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Método PERT
O método PERT (sigla em inglês para Program Evaluation and Review Technique) é muitas vezes acompanhado do método CPM (Critical Path Method, ou Método do Caminho Crítico) e representa uma técnica importante para o gerenciamento do tempo em um projeto. Juntas, as técnicas PERT e CPM foram amplamente utilizadas em diversos setores, desde empreendimentos privados até projetos públicos.
O método PERT permite calcular a duração média de uma
atividade baseando-se em três estimativas para o trabalho a
ser realizado, denominadas de estimativa otimista (O),
pessimista (P) e mais provável (MP). De acordo com o
método PERT, a duração de uma atividade é dada pela
média ponderada entre essas três estimativas e, no cálculo,
duas dessas estimativas possuem peso igual a um, e outra
possui um peso igual a quatro.
Um gerente de projetos que domina adequadamente o
método PERT resolveu usar essa técnica para estimar a
duração média de uma determinada atividade em seu
projeto. Atualmente, as informações que esse gerente possui
sobre essa atividade são as seguintes: a estimativa mais
provável para essa atividade é de 15 dias; a estimativa
pessimista é igual a 27 dias; e a estimativa otimista é de 9
dias
I. A análise dos dados do texto permite concluir corretamente que a duração média estimada para a atividade descrita no último parágrafo do texto é superior a 17 dias e inferior a 23 dias.
II. Considerando exclusivamente os dados do texto, é correto afirmar que a duração média estimada para a atividade descrita no último parágrafo do texto é igual a 16 dias.
Marque a alternativa CORRETA
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O mal invisível que vem de longe
No início, o perigo vinha do céu. Tempo da segunda guerra. À noite, escuridão total nas cidades, para se precaver de bombardeios dos alemães. Nenhum sinal de luz poderia aparecer. A vigilância policial atenta. A escuridão, geral. Para se acender uma lâmpada, necessário que ocorresse em local fechado, para não deixar a cauda de fora. Muito ouvi essa ladainha. Mas sou do tempo em que o perigo saía da sujeira dos galinheiros, o mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue, que tive, os olhos virando, a parte do branco desaparecendo [...]. Sobrevivi.
Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de
avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim,
sucessivamente, invadindo países e continentes, sem
precisar de passaporte, nem comprar passagem, nem de
reserva de hotel, escondido no passageiro, que se torna o
elemento a difundi-lo; as estatísticas diuturnamente a exibir
novos números, entre os afetados e os suspeitos, as
medidas sendo tomadas, o homem, finalmente, descobrindo
que o lugar mais seguro é a sua casa. Não é a bomba alemã
que faz medo, não é o galinheiro que exibe sujeira. O mal
evoluiu. Ficou invisível. [...]
Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo
barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe,
não dê as caras, vá embora usufruir de boas e eternas férias
em desertos de muito calor; e, se possível, em outros
planetas, já indo tarde, não precisando nem apagar a luz do
aeroporto, muito menos de abraços de despedidas. Por ora,
ouvido no rádio, olho nas mensagens que nos chegam,
conselhos de solidão que devem ser acatados, higiene total,
a começar pelas mãos, nada de reunião, de aglomerados, de
ambiente apertado. Ufa! Mais cedo ou mais tarde, passa. Aí
tudo volta a ser alegre, vestindo azul para a sorte mudar.
Enquanto isso, um amigo, que sempre viveu afundado no
pessimismo, concorda comigo. Então, num riso largo,
sentencia: quem sobreviver, conta a história. Cruz credo! Dei
o diálogo por encerrado.
(Adaptado. Revisão linguística. CARVALHO, V. S. O mal
invisível que vem de longe. Disponível em:
https://bit.ly/3dTCNuy. Acesso em: mar 2020)
I. A referência a elementos como “segunda guerra”, “bomba alemã”, entre outros, sugere uma tensão entre os cenários elucidados e o que se vivia no momento da escrita do texto. Isto é, são guerras travadas, porém com agentes distintos.
II. A condição para garantir uma compreensão global do texto é entender o percurso histórico traçado pelo autor, assim como as referências ao vírus causador da pandemia (COVID-19), por meio de vocábulos como “secreção”, “passageiro”, “mal” etc.
