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Uma editora produz 680 livros por ano, mas pretende aumentar sua produção em 40%. Se isso vier a ocorrer, o número de livros produzidos será o de:
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Assinale a alternativa que aponta corretamente o sétimo número antecessor ímpar de 897.
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Assinale a alternativa que apresenta corretamente o resultado para a seguinte operação com números decimais:
10,4 + 12,8 – 3,9
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Assinale a alternativa que apresenta o resultado correto para a seguinte operação matemática:
!$ 14 \times 56 + 109 !$
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Uma confeitaria produz 860 bolos por ano, mas pretende aumentar sua produção em 30%. Se isso se concretizar, referida empresa passará a produzir a seguinte quantidade de bolos:
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GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)
A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.
Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma conjunção adversativa:
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GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)
A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.
Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).
Ainda de acordo com o autor do texto, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Appolinaire passou a velhice na França.
II – Appolinaire tornou-se um nobre suíço-italiano.
III – Appolinaire escreveu apenas textos sacros.
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GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)
A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.
Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).
Ainda com relação aos advérbios, assinale a alternativa que NÃO apresenta um advérbio de afirmação:
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GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)
A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.
Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).
Com relação aos advérbios, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – jamais/advérbio de intensidade.
II – adiante/advérbio de lugar.
III – depressa/advérbio de modo.
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GUILLAUME APPOLINAIRE (1880-1918)
A vida e a carreira de Appolinaire, ambas muito poucas convencionais, começaram pelo nascimento como filho ilegítimo de uma polonesa na Itália. O pai parece ter sido um nobre suíço-italiano que se recusou a reconhecê-lo. Appolinaire passou a infância na França com a mãe e uma sucessão de amantes dela, fingindo ser um misterioso príncipe russo. Aos 20 anos, foi para Paris, embrenhou-se nos círculos da boemia de Montparnasse, tornou-se próximo a escritores, pintores e músicos de vanguarda, como Pablo Picasso, Gertrude Stein, Jean Cocteau, Erik Satie, Mark Chagall e Raoul Dufy, e teve um caso tempestuoso com a pintora Marie Laurencin. Appolinaire escreveu pornografia anonimamente, além de contos. Um de seus primeiros trabalhos notáveis é O Mago Apodrecido, sobre o grande mago Merlin, a feiticeira Viviane e outros personagens das lendas arturianas. Em 1911, por ser estrangeiro e subversivo, foi preso suspeito do roubo da Mona Lisa (Picasso também foi) e publicou a primeira coletânea de versos ilustrada por xilogravuras de Dufy.
Appolinaire escreveu um livro sobre pintura cubista que desagradou a Picasso. As principais coletâneas de poesia foram Álcoois e Calligrammes. Nesta última, alguns dos poemas assumem a forma de objetos. Boa parte de sua obra foi experimental e enigmática. Foi ele quem, aparentemente, teria cunhado o termo “surrealista” em um texto para o programa do balé Parade, de Cocteau e Satie, em 1917. Appolinaire alistou-se no Exército francês na Primeira Guerra Mundial, em 1915, apreciou a vida militar e já foi descrito como o único poeta francês a lidar com a experiência da guerra. Uma ferida na cabeça, sofrida nas trincheiras, contribuiu, assim como a a gripe epidêmica, para sua morte precoce.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. Rio de Janeiro, Sextante, 2009).
Ainda com relação à crase, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Ficamos na festa até às 8 horas.
II – A partida está agendada para às 19 horas.
III – Às seis horas inicia minha formatura.
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