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Foram encontradas 50 questões.

1413637 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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No Windows Explorer do Windows XP, a partir da sua configuração padrão, para selecionar os arquivos conforme é ilustrado na figura, é preciso junto com o mouse, durante a escolha dos arquivos, manter a seguinte tecla pressionada:
Enunciado 1413637-1
 

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1413069 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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No Excel 2003, a partir da sua configuração padrão, a figura ilustra uma planilha que está sendo editada. A coluna A contém o nome da pessoa e a coluna B contém a idade da pessoa.
A fórmula a ser aplicada na célula B7, para contar o total de pessoas com idade igual ou superior a 40 anos, é
Enunciado 1413069-1
 

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1411480 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto I para responder a questão.
Texto I
Homem com H
Quando Gilmar perdeu seus documentos e começou a providenciar as segundas vias, não percebeu que o primeiro papel que recebeu foi um passaporte para transitar pelo inferno da burocracia.
Gilmar, que até os 26 anos teve uma vida humilde, mas decente e honesta, procurou em primeiro lugar o cartório de registro civil de Engenheiro Schimitt, vilarejo onde mora.
Lá, a vida corre devagar, bem lenta, principalmente nos meses de outubro a março, período em que quase todos os dias a temperatura fica acima dos 33 graus. Talvez por leseira ou distração, provocada por tanto calor, o cartorário tascou um “sexo feminino” na segunda via da certidão de nascimento de Gilmar, que não percebeu nada até requerer nova carteira de identidade – negada por justa causa. Para o burocrata de plantão, Gilmar era nome de homem, o portador tinha todas as características masculinas, mas a certidão de nascimento dizia que era mulher. Pouco adiantou a argumentação macha de Gilmar: valia o que estava no papel. E sem a identidade, não é possível obter título de eleitor, muito menos carteira de trabalho.
Foi sugerido a Gilmar que retornasse ao cartório para a “devida correção”. E lá foi a vítima para outra armadilha da burocracia. O cartorário que cometeu o erro, o único autorizado a alterar a tal certidão, havia partido desta para outra.
– E o cartorário substituto, por favor, não pode corrigir o erro?
– Alterar uma certidão preenchida por outrem? Nem pensar.
Se para alguns parece cômico, para a vítima começava a ser trágico. Não conseguia nem arrumar emprego. A situação do rapaz ficou complicada. Segundo o parecer de um promotor de justiça, cabe à vítima provar que é homem, e não mulher. É isso mesmo, o ônus da prova era do próprio Gilmar.
O passaporte masculino – chamemo-lo assim – é fácil de se reconhecer, por isso ficaria fácil ao cartorário (vivo) descobrir a verdade. Bastava pedir para a vítima baixar as calças, uma vez que, na região, não se tem notícia de mudança de sexo – do feminino para o masculino.
Caso o cartorário seja um “desidioso” – na linguagem do promotor – ou um preguiçoso negligente, em português vulgar, sugiro ao Gilmarzão que se poste sob a janela do tal cartorário e cante repetidamente, ad nauseam, aquela música de Antonio de Barros, famosa na voz de Ney Matogrosso:
Nunca vi rastro de cobra,
nem couro de lobisomem.
se correr o bicho pega,
se ficar o bicho come
porque eu sou é home…
Um dia qualquer conseguirá convencer o tal cartorário.
(Tufik Bauab, in Ser médico, julho/agosto/setembro de 2010. Adaptado)
Texto II
Testamento
Eu, TEREZA BATISTA, portadora de carteira de identidade 26.511.172-X, enumero meus bens pessoais e nomeio os seguintes beneficiários abaixo:
Para a secretária, deixo minha Enunciado 1411480-1 eletrônica, para ela deletar todos os meus compromissos.
Para o meu chefe, deixo o kit de Enunciado 1411480-2 com 21 peças para ele trabalhar feito um peão.
Para o cachorro do meu marido, deixo a Enunciado 1411480-3 do Rex e o Enunciado 1411480-4 de 6 bocas para ele aprender a cozinhar.
Ganhei na loteria. Vou desta para uma melhor.
Pode imaginar. Aqui tem. Enunciado 1411480-5
(Revista Veja. 12 out. 2006)
A expressão “Vou desta para uma melhor” remete à usada no texto I “havia partido desta para outra”. Ela se refere
 

