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Foram encontradas 345 questões.

2309726 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

No ringue da vida, a gente apanha, mas também bate.

Tenho, desde criança, uma mania de escrever num caderninho tudo que quero - tudo que espero, principalmente, que aconteça. Ganhei uma vez uma espécie de diário, que vinha acompanhado de um cadeado. Aquele era o meu lugar favorito no mundo. Ali, eu deixava todas as minhas memórias, as minhas confissões, as minhas paixões, as minhas repulsas, ali eu depositava todas as minhas esperanças no futuro. E repito isso até hoje. Não mais no mesmo caderninho, por falta de folhas.

Agora mesmo, eu já tinha decorado diversas páginas do novo caderno-amigo com os detalhes, as datas, as programações exatas e totalmente contabilizadas, com margem de erro, para o que fazer depois de subir ao pódio. Mas a vida nos força, mesmo a contragosto, a percorrer caminhos inimagináveis. Foi como esquecer aquelas páginas na chuva e vê-las manchar a cada gota que caía, estando com mãos e pés atados, sem poder socorrer aquele punhado de sonhos que estava prestes a se perder. E preciso dizer que estou descontando cada centavo da minha frustração em lágrimas. Já compreendi que elas não serão capazes de me arrumar as soluções de que preciso, e entendo que nenhuma gota vai se transformar na ponte que poderia me ajudar a chegar mais rápido aonde quero. Ainda assim, preciso secar a fonte da tristeza.

Esta não é a segunda, e sei que também não será a penúltima vez em que nem tudo saiu como está escrito em meu caderno. Que treinei, me mantive focado, comprometido, mas quase fui nocauteado. Parece, para ser sincero, que a cada nova rasteira que a vida dá na gente, fica mais difícil se recompor. Manter-se de pé mais uma vez. Reunir forças, tiradas sabe-se lá de onde para colocar a cabeça no lugar, superar o primeiro impacto e voltar à luta.

Estou naqueles segundos que antecedem a vitória, quando, depois de apanhar muito, o lutador está caído no tatame, respirando com dificuldade e repleto de machucados por todas as partes. É exatamente nessa hora que a gente se lembra de como chegou até ali, do tanto que batalhou, de quanto já caminhou, e se dá conta de que está longe demais para voltar atrás. Quando não há mais para onde afundar, o fundo do poço se toma o trampolim. Dali, a gente só pega impulso para chegar ao topo e nocautear as adversidades.

FONTE: ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz, p. 61 ,62.

Assinale a alternativa que apresenta o mesmo dígrafo de "chuva":

 

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2309725 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

No ringue da vida, a gente apanha, mas também bate.

Tenho, desde criança, uma mania de escrever num caderninho tudo que quero - tudo que espero, principalmente, que aconteça. Ganhei uma vez uma espécie de diário, que vinha acompanhado de um cadeado. Aquele era o meu lugar favorito no mundo. Ali, eu deixava todas as minhas memórias, as minhas confissões, as minhas paixões, as minhas repulsas, ali eu depositava todas as minhas esperanças no futuro. E repito isso até hoje. Não mais no mesmo caderninho, por falta de folhas.

Agora mesmo, eu já tinha decorado diversas páginas do novo caderno-amigo com os detalhes, as datas, as programações exatas e totalmente contabilizadas, com margem de erro, para o que fazer depois de subir ao pódio. Mas a vida nos força, mesmo a contragosto, a percorrer caminhos inimagináveis. Foi como esquecer aquelas páginas na chuva e vê-las manchar a cada gota que caía, estando com mãos e pés atados, sem poder socorrer aquele punhado de sonhos que estava prestes a se perder. E preciso dizer que estou descontando cada centavo da minha frustração em lágrimas. Já compreendi que elas não serão capazes de me arrumar as soluções de que preciso, e entendo que nenhuma gota vai se transformar na ponte que poderia me ajudar a chegar mais rápido aonde quero. Ainda assim, preciso secar a fonte da tristeza.

Esta não é a segunda, e sei que também não será a penúltima vez em que nem tudo saiu como está escrito em meu caderno. Que treinei, me mantive focado, comprometido, mas quase fui nocauteado. Parece, para ser sincero, que a cada nova rasteira que a vida dá na gente, fica mais difícil se recompor. Manter-se de pé mais uma vez. Reunir forças, tiradas sabe-se lá de onde para colocar a cabeça no lugar, superar o primeiro impacto e voltar à luta.

