Foram encontradas 30 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.
Número de motoristas cresce 35% e entregadores em app tem alta de 18%
O número de motoristas que trabalham por meio de aplicativos para transporte de passageiros cresceu 35% no período de 2022 a 2024 no Brasil, enquanto entregadores tiveram uma alta de 18%.
São mais de 1,7 milhão de motoristas e 455,6 mil entregadores, totalizando 2,2 milhões de pessoas nessa categoria.
Os dados são de uma pesquisa do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), que também revela que a renda líquida média dos motoristas por aplicativos em 2024 foi de R$ 3.083 a R$ 4.400 por mês, considerando 40 horas semanais, no ano passado.
No caso dos entregadores, a renda líquida média mensal ficou entre R$ 2.669 e R$ 3.581.
Esses valores ficaram, inclusive, acima do salário mínimo do período, de R$ 1.412.
A jornada média dos motoristas é, em média, de 19 a 27 horas semanais nos aplicativos, enquanto a jornada dos entregadores oscila entre 9 e 13 horas semanais.
Segundo a pesquisa, em média os motoristas atuam cerca de três dias por semana nos aplicativos, enquanto entre os entregadores a média é de quatro dias por semana.
O trabalho por aplicativo chega a ser a única atividade remunerada de mais da metade (58%) dos motoristas, que decidem continuar nessa função devido a melhor ganhos e autonomia e flexibilidade.
A definição de regras para a atividade dos motoristas por aplicativo está em análise no Congresso, que examina uma proposta elaborada pelo Executivo para regulamentar a atuação dos trabalhadores do setor e sua relação com as plataformas.
O PLP 12/2024 tem o objetivo garantir direitos trabalhistas e previdenciários aos condutores sem interferir na autonomia deles para escolher horários e jornadas de trabalho.
Segundo o governo, a ideia é assegurar direitos como remuneração mínima, aposentadoria e outros benefícios previdenciários. Pelo texto, o motorista passa a ser enquadrado como "trabalhador autônomo por plataforma".
Não é reconhecido vínculo de emprego nos moldes da CLT entre os profissionais e as empresas dos aplicativos, consideradas "intermediadoras" do serviço.
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/numero-de-mo toristas-cresce-35-e-entregadores-em-app-tem-alta-de-18/
Segundo o texto, o que se pode inferir sobre a renda líquida dos motoristas de aplicativo em 2024?
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.
Número de motoristas cresce 35% e entregadores em app tem alta de 18%
O número de motoristas que trabalham por meio de aplicativos para transporte de passageiros cresceu 35% no período de 2022 a 2024 no Brasil, enquanto entregadores tiveram uma alta de 18%.
São mais de 1,7 milhão de motoristas e 455,6 mil entregadores, totalizando 2,2 milhões de pessoas nessa categoria.
Os dados são de uma pesquisa do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), que também revela que a renda líquida média dos motoristas por aplicativos em 2024 foi de R$ 3.083 a R$ 4.400 por mês, considerando 40 horas semanais, no ano passado.
No caso dos entregadores, a renda líquida média mensal ficou entre R$ 2.669 e R$ 3.581.
Esses valores ficaram, inclusive, acima do salário mínimo do período, de R$ 1.412.
A jornada média dos motoristas é, em média, de 19 a 27 horas semanais nos aplicativos, enquanto a jornada dos entregadores oscila entre 9 e 13 horas semanais.
Segundo a pesquisa, em média os motoristas atuam cerca de três dias por semana nos aplicativos, enquanto entre os entregadores a média é de quatro dias por semana.
O trabalho por aplicativo chega a ser a única atividade remunerada de mais da metade (58%) dos motoristas, que decidem continuar nessa função devido a melhor ganhos e autonomia e flexibilidade.
A definição de regras para a atividade dos motoristas por aplicativo está em análise no Congresso, que examina uma proposta elaborada pelo Executivo para regulamentar a atuação dos trabalhadores do setor e sua relação com as plataformas.
O PLP 12/2024 tem o objetivo garantir direitos trabalhistas e previdenciários aos condutores sem interferir na autonomia deles para escolher horários e jornadas de trabalho.