Marque a alternativa CORRETA:
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PASSAPORTE DA IMUNIDADE
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (04/04/2020) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”. Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus.
A declaração foi dada em uma videoconferência com
empresários do setor varejista, organizada pela
Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
Guedes disse aos empresários que conversou com um
amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade, e
que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40
milhões de testes para o coronavírus por mês.
Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao
Presidente da República e aos ministros Walter Souza Braga
Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).
Com a testagem em massa, segundo o ministro da
Economia, quem comprovadamente estiver imune ao
coronavírus poderá deixar o isolamento. Essa testagem,
segundo Guedes, seria aplicada aos “jovens”, pois os idosos
seguiriam em casa.
O ministro afirmou que o país enfrentará duas “ondas”: a
primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o
responsável por coordenar este primeiro momento de crise,
de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde,
Mandetta. Guedes afirmou que, em seguida, haverá uma
segunda onda, que é econômica, e o Brasil terá que superá-la
também.
A proposta do ministro é de que as pessoas sejam testadas,
por exemplo, semanalmente. Assim, os mais jovens que
estiverem livres da doença continuarão trabalhando,
enquanto os idosos ficam em casa. Dessa forma é possível
ir girando a economia, afirmou Guedes.
Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas
cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à
liberação de crédito. O setor empresarial pressiona o
governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos
às empresas.
Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros
das associações comerciais municipais e estaduais para que
o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de
aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso
das “maquininhas” de cartão de crédito para o repasse do
recurso.
Adaptado. Por Ana Krüger e Filipe Matoso, G1, Brasília, em
04/04/2020. Disponível em: https://glo.bo/3c0GZae.
I. De acordo com o texto, entre as sugestões feitas por empresários ao ministro da Economia, estão o uso de cadastros das associações comerciais municipais e estaduais para que o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa.
II. Com a testagem em massa, segundo o ministro da Economia, quem comprovadamente estiver imune ao coronavírus poderá deixar o isolamento, de acordo com as informações do texto.
III. Com a testagem proposta pelo ministro da Economia, os indivíduos mais jovens que estiverem livres da doença continuarão trabalhando, enquanto os idosos ficam em casa, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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PASSAPORTE DA IMUNIDADE
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (04/04/2020) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”. Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus.
A declaração foi dada em uma videoconferência com
empresários do setor varejista, organizada pela
Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
Guedes disse aos empresários que conversou com um
amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade, e
que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40
milhões de testes para o coronavírus por mês.
Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao
Presidente da República e aos ministros Walter Souza Braga
Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).
Com a testagem em massa, segundo o ministro da
Economia, quem comprovadamente estiver imune ao
coronavírus poderá deixar o isolamento. Essa testagem,
segundo Guedes, seria aplicada aos “jovens”, pois os idosos
seguiriam em casa.
O ministro afirmou que o país enfrentará duas “ondas”: a
primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o
responsável por coordenar este primeiro momento de crise,
de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde,
Mandetta. Guedes afirmou que, em seguida, haverá uma
segunda onda, que é econômica, e o Brasil terá que superá-la
também.
A proposta do ministro é de que as pessoas sejam testadas,
por exemplo, semanalmente. Assim, os mais jovens que
estiverem livres da doença continuarão trabalhando,
enquanto os idosos ficam em casa. Dessa forma é possível
ir girando a economia, afirmou Guedes.
Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas
cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à
liberação de crédito. O setor empresarial pressiona o
governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos
às empresas.
Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros
das associações comerciais municipais e estaduais para que
o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de
aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso
das “maquininhas” de cartão de crédito para o repasse do
recurso.
Adaptado. Por Ana Krüger e Filipe Matoso, G1, Brasília, em
04/04/2020. Disponível em: https://glo.bo/3c0GZae.
I. De acordo com o texto, ao longo da videoconferência, o ministro da Economia ouviu diversas cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à liberação de crédito.
II. O texto afirma que, entre as sugestões feitas ao ministro da Economia, está o uso das “maquininhas” de cartão de crédito para realizar vendas presenciais no período de isolamento.
