Foram encontradas 50 questões.
Um trem gasta 1,5 hora viajando numa velocidade média de 45 km/h, para ir da cidade K até a cidade H. A mesma viagem feita com um ônibus que desenvolve uma velocidade média de 75 km/h demora
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1401980
Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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O grupo separatista basco Pátria Basca e Liberdade (ETA) anunciou nesta segunda-feira um cessar-fogo”permanente e geral, internacionalmente verificável” em sua luta pela independência. O anúncio foi feito em um vídeo, postado no site do jornal basco Gara. A medida pode encerrar uma campanha de 42 anos de violência da organização.
(http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/ grupo-terrorista-eta-anuncia-tregua-permanente. Adaptado)
O grupo ETA atua principalmente na
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No Word2003, a partir da sua configuração padrão, o ícone que permite visualizar uma impressão de um documento que está sendo editado é
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Leia o texto III para responder a questão.
Texto III
Gosto de beber uma cervejinha, falo palavrão e não vou deixar de ter amizade com alguém por ser gay, assim como acredito que o uso da camisinha é importante para prevenir doenças e até mesmo a gravidez”, diz Érika Augusto da Silva, 20, cabelos avermelhados, quatro furos na orelha.
O depoimento não faria diferença se tivesse sido colhido em um colégio ou numa rave. Mas o ambiente de Érika é outro. Única católica praticante da família, neta de evangélicos, ela frequenta um grupo de jovens católicos a quatro anos e vai há igreja pelo menos duas vezes por semana.
Em agosto pretende realizar um desejo antigo: participar de sua primeira Jornada Mundial da Juventude.
(Folha de S.Paulo, 10.04.2005. Adaptado)
No depoimento da jovem, há a valorização de
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Leia o texto I para responder a questão.
Texto I
Homem com H
Quando Gilmar perdeu seus documentos e começou a providenciar as segundas vias, não percebeu que o primeiro papel que recebeu foi um passaporte para transitar pelo inferno da burocracia.
Gilmar, que até os 26 anos teve uma vida humilde, mas decente e honesta, procurou em primeiro lugar o cartório de registro civil de Engenheiro Schimitt, vilarejo onde mora.
Lá, a vida corre devagar, bem lenta, principalmente nos meses de outubro a março, período em que quase todos os dias a temperatura fica acima dos 33 graus. Talvez por leseira ou distração, provocada por tanto calor, o cartorário tascou um “sexo feminino” na segunda via da certidão de nascimento de Gilmar, que não percebeu nada até requerer nova carteira de identidade – negada por justa causa. Para o burocrata de plantão, Gilmar era nome de homem, o portador tinha todas as características masculinas, mas a certidão de nascimento dizia que era mulher. Pouco adiantou a argumentação macha de Gilmar: valia o que estava no papel. E sem a identidade, não é possível obter título de eleitor, muito menos carteira de trabalho.
Foi sugerido a Gilmar que retornasse ao cartório para a “devida correção”. E lá foi a vítima para outra armadilha da burocracia. O cartorário que cometeu o erro, o único autorizado a alterar a tal certidão, havia partido desta para outra.
– E o cartorário substituto, por favor, não pode corrigir o erro?
– Alterar uma certidão preenchida por outrem? Nem pensar.
Se para alguns parece cômico, para a vítima começava a ser trágico. Não conseguia nem arrumar emprego. A situação do rapaz ficou complicada. Segundo o parecer de um promotor de justiça, cabe à vítima provar que é homem, e não mulher. É isso mesmo, o ônus da prova era do próprio Gilmar.
O passaporte masculino – chamemo-lo assim – é fácil de se reconhecer, por isso ficaria fácil ao cartorário (vivo) descobrir a verdade. Bastava pedir para a vítima baixar as calças, uma vez que, na região, não se tem notícia de mudança de sexo – do feminino para o masculino.