Estou naqueles segundos que antecedem a vitória, quando, depois de apanhar muito, o lutador está caído no tatame, respirando com dificuldade e repleto de machucados por todas as partes. É exatamente nessa hora que a gente se lembra de como chegou até ali, do tanto que batalhou, de quanto já caminhou, e se dá conta de que está longe demais para voltar atrás. Quando não há mais para onde afundar, o fundo do poço se toma o trampolim. Dali, a gente só pega impulso para chegar ao topo e nocautear as adversidades.

FONTE: ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz, p. 61 ,62.

Não apresenta sentido oposto à palavra "erro" presente no texto:

 

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2309724 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

No ringue da vida, a gente apanha, mas também bate.

Tenho, desde criança, uma mania de escrever num caderninho tudo que quero - tudo que espero, principalmente, que aconteça. Ganhei uma vez uma espécie de diário, que vinha acompanhado de um cadeado. Aquele era o meu lugar favorito no mundo. Ali, eu deixava todas as minhas memórias, as minhas confissões, as minhas paixões, as minhas repulsas, ali eu depositava todas as minhas esperanças no futuro. E repito isso até hoje. Não mais no mesmo caderninho, por falta de folhas.

Agora mesmo, eu já tinha decorado diversas páginas do novo caderno-amigo com os detalhes, as datas, as programações exatas e totalmente contabilizadas, com margem de erro, para o que fazer depois de subir ao pódio. Mas a vida nos força, mesmo a contragosto, a percorrer caminhos inimagináveis. Foi como esquecer aquelas páginas na chuva e vê-las manchar a cada gota que caía, estando com mãos e pés atados, sem poder socorrer aquele punhado de sonhos que estava prestes a se perder. E preciso dizer que estou descontando cada centavo da minha frustração em lágrimas. Já compreendi que elas não serão capazes de me arrumar as soluções de que preciso, e entendo que nenhuma gota vai se transformar na ponte que poderia me ajudar a chegar mais rápido aonde quero. Ainda assim, preciso secar a fonte da tristeza.

Esta não é a segunda, e sei que também não será a penúltima vez em que nem tudo saiu como está escrito em meu caderno. Que treinei, me mantive focado, comprometido, mas quase fui nocauteado. Parece, para ser sincero, que a cada nova rasteira que a vida dá na gente, fica mais difícil se recompor. Manter-se de pé mais uma vez. Reunir forças, tiradas sabe-se lá de onde para colocar a cabeça no lugar, superar o primeiro impacto e voltar à luta.

Estou naqueles segundos que antecedem a vitória, quando, depois de apanhar muito, o lutador está caído no tatame, respirando com dificuldade e repleto de machucados por todas as partes. É exatamente nessa hora que a gente se lembra de como chegou até ali, do tanto que batalhou, de quanto já caminhou, e se dá conta de que está longe demais para voltar atrás. Quando não há mais para onde afundar, o fundo do poço se toma o trampolim. Dali, a gente só pega impulso para chegar ao topo e nocautear as adversidades.

FONTE: ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz, p. 61 ,62.

Não se pode afirmar sobre o pronome oblíquo e sua colocação em: "Manter-se de pé mais uma vez." que:

 

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2309723 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

No ringue da vida, a gente apanha, mas também bate.

Tenho, desde criança, uma mania de escrever num caderninho tudo que quero - tudo que espero, principalmente, que aconteça. Ganhei uma vez uma espécie de diário, que vinha acompanhado de um cadeado. Aquele era o meu lugar favorito no mundo. Ali, eu deixava todas as minhas memórias, as minhas confissões, as minhas paixões, as minhas repulsas, ali eu depositava todas as minhas esperanças no futuro. E repito isso até hoje. Não mais no mesmo caderninho, por falta de folhas.

