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De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), é papel dos sistemas de ensino assegurar, como direito do educando, a organização da educação básica em diferentes etapas e modalidades, com vistas ao pleno desenvolvimento do estudante. Com base nisso, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma atribuição compatível com a função do Supervisor Pedagógico, conforme previsto na legislação educacional brasileira.
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A figura acima foi construída no ambiente do Power Point (um dos aplicativos do Microsoft Office 365 Pro). Sendo assim, é correto afirmar que tal estrutura
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Considerando a utilização dos aplicativos do Microsoft Office 365 Pro, no Microsoft Excel, as células A1, B1 e C1 possuem, respectivamente, os seguintes valores: Andradas, Município e MG.
Logo, se a célula D1 for preenchida com a expressão =CONCATENAR(A1;"-";C1) e, após isso, a tecla ENTER do teclado do computador for acionada, o resultado (apresentado na célula D1) será:
Logo, se a célula D1 for preenchida com a expressão =CONCATENAR(A1;"-";C1) e, após isso, a tecla ENTER do teclado do computador for acionada, o resultado (apresentado na célula D1) será:
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3713145
Ano: 2025
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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Segundo Rodrigues e Granja (2011), a internet funciona como um oceano pelo qual a informação contida em texto, som e imagem pode ser "navegada", ou melhor, acessada em qualquer computador conectado a essa rede. É por essa razão que dizemos que "navegamos" na internet. Nesse contexto, é correto afirmar que a internet utiliza um protocolo de rede padrão denominado:
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Em uma festa temática, três amigos—Lucas, Mariana e Pedro—estão usando adornos diferentes na cabeça, têm cores preferidas distintas e gostam de frutas diferentes. As pistas fornecidas são:
1. Lucas gosta de maçã, mas não gosta da cor azul.
2. A pessoa que prefere vermelho está usando um boné.
3. Pedro está usando um chapéu, mas não gosta de banana.
4. A pessoa que gosta de uva está usando uma tiara.
5. Mariana prefere azul.
Com base nessas informações, qual fruta Pedro gosta?
1. Lucas gosta de maçã, mas não gosta da cor azul.
2. A pessoa que prefere vermelho está usando um boné.
3. Pedro está usando um chapéu, mas não gosta de banana.
4. A pessoa que gosta de uva está usando uma tiara.
5. Mariana prefere azul.
Com base nessas informações, qual fruta Pedro gosta?
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Pedro disse:
"Vou ao cinema ou ao parque hoje."
Qual das alternativas representa corretamente a negação dessa frase?
"Vou ao cinema ou ao parque hoje."
Qual das alternativas representa corretamente a negação dessa frase?
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Observe a sequência numérica abaixo, ela possui uma loja que se utiliza de operações aritméticas com os seus algarismos. Deduzindo o padrão utilizado podemos dizer que o próximo número da sequência é:
23, 46, 62, 84, 08, 26, 42, 64, 88, 06, …..
23, 46, 62, 84, 08, 26, 42, 64, 88, 06, …..
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Das sentenças abaixo qual é aquela que é logicamente equivalente à frase:
Se eu jogo bola então eu como macarrão
Se eu jogo bola então eu como macarrão
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DESPEDIDA
Rubem Braga
E no meio dessa confusão alguém partiu sem se
despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez
fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma
separação como às vezes acontece em um baile de
carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por
um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor
para os amantes pensar que a última vez que se
encontraram se amaram muito — depois apenas
aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se
despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu
lado — sem glória nem humilhação.
Creio que será permitido guardar uma leve
tristeza, e também uma lembrança boa; que não será
proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem
será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos
traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e
um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E que houve momentos perfeitos que passaram,
mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida;
que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa
solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que
importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda
brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso
sonho?
Talvez não mereçamos imaginar que haverá
outros verões; se eles vierem, nós os receberemos
obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores
e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não
havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um
lado para outro como dois bonecos na mão de um
titeriteiro inábil.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um
telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível
que não adiantasse nada. Para que explicações?
Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o
silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as
coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra:
adeus.
A pequena palavra que se alonga como um canto
de cigarra perdido numa tarde de domingo.
FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
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DESPEDIDA
Rubem Braga
E no meio dessa confusão alguém partiu sem se
despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez
fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma
separação como às vezes acontece em um baile de
carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por
um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor
para os amantes pensar que a última vez que se
encontraram se amaram muito — depois apenas
aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se
despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu
lado — sem glória nem humilhação.
Creio que será permitido guardar uma leve
tristeza, e também uma lembrança boa; que não será
proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem
será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos
traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e
um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E que houve momentos perfeitos que passaram,
mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida;
que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa
solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que
importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda
brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso
sonho?
Talvez não mereçamos imaginar que haverá
outros verões; se eles vierem, nós os receberemos
obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores
e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não
havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um
lado para outro como dois bonecos na mão de um
titeriteiro inábil.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um
telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível
que não adiantasse nada. Para que explicações?
Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o
silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as
coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra:
adeus.
A pequena palavra que se alonga como um canto
de cigarra perdido numa tarde de domingo.
FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
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