III. O ministro da Economia afirmou que a crise econômica que se seguirá à pandemia de coronavírus não será superada pelo Brasil em menos de cinquenta anos, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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FUNÇÃO DA COORDENAÇÃO
O gerenciamento das organizações vem-se voltando para o aperfeiçoamento da entidade em meio às necessidades dos usuários e, para tal, o gestor público deve buscar instrumentos de planejamento orientados à manutenção e à melhoria contínua dos serviços e atividades realizados pela organização. Os processos de planejamento constituem uma ferramenta importante para a consolidação das metas e planos de uma entidade.
Planejar é decidir com antecedência o que fazer, como fazêlo, quando fazê-lo, e quem deve fazê-lo. O planejamento cobre o espaço entre onde estamos e para onde queremos ir a fim de torna possível a ocorrência de eventos que não aconteceriam sem um plano previamente elaborado.
O planejamento é um processo intelectual exigente, que requer determinação consciente das alternativas de ação e a fundamentação de decisões em finalidades, conhecimentos e estimativas cuidadosas. Para ser bem sucedido, o planejamento deve contar com o apoio de ferramentas e informações sobre a organização, suas partes interessadas etc.
Uma organização, para sobreviver num ambiente de
contínua e rápida evolução, precisa situar-se no contexto em
que atua, sabendo identificar as oportunidades e as
ameaças que lhe circundam. O aumento do ritmo das
mudanças decorrentes de novas tecnologias, novas leis e
novas necessidades dos usuários dos serviços torna o
processo de planejamento (e de revisão do planejamento)
cada vez mais presente nas organizações públicas.
Atualmente, muitos gestores adotam uma nova mentalidade
que valoriza a flexibilidade, a velocidade, a inovação, a
integração e os desafios que surgem a partir das mutações
emergidas nas últimas décadas. Diante dessa realidade, as
organizações se deparam com a necessidade de criar uma
estrutura de pensamento para planejar suas ações.
Os processos de planejamento podem incluir o uso de
diversas ferramentas, como mapas mentais, cronogramas,
planilhas de estimativas, técnicas paramétricas, revisão e
análise de informações históricas, pesquisas e entrevistas.
Também inclui a elaboração de planos de ação, a definição
de prioridades, a definição de metas e objetivos e a
cooperação de partes interessadas.
Para que o planejamento ocorra, é necessária uma
coordenação das partes interessadas nele envolvidas e das
informações utilizadas de modo a facilitar a comunicação e
o trabalho em equipe para que, ao final, um plano seja
concluído e, posteriormente, possa ser posto em prática.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2LQLxpP (acesso em
07/10/2020).
I. As informações presentes no texto permitem concluir que os processos de planejamento podem compreender o uso de diversas ferramentas, como os mapas mentais, as técnicas paramétricas, a revisão e a análise de informações históricas, os cronogramas, as planilhas de estimativas, as pesquisas e as entrevistas. O texto também afirma que os processos de planejamento incluem a elaboração de planos de ação, a cooperação de partes interessadas e a definição de metas, objetivos e prioridades.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que o gerenciamento das organizações vem-se voltando para o aperfeiçoamento da entidade em meio às necessidades dos usuários e, para tal, o gestor público deve buscar instrumentos de planejamento orientados à manutenção e à melhoria contínua dos serviços e atividades realizados pela instituição.
Marque a alternativa CORRETA:
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O mal invisível que vem de longe
No início, o perigo vinha do céu. Tempo da segunda guerra. À noite, escuridão total nas cidades, para se precaver de bombardeios dos alemães. Nenhum sinal de luz poderia aparecer. A vigilância policial atenta. A escuridão, geral. Para se acender uma lâmpada, necessário que ocorresse em local fechado, para não deixar a cauda de fora. Muito ouvi essa ladainha. Mas sou do tempo em que o perigo saía da sujeira dos galinheiros, o mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue, que tive, os olhos virando, a parte do branco desaparecendo [...]. Sobrevivi.
Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de
avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim,
sucessivamente, invadindo países e continentes, sem
precisar de passaporte, nem comprar passagem, nem de
reserva de hotel, escondido no passageiro, que se torna o
elemento a difundi-lo; as estatísticas diuturnamente a exibir
novos números, entre os afetados e os suspeitos, as
medidas sendo tomadas, o homem, finalmente, descobrindo
que o lugar mais seguro é a sua casa. Não é a bomba alemã
que faz medo, não é o galinheiro que exibe sujeira. O mal
evoluiu. Ficou invisível. [...]
Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo
barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe,
não dê as caras, vá embora usufruir de boas e eternas férias
em desertos de muito calor; e, se possível, em outros
planetas, já indo tarde, não precisando nem apagar a luz do
aeroporto, muito menos de abraços de despedidas. Por ora,
ouvido no rádio, olho nas mensagens que nos chegam,
conselhos de solidão que devem ser acatados, higiene total,
a começar pelas mãos, nada de reunião, de aglomerados, de
ambiente apertado. Ufa! Mais cedo ou mais tarde, passa. Aí
tudo volta a ser alegre, vestindo azul para a sorte mudar.
Enquanto isso, um amigo, que sempre viveu afundado no
pessimismo, concorda comigo. Então, num riso largo,
sentencia: quem sobreviver, conta a história. Cruz credo! Dei
o diálogo por encerrado.
(Adaptado. Revisão linguística. CARVALHO, V. S. O mal
invisível que vem de longe. Disponível em:
https://bit.ly/3dTCNuy. Acesso em: mar 2020)
I. Tanto o perigo oriundo da “sujeira dos galinheiros”, como o “mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue”, foram recursos usados para fazer alusão a outras pandemias. Essa recuperação de informações é crucial para o entendimento da ideia central do texto.
II. O pessimismo do amigo, referenciado num dos últimos períodos do texto, está explicitado no fragmento “quem sobreviver, conta a história”.
Marque a alternativa CORRETA:
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O mal invisível que vem de longe
No início, o perigo vinha do céu. Tempo da segunda guerra. À noite, escuridão total nas cidades, para se precaver de bombardeios dos alemães. Nenhum sinal de luz poderia aparecer. A vigilância policial atenta. A escuridão, geral. Para se acender uma lâmpada, necessário que ocorresse em local fechado, para não deixar a cauda de fora. Muito ouvi essa ladainha. Mas sou do tempo em que o perigo saía da sujeira dos galinheiros, o mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue, que tive, os olhos virando, a parte do branco desaparecendo [...]. Sobrevivi.
Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de
avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim,
sucessivamente, invadindo países e continentes, sem
precisar de passaporte, nem comprar passagem, nem de
reserva de hotel, escondido no passageiro, que se torna o
elemento a difundi-lo; as estatísticas diuturnamente a exibir
novos números, entre os afetados e os suspeitos, as
medidas sendo tomadas, o homem, finalmente, descobrindo
que o lugar mais seguro é a sua casa. Não é a bomba alemã
que faz medo, não é o galinheiro que exibe sujeira. O mal
evoluiu. Ficou invisível. [...]
Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo
barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe,
não dê as caras, vá embora usufruir de boas e eternas férias
em desertos de muito calor; e, se possível, em outros
planetas, já indo tarde, não precisando nem apagar a luz do
aeroporto, muito menos de abraços de despedidas. Por ora,
ouvido no rádio, olho nas mensagens que nos chegam,
conselhos de solidão que devem ser acatados, higiene total,
a começar pelas mãos, nada de reunião, de aglomerados, de
ambiente apertado. Ufa! Mais cedo ou mais tarde, passa. Aí
tudo volta a ser alegre, vestindo azul para a sorte mudar.
Enquanto isso, um amigo, que sempre viveu afundado no
pessimismo, concorda comigo. Então, num riso largo,
sentencia: quem sobreviver, conta a história. Cruz credo! Dei
o diálogo por encerrado.
(Adaptado. Revisão linguística. CARVALHO, V. S. O mal
invisível que vem de longe. Disponível em:
https://bit.ly/3dTCNuy. Acesso em: mar 2020)
I. A expressão “Ficou invisível” faz referência ao mal responsável pela contaminação. Como os vírus são seres microscópicos, a contaminação não é vista a “olho nu”, o que torna o “mal”, citado no texto, invisível.