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1411401 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto III para responder a questão.
Texto III
Gosto de beber uma cervejinha, falo palavrão e não vou deixar de ter amizade com alguém por ser gay, assim como acredito que o uso da camisinha é importante para prevenir doenças e até mesmo a gravidez”, diz Érika Augusto da Silva, 20, cabelos avermelhados, quatro furos na orelha.
O depoimento não faria diferença se tivesse sido colhido em um colégio ou numa rave. Mas o ambiente de Érika é outro. Única católica praticante da família, neta de evangélicos, ela frequenta um grupo de jovens católicos a quatro anos e vai há igreja pelo menos duas vezes por semana.
Em agosto pretende realizar um desejo antigo: participar de sua primeira Jornada Mundial da Juventude.
(Folha de S.Paulo, 10.04.2005. Adaptado)
A descrição física de Érika tem a intenção de
 

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1410671 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Na lanchonete “BOM PREÇO”, 4 copos de suco e 6 esfihas custam R$ 11,40 e o preço de 6 copos de suco e 10 esfihas é R$ 18,60. Tendo os copos de suco a mesma capacidade e sendo as esfihas do mesmo tamanho, o preço que pago por 1 copo de suco e 1 esfiha é
 

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1409431 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto I para responder a questão.
Texto I
Homem com H
Quando Gilmar perdeu seus documentos e começou a providenciar as segundas vias, não percebeu que o primeiro papel que recebeu foi um passaporte para transitar pelo inferno da burocracia.
Gilmar, que até os 26 anos teve uma vida humilde, mas decente e honesta, procurou em primeiro lugar o cartório de registro civil de Engenheiro Schimitt, vilarejo onde mora.
Lá, a vida corre devagar, bem lenta, principalmente nos meses de outubro a março, período em que quase todos os dias a temperatura fica acima dos 33 graus. Talvez por leseira ou distração, provocada por tanto calor, o cartorário tascou um “sexo feminino” na segunda via da certidão de nascimento de Gilmar, que não percebeu nada até requerer nova carteira de identidade – negada por justa causa. Para o burocrata de plantão, Gilmar era nome de homem, o portador tinha todas as características masculinas, mas a certidão de nascimento dizia que era mulher. Pouco adiantou a argumentação macha de Gilmar: valia o que estava no papel. E sem a identidade, não é possível obter título de eleitor, muito menos carteira de trabalho.
Foi sugerido a Gilmar que retornasse ao cartório para a “devida correção”. E lá foi a vítima para outra armadilha da burocracia. O cartorário que cometeu o erro, o único autorizado a alterar a tal certidão, havia partido desta para outra.
– E o cartorário substituto, por favor, não pode corrigir o erro?
– Alterar uma certidão preenchida por outrem? Nem pensar.
Se para alguns parece cômico, para a vítima começava a ser trágico. Não conseguia nem arrumar emprego. A situação do rapaz ficou complicada. Segundo o parecer de um promotor de justiça, cabe à vítima provar que é homem, e não mulher. É isso mesmo, o ônus da prova era do próprio Gilmar.
O passaporte masculino – chamemo-lo assim – é fácil de se reconhecer, por isso ficaria fácil ao cartorário (vivo) descobrir a verdade. Bastava pedir para a vítima baixar as calças, uma vez que, na região, não se tem notícia de mudança de sexo – do feminino para o masculino.
Caso o cartorário seja um “desidioso” – na linguagem do promotor – ou um preguiçoso negligente, em português vulgar, sugiro ao Gilmarzão que se poste sob a janela do tal cartorário e cante repetidamente, ad nauseam, aquela música de Antonio de Barros, famosa na voz de Ney Matogrosso:
Nunca vi rastro de cobra,
nem couro de lobisomem.
se correr o bicho pega,
se ficar o bicho come
porque eu sou é home…
Um dia qualquer conseguirá convencer o tal cartorário.
(Tufik Bauab, in Ser médico, julho/agosto/setembro de 2010. Adaptado)
Leia as afirmações.
I. Ao empregar a expressão “Gilmarzão”, o autor demonstra uma pretensa familiaridade com a vítima da história.
II. A sugestão de que Gilmar devesse baixar as calças para provar sua identidade masculina é uma ironia do autor frente à burocracia a que se submeteu a vítima.
III. A 2.ª via da carteira de identidade de Gilmar foi negada por justa causa porque o requerente havia trocado de sexo.
Está correto, apenas, o contido em
 