Segundo o governo, a ideia é assegurar direitos como remuneração mínima, aposentadoria e outros benefícios previdenciários. Pelo texto, o motorista passa a ser enquadrado como "trabalhador autônomo por plataforma".
Não é reconhecido vínculo de emprego nos moldes da CLT entre os profissionais e as empresas dos aplicativos, consideradas "intermediadoras" do serviço.
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/numero-de-mo toristas-cresce-35-e-entregadores-em-app-tem-alta-de-18/
Segundo o texto, qual é a estimativa total de pessoas que atuam como motoristas ou entregadores por aplicativos?
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.
Número de motoristas cresce 35% e entregadores em app tem alta de 18%
O número de motoristas que trabalham por meio de aplicativos para transporte de passageiros cresceu 35% no período de 2022 a 2024 no Brasil, enquanto entregadores tiveram uma alta de 18%.
São mais de 1,7 milhão de motoristas e 455,6 mil entregadores, totalizando 2,2 milhões de pessoas nessa categoria.
Os dados são de uma pesquisa do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), que também revela que a renda líquida média dos motoristas por aplicativos em 2024 foi de R$ 3.083 a R$ 4.400 por mês, considerando 40 horas semanais, no ano passado.
No caso dos entregadores, a renda líquida média mensal ficou entre R$ 2.669 e R$ 3.581.
Esses valores ficaram, inclusive, acima do salário mínimo do período, de R$ 1.412.
A jornada média dos motoristas é, em média, de 19 a 27 horas semanais nos aplicativos, enquanto a jornada dos entregadores oscila entre 9 e 13 horas semanais.
Segundo a pesquisa, em média os motoristas atuam cerca de três dias por semana nos aplicativos, enquanto entre os entregadores a média é de quatro dias por semana.
O trabalho por aplicativo chega a ser a única atividade remunerada de mais da metade (58%) dos motoristas, que decidem continuar nessa função devido a melhor ganhos e autonomia e flexibilidade.
A definição de regras para a atividade dos motoristas por aplicativo está em análise no Congresso, que examina uma proposta elaborada pelo Executivo para regulamentar a atuação dos trabalhadores do setor e sua relação com as plataformas.
O PLP 12/2024 tem o objetivo garantir direitos trabalhistas e previdenciários aos condutores sem interferir na autonomia deles para escolher horários e jornadas de trabalho.
Segundo o governo, a ideia é assegurar direitos como remuneração mínima, aposentadoria e outros benefícios previdenciários. Pelo texto, o motorista passa a ser enquadrado como "trabalhador autônomo por plataforma".
Não é reconhecido vínculo de emprego nos moldes da CLT entre os profissionais e as empresas dos aplicativos, consideradas "intermediadoras" do serviço.
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/numero-de-mo toristas-cresce-35-e-entregadores-em-app-tem-alta-de-18/
Segundo o texto, o que é possível afirmar acerca do crescimento no número de trabalhadores por aplicativo entre 2022 e 2024?
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.
Número de motoristas cresce 35% e entregadores em app tem alta de 18%
O número de motoristas que trabalham por meio de aplicativos para transporte de passageiros cresceu 35% no período de 2022 a 2024 no Brasil, enquanto entregadores tiveram uma alta de 18%.
São mais de 1,7 milhão de motoristas e 455,6 mil entregadores, totalizando 2,2 milhões de pessoas nessa categoria.
Os dados são de uma pesquisa do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), que também revela que a renda líquida média dos motoristas por aplicativos em 2024 foi de R$ 3.083 a R$ 4.400 por mês, considerando 40 horas semanais, no ano passado.
No caso dos entregadores, a renda líquida média mensal ficou entre R$ 2.669 e R$ 3.581.
Esses valores ficaram, inclusive, acima do salário mínimo do período, de R$ 1.412.
A jornada média dos motoristas é, em média, de 19 a 27 horas semanais nos aplicativos, enquanto a jornada dos entregadores oscila entre 9 e 13 horas semanais.
Segundo a pesquisa, em média os motoristas atuam cerca de três dias por semana nos aplicativos, enquanto entre os entregadores a média é de quatro dias por semana.
O trabalho por aplicativo chega a ser a única atividade remunerada de mais da metade (58%) dos motoristas, que decidem continuar nessa função devido a melhor ganhos e autonomia e flexibilidade.
