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Foram encontradas 60 questões.

1389901 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
Leia o texto para responder a questão.
Nestes tempos de desgraças causadas pelo clima, pelo homem, pelo destino, pelos esperneios da mãe natureza ao se sentir agredida – ou simplesmente, como querem alguns, porque de tantos em tantos milhões de anos ela esperneia mesmo – nossas emoções andam sendo postas à prova. É difícil, ainda que não tenhamos ninguém conhecido ou querido morando nas zonas atingidas em várias partes do país e do mundo – vejam a Austrália, a Alemanha e outros – conter o sentimento de horror, compaixão, tristeza e medo, vendo e calculando tanto sofrimento sem sentido.
Na região serrana do Brasil, pelo jeito serão 1 200 mortos. Muitos talvez nunca sejam encontrados. A bela serra do estado do Rio de Janeiro terá enormes cemitérios de corpos anônimos: quem vai querer ainda construir e morar em cima disso, mesmo que seja num ponto julgado não perigoso pelas autoridades? Na verdade não sei. Nós, humanos, temos lá nossas esquisitices.
Há muitos anos os dramas se repetem, e se repetem as desculpas e as acusações. Vontade política parece ser o primeiro fator dessa nossa fragilidade e dor: vontade real, que supere interesses eleitorais ou financeiros, e se ocupe com o bem do povo. Posso me enganar, eu que não tenho partido político, mas olhos para enxergar e ouvidos para ouvir – às vezes, boca para falar –, porém vejo na nossa presidente uma seriedade que me conforta: ministros pontuais diante de seus notebooks, todo mundo trabalhando, numa primeira reunião, visão nunca antes mostrada, que eu me recorde. Ela não parece gostar de bobagem, de preguiça, de devaneios, de desculpas esfarrapadas, de atrasos e de incompetências. Imagino que corrupção, nem pensar. Muita gente tremendo nas bases. Começo a me sentir mais otimista.
(Lya Luft. Veja, 02.02.2011. Adaptado)
… nossas emoções andam sendo postas à prova. (primeiro parágrafo) – Nesse trecho, o uso da crase se justifica por ser uma locução adverbial feminina. O uso da crase aparece correto e pelo mesmo motivo na seguinte frase:
 

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1389415 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
Leia o texto para responder a questão.
Nestes tempos de desgraças causadas pelo clima, pelo homem, pelo destino, pelos esperneios da mãe natureza ao se sentir agredida – ou simplesmente, como querem alguns, porque de tantos em tantos milhões de anos ela esperneia mesmo – nossas emoções andam sendo postas à prova. É difícil, ainda que não tenhamos ninguém conhecido ou querido morando nas zonas atingidas em várias partes do país e do mundo – vejam a Austrália, a Alemanha e outros – conter o sentimento de horror, compaixão, tristeza e medo, vendo e calculando tanto sofrimento sem sentido.
Na região serrana do Brasil, pelo jeito serão 1 200 mortos. Muitos talvez nunca sejam encontrados. A bela serra do estado do Rio de Janeiro terá enormes cemitérios de corpos anônimos: quem vai querer ainda construir e morar em cima disso, mesmo que seja num ponto julgado não perigoso pelas autoridades? Na verdade não sei. Nós, humanos, temos lá nossas esquisitices.
Há muitos anos os dramas se repetem, e se repetem as desculpas e as acusações. Vontade política parece ser o primeiro fator dessa nossa fragilidade e dor: vontade real, que supere interesses eleitorais ou financeiros, e se ocupe com o bem do povo. Posso me enganar, eu que não tenho partido político, mas olhos para enxergar e ouvidos para ouvir – às vezes, boca para falar –, porém vejo na nossa presidente uma seriedade que me conforta: ministros pontuais diante de seus notebooks, todo mundo trabalhando, numa primeira reunião, visão nunca antes mostrada, que eu me recorde. Ela não parece gostar de bobagem, de preguiça, de devaneios, de desculpas esfarrapadas, de atrasos e de incompetências. Imagino que corrupção, nem pensar. Muita gente tremendo nas bases. Começo a me sentir mais otimista.
(Lya Luft. Veja, 02.02.2011. Adaptado)
Ela não parece gostar de bobagem, de preguiça, de devaneios, de desculpas esfarrapadas, de atrasos e de incompetências (último parágrafo). Nesse trecho, o termo em destaque significa
 

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Centenas de milhares de pessoas – uma das estimativas falava em 250 mil – reuniram-se ontem na Praça Tahrir, talvez na maior manifestação no centro do Cairo desde que os protestos contra o presidente Hosni Mubarak começaram, há duas semanas.
(...) A oposição afirma não aceitar nada a menos do que a saída imediata de Mubarak, no poder há 30 anos.
(O Estado de S.Paulo, 09.02.2011)
Essas manifestações, que
 

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A (...) alcançou em 2010 o posto de principal exportadora brasileira, desbancando a Petrobrás, líder desde 2002. Segundo dados divulgados ontem pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), as vendas externas da (...) somaram US$ 24 bilhões – 32% acima dos 18,2 bilhões da Petrobrás.
(O Estado de S.Paulo, 19.01.2011)
Essa empresa brasileira é a
 

