ministério Público da Paraíba
em parceria com outros órgãos públicos ligados à
saúde mental. Foi nessa fiscalização que as
irregularidades teriam sido constatadas, o que
ocasionou no fechamento da comunidade terapêutica
e na prisão em flagrante de sete pessoas entre
proprietários e funcionários. Depois, uma dessas
pessoas foi liberada.
A defesa da comunidade terapêutica, contudo nega as
denúncias. E se diz tranquila com o desenrolar das
investigações.
"A gente não teve acesso ainda a essas ditas
irregularidades, mas eles estão muito tranquilos. Eles
já prestam serviços há algum tempo, já tiveram
outras fiscalizações anteriores, sem nenhum
problema. A atuação deles é completamente regular",
declarou o advogado Felipe Torres.
De toda forma, o delegado Elias Rodrigues, da
Polícia Civil da Paraíba em Lagoa Seca, classificou
como graves as irregularidades identificadas. De
acordo com ele, um único interno resolveu falar a
princípio. E, a partir daí, quebrou-se a sensação de
medo que rondava o local.
"Quando um deles disse que estava ali sem querer,
que estava interno compulsoriamente, outros se
encorajaram. E disseram que também estavam lá sem
querer, muitos sem o conhecimento da família. E a
clínica não tem a autorização para funcionar com
esse tipo de internamento", denunciou o delegado.
A promotora de Justiça Fabiana Lobo, que estava à
frente da fiscalização, fala em "cárcere privado,
sequestro e tortura praticada contra internos". Ela
disse que foram encontradas manchas de sangue nas
paredes e pacientes sedados de forma irregular.
Todos os internos foram levados para a Central de
Polícia de Campina Grande e prestaram depoimentos
sobre o caso.
https://g1.globo.com/pb, 15/08/2024.
"Quando um deles disse que estava ali sem querer, que estava interno compulsoriamente, outros se encorajaram...”
Sobre as palavras destacadas, assinale a alternativa FALSA.
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Internos resgatados de comunidade terapêutica na
Paraíba relatam abusos: 'me pegaram pelo
pescoço e pelos pés'
Um dos 38 internos que foram resgatados nessa
quinta-feira (14) de uma comunidade terapêutica de
Lagoa Seca, no interior da Paraíba, confirmou que
eles eram vítimas de violências físicas enquanto
permaneceram no local. E que, no caso dele, a
transferência para o imóvel foi feita de forma
coercitiva, contra a sua vontade. Uma situação que,
segundo o Ministério Público da Paraíba e a Polícia
Civil da Paraíba, se configurava em tortura e cárcere
privado.
O homem, que pediu para não ser identificado, disse
que na época três funcionários da comunidade
chegaram de repente e o abordaram sem nenhum tipo
de diálogo prévio.
"Quando eu dei por mim, três pessoas grandonas me
pegaram pelo pescoço e pelos pés, me botaram
dentro do carro e não falaram mais nada.
Machucaram o meu pescoço. Eu pedindo para
soltarem o meu pescoço e aí é que eles arrochavam
mais", relata.
O resgate aconteceu durante uma fiscalização de
rotina realizada pelo Ministério Público da Paraíba
em parceria com outros órgãos públicos ligados à
saúde mental. Foi nessa fiscalização que as
irregularidades teriam sido constatadas, o que
ocasionou no fechamento da comunidade terapêutica
e na prisão em flagrante de sete pessoas entre
proprietários e funcionários. Depois, uma dessas
pessoas foi liberada.
A defesa da comunidade terapêutica, contudo nega as
denúncias. E se diz tranquila com o desenrolar das
investigações.
"A gente não teve acesso ainda a essas ditas
irregularidades, mas eles estão muito tranquilos. Eles
já prestam serviços há algum tempo, já tiveram
outras fiscalizações anteriores, sem nenhum
problema. A atuação deles é completamente regular",
declarou o advogado Felipe Torres.
