Foram encontradas 40 questões.
A colocação pronominal refere-se à posição ocupada pelos pronomes pessoais oblíquos átonos em relação
ao verbo. Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está de acordo com as regras da escrita
formal.
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Leia atentamente as frases a seguir.
- Os turistas foram levados à aldeia dos bororos. Na aldeia, eles observaram as moradias e alguns costumes
indígenas. Esses foram apresentados durante o almoço e no final da tarde.
Estabelecendo elementos coesivos para tornar as frases em uma única, qual a correta?
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Instrução: Leia o texto e responda à questão.
Quando Deus aparece pra você?
Pra mim, ele aparece sempre através da música. Pode ser uma música popular, pode ser algo que toque no
rádio, mas que me chega no momento exato em que preciso estar reconciliada comigo mesma. De forma
inesperada, a música me transcende.
Deus me aparece nos livros, em parágrafos que não acredito que possam ter sido escritos por um ser
mundano: foram escritos por um ser mais que humano.
Deus me aparece – muito! – quando estou em frente ao mar.
Deus aparece quando choro. Quando a fragilidade é tanta que parece que não vou conseguir me reerguer.
Quando um amigo me liga de algum lugar distante e demonstra estar mais perto do que o vizinho do andar
de cima. Deus aparece no sorriso e no abraço espontâneo de alguém querido. E nas preocupações da minha
mãe, que mãe é sempre um atestado da presença desse cara.
Quando eu o chamo de cara e ele não se aborrece, aí tenho certeza de que ele está mesmo comigo.
(MEDEIROS, Martha. Disponível em: www.pensador.com/cronicas. Acesso em: 06/09/23.)
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Instrução: Leia o texto e responda à questão.
Quando Deus aparece pra você?
Pra mim, ele aparece sempre através da música. Pode ser uma música popular, pode ser algo que toque no
rádio, mas que me chega no momento exato em que preciso estar reconciliada comigo mesma. De forma
inesperada, a música me transcende.
Deus me aparece nos livros, em parágrafos que não acredito que possam ter sido escritos por um ser
mundano: foram escritos por um ser mais que humano.
Deus me aparece – muito! – quando estou em frente ao mar.
Deus aparece quando choro. Quando a fragilidade é tanta que parece que não vou conseguir me reerguer.
Quando um amigo me liga de algum lugar distante e demonstra estar mais perto do que o vizinho do andar
de cima. Deus aparece no sorriso e no abraço espontâneo de alguém querido. E nas preocupações da minha
mãe, que mãe é sempre um atestado da presença desse cara.
Quando eu o chamo de cara e ele não se aborrece, aí tenho certeza de que ele está mesmo comigo.
(MEDEIROS, Martha. Disponível em: www.pensador.com/cronicas. Acesso em: 06/09/23.)
( ) aparece (linha 1)
( ) toque (linha 1)
( ) acredito (linha 4)
( ) possam (linha 4)
( ) transcende (linha 3)
Assinale a sequência correta.
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Instrução: Leia o texto e responda à questão.
Quando Deus aparece pra você?
Pra mim, ele aparece sempre através da música. Pode ser uma música popular, pode ser algo que toque no
rádio, mas que me chega no momento exato em que preciso estar reconciliada comigo mesma. De forma
inesperada, a música me transcende.
Deus me aparece nos livros, em parágrafos que não acredito que possam ter sido escritos por um ser
mundano: foram escritos por um ser mais que humano.
Deus me aparece – muito! – quando estou em frente ao mar.
Deus aparece quando choro. Quando a fragilidade é tanta que parece que não vou conseguir me reerguer.
Quando um amigo me liga de algum lugar distante e demonstra estar mais perto do que o vizinho do andar
de cima. Deus aparece no sorriso e no abraço espontâneo de alguém querido. E nas preocupações da minha
mãe, que mãe é sempre um atestado da presença desse cara.
Quando eu o chamo de cara e ele não se aborrece, aí tenho certeza de que ele está mesmo comigo.
(MEDEIROS, Martha. Disponível em: www.pensador.com/cronicas. Acesso em: 06/09/23.)
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- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
Instrução: Leia o texto e responda à questão.
Quando Deus aparece pra você?
