Foram encontradas 20 questões.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) orienta o
trabalho pedagógico nas escolas brasileiras, buscando
garantir o desenvolvimento das competências gerais da
Educação Básica e das competências específicas de
cada área. No componente curricular de Língua
Portuguesa, a BNCC propõe um ensino voltado para o
uso significativo da linguagem em práticas sociais, a
ampliação das capacidades de leitura, escuta, produção
e análise de textos, e a formação de leitores e
produtores competentes em diferentes contextos e
mídias.
Com base na BNCC, marque com (V) as afirmativas
verdadeiras ou com (F) as falsas.
(__)O ensino de Língua Portuguesa deve limitar-se ao estudo normativo da gramática, priorizando a correção linguística em detrimento do uso social da língua.
(__)A BNCC estrutura o componente de Língua Portuguesa em unidades temáticas voltadas apenas à leitura e à produção de texto, deixando de contemplar o campo da oralidade.
(__)A BNCC propõe que o ensino da Língua Portuguesa se desenvolva a partir de campos de atuação, valorizando práticas sociais de linguagem e a diversidade de gêneros discursivos.
(__)As competências específicas de Língua Portuguesa voltam-se exclusivamente à memorização de regras ortográficas e sintáticas.
A sequência que preenche corretamente os itens, de cima para baixo, é:
(__)O ensino de Língua Portuguesa deve limitar-se ao estudo normativo da gramática, priorizando a correção linguística em detrimento do uso social da língua.
(__)A BNCC estrutura o componente de Língua Portuguesa em unidades temáticas voltadas apenas à leitura e à produção de texto, deixando de contemplar o campo da oralidade.
(__)A BNCC propõe que o ensino da Língua Portuguesa se desenvolva a partir de campos de atuação, valorizando práticas sociais de linguagem e a diversidade de gêneros discursivos.
(__)As competências específicas de Língua Portuguesa voltam-se exclusivamente à memorização de regras ortográficas e sintáticas.
A sequência que preenche corretamente os itens, de cima para baixo, é:
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O ensino de Língua Portuguesa, fundamentado na
concepção de língua como prática social, desloca o foco
do estudo da gramática normativa isolada para o
trabalho com textos reais e significativos. Nesse
contexto, o papel do professor é:
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Considerando o Art. 206 da Lei nº 9.394/1996 (LDB), que
estabelece os princípios fundamentais do ensino no Brasil, analise as alternativas a seguir e assinale aquela
que não corresponde a esses princípios, ou seja, aquela
que contraria as diretrizes legais para a educação
nacional
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"O ato de ler e os processos de compreensão de texto
dizem respeito não apenas a uma dimensão individual
que implica habilidades cognitivas para construção de
sentidos; diz respeito, da mesma forma, à familiaridade
que o sujeito desenvolve com a leitura ao longo de seu
processo de formação, potencializando-a (ou não) em
seu cotidiano; essa familiaridade advém em grande
medida de relações que o sujeito estabelece no meio
social em que vive." (DAGA, 2011)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre os processos de leitura, julgue a afirmativa INCORRETA.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre os processos de leitura, julgue a afirmativa INCORRETA.
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3881021
Ano: 2025
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
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O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) constitui
o conjunto de normas do ordenamento jurídico
destinadas à proteção dos direitos de crianças e
adolescentes, prevendo medidas de proteção e
encaminhamentos ao juiz. Trata-se do principal marco
legal e regulatório dos direitos humanos desse grupo
etário.
O Art. 4º do ECA estabelece que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público garantir, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos das crianças e dos adolescentes, incluindo vida, saúde, alimentação, educação, esporte, lazer, profissionalização, cultura, dignidade, respeito, liberdade e convivência familiar e comunitária.
A garantia de prioridade compreende:
I.primazia de receber proteção e socorro somente se a criança ou adolescente correr risco de morte.
II.precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública.
III.preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas.
IV.destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.
É correto o que se afirma em:
O Art. 4º do ECA estabelece que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público garantir, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos das crianças e dos adolescentes, incluindo vida, saúde, alimentação, educação, esporte, lazer, profissionalização, cultura, dignidade, respeito, liberdade e convivência familiar e comunitária.
A garantia de prioridade compreende:
I.primazia de receber proteção e socorro somente se a criança ou adolescente correr risco de morte.
II.precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública.
III.preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas.
IV.destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.