De toda forma, o delegado Elias Rodrigues, da
Polícia Civil da Paraíba em Lagoa Seca, classificou
como graves as irregularidades identificadas. De
acordo com ele, um único interno resolveu falar a
princípio. E, a partir daí, quebrou-se a sensação de
medo que rondava o local.
"Quando um deles disse que estava ali sem querer,
que estava interno compulsoriamente, outros se
encorajaram. E disseram que também estavam lá sem
querer, muitos sem o conhecimento da família. E a
clínica não tem a autorização para funcionar com
esse tipo de internamento", denunciou o delegado.
A promotora de Justiça Fabiana Lobo, que estava à
frente da fiscalização, fala em "cárcere privado,
sequestro e tortura praticada contra internos". Ela
disse que foram encontradas manchas de sangue nas
paredes e pacientes sedados de forma irregular.
Todos os internos foram levados para a Central de
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https://g1.globo.com/pb, 15/08/2024.
Os termos destacados são responsáveis pelo mecanismo de
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pescoço e pelos pés'
Um dos 38 internos que foram resgatados nessa
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Lagoa Seca, no interior da Paraíba, confirmou que
eles eram vítimas de violências físicas enquanto
permaneceram no local. E que, no caso dele, a
transferência para o imóvel foi feita de forma
coercitiva, contra a sua vontade. Uma situação que,
segundo o Ministério Público da Paraíba e a Polícia
Civil da Paraíba, se configurava em tortura e cárcere
privado.
O homem, que pediu para não ser identificado, disse
que na época três funcionários da comunidade
chegaram de repente e o abordaram sem nenhum tipo
de diálogo prévio.
"Quando eu dei por mim, três pessoas grandonas me
pegaram pelo pescoço e pelos pés, me botaram
dentro do carro e não falaram mais nada.
Machucaram o meu pescoço. Eu pedindo para
soltarem o meu pescoço e aí é que eles arrochavam
mais", relata.
O resgate aconteceu durante uma fiscalização de
rotina realizada pelo Ministério Público da Paraíba
em parceria com outros órgãos públicos ligados à
saúde mental. Foi nessa fiscalização que as
irregularidades teriam sido constatadas, o que
ocasionou no fechamento da comunidade terapêutica
e na prisão em flagrante de sete pessoas entre
proprietários e funcionários. Depois, uma dessas
pessoas foi liberada.
A defesa da comunidade terapêutica, contudo nega as
denúncias. E se diz tranquila com o desenrolar das
investigações.
"A gente não teve acesso ainda a essas ditas
irregularidades, mas eles estão muito tranquilos. Eles
já prestam serviços há algum tempo, já tiveram
outras fiscalizações anteriores, sem nenhum
problema. A atuação deles é completamente regular",
declarou o advogado Felipe Torres.
De toda forma, o delegado Elias Rodrigues, da
Polícia Civil da Paraíba em Lagoa Seca, classificou
como graves as irregularidades identificadas. De
acordo com ele, um único interno resolveu falar a
princípio. E, a partir daí, quebrou-se a sensação de
medo que rondava o local.
"Quando um deles disse que estava ali sem querer,
que estava interno compulsoriamente, outros se
encorajaram. E disseram que também estavam lá sem
querer, muitos sem o conhecimento da família. E a
clínica não tem a autorização para funcionar com
esse tipo de internamento", denunciou o delegado.
A promotora de Justiça Fabiana Lobo, que estava à
frente da fiscalização, fala em "cárcere privado,
sequestro e tortura praticada contra internos". Ela
disse que foram encontradas manchas de sangue nas
paredes e pacientes sedados de forma irregular.
Todos os internos foram levados para a Central de
Polícia de Campina Grande e prestaram depoimentos
sobre o caso.
https://g1.globo.com/pb, 15/08/2024.
“Machucaram o meu pescoço.”