II. O texto se configura numa narrativa construída em torno da pandemia causada pelo COVID-19. Elementos que justificam essa tese são apresentados em trechos como “Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim, sucessivamente, invadindo países e continentes...”.
III. O texto elabora uma crítica à individualidade e ao isolamento ocasionados pela pandemia relacionada ao COVID-19. Isso fica explicitado em excertos como “Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe...”.
Marque a alternativa CORRETA:
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FUNÇÃO DA COORDENAÇÃO
O gerenciamento das organizações vem-se voltando para o aperfeiçoamento da entidade em meio às necessidades dos usuários e, para tal, o gestor público deve buscar instrumentos de planejamento orientados à manutenção e à melhoria contínua dos serviços e atividades realizados pela organização. Os processos de planejamento constituem uma ferramenta importante para a consolidação das metas e planos de uma entidade.
Planejar é decidir com antecedência o que fazer, como fazêlo, quando fazê-lo, e quem deve fazê-lo. O planejamento cobre o espaço entre onde estamos e para onde queremos ir a fim de torna possível a ocorrência de eventos que não aconteceriam sem um plano previamente elaborado.
O planejamento é um processo intelectual exigente, que requer determinação consciente das alternativas de ação e a fundamentação de decisões em finalidades, conhecimentos e estimativas cuidadosas. Para ser bem sucedido, o planejamento deve contar com o apoio de ferramentas e informações sobre a organização, suas partes interessadas etc.
Uma organização, para sobreviver num ambiente de
contínua e rápida evolução, precisa situar-se no contexto em
que atua, sabendo identificar as oportunidades e as
ameaças que lhe circundam. O aumento do ritmo das
mudanças decorrentes de novas tecnologias, novas leis e
novas necessidades dos usuários dos serviços torna o
processo de planejamento (e de revisão do planejamento)
cada vez mais presente nas organizações públicas.
Atualmente, muitos gestores adotam uma nova mentalidade
que valoriza a flexibilidade, a velocidade, a inovação, a
integração e os desafios que surgem a partir das mutações
emergidas nas últimas décadas. Diante dessa realidade, as
organizações se deparam com a necessidade de criar uma
estrutura de pensamento para planejar suas ações.
Os processos de planejamento podem incluir o uso de
diversas ferramentas, como mapas mentais, cronogramas,
planilhas de estimativas, técnicas paramétricas, revisão e
análise de informações históricas, pesquisas e entrevistas.
Também inclui a elaboração de planos de ação, a definição
de prioridades, a definição de metas e objetivos e a
cooperação de partes interessadas.
Para que o planejamento ocorra, é necessária uma
coordenação das partes interessadas nele envolvidas e das
informações utilizadas de modo a facilitar a comunicação e
o trabalho em equipe para que, ao final, um plano seja
concluído e, posteriormente, possa ser posto em prática.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2LQLxpP (acesso em
07/10/2020).
I. As informações presentes no texto permitem inferir que, para sobreviver num ambiente de contínua e rápida evolução, uma organização precisa situar-se no contexto em que atua, sabendo identificar as oportunidades e as ameaças que lhe circundam. O texto procura deixar claro, ainda, que as novas tecnologias, leis e necessidades dos usuários dos serviços causaram um aumento do ritmo das mudanças que tornou o processo de planejamento (e também de revisão do planejamento) cada vez mais presente nas organizações públicas.
II. O texto leva o leitor a entender que a realização de processos de planejamento constitui a principal causa de aumento de custos fixos nas entidades, contribuindo, ainda, para a redução da disponibilidade média dos colaboradores para a execução do trabalho efetivo de atendimento aos usuários dos serviços.
Marque a alternativa CORRETA:
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FUNÇÃO DA COORDENAÇÃO
O gerenciamento das organizações vem-se voltando para o aperfeiçoamento da entidade em meio às necessidades dos usuários e, para tal, o gestor público deve buscar instrumentos de planejamento orientados à manutenção e à melhoria contínua dos serviços e atividades realizados pela organização. Os processos de planejamento constituem uma ferramenta importante para a consolidação das metas e planos de uma entidade.