Pra mim, ele aparece sempre através da música. Pode ser uma música popular, pode ser algo que toque no
rádio, mas que me chega no momento exato em que preciso estar reconciliada comigo mesma. De forma
inesperada, a música me transcende.
Deus me aparece nos livros, em parágrafos que não acredito que possam ter sido escritos por um ser
mundano: foram escritos por um ser mais que humano.
Deus me aparece – muito! – quando estou em frente ao mar.
Deus aparece quando choro. Quando a fragilidade é tanta que parece que não vou conseguir me reerguer.
Quando um amigo me liga de algum lugar distante e demonstra estar mais perto do que o vizinho do andar
de cima. Deus aparece no sorriso e no abraço espontâneo de alguém querido. E nas preocupações da minha
mãe, que mãe é sempre um atestado da presença desse cara.
Quando eu o chamo de cara e ele não se aborrece, aí tenho certeza de que ele está mesmo comigo.
(MEDEIROS, Martha. Disponível em: www.pensador.com/cronicas. Acesso em: 06/09/23.)
I. A primeira oração é iniciada por uma conjunção que indica tempo.
II. Os pronomes o e ele são elementos coesivos anafóricos e retomam o mesmo significado.
III. A palavra mesmo está empregada com sentido de próprio, aproximado, equivalente.
IV. O advérbio aí sugere ideia de lugar e pode ser substituído por ali.
Estão corretas as afirmativas
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Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.
A galinha do vizinho
Bota ovo amarelinho? Bota um, bota dois, bota cem, bota mil!!! A musiquinha da minha infância fala de um
Brasil rural há muito soterrado por um país urbano, envergonhado de suas origens.
Esta vergonha de tudo que vem da roça me entristece. Quem somos nós se não a soma de nossa raiz, caule,
flores e frutos? Que futuro teremos como nação se dermos as costas às nossas origens caboclas, ao nosso
passado indígena, negro, imigrante europeu?
No entanto, é isso que fazemos, que fazem as mídias, estes tentáculos de um capitalismo mais que selvagem,
pós tudo, este escravo/ do capital internacional, das megaempresas fundidas e refundidas, o verdadeiro
centro do poder!
Quem vive no campo está louco pra se mudar pra cidade, esquecer num segundo as cantigas, as lendas, os
mitos, os laços de sangue e amizade, as festas religiosas e pagãs, a vizinhança, a avó desdentada e enrugada.
Pra trás ficam as cantigas, os pores de sol, o duro trabalho no campo. As frutas maduras no pé, os galos
correndo atrás das galinhas, o burro de carga, as flores silvestres.
Pela frente, a periferia de uma grande cidade. Vizinhos craqueiros, encrenqueiros, escolas violentas, ruas
violentas. Quatro horas sacudindo nas conduções. A medida diária de ilusão da TV e o sono intranquilo do
progresso. Progresso?
(MUCCI, R. Disponível em: viveragora.com.br/crônicas-rápidas. Acesso em: 08/09/23.)
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Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.
A galinha do vizinho
Bota ovo amarelinho? Bota um, bota dois, bota cem, bota mil!!! A musiquinha da minha infância fala de um
Brasil rural há muito soterrado por um país urbano, envergonhado de suas origens.
Esta vergonha de tudo que vem da roça me entristece. Quem somos nós se não a soma de nossa raiz, caule,
flores e frutos? Que futuro teremos como nação se dermos as costas às nossas origens caboclas, ao nosso
passado indígena, negro, imigrante europeu?
No entanto, é isso que fazemos, que fazem as mídias, estes tentáculos de um capitalismo mais que selvagem,
pós tudo, este escravo/ do capital internacional, das megaempresas fundidas e refundidas, o verdadeiro
centro do poder!
Quem vive no campo está louco pra se mudar pra cidade, esquecer num segundo as cantigas, as lendas, os
mitos, os laços de sangue e amizade, as festas religiosas e pagãs, a vizinhança, a avó desdentada e enrugada.
Pra trás ficam as cantigas, os pores de sol, o duro trabalho no campo. As frutas maduras no pé, os galos
correndo atrás das galinhas, o burro de carga, as flores silvestres.