A definição de regras para a atividade dos motoristas por aplicativo está em análise no Congresso, que examina uma proposta elaborada pelo Executivo para regulamentar a atuação dos trabalhadores do setor e sua relação com as plataformas.
O PLP 12/2024 tem o objetivo garantir direitos trabalhistas e previdenciários aos condutores sem interferir na autonomia deles para escolher horários e jornadas de trabalho.
Segundo o governo, a ideia é assegurar direitos como remuneração mínima, aposentadoria e outros benefícios previdenciários. Pelo texto, o motorista passa a ser enquadrado como "trabalhador autônomo por plataforma".
Não é reconhecido vínculo de emprego nos moldes da CLT entre os profissionais e as empresas dos aplicativos, consideradas "intermediadoras" do serviço.
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/numero-de-mo toristas-cresce-35-e-entregadores-em-app-tem-alta-de-18/
Segundo o texto, o que é possível compreender sobre a jornada de trabalho dos entregadores por aplicativo?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Apiaí-SP
"A taxa de desocupação no Brasil para o trimestre de março a maio de 2025 foi de 6,2%, a menor para o período desde o início da série histórica, em 2012."
Disponível em: https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/06/desemprego-no-brasil-recua-a-6-2-o-menor-da-serie-historica-iniciada-em-2012
O desempenho citado acima, ocorreu num cenário de aumento do emprego formal (39,8 milhões de trabalhadores com carteira assinada) e queda da informalidade, refletindo também crescimento nos rendimentos médios. Considerando esse contexto, analise a relação entre o desemprego em queda e a atividade econômica:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Apiaí-SP
Em 2025, o Brasil reforçou seu compromisso com a transição energética, investindo em fontes de energia, como solar, eólica e biomassa. Essas ações fazem parte de um esforço global para intensificar ações que visem o desenvolvimento sustentável, pois visa:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Apiaí-SP
A atuação contra o crime organizado requer ações coordenadas e fundamentadas em informações precisas e bem geridas. Com base nesse contexto, analise as afirmativas a seguir.
I. A integração de dados entre instituições de segurança pública é fundamental para compreender o funcionamento das redes criminosas.
II. O compartilhamento de informações entre órgãos públicos é desnecessário, pois cada instituição deve agir de forma independente.
III. A fragmentação das informações sobre organizações criminosas dificulta a formulação de estratégias eficazes.
IV. O principal problema da segurança pública é a ausência total de informações sobre o crime organizado.
Está correto o que se afirma apenas em
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Apiaí-SP
Em 2025, teve início a implementação das alterações feitas a uma política educacional que estava em vigor desde 2017 e que vinha sendo alvo de críticas por parte de estudantes, professores e especialistas. As mudanças envolvem a reorganização da carga horária e a revisão dos itinerários formativos, com o objetivo de melhorar a qualidade do ensino e garantir uma formação mais completa para os jovens. Essa política é conhecida como:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Apiaí-SP
"Como psicóloga, evito cuidadosamente o uso da palavra "loucura". Primeiro, porque carrega estigmas que não ajudam ninguém. Segundo porque é um atalho conceitual preguiçoso — e, honestamente, pouco útil para entender o comportamento humano. Terceiro porque geralmente é o que a gente diz quando não sabe o que está vendo.
Mas eis que me deparo, repetidamente, com vídeos, relatos e casos clínicos sobre adultos que tratam bonecos hiper-realistas (...) como se fossem bebês reais. E confesso: minha régua interna de "isso é simbólico?" começou a apitar."
Disponível em: https://veja.abril.com.br
No trecho acima, de matéria publicada na data de 15 Maio 2025, a psicóloga e pesquisadora Ilana Pinsky reflete sobre saúde mental e suas conexões com a nossa sociedade, abordando um tema muito debatido recentemente. Qual é o nome dado a esses bonecos, que se parecem muito com bebês reais?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Apiaí-SP
Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada pelo Senado em 8 de outubro de 2024 para investigar o crescente fenômeno das apostas online no Brasil ganhou destaque na mídia recentemente, com a divulgação da participação de "celebridades", a fim de esclarecer seus possíveis envolvimentos com as plataformas de apostas. Como é chamada essa CPI?
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