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- Sistema Global de Proteção dos Direitos Humanos: Instrumentos NormativosDeclaração Universal dos Direitos Humanos
Considerando que a proteção dos direitos humanos
através de um regime de direito é essencial para que
ninguém seja subjugado à tirania e a opressão, o que a
Declaração Universal dos Direitos Humanos promove a
respeito dos processos de acusação e julgamento de
uma pessoa?
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Se o terceiro dia depois de amanhã será segunda-feira,
que dia da semana é hoje?
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Visão
Rubem Braga
No centro do dia cinzento, no meio da banal
viagem, e nesse momento em que a custo equilibramos
todos os motivos de agir e de cruzar os braços, de
insistir e desesperar, e ficamos quietos, neutros, presos
ao mais medíocre equilíbrio – foi então que aconteceu.
Eu vinha sem raiva nem desejo – no fundo do coração as
feridas mal cicatrizadas, e a esperança humilde como ave doméstica – eu vinha como um homem que vem e vai, e
já teve noites de tormentas e madrugadas de seda, e dias
vividos com todos os nervos e com toda a alma, e
charnecas de tédio atravessadas com a longa paciência
dos pobres – eu vinha como um homem que faz parte da
sua cidade, e é menos um homem que um transeunte, e me sentia como aquele que se vê nos cartões-postais, de
longe, dobrando uma esquina – eu vinha como um
elemento altamente banal, de paletó e gravata, integrado
no horário coletivo, acertando o relógio do meu pulso
pelo grande relógio da estrada de ferro central do meu
país, acertando a batida do meu pulso pelo ritmo da faina quotidiana – eu vinha, portanto, extremamente sem
importância, mas tendo em mim a força da conformação,
da resistência e da inércia que faz com que um minuto
depois das grandes revoluções e catástrofes o sapateiro
volte a sentar na sua banca e o linotipista na sua
máquina, e a cidade apareça estranhamente normal – eu
vinha como um homem de quarenta anos que dispõe de
regular saúde, e está com suas letras nos bancos
regularmente reformadas e seus negócios sentimentais
aplacados de maneira cordial e se sente bem disposto
para as tarefas da rotina, e com pequenas reservas para
enfrentar eventualidades não muito excêntricas – e que
cessou de fazer planos gratuitos para a vida, mas ainda
não começou a levar em conta a faina da própria morte –
assim eu vinha, como que ama as mulheres de seu país,
as comidas de sua infância e as toalhas do seu lar –
quando aconteceu. Não foi algo que tivesse qualquer
consequência, ou implicasse novo programa de
atividades; nem uma revelação do Alto nem uma
demonstração súbita e cruel da miséria de nossa
condição, como às vezes já tive.
Foi apenas um instante antes de se abrir um
sinal numa esquina, dentro de um grande carro negro,
uma figura de mulher que nesse instante me fitou e
sorriu com seus grandes olhos de azul límpido e a boca
fresca e viva; que depois ainda moveu de leve os lábios
como se fosse dizer alguma coisa – e se perdeu, a um
arranco do carro, na confusão do trafego da rua estreita e
rápida. Mas foi como se, preso na penumbra da mesma
cela eternamente, eu visse uma parede se abrir sobre
uma paisagem úmida e brilhante de todos os sonhos de
luz. Com vento agitando árvores e derrubando flores, e o
mar cantando ao sol.
FONTE: https://contobrasileiro.com.br/visao-cronica-de-rubem-braga/
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Visão
Rubem Braga
No centro do dia cinzento, no meio da banal
viagem, e nesse momento em que a custo equilibramos
todos os motivos de agir e de cruzar os braços, de
insistir e desesperar, e ficamos quietos, neutros, presos
ao mais medíocre equilíbrio – foi então que aconteceu.