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1407764 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Leia o texto I para responder a questão.
Texto I
Homem com H
Quando Gilmar perdeu seus documentos e começou a providenciar as segundas vias, não percebeu que o primeiro papel que recebeu foi um passaporte para transitar pelo inferno da burocracia.
Gilmar, que até os 26 anos teve uma vida humilde, mas decente e honesta, procurou em primeiro lugar o cartório de registro civil de Engenheiro Schimitt, vilarejo onde mora.
Lá, a vida corre devagar, bem lenta, principalmente nos meses de outubro a março, período em que quase todos os dias a temperatura fica acima dos 33 graus. Talvez por leseira ou distração, provocada por tanto calor, o cartorário tascou um “sexo feminino” na segunda via da certidão de nascimento de Gilmar, que não percebeu nada até requerer nova carteira de identidade – negada por justa causa. Para o burocrata de plantão, Gilmar era nome de homem, o portador tinha todas as características masculinas, mas a certidão de nascimento dizia que era mulher. Pouco adiantou a argumentação macha de Gilmar: valia o que estava no papel. E sem a identidade, não é possível obter título de eleitor, muito menos carteira de trabalho.
Foi sugerido a Gilmar que retornasse ao cartório para a “devida correção”. E lá foi a vítima para outra armadilha da burocracia. O cartorário que cometeu o erro, o único autorizado a alterar a tal certidão, havia partido desta para outra.
– E o cartorário substituto, por favor, não pode corrigir o erro?
– Alterar uma certidão preenchida por outrem? Nem pensar.
Se para alguns parece cômico, para a vítima começava a ser trágico. Não conseguia nem arrumar emprego. A situação do rapaz ficou complicada. Segundo o parecer de um promotor de justiça, cabe à vítima provar que é homem, e não mulher. É isso mesmo, o ônus da prova era do próprio Gilmar.
O passaporte masculino – chamemo-lo assim – é fácil de se reconhecer, por isso ficaria fácil ao cartorário (vivo) descobrir a verdade. Bastava pedir para a vítima baixar as calças, uma vez que, na região, não se tem notícia de mudança de sexo – do feminino para o masculino.
Caso o cartorário seja um “desidioso” – na linguagem do promotor – ou um preguiçoso negligente, em português vulgar, sugiro ao Gilmarzão que se poste sob a janela do tal cartorário e cante repetidamente, ad nauseam, aquela música de Antonio de Barros, famosa na voz de Ney Matogrosso:
Nunca vi rastro de cobra,
nem couro de lobisomem.
se correr o bicho pega,
se ficar o bicho come
porque eu sou é home…
Um dia qualquer conseguirá convencer o tal cartorário.
(Tufik Bauab, in Ser médico, julho/agosto/setembro de 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa em que, no texto, foi empregada linguagem figurada.
 

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1406796 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Texto II
Testamento
Eu, TEREZA BATISTA, portadora de carteira de identidade 26.511.172-X, enumero meus bens pessoais e nomeio os seguintes beneficiários abaixo:
Para a secretária, deixo minha Enunciado 1406796-1 eletrônica, para ela deletar todos os meus compromissos.
Para o meu chefe, deixo o kit de Enunciado 1406796-2 com 21 peças para ele trabalhar feito um peão.
Para o cachorro do meu marido, deixo a Enunciado 1406796-3 do Rex e o Enunciado 1406796-4 de 6 bocas para ele aprender a cozinhar.
Ganhei na loteria. Vou desta para uma melhor.
Pode imaginar. Aqui tem. Enunciado 1406796-5
(Revista Veja. 12 out. 2006)
É possível concluir, por seu testamento, que Tereza
 

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1404706 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Epidemia pode ocorrer em 16 estados;
governo cria plano de combate
O Ministro da Saúde divulgou [em 11.01.2011] dados sobre o aumento do risco de epidemia. De acordo com ele, passou de dez para 16 o número de estados com problemas. No mapa de risco estão, principalmente, as regiões Norte e Nordeste.
(http://www.redebrasilatual.com.br/temas/saude/2011/01/ epidemia-pode-ocorrer-em-16-estados#. Adaptado)
A epidemia de que trata a notícia é a
 

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1403975 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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Minha idade, daqui a 12 anos, multiplicada pela idade que eu tinha há 21 anos, é igual a 15 vezes a minha idade de hoje, menos 227 anos. Assim, minha idade hoje é
 

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