Agora mesmo, eu já tinha decorado diversas páginas do novo caderno-amigo com os detalhes, as datas, as programações exatas e totalmente contabilizadas, com margem de erro, para o que fazer depois de subir ao pódio. Mas a vida nos força, mesmo a contragosto, a percorrer caminhos inimagináveis. Foi como esquecer aquelas páginas na chuva e vê-las manchar a cada gota que caía, estando com mãos e pés atados, sem poder socorrer aquele punhado de sonhos que estava prestes a se perder. E preciso dizer que estou descontando cada centavo da minha frustração em lágrimas. Já compreendi que elas não serão capazes de me arrumar as soluções de que preciso, e entendo que nenhuma gota vai se transformar na ponte que poderia me ajudar a chegar mais rápido aonde quero. Ainda assim, preciso secar a fonte da tristeza.

Esta não é a segunda, e sei que também não será a penúltima vez em que nem tudo saiu como está escrito em meu caderno. Que treinei, me mantive focado, comprometido, mas quase fui nocauteado. Parece, para ser sincero, que a cada nova rasteira que a vida dá na gente, fica mais difícil se recompor. Manter-se de pé mais uma vez. Reunir forças, tiradas sabe-se lá de onde para colocar a cabeça no lugar, superar o primeiro impacto e voltar à luta.

Estou naqueles segundos que antecedem a vitória, quando, depois de apanhar muito, o lutador está caído no tatame, respirando com dificuldade e repleto de machucados por todas as partes. É exatamente nessa hora que a gente se lembra de como chegou até ali, do tanto que batalhou, de quanto já caminhou, e se dá conta de que está longe demais para voltar atrás. Quando não há mais para onde afundar, o fundo do poço se toma o trampolim. Dali, a gente só pega impulso para chegar ao topo e nocautear as adversidades.

FONTE: ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz, p. 61 ,62.

Em: "Dali, a gente só pega impulso( ... )", a concordância do verbo se dá:

 

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2309722 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

No ringue da vida, a gente apanha, mas também bate.

Tenho, desde criança, uma mania de escrever num caderninho tudo que quero - tudo que espero, principalmente, que aconteça. Ganhei uma vez uma espécie de diário, que vinha acompanhado de um cadeado. Aquele era o meu lugar favorito no mundo. Ali, eu deixava todas as minhas memórias, as minhas confissões, as minhas paixões, as minhas repulsas, ali eu depositava todas as minhas esperanças no futuro. E repito isso até hoje. Não mais no mesmo caderninho, por falta de folhas.

Agora mesmo, eu já tinha decorado diversas páginas do novo caderno-amigo com os detalhes, as datas, as programações exatas e totalmente contabilizadas, com margem de erro, para o que fazer depois de subir ao pódio. Mas a vida nos força, mesmo a contragosto, a percorrer caminhos inimagináveis. Foi como esquecer aquelas páginas na chuva e vê-las manchar a cada gota que caía, estando com mãos e pés atados, sem poder socorrer aquele punhado de sonhos que estava prestes a se perder. E preciso dizer que estou descontando cada centavo da minha frustração em lágrimas. Já compreendi que elas não serão capazes de me arrumar as soluções de que preciso, e entendo que nenhuma gota vai se transformar na ponte que poderia me ajudar a chegar mais rápido aonde quero. Ainda assim, preciso secar a fonte da tristeza.

Esta não é a segunda, e sei que também não será a penúltima vez em que nem tudo saiu como está escrito em meu caderno. Que treinei, me mantive focado, comprometido, mas quase fui nocauteado. Parece, para ser sincero, que a cada nova rasteira que a vida dá na gente, fica mais difícil se recompor. Manter-se de pé mais uma vez. Reunir forças, tiradas sabe-se lá de onde para colocar a cabeça no lugar, superar o primeiro impacto e voltar à luta.

Estou naqueles segundos que antecedem a vitória, quando, depois de apanhar muito, o lutador está caído no tatame, respirando com dificuldade e repleto de machucados por todas as partes. É exatamente nessa hora que a gente se lembra de como chegou até ali, do tanto que batalhou, de quanto já caminhou, e se dá conta de que está longe demais para voltar atrás. Quando não há mais para onde afundar, o fundo do poço se toma o trampolim. Dali, a gente só pega impulso para chegar ao topo e nocautear as adversidades.

FONTE: ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz, p. 61 ,62.

Ao afirmar: "E repito isso até hoje". , o narrador se refere:

 

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2309721 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

No ringue da vida, a gente apanha, mas também bate.