Sobre o trecho, estão falsas as alternativas, EXCETO:
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Internos resgatados de comunidade terapêutica na
Paraíba relatam abusos: 'me pegaram pelo
pescoço e pelos pés'
Um dos 38 internos que foram resgatados nessa
quinta-feira (14) de uma comunidade terapêutica de
Lagoa Seca, no interior da Paraíba, confirmou que
eles eram vítimas de violências físicas enquanto
permaneceram no local. E que, no caso dele, a
transferência para o imóvel foi feita de forma
coercitiva, contra a sua vontade. Uma situação que,
segundo o Ministério Público da Paraíba e a Polícia
Civil da Paraíba, se configurava em tortura e cárcere
privado.
O homem, que pediu para não ser identificado, disse
que na época três funcionários da comunidade
chegaram de repente e o abordaram sem nenhum tipo
de diálogo prévio.
"Quando eu dei por mim, três pessoas grandonas me
pegaram pelo pescoço e pelos pés, me botaram
dentro do carro e não falaram mais nada.
Machucaram o meu pescoço. Eu pedindo para
soltarem o meu pescoço e aí é que eles arrochavam
mais", relata.
O resgate aconteceu durante uma fiscalização de
rotina realizada pelo Ministério Público da Paraíba
em parceria com outros órgãos públicos ligados à
saúde mental. Foi nessa fiscalização que as
irregularidades teriam sido constatadas, o que
ocasionou no fechamento da comunidade terapêutica
e na prisão em flagrante de sete pessoas entre
proprietários e funcionários. Depois, uma dessas
pessoas foi liberada.
A defesa da comunidade terapêutica, contudo nega as
denúncias. E se diz tranquila com o desenrolar das
investigações.
"A gente não teve acesso ainda a essas ditas
irregularidades, mas eles estão muito tranquilos. Eles
já prestam serviços há algum tempo, já tiveram
outras fiscalizações anteriores, sem nenhum
problema. A atuação deles é completamente regular",
declarou o advogado Felipe Torres.
De toda forma, o delegado Elias Rodrigues, da
Polícia Civil da Paraíba em Lagoa Seca, classificou
como graves as irregularidades identificadas. De
acordo com ele, um único interno resolveu falar a
princípio. E, a partir daí, quebrou-se a sensação de
medo que rondava o local.
"Quando um deles disse que estava ali sem querer,
que estava interno compulsoriamente, outros se
encorajaram. E disseram que também estavam lá sem
querer, muitos sem o conhecimento da família. E a
clínica não tem a autorização para funcionar com
esse tipo de internamento", denunciou o delegado.
A promotora de Justiça Fabiana Lobo, que estava à
frente da fiscalização, fala em "cárcere privado,
sequestro e tortura praticada contra internos". Ela
disse que foram encontradas manchas de sangue nas
paredes e pacientes sedados de forma irregular.
Todos os internos foram levados para a Central de
Polícia de Campina Grande e prestaram depoimentos
sobre o caso.
https://g1.globo.com/pb, 15/08/2024.
( ) Em “deu por mim”, há próclise, pois o pronome pessoal oblíquo tônico está após o verbo.
( ) Em “me pegaram”, a posição do pronome é proclítica.
( ) Em “me botaram”, há mesóclise, pois o pronome pessoal oblíquo átono aparece no meio da oração.
( ) Em “me botaram”, a posição do pronome pessoal oblíquo átono está conforme as regras da ênclise.
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pescoço e pelos pés'
Um dos 38 internos que foram resgatados nessa
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Lagoa Seca, no interior da Paraíba, confirmou que
eles eram vítimas de violências físicas enquanto
permaneceram no local. E que, no caso dele, a
transferência para o imóvel foi feita de forma
coercitiva, contra a sua vontade. Uma situação que,
segundo o Ministério Público da Paraíba e a Polícia
Civil da Paraíba, se configurava em tortura e cárcere
privado.
O homem, que pediu para não ser identificado, disse
que na época três funcionários da comunidade
chegaram de repente e o abordaram sem nenhum tipo
de diálogo prévio.
"Quando eu dei por mim, três pessoas grandonas me
pegaram pelo pescoço e pelos pés, me botaram
dentro do carro e não falaram mais nada.