Caso o cartorário seja um “desidioso” – na linguagem do promotor – ou um preguiçoso negligente, em português vulgar, sugiro ao Gilmarzão que se poste sob a janela do tal cartorário e cante repetidamente, ad nauseam, aquela música de Antonio de Barros, famosa na voz de Ney Matogrosso:
Nunca vi rastro de cobra,
nem couro de lobisomem.
se correr o bicho pega,
se ficar o bicho come
porque eu sou é home…
Um dia qualquer conseguirá convencer o tal cartorário.
(Tufik Bauab, in Ser médico, julho/agosto/setembro de 2010. Adaptado)
A expressão “havia partido desta para outra”, referente ao 1.º cartorário, significa que ele
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No PowerPoint 2003, a partir da sua configuração padrão, os itens mostrados na figura poderão ser acessados por meio do menu principal.
Design do slide ...
Layout do slide ...
Plano de fundo ...
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1397735
Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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O dissidente _________ obteve nesta sexta-feira [08.10.2011] o Prêmio Nobel da Paz 2010 devido ao uso da não violência na defesa dos direitos humanos no seu país natal, que reagiu duramente, qualificando a decisão de uma “blasfêmia” ao próprio prêmio.
O regime do país imediatamente bloqueou as notícias sobre o assunto na TV e na Internet, censurando mensagens na rede com o nome do dissidente, e afirmou que a decisão põe em risco as relações do país com a Noruega, país-sede do instituto que confere o prêmio.
(http://www1.folha.uol.com.br/mundo/ 811755-dissidente-recebe-premio-nobel-da-paz-2010.shtml. Adaptado)
O país natal do ganhador do Nobel da Paz 2010 é
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Leia o texto I para responder a questão.
Texto I
Homem com H
Quando Gilmar perdeu seus documentos e começou a providenciar as segundas vias, não percebeu que o primeiro papel que recebeu foi um passaporte para transitar pelo inferno da burocracia.
Gilmar, que até os 26 anos teve uma vida humilde, mas decente e honesta, procurou em primeiro lugar o cartório de registro civil de Engenheiro Schimitt, vilarejo onde mora.
Lá, a vida corre devagar, bem lenta, principalmente nos meses de outubro a março, período em que quase todos os dias a temperatura fica acima dos 33 graus. Talvez por leseira ou distração, provocada por tanto calor, o cartorário tascou um “sexo feminino” na segunda via da certidão de nascimento de Gilmar, que não percebeu nada até requerer nova carteira de identidade – negada por justa causa. Para o burocrata de plantão, Gilmar era nome de homem, o portador tinha todas as características masculinas, mas a certidão de nascimento dizia que era mulher. Pouco adiantou a argumentação macha de Gilmar: valia o que estava no papel. E sem a identidade, não é possível obter título de eleitor, muito menos carteira de trabalho.
Foi sugerido a Gilmar que retornasse ao cartório para a “devida correção”. E lá foi a vítima para outra armadilha da burocracia. O cartorário que cometeu o erro, o único autorizado a alterar a tal certidão, havia partido desta para outra.
– E o cartorário substituto, por favor, não pode corrigir o erro?
– Alterar uma certidão preenchida por outrem? Nem pensar.
Se para alguns parece cômico, para a vítima começava a ser trágico. Não conseguia nem arrumar emprego. A situação do rapaz ficou complicada. Segundo o parecer de um promotor de justiça, cabe à vítima provar que é homem, e não mulher. É isso mesmo, o ônus da prova era do próprio Gilmar.
O passaporte masculino – chamemo-lo assim – é fácil de se reconhecer, por isso ficaria fácil ao cartorário (vivo) descobrir a verdade. Bastava pedir para a vítima baixar as calças, uma vez que, na região, não se tem notícia de mudança de sexo – do feminino para o masculino.