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1386846 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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G., mulher de 25 anos, apresentou, ao longo das primeiras sessões de avaliação, grande irritabilidade e agressividade, intenso receio de ser humilhada, relato de várias situações em que sentiu raiva, medo e desprezo, e crenças de que o ódio, a agressão e a dependência seriam potencialmente perigosos, refletindo mecanismos defensivos de projeção e identificação projetiva. O transtorno de personalidade mais provável que a descreve seria:
 

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Após a descoberta de um rombo de mais de R$ 4 bilhões, o empresário Silvio Santos vendeu, no início de 2011, sua participação no Banco PanAmericano ao
 

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1386241 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
Leia o texto para responder a questão.
Nestes tempos de desgraças causadas pelo clima, pelo homem, pelo destino, pelos esperneios da mãe natureza ao se sentir agredida – ou simplesmente, como querem alguns, porque de tantos em tantos milhões de anos ela esperneia mesmo – nossas emoções andam sendo postas à prova. É difícil, ainda que não tenhamos ninguém conhecido ou querido morando nas zonas atingidas em várias partes do país e do mundo – vejam a Austrália, a Alemanha e outros – conter o sentimento de horror, compaixão, tristeza e medo, vendo e calculando tanto sofrimento sem sentido.
Na região serrana do Brasil, pelo jeito serão 1 200 mortos. Muitos talvez nunca sejam encontrados. A bela serra do estado do Rio de Janeiro terá enormes cemitérios de corpos anônimos: quem vai querer ainda construir e morar em cima disso, mesmo que seja num ponto julgado não perigoso pelas autoridades? Na verdade não sei. Nós, humanos, temos lá nossas esquisitices.
Há muitos anos os dramas se repetem, e se repetem as desculpas e as acusações. Vontade política parece ser o primeiro fator dessa nossa fragilidade e dor: vontade real, que supere interesses eleitorais ou financeiros, e se ocupe com o bem do povo. Posso me enganar, eu que não tenho partido político, mas olhos para enxergar e ouvidos para ouvir – às vezes, boca para falar –, porém vejo na nossa presidente uma seriedade que me conforta: ministros pontuais diante de seus notebooks, todo mundo trabalhando, numa primeira reunião, visão nunca antes mostrada, que eu me recorde. Ela não parece gostar de bobagem, de preguiça, de devaneios, de desculpas esfarrapadas, de atrasos e de incompetências. Imagino que corrupção, nem pensar. Muita gente tremendo nas bases. Começo a me sentir mais otimista.
(Lya Luft. Veja, 02.02.2011. Adaptado)
No último parágrafo, a autora afirma que o principal responsável pelas tragédias naturais ocorridas no Brasil é
 

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Graças ao acelerado crescimento econômico em 2010, a taxa de desemprego cedeu, em dezembro, para 5,3%.
É a menor marca da pesquisa do IBGE, iniciada em 2002, e se aproxima do nível considerado internacionalmente como o de pleno emprego, na casa dos 5%. Para economistas, porém, o mercado de trabalho das maiores metrópoles do país ainda está distante de tal condição.
(Folha de S.Paulo, 28.01.2011)
De acordo com a reportagem, apesar dos dados positivos em 2010, ainda persiste
 

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1385526 Ano: 2011
Disciplina: Português
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Na região serrana do Brasil, pelo jeito serão 1 200 mortos. Muitos talvez nunca sejam encontrados. A bela serra do estado do Rio de Janeiro terá enormes cemitérios de corpos anônimos: quem vai querer ainda construir e morar em cima disso, mesmo que seja num ponto julgado não perigoso pelas autoridades? Na verdade não sei. Nós, humanos, temos lá nossas esquisitices.
Há muitos anos os dramas se repetem, e se repetem as desculpas e as acusações. Vontade política parece ser o primeiro fator dessa nossa fragilidade e dor: vontade real, que supere interesses eleitorais ou financeiros, e se ocupe com o bem do povo. Posso me enganar, eu que não tenho partido político, mas olhos para enxergar e ouvidos para ouvir – às vezes, boca para falar –, porém vejo na nossa presidente uma seriedade que me conforta: ministros pontuais diante de seus notebooks, todo mundo trabalhando, numa primeira reunião, visão nunca antes mostrada, que eu me recorde. Ela não parece gostar de bobagem, de preguiça, de devaneios, de desculpas esfarrapadas, de atrasos e de incompetências. Imagino que corrupção, nem pensar. Muita gente tremendo nas bases. Começo a me sentir mais otimista.
(Lya Luft. Veja, 02.02.2011. Adaptado)
No segundo parágrafo, a respeito da situação na região serrana do Rio, é correto afirmar que
 

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O Brasil tem encontro marcado com a tragédia todos os anos na estação chuvosa e não há força terrestre que faça com que as autoridades e as pessoas se preparem para isso. Neste ano, o encontro foi na antes paradisíaca (...). Todos os anos, a natureza demonstra com fúria que as conquistas da civilização em muitas áreas são plantinhas frágeis que podem ser arrancadas pelas enchentes e pelos deslizamentos das encostas.
(Veja, 19.01.2011)
A catástrofe a que o texto se refere, provocada pelas chuvas, ocorreu na região
 

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