Machucaram o meu pescoço. Eu pedindo para
soltarem o meu pescoço e aí é que eles arrochavam
mais", relata.
O resgate aconteceu durante uma fiscalização de
rotina realizada pelo Ministério Público da Paraíba
em parceria com outros órgãos públicos ligados à
saúde mental. Foi nessa fiscalização que as
irregularidades teriam sido constatadas, o que
ocasionou no fechamento da comunidade terapêutica
e na prisão em flagrante de sete pessoas entre
proprietários e funcionários. Depois, uma dessas
pessoas foi liberada.
A defesa da comunidade terapêutica, contudo nega as
denúncias. E se diz tranquila com o desenrolar das
investigações.
"A gente não teve acesso ainda a essas ditas
irregularidades, mas eles estão muito tranquilos. Eles
já prestam serviços há algum tempo, já tiveram
outras fiscalizações anteriores, sem nenhum
problema. A atuação deles é completamente regular",
declarou o advogado Felipe Torres.
De toda forma, o delegado Elias Rodrigues, da
Polícia Civil da Paraíba em Lagoa Seca, classificou
como graves as irregularidades identificadas. De
acordo com ele, um único interno resolveu falar a
princípio. E, a partir daí, quebrou-se a sensação de
medo que rondava o local.
"Quando um deles disse que estava ali sem querer,
que estava interno compulsoriamente, outros se
encorajaram. E disseram que também estavam lá sem
querer, muitos sem o conhecimento da família. E a
clínica não tem a autorização para funcionar com
esse tipo de internamento", denunciou o delegado.
A promotora de Justiça Fabiana Lobo, que estava à
frente da fiscalização, fala em "cárcere privado,
sequestro e tortura praticada contra internos". Ela
disse que foram encontradas manchas de sangue nas
paredes e pacientes sedados de forma irregular.
Todos os internos foram levados para a Central de
Polícia de Campina Grande e prestaram depoimentos
sobre o caso.
https://g1.globo.com/pb, 15/08/2024.
Assinale a alternativa que pode substituir a palavra destacada, mantendo a mesma relação semântica estabelecida no texto.
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pescoço e pelos pés'
Um dos 38 internos que foram resgatados nessa
quinta-feira (14) de uma comunidade terapêutica de
Lagoa Seca, no interior da Paraíba, confirmou que
eles eram vítimas de violências físicas enquanto
permaneceram no local. E que, no caso dele, a
transferência para o imóvel foi feita de forma
coercitiva, contra a sua vontade. Uma situação que,
segundo o Ministério Público da Paraíba e a Polícia
Civil da Paraíba, se configurava em tortura e cárcere
privado.
O homem, que pediu para não ser identificado, disse
que na época três funcionários da comunidade
chegaram de repente e o abordaram sem nenhum tipo
de diálogo prévio.
"Quando eu dei por mim, três pessoas grandonas me
pegaram pelo pescoço e pelos pés, me botaram
dentro do carro e não falaram mais nada.
Machucaram o meu pescoço. Eu pedindo para
soltarem o meu pescoço e aí é que eles arrochavam
mais", relata.
O resgate aconteceu durante uma fiscalização de
rotina realizada pelo Ministério Público da Paraíba
em parceria com outros órgãos públicos ligados à
saúde mental. Foi nessa fiscalização que as
irregularidades teriam sido constatadas, o que
ocasionou no fechamento da comunidade terapêutica
e na prisão em flagrante de sete pessoas entre
proprietários e funcionários. Depois, uma dessas
pessoas foi liberada.
A defesa da comunidade terapêutica, contudo nega as
denúncias. E se diz tranquila com o desenrolar das
investigações.
"A gente não teve acesso ainda a essas ditas
irregularidades, mas eles estão muito tranquilos. Eles
já prestam serviços há algum tempo, já tiveram
outras fiscalizações anteriores, sem nenhum
problema. A atuação deles é completamente regular",
declarou o advogado Felipe Torres.