Caso o cartorário seja um “desidioso” – na linguagem do promotor – ou um preguiçoso negligente, em português vulgar, sugiro ao Gilmarzão que se poste sob a janela do tal cartorário e cante repetidamente, ad nauseam, aquela música de Antonio de Barros, famosa na voz de Ney Matogrosso:
Nunca vi rastro de cobra,
nem couro de lobisomem.
se correr o bicho pega,
se ficar o bicho come
porque eu sou é home…
Um dia qualquer conseguirá convencer o tal cartorário.
(Tufik Bauab, in Ser médico, julho/agosto/setembro de 2010. Adaptado)
A frase – Talvez por leseira ou distração, provocada por tanto calor, o cartorário tascou um “sexo feminino”… – serve de base para responder a questão.
No texto, o sentido contrário de leseira é
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1396932
Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Trinta anos depois de chegar ao poder, Hosni Mubarak enfrenta a pressão da população que pede sua renúncia. É a primeira vez em todo esse período que o povo se manifesta contra o governo do ditador. Até agora, o controle absoluto, a expressiva força policial e militar e apoio dos Estados Unidos haviam sido suficientes para manter a ordem no país.
(http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/os-30-anos-do-governo-mubarak)
O evento relatado ocorreu
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Leia o texto I para responder a questão.
Texto I
Homem com H
Quando Gilmar perdeu seus documentos e começou a providenciar as segundas vias, não percebeu que o primeiro papel que recebeu foi um passaporte para transitar pelo inferno da burocracia.
Gilmar, que até os 26 anos teve uma vida humilde, mas decente e honesta, procurou em primeiro lugar o cartório de registro civil de Engenheiro Schimitt, vilarejo onde mora.
Lá, a vida corre devagar, bem lenta, principalmente nos meses de outubro a março, período em que quase todos os dias a temperatura fica acima dos 33 graus. Talvez por leseira ou distração, provocada por tanto calor, o cartorário tascou um “sexo feminino” na segunda via da certidão de nascimento de Gilmar, que não percebeu nada até requerer nova carteira de identidade – negada por justa causa. Para o burocrata de plantão, Gilmar era nome de homem, o portador tinha todas as características masculinas, mas a certidão de nascimento dizia que era mulher. Pouco adiantou a argumentação macha de Gilmar: valia o que estava no papel. E sem a identidade, não é possível obter título de eleitor, muito menos carteira de trabalho.
Foi sugerido a Gilmar que retornasse ao cartório para a “devida correção”. E lá foi a vítima para outra armadilha da burocracia. O cartorário que cometeu o erro, o único autorizado a alterar a tal certidão, havia partido desta para outra.
– E o cartorário substituto, por favor, não pode corrigir o erro?
– Alterar uma certidão preenchida por outrem? Nem pensar.
Se para alguns parece cômico, para a vítima começava a ser trágico. Não conseguia nem arrumar emprego. A situação do rapaz ficou complicada. Segundo o parecer de um promotor de justiça, cabe à vítima provar que é homem, e não mulher. É isso mesmo, o ônus da prova era do próprio Gilmar.
O passaporte masculino – chamemo-lo assim – é fácil de se reconhecer, por isso ficaria fácil ao cartorário (vivo) descobrir a verdade. Bastava pedir para a vítima baixar as calças, uma vez que, na região, não se tem notícia de mudança de sexo – do feminino para o masculino.
Caso o cartorário seja um “desidioso” – na linguagem do promotor – ou um preguiçoso negligente, em português vulgar, sugiro ao Gilmarzão que se poste sob a janela do tal cartorário e cante repetidamente, ad nauseam, aquela música de Antonio de Barros, famosa na voz de Ney Matogrosso:
Nunca vi rastro de cobra,
nem couro de lobisomem.
se correr o bicho pega,
se ficar o bicho come
porque eu sou é home…
Um dia qualquer conseguirá convencer o tal cartorário.
(Tufik Bauab, in Ser médico, julho/agosto/setembro de 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a afirmação está correta.
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