Tenho, desde criança, uma mania de escrever num caderninho tudo que quero - tudo que espero, principalmente, que aconteça. Ganhei uma vez uma espécie de diário, que vinha acompanhado de um cadeado. Aquele era o meu lugar favorito no mundo. Ali, eu deixava todas as minhas memórias, as minhas confissões, as minhas paixões, as minhas repulsas, ali eu depositava todas as minhas esperanças no futuro. E repito isso até hoje. Não mais no mesmo caderninho, por falta de folhas.

Agora mesmo, eu já tinha decorado diversas páginas do novo caderno-amigo com os detalhes, as datas, as programações exatas e totalmente contabilizadas, com margem de erro, para o que fazer depois de subir ao pódio. Mas a vida nos força, mesmo a contragosto, a percorrer caminhos inimagináveis. Foi como esquecer aquelas páginas na chuva e vê-las manchar a cada gota que caía, estando com mãos e pés atados, sem poder socorrer aquele punhado de sonhos que estava prestes a se perder. E preciso dizer que estou descontando cada centavo da minha frustração em lágrimas. Já compreendi que elas não serão capazes de me arrumar as soluções de que preciso, e entendo que nenhuma gota vai se transformar na ponte que poderia me ajudar a chegar mais rápido aonde quero. Ainda assim, preciso secar a fonte da tristeza.

Esta não é a segunda, e sei que também não será a penúltima vez em que nem tudo saiu como está escrito em meu caderno. Que treinei, me mantive focado, comprometido, mas quase fui nocauteado. Parece, para ser sincero, que a cada nova rasteira que a vida dá na gente, fica mais difícil se recompor. Manter-se de pé mais uma vez. Reunir forças, tiradas sabe-se lá de onde para colocar a cabeça no lugar, superar o primeiro impacto e voltar à luta.

Estou naqueles segundos que antecedem a vitória, quando, depois de apanhar muito, o lutador está caído no tatame, respirando com dificuldade e repleto de machucados por todas as partes. É exatamente nessa hora que a gente se lembra de como chegou até ali, do tanto que batalhou, de quanto já caminhou, e se dá conta de que está longe demais para voltar atrás. Quando não há mais para onde afundar, o fundo do poço se toma o trampolim. Dali, a gente só pega impulso para chegar ao topo e nocautear as adversidades.

FONTE: ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz, p. 61 ,62.

Assinale a alternativa que contém predicação do verbo em: "( ... ) o fundo do poço se torna o trampolim.·:

 

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2309720 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

No ringue da vida, a gente apanha, mas também bate.

Tenho, desde criança, uma mania de escrever num caderninhoa tudo que quero - tudo que espero, principalmente, que aconteça. Ganhei uma vez uma espécie de diário, que vinha acompanhado de um cadeado. Aquele era o meu lugar favorito no mundo. Ali, eu deixava todas as minhas memórias, as minhas confissões, as minhas paixões, as minhas repulsas, ali eu depositava todas as minhas esperanças no futuro. E repito isso até hoje. Não mais no mesmo caderninho, por falta de folhas.

Agora mesmo, eu já tinha decorado diversas páginas do novo caderno-amigo com os detalhes, as datas, as programações exatas e totalmente contabilizadas, com margem de erro, para o que fazer depois de subir ao pódio. Mas a vida nos força, mesmo a contragosto, a percorrer caminhos inimagináveis. Foi como esquecer aquelas páginas na chuva e vê-las manchar a cada gota que caía, estando com mãos e pés atados,b sem poder socorrer aquele punhado de sonhos que estava prestes a se perder. E preciso dizer que estou descontando cada centavo da minha frustração em lágrimas. Já compreendi que elas não serão capazes de me arrumar as soluções de que preciso, e entendo que nenhuma gota vai se transformar na ponte que poderia me ajudar a chegar mais rápido aonde quero. Ainda assim, preciso secar a fonte da tristezac.

Esta não é a segunda, e sei que também não será a penúltima vez em que nem tudo saiu como está escrito em meu caderno. Que treinei, me mantive focado, comprometido, mas quase fui nocauteado. Parece, para ser sincero, que a cada nova rasteira que a vida dá na gente, fica mais difícil se recompor. Manter-se de pé mais uma vez. Reunir forças, tiradas sabe-se lá de onde para colocar a cabeça no lugar, superar o primeiro impacto e voltar à luta.