De toda forma, o delegado Elias Rodrigues, da
Polícia Civil da Paraíba em Lagoa Seca, classificou
como graves as irregularidades identificadas. De
acordo com ele, um único interno resolveu falar a
princípio. E, a partir daí, quebrou-se a sensação de
medo que rondava o local.
"Quando um deles disse que estava ali sem querer,
que estava interno compulsoriamente, outros se
encorajaram. E disseram que também estavam lá sem
querer, muitos sem o conhecimento da família. E a
clínica não tem a autorização para funcionar com
esse tipo de internamento", denunciou o delegado.
A promotora de Justiça Fabiana Lobo, que estava à
frente da fiscalização, fala em "cárcere privado,
sequestro e tortura praticada contra internos". Ela
disse que foram encontradas manchas de sangue nas
paredes e pacientes sedados de forma irregular.
Todos os internos foram levados para a Central de
Polícia de Campina Grande e prestaram depoimentos
sobre o caso.
https://g1.globo.com/pb, 15/08/2024.
Assinale a opção que contém a explicação ADEQUADA para o emprego da crase.
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Internos resgatados de comunidade terapêutica na
Paraíba relatam abusos: 'me pegaram pelo
pescoço e pelos pés'
Um dos 38 internos que foram resgatados nessa
quinta-feira (14) de uma comunidade terapêutica de
Lagoa Seca, no interior da Paraíba, confirmou que
eles eram vítimas de violências físicas enquanto
permaneceram no local. E que, no caso dele, a
transferência para o imóvel foi feita de forma
coercitiva, contra a sua vontade. Uma situação que,
segundo o Ministério Público da Paraíba e a Polícia
Civil da Paraíba, se configurava em tortura e cárcere
privado.
O homem, que pediu para não ser identificado, disse
que na época três funcionários da comunidade
chegaram de repente e o abordaram sem nenhum tipo
de diálogo prévio.
"Quando eu dei por mim, três pessoas grandonas me
pegaram pelo pescoço e pelos pés, me botaram
dentro do carro e não falaram mais nada.
Machucaram o meu pescoço. Eu pedindo para
soltarem o meu pescoço e aí é que eles arrochavam
mais", relata.
O resgate aconteceu durante uma fiscalização de
rotina realizada pelo Ministério Público da Paraíba
em parceria com outros órgãos públicos ligados à
saúde mental. Foi nessa fiscalização que as
irregularidades teriam sido constatadas, o que
ocasionou no fechamento da comunidade terapêutica
e na prisão em flagrante de sete pessoas entre
proprietários e funcionários. Depois, uma dessas
pessoas foi liberada.
A defesa da comunidade terapêutica, contudo nega as
denúncias. E se diz tranquila com o desenrolar das
investigações.
"A gente não teve acesso ainda a essas ditas
irregularidades, mas eles estão muito tranquilos. Eles
já prestam serviços há algum tempo, já tiveram
outras fiscalizações anteriores, sem nenhum
problema. A atuação deles é completamente regular",
declarou o advogado Felipe Torres.
De toda forma, o delegado Elias Rodrigues, da
Polícia Civil da Paraíba em Lagoa Seca, classificou
como graves as irregularidades identificadas. De
acordo com ele, um único interno resolveu falar a
princípio. E, a partir daí, quebrou-se a sensação de
medo que rondava o local.
"Quando um deles disse que estava ali sem querer,
que estava interno compulsoriamente, outros se
encorajaram. E disseram que também estavam lá sem
querer, muitos sem o conhecimento da família. E a
clínica não tem a autorização para funcionar com
esse tipo de internamento", denunciou o delegado.
A promotora de Justiça Fabiana Lobo, que estava à
frente da fiscalização, fala em "cárcere privado,
sequestro e tortura praticada contra internos". Ela
disse que foram encontradas manchas de sangue nas
paredes e pacientes sedados de forma irregular.
Todos os internos foram levados para a Central de
Polícia de Campina Grande e prestaram depoimentos
sobre o caso.
https://g1.globo.com/pb, 15/08/2024.
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