Eu vinha sem raiva nem desejo – no fundo do coração as
feridas mal cicatrizadas, e a esperança humilde como ave doméstica – eu vinha como um homem que vem e vai, e
já teve noites de tormentas e madrugadas de seda, e dias
vividos com todos os nervos e com toda a alma, e
charnecas de tédio atravessadas com a longa paciência
dos pobres – eu vinha como um homem que faz parte da
sua cidade, e é menos um homem que um transeunte, e me sentia como aquele que se vê nos cartões-postais, de
longe, dobrando uma esquina – eu vinha como um
elemento altamente banal, de paletó e gravata, integrado
no horário coletivo, acertando o relógio do meu pulso
pelo grande relógio da estrada de ferro central do meu
país, acertando a batida do meu pulso pelo ritmo da faina quotidiana – eu vinha, portanto, extremamente sem
importância, mas tendo em mim a força da conformação,
da resistência e da inércia que faz com que um minuto
depois das grandes revoluções e catástrofes o sapateiro
volte a sentar na sua banca e o linotipista na sua
máquina, e a cidade apareça estranhamente normal – eu
vinha como um homem de quarenta anos que dispõe de
regular saúde, e está com suas letras nos bancos
regularmente reformadas e seus negócios sentimentais
aplacados de maneira cordial e se sente bem disposto
para as tarefas da rotina, e com pequenas reservas para
enfrentar eventualidades não muito excêntricas – e que
cessou de fazer planos gratuitos para a vida, mas ainda
não começou a levar em conta a faina da própria morte –
assim eu vinha, como que ama as mulheres de seu país,
as comidas de sua infância e as toalhas do seu lar –
quando aconteceu. Não foi algo que tivesse qualquer
consequência, ou implicasse novo programa de
atividades; nem uma revelação do Alto nem uma
demonstração súbita e cruel da miséria de nossa
condição, como às vezes já tive.
Foi apenas um instante antes de se abrir um
sinal numa esquina, dentro de um grande carro negro,
uma figura de mulher que nesse instante me fitou e
sorriu com seus grandes olhos de azul límpido e a boca
fresca e viva; que depois ainda moveu de leve os lábios
como se fosse dizer alguma coisa – e se perdeu, a um
arranco do carro, na confusão do trafego da rua estreita e
rápida. Mas foi como se, preso na penumbra da mesma
cela eternamente, eu visse uma parede se abrir sobre
uma paisagem úmida e brilhante de todos os sonhos de
luz. Com vento agitando árvores e derrubando flores, e o
mar cantando ao sol.
FONTE: https://contobrasileiro.com.br/visao-cronica-de-rubem-braga/
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Visão
Rubem Braga
No centro do dia cinzento, no meio da banal
viagem, e nesse momento em que a custo equilibramos
todos os motivos de agir e de cruzar os braços, de
insistir e desesperar, e ficamos quietos, neutros, presos
ao mais medíocre equilíbrio – foi então que aconteceu.
Eu vinha sem raiva nem desejo – no fundo do coração as
feridas mal cicatrizadas, e a esperança humilde como ave doméstica – eu vinha como um homem que vem e vai, e
já teve noites de tormentas e madrugadas de seda, e dias
vividos com todos os nervos e com toda a alma, e
charnecas de tédio atravessadas com a longa paciência
dos pobres – eu vinha como um homem que faz parte da
sua cidade, e é menos um homem que um transeunte, e me sentia como aquele que se vê nos cartões-postais, de
longe, dobrando uma esquina – eu vinha como um
elemento altamente banal, de paletó e gravata, integrado
no horário coletivo, acertando o relógio do meu pulso
pelo grande relógio da estrada de ferro central do meu
país, acertando a batida do meu pulso pelo ritmo da faina quotidiana – eu vinha, portanto, extremamente sem
importância, mas tendo em mim a força da conformação,
da resistência e da inércia que faz com que um minuto
depois das grandes revoluções e catástrofes o sapateiro
volte a sentar na sua banca e o linotipista na sua
máquina, e a cidade apareça estranhamente normal – eu
vinha como um homem de quarenta anos que dispõe de
regular saúde, e está com suas letras nos bancos
regularmente reformadas e seus negócios sentimentais
aplacados de maneira cordial e se sente bem disposto
para as tarefas da rotina, e com pequenas reservas para
enfrentar eventualidades não muito excêntricas – e que
cessou de fazer planos gratuitos para a vida, mas ainda
não começou a levar em conta a faina da própria morte –
assim eu vinha, como que ama as mulheres de seu país,
as comidas de sua infância e as toalhas do seu lar –
quando aconteceu. Não foi algo que tivesse qualquer
consequência, ou implicasse novo programa de
atividades; nem uma revelação do Alto nem uma
demonstração súbita e cruel da miséria de nossa
condição, como às vezes já tive.