Estou naqueles segundos que antecedem a vitória, quando, depois de apanhar muito, o lutador está caído no tatame, respirando com dificuldade e repleto de machucados por todas as partes. É exatamente nessa hora que a gente se lembra de como chegou até ali, do tanto que batalhou, de quanto já caminhou, e se dá conta de que está longe demais para voltar atrás. Quando não há mais para onde afundar, o fundo do poço se toma o trampolim. Dali, a gente só pega impulso para chegar ao topod e nocautear as adversidades.

FONTE: ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz, p. 61 ,62.

A alternativa que contém uma locução adjetiva é:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2309719 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETAP
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No ringue da vida, a gente apanha, mas também bate.

Tenho, desde criança, uma mania de escrever num caderninho tudo que quero - tudo que espero, principalmente, que aconteça. Ganhei uma vez uma espécie de diário, que vinha acompanhado de um cadeado. Aquele era o meu lugar favorito no mundo. Ali, eu deixava todas as minhas memórias, as minhas confissões, as minhas paixões, as minhas repulsas, ali eu depositava todas as minhas esperanças no futuro. E repito isso até hoje. Não mais no mesmo caderninho, por falta de folhas.

Agora mesmo, eu já tinha decorado diversas páginas do novo caderno-amigo com os detalhes, as datas, as programações exatas e totalmente contabilizadas, com margem de erro, para o que fazer depois de subir ao pódio. Mas a vida nos força, mesmo a contragosto, a percorrer caminhos inimagináveis. Foi como esquecer aquelas páginas na chuva e vê-las manchar a cada gota que caía, estando com mãos e pés atados, sem poder socorrer aquele punhado de sonhos que estava prestes a se perder. E preciso dizer que estou descontando cada centavo da minha frustração em lágrimas. Já compreendi que elas não serão capazes de me arrumar as soluções de que preciso, e entendo que nenhuma gota vai se transformar na ponte que poderia me ajudar a chegar mais rápido aonde quero. Ainda assim, preciso secar a fonte da tristeza.

Esta não é a segunda, e sei que também não será a penúltima vez em que nem tudo saiu como está escrito em meu caderno. Que treinei, me mantive focado, comprometido, mas quase fui nocauteado. Parece, para ser sincero, que a cada nova rasteira que a vida dá na gente, fica mais difícil se recompor. Manter-se de pé mais uma vez. Reunir forças, tiradas sabe-se lá de onde para colocar a cabeça no lugar, superar o primeiro impacto e voltar à luta.

Estou naqueles segundos que antecedem a vitória, quando, depois de apanhar muito, o lutador está caído no tatame, respirando com dificuldade e repleto de machucados por todas as partes. É exatamente nessa hora que a gente se lembra de como chegou até ali, do tanto que batalhou, de quanto já caminhou, e se dá conta de que está longe demais para voltar atrás. Quando não há mais para onde afundar, o fundo do poço se toma o trampolim. Dali, a gente só pega impulso para chegar ao topo e nocautear as adversidades.

FONTE: ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz, p. 61 ,62.

Assinale a alternativa em que todas as palavras são do mesmo gênero:

 

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2309718 Ano: 2021
Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Ananindeua-PA

No ringue da vida, a gente apanha, mas também bate.

Tenho, desde criança, uma mania de escrever num caderninho tudo que quero - tudo que espero, principalmente, que aconteça. Ganhei uma vez uma espécie de diário, que vinha acompanhado de um cadeado. Aquele era o meu lugar favorito no mundo. Ali, eu deixava todas as minhas memórias, as minhas confissões, as minhas paixões, as minhas repulsas, ali eu depositava todas as minhas esperanças no futuro. E repito isso até hoje. Não mais no mesmo caderninho, por falta de folhas.