Pela frente, a periferia de uma grande cidade. Vizinhos craqueiros, encrenqueiros, escolas violentas, ruas
violentas. Quatro horas sacudindo nas conduções. A medida diária de ilusão da TV e o sono intranquilo do
progresso. Progresso?
(MUCCI, R. Disponível em: viveragora.com.br/crônicas-rápidas. Acesso em: 08/09/23.)
I. A noção de progresso
II. O futuro do país
III. O papel da mídia
IV. A ação do governo
Foram feitos os questionamentos:
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- OrtografiaFormação e Estrutura das Palavras
- MorfologiaPronomesPronomes Possessivos
- Interpretação de Textos
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.
A galinha do vizinho
Bota ovo amarelinho? Bota um, bota dois, bota cem, bota mil!!! A musiquinha da minha infância fala de um
Brasil rural há muito soterrado por um país urbano, envergonhado de suas origens.
Esta vergonha de tudo que vem da roça me entristece. Quem somos nós se não a soma de nossa raiz, caule,
flores e frutos? Que futuro teremos como nação se dermos as costas às nossas origens caboclas, ao nosso
passado indígena, negro, imigrante europeu?
No entanto, é isso que fazemos, que fazem as mídias, estes tentáculos de um capitalismo mais que selvagem,
pós tudo, este escravo/ do capital internacional, das megaempresas fundidas e refundidas, o verdadeiro
centro do poder!
Quem vive no campo está louco pra se mudar pra cidade, esquecer num segundo as cantigas, as lendas, os
mitos, os laços de sangue e amizade, as festas religiosas e pagãs, a vizinhança, a avó desdentada e enrugada.
Pra trás ficam as cantigas, os pores de sol, o duro trabalho no campo. As frutas maduras no pé, os galos
correndo atrás das galinhas, o burro de carga, as flores silvestres.
Pela frente, a periferia de uma grande cidade. Vizinhos craqueiros, encrenqueiros, escolas violentas, ruas
violentas. Quatro horas sacudindo nas conduções. A medida diária de ilusão da TV e o sono intranquilo do
progresso. Progresso?
(MUCCI, R. Disponível em: viveragora.com.br/crônicas-rápidas. Acesso em: 08/09/23.)
( ) A palavra musiquinha sofreu flexão de grau (diminutivo) principalmente para indicar que a música é pequena.
( ) As palavras minha e suas são pronomes possessivos, de primeira e terceira pessoa, respectivamente.
( ) As expressões Brasil rural e país urbano ligam-se ao mesmo referente, mas apresentam ideias opostas.
( ) A palavra envergonhado foi formada pelo processo de formação de palavras denominado derivação regressiva.
Assinale a sequência correta.
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Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.
A galinha do vizinho
Bota ovo amarelinho? Bota um, bota dois, bota cem, bota mil!!! A musiquinha da minha infância fala de um
Brasil rural há muito soterrado por um país urbano, envergonhado de suas origens.
Esta vergonha de tudo que vem da roça me entristece. Quem somos nós se não a soma de nossa raiz, caule,
flores e frutos? Que futuro teremos como nação se dermos as costas às nossas origens caboclas, ao nosso
passado indígena, negro, imigrante europeu?
No entanto, é isso que fazemos, que fazem as mídias, estes tentáculos de um capitalismo mais que selvagem,
pós tudo, este escravo/ do capital internacional, das megaempresas fundidas e refundidas, o verdadeiro
centro do poder!
Quem vive no campo está louco pra se mudar pra cidade, esquecer num segundo as cantigas, as lendas, os
mitos, os laços de sangue e amizade, as festas religiosas e pagãs, a vizinhança, a avó desdentada e enrugada.
Pra trás ficam as cantigas, os pores de sol, o duro trabalho no campo. As frutas maduras no pé, os galos
correndo atrás das galinhas, o burro de carga, as flores silvestres.
Pela frente, a periferia de uma grande cidade. Vizinhos craqueiros, encrenqueiros, escolas violentas, ruas
violentas. Quatro horas sacudindo nas conduções. A medida diária de ilusão da TV e o sono intranquilo do
progresso. Progresso?
(MUCCI, R. Disponível em: viveragora.com.br/crônicas-rápidas. Acesso em: 08/09/23.)
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