Foi apenas um instante antes de se abrir um
sinal numa esquina, dentro de um grande carro negro,
uma figura de mulher que nesse instante me fitou e
sorriu com seus grandes olhos de azul límpido e a boca
fresca e viva; que depois ainda moveu de leve os lábios
como se fosse dizer alguma coisa – e se perdeu, a um
arranco do carro, na confusão do trafego da rua estreita e
rápida. Mas foi como se, preso na penumbra da mesma
cela eternamente, eu visse uma parede se abrir sobre
uma paisagem úmida e brilhante de todos os sonhos de
luz. Com vento agitando árvores e derrubando flores, e o
mar cantando ao sol.
FONTE: https://contobrasileiro.com.br/visao-cronica-de-rubem-braga/
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Rubem Braga
No centro do dia cinzento, no meio da banal
viagem, e nesse momento em que a custo equilibramos
todos os motivos de agir e de cruzar os braços, de
insistir e desesperar, e ficamos quietos, neutros, presos
ao mais medíocre equilíbrio – foi então que aconteceu.
Eu vinha sem raiva nem desejo – no fundo do coração as
feridas mal cicatrizadas, e a esperança humilde como ave doméstica – eu vinha como um homem que vem e vai, e
já teve noites de tormentas e madrugadas de seda, e dias
vividos com todos os nervos e com toda a alma, e
charnecas de tédio atravessadas com a longa paciência
dos pobres – eu vinha como um homem que faz parte da
sua cidade, e é menos um homem que um transeunte, e me sentia como aquele que se vê nos cartões-postais, de
longe, dobrando uma esquina – eu vinha como um
elemento altamente banal, de paletó e gravata, integrado
no horário coletivo, acertando o relógio do meu pulso
pelo grande relógio da estrada de ferro central do meu
país, acertando a batida do meu pulso pelo ritmo da faina quotidiana – eu vinha, portanto, extremamente sem
importância, mas tendo em mim a força da conformação,
da resistência e da inércia que faz com que um minuto
depois das grandes revoluções e catástrofes o sapateiro
volte a sentar na sua banca e o linotipista na sua
máquina, e a cidade apareça estranhamente normal – eu
vinha como um homem de quarenta anos que dispõe de
regular saúde, e está com suas letras nos bancos
regularmente reformadas e seus negócios sentimentais
aplacados de maneira cordial e se sente bem disposto
para as tarefas da rotina, e com pequenas reservas para
enfrentar eventualidades não muito excêntricas – e que
cessou de fazer planos gratuitos para a vida, mas ainda
não começou a levar em conta a faina da própria morte –
assim eu vinha, como que ama as mulheres de seu país,
as comidas de sua infância e as toalhas do seu lar –
quando aconteceu. Não foi algo que tivesse qualquer
consequência, ou implicasse novo programa de
atividades; nem uma revelação do Alto nem uma
demonstração súbita e cruel da miséria de nossa
condição, como às vezes já tive.
Foi apenas um instante antes de se abrir um
sinal numa esquina, dentro de um grande carro negro,
uma figura de mulher que nesse instante me fitou e
sorriu com seus grandes olhos de azul límpido e a boca
fresca e viva; que depois ainda moveu de leve os lábios
como se fosse dizer alguma coisa – e se perdeu, a um
arranco do carro, na confusão do trafego da rua estreita e
rápida. Mas foi como se, preso na penumbra da mesma
cela eternamente, eu visse uma parede se abrir sobre
uma paisagem úmida e brilhante de todos os sonhos de
luz. Com vento agitando árvores e derrubando flores, e o
mar cantando ao sol.
FONTE: https://contobrasileiro.com.br/visao-cronica-de-rubem-braga/
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Visão
Rubem Braga
No centro do dia cinzento, no meio da banal
viagem, e nesse momento em que a custo equilibramos
todos os motivos de agir e de cruzar os braços, de
insistir e desesperar, e ficamos quietos, neutros, presos
ao mais medíocre equilíbrio – foi então que aconteceu.