Agora mesmo, eu já tinha decorado diversas páginas do novo caderno-amigo com os detalhes, as datas, as programações exatas e totalmente contabilizadas, com margem de erro, para o que fazer depois de subir ao pódio. Mas a vida nos força, mesmo a contragosto, a percorrer caminhos inimagináveis. Foi como esquecer aquelas páginas na chuva e vê-las manchar a cada gota que caía, estando com mãos e pés atados, sem poder socorrer aquele punhado de sonhos que estava prestes a se perder. E preciso dizer que estou descontando cada centavo da minha frustração em lágrimas. Já compreendi que elas não serão capazes de me arrumar as soluções de que preciso, e entendo que nenhuma gota vai se transformar na ponte que poderia me ajudar a chegar mais rápido aonde quero. Ainda assim, preciso secar a fonte da tristeza.

Esta não é a segunda, e sei que também não será a penúltima vez em que nem tudo saiu como está escrito em meu caderno. Que treinei, me mantive focado, comprometido, mas quase fui nocauteado. Parece, para ser sincero, que a cada nova rasteira que a vida dá na gente, fica mais difícil se recompor. Manter-se de pé mais uma vez. Reunir forças, tiradas sabe-se lá de onde para colocar a cabeça no lugar, superar o primeiro impacto e voltar à luta.

Estou naqueles segundos que antecedem a vitória, quando, depois de apanhar muito, o lutador está caído no tatame, respirando com dificuldade e repleto de machucados por todas as partes. É exatamente nessa hora que a gente se lembra de como chegou até ali, do tanto que batalhou, de quanto já caminhou, e se dá conta de que está longe demais para voltar atrás. Quando não há mais para onde afundar, o fundo do poço se toma o trampolim. Dali, a gente só pega impulso para chegar ao topo e nocautear as adversidades.

FONTE: ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz, p. 61 ,62.

"( ... ) a chegar mais rápido aonde quero.", o emprego do termo "aonde" só está adequado em:

 

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2309717 Ano: 2021
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No ringue da vida, a gente apanha, mas também bate.

Tenho, desde criança, uma mania de escrevera num caderninho tudo que quero - tudo que espero, principalmente, que aconteça. Ganhei uma vez uma espécie de diário, que vinha acompanhado de um cadeado. Aquele era o meu lugar favorito no mundo. Ali, eu deixava todas as minhas memóriasc, as minhas confissões, as minhas paixões, as minhas repulsas, ali eu depositava todas as minhas esperanças no futuro. E repito isso até hoje. Não mais no mesmo caderninho, por falta de folhas.

Agora mesmo, eu já tinha decorado diversas páginas do novo caderno-amigo com os detalhes, as datas, as programações exatas e totalmente contabilizadas, com margem de erro, para o que fazer depois de subir ao pódio. Mas a vida nos força, mesmo a contragosto, a percorrer caminhos inimagináveis. Foi como esquecer aquelas páginas na chuva e vê-las manchar a cada gota que caía, estando com mãos e pés atados, sem poder socorrer aquele punhado de sonhos que estava prestes a se perder. E preciso dizer que estou descontando cada centavo da minha frustração em lágrimas. Já compreendi que elas não serão capazes de me arrumar as soluções de que preciso, e entendo que nenhuma gota vai se transformar na ponted que poderia me ajudar a chegar mais rápido aonde quero. Ainda assim, preciso secar a fonte da tristeza.

Esta não é a segunda, e sei que também não será a penúltima vez em que nem tudo saiu como está escrito em meu caderno. Que treinei, me mantive focado, comprometido, mas quase fui nocauteado. Parece, para ser sincero, que a cada nova rasteira que a vida dá na gente, fica mais difícil se recompor. Manter-se de pé mais uma vez. Reunir forças, tiradas sabe-se lá de onde para colocar a cabeça no lugar, superar o primeiro impacto e voltar à luta.

Estou naqueles segundos que antecedem a vitória, quando, depois de apanhar muito, o lutador está caído no tatame, respirando com dificuldade e repleto de machucados por todas as partes. É exatamente nessa hora que a gente se lembra de como chegou até ali, do tanto que batalhou, de quanto já caminhou, e se dá conta de que está longe demais para voltar atrás. Quando não há mais para onde afundar, o fundo do poço se toma o trampolim. Dali, a gente só pega impulso para chegar ao topob e nocautear as adversidades.

FONTE: ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz, p. 61 ,62.

A frase do texto com sentido denotativo ocorre em:

 

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