É correto o que se afirma em:
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Com base no disposto no artigo 2º da Lei nº
13.005/2014, assinale a alternativa que não expressa
corretamente uma diretriz do Plano Nacional de
Educação (PNE).
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3881019
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
Provas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais
medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada.
Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração
dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
Acredita-se há muito tempo que ela participe do
processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
Com base na divisão cronológica da literatura brasileira, relacione a Coluna A com os períodos literários apresentados às suas respectivas características descritas na Coluna B.
Coluna A
1.Arcadismo
2.Barroco
3.Naturalismo
4.Simbolismo
Coluna B
(__)No Brasil, esse período teve início em 1768 e permaneceu em evidência até 1836. Suas principais características incluíam bucolismo, pastoralismo, idealização do amor e da mulher.
(__)Foi um estilo de época marcado por dualidades, tais como antropocentrismo versus teocentrismo, material versus espiritual, fé versus razão, e pela valorização do 'carpe diem' (aproveitar o momento)
(__)Iniciado em 1881, esse estilo de época distingue-se pelo uso de uma linguagem objetiva, pela presença do determinismo, da zoomorfização e do cientificismo, bem como pela ausência de idealizações e pela crítica de cunho sociopolítico.
(__)A estética brasileira começou a se definir em 1893, marcada pela musicalidade e pela valorização das sensações. Entre suas principais características, destacam-se: oposição à literatura realista, subjetividade, exaltação da espiritualidade, busca por um mundo ideal e sondagem do eu interior.
A sequência numérica que preenche os itens acima, de cima para baixo, é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais
medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada.
Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração
dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
Acredita-se há muito tempo que ela participe do
processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
O vocábulo 'montanha-russa' está grafado com hífen corretamente. Agora, analise o uso do hífen nas palavras compostas a seguir e Identifique a alternativa que apresenta o seu uso de forma INCORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais
medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada.
Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração
dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
Acredita-se há muito tempo que ela participe do
processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas." Considerando as flexões das formas verbais empregadas no trecho, marque com (V), as afirmativas verdadeiras, ou com (F), as falsas.
(__)A forma verbal 'expusemos' encontra-se no pretérito imperfeito do indicativo, exprimindo ações habituais ocorridas no passado.
(__)A forma verbal 'conseguia' está flexionada no pretérito imperfeito do indicativo, indicando uma ação contínua ou duradoura no passado, e o verbo 'deixar' está no modo infinitivo, dependente do verbo principal.
(__)A forma verbal 'relembra' está no pretérito perfeito do indicativo, o que reforça a ideia de recordação concluída no passado.
(__)Os verbos 'aproximar' e 'deixar' estão no modo subjuntivo, expressando dúvida e possibilidade.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais
medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada.
Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração
dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve
suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a
ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma
doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais
produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou
de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos
Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao
andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em
Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício
Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do
seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único.
Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que
sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida
como lipoidoproteinose — uma condição genética tão
rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400
pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como
S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de
Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos
1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação
entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar
formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de
Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo
ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em
inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade
e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que
conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O
Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991)
despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem
mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma
assustadora casa mal assombrada em Louisville, no
Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras
e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo,
como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela
tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma
mutação isolada no gene ECM1, encontrado no
cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a
manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de
apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo
de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente
vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa,
uma região do cérebro em forma de amêndoa.
Acredita-se há muito tempo que ela participe do
processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
Considerando a acentuação dos vocábulos extraídos do trecho, bem como dos retirados do texto-base, julgue as afirmativas:
I.O vocábulo 'edifício' possui duas classificações possíveis quanto à tonicidade, diferentemente do vocábulo 'colágeno' que é apenas classificado como proparoxítono.
II.O vocábulo 'céus' é acentuado pela regra do ditongo aberto 'éu'. Essa regra também se aplica ao vocábulo 'troféu'.
III.O vocábulo 'proteínas' é acentuado pela regra do 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior. Essa regra não se aplica ao vocábulo 'veículos'.
IV.Os vocábulos 'até', 'clínico' e 'estímulo' recebem acento de acordo com regras distintas: 'até' segue uma regra própria, enquanto 'clínico' e 'estímulo' compartilham outra. A retirada do acento em cada uma dessas palavras modifica sua classificação morfológica e gera novos vocábulos com significados diferentes, alterando, assim, o valor semântico original.
V.Os vocábulos 'científicos' e 'único' recebem acento segundo a mesma regra e, por isso, possuem a mesma classificação quanto à tonicidade.
É correto o que se afirma em:
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