Eu vinha sem raiva nem desejo – no fundo do coração as
feridas mal cicatrizadas, e a esperança humilde como ave doméstica – eu vinha como um homem que vem e vai, e
já teve noites de tormentas e madrugadas de seda, e dias
vividos com todos os nervos e com toda a alma, e
charnecas de tédio atravessadas com a longa paciência
dos pobres – eu vinha como um homem que faz parte da
sua cidade, e é menos um homem que um transeunte, e me sentia como aquele que se vê nos cartões-postais, de
longe, dobrando uma esquina – eu vinha como um
elemento altamente banal, de paletó e gravata, integrado
no horário coletivo, acertando o relógio do meu pulso
pelo grande relógio da estrada de ferro central do meu
país, acertando a batida do meu pulso pelo ritmo da faina quotidiana – eu vinha, portanto, extremamente sem
importância, mas tendo em mim a força da conformação,
da resistência e da inércia que faz com que um minuto
depois das grandes revoluções e catástrofes o sapateiro
volte a sentar na sua banca e o linotipista na sua
máquina, e a cidade apareça estranhamente normal – eu
vinha como um homem de quarenta anos que dispõe de
regular saúde, e está com suas letras nos bancos
regularmente reformadas e seus negócios sentimentais
aplacados de maneira cordial e se sente bem disposto
para as tarefas da rotina, e com pequenas reservas para
enfrentar eventualidades não muito excêntricas – e que
cessou de fazer planos gratuitos para a vida, mas ainda
não começou a levar em conta a faina da própria morte –
assim eu vinha, como que ama as mulheres de seu país,
as comidas de sua infância e as toalhas do seu lar –
quando aconteceu. Não foi algo que tivesse qualquer
consequência, ou implicasse novo programa de
atividades; nem uma revelação do Alto nem uma
demonstração súbita e cruel da miséria de nossa
condição, como às vezes já tive.
Foi apenas um instante antes de se abrir um
sinal numa esquina, dentro de um grande carro negro,
uma figura de mulher que nesse instante me fitou e
sorriu com seus grandes olhos de azul límpido e a boca
fresca e viva; que depois ainda moveu de leve os lábios
como se fosse dizer alguma coisa – e se perdeu, a um
arranco do carro, na confusão do trafego da rua estreita e
rápida. Mas foi como se, preso na penumbra da mesma
cela eternamente, eu visse uma parede se abrir sobre
uma paisagem úmida e brilhante de todos os sonhos de
luz. Com vento agitando árvores e derrubando flores, e o
mar cantando ao sol.
FONTE: https://contobrasileiro.com.br/visao-cronica-de-rubem-braga/
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341599
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Provas:
“Em 20 de julho completam-se cinquenta anos do
primeiro pouso do homem na superfície da Lua. Neil
Armstrong, foi o primeiro a desembarcar do Eagle, o
módulo lunar e Edwin Aldrin o segundo; o terceiro
integrante da missão, Michael Collins, continuou em
órbita, a bordo da nave-mãe Colúmbia.”
(revista VEJA, ed. 2.641, ano 52, nro. 27, de 03 de junho de 2019, p. 74)
Onde situava-se a NASA, o centro norte-americano de controle destas vitoriosas operações?
(revista VEJA, ed. 2.641, ano 52, nro. 27, de 03 de junho de 2019, p. 74)
Onde situava-se a NASA, o centro norte-americano de controle destas vitoriosas operações?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
341597
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Provas:
- Anos2019
- MundoGuerras, Terrorismo, Conflitos e Narcotráfico
- MundoPolítica Internacional
- BrasilPolítica Brasileira
“Há trinta anos, na madrugada de 04 de junho, 300.000
soldados com tanques e armamento pesado avançaram
sobre a Praça da Paz Celestial e dispararam contra a
multidão composta, em sua maioria, de estudantes que lá
se aglomeravam.”
(Revista VEJA, edição 2.638, ano 52, nro. 24, de 12 de junho se 2019, p. 28).
Estes fatos, relembrados recentemente em diversas partes do mundo, ocorreram em qual parte do oriente?
(Revista VEJA, edição 2.638, ano 52, nro. 24, de 12 de junho se 2019, p. 28).
Estes fatos, relembrados recentemente em diversas partes do mundo, ocorreram em qual parte do oriente?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
341594
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Provas:
O Brasil de hoje se depara com importantes questões
que exigem reformas profundas no sistema social.
Quando falamos em um assunto que envolve
amplamente a discussão interconectada dos conceitos
de capitalização, integralidade, idade mínima,
envelhecimento populacional e expectativa de vida,
paridade e BPC, estamos falando sobre a
Provas
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