Planejar é decidir com antecedência o que fazer, como fazêlo, quando fazê-lo, e quem deve fazê-lo. O planejamento cobre o espaço entre onde estamos e para onde queremos ir a fim de torna possível a ocorrência de eventos que não aconteceriam sem um plano previamente elaborado.
O planejamento é um processo intelectual exigente, que requer determinação consciente das alternativas de ação e a fundamentação de decisões em finalidades, conhecimentos e estimativas cuidadosas. Para ser bem sucedido, o planejamento deve contar com o apoio de ferramentas e informações sobre a organização, suas partes interessadas etc.
Uma organização, para sobreviver num ambiente de
contínua e rápida evolução, precisa situar-se no contexto em
que atua, sabendo identificar as oportunidades e as
ameaças que lhe circundam. O aumento do ritmo das
mudanças decorrentes de novas tecnologias, novas leis e
novas necessidades dos usuários dos serviços torna o
processo de planejamento (e de revisão do planejamento)
cada vez mais presente nas organizações públicas.
Atualmente, muitos gestores adotam uma nova mentalidade
que valoriza a flexibilidade, a velocidade, a inovação, a
integração e os desafios que surgem a partir das mutações
emergidas nas últimas décadas. Diante dessa realidade, as
organizações se deparam com a necessidade de criar uma
estrutura de pensamento para planejar suas ações.
Os processos de planejamento podem incluir o uso de
diversas ferramentas, como mapas mentais, cronogramas,
planilhas de estimativas, técnicas paramétricas, revisão e
análise de informações históricas, pesquisas e entrevistas.
Também inclui a elaboração de planos de ação, a definição
de prioridades, a definição de metas e objetivos e a
cooperação de partes interessadas.
Para que o planejamento ocorra, é necessária uma
coordenação das partes interessadas nele envolvidas e das
informações utilizadas de modo a facilitar a comunicação e
o trabalho em equipe para que, ao final, um plano seja
concluído e, posteriormente, possa ser posto em prática.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2LQLxpP (acesso em
07/10/2020).
I. As informações presentes no texto permitem inferir que, para que o planejamento ocorra, é necessária uma coordenação das partes interessadas nele envolvidas e a criação de barreiras de comunicação entre os integrantes da equipe de trabalho.
II. Após a análise do texto, é possível concluir que, atualmente, muitos gestores adotam uma nova mentalidade que valoriza a inovação, a integração, a flexibilidade, a velocidade e os desafios que surgem a partir das mutações emergidas nas últimas décadas. Diante dessa realidade, as organizações se deparam com a necessidade de criar uma estrutura de pensamento para planejar suas ações, afirma o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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PASSAPORTE DA IMUNIDADE
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (04/04/2020) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”. Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus.
A declaração foi dada em uma videoconferência com
empresários do setor varejista, organizada pela
Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
Guedes disse aos empresários que conversou com um
amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade, e
que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40
milhões de testes para o coronavírus por mês.
Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao
Presidente da República e aos ministros Walter Souza Braga
Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).
Com a testagem em massa, segundo o ministro da
Economia, quem comprovadamente estiver imune ao
coronavírus poderá deixar o isolamento. Essa testagem,
segundo Guedes, seria aplicada aos “jovens”, pois os idosos
seguiriam em casa.
O ministro afirmou que o país enfrentará duas “ondas”: a
primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o
responsável por coordenar este primeiro momento de crise,
de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde,
Mandetta. Guedes afirmou que, em seguida, haverá uma
segunda onda, que é econômica, e o Brasil terá que superá-la
também.
A proposta do ministro é de que as pessoas sejam testadas,
por exemplo, semanalmente. Assim, os mais jovens que
estiverem livres da doença continuarão trabalhando,
enquanto os idosos ficam em casa. Dessa forma é possível
ir girando a economia, afirmou Guedes.
Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas
cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à
liberação de crédito. O setor empresarial pressiona o
governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos
às empresas.
Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros
das associações comerciais municipais e estaduais para que
o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de
aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso
das “maquininhas” de cartão de crédito para o repasse do
recurso.
Adaptado. Por Ana Krüger e Filipe Matoso, G1, Brasília, em
04/04/2020. Disponível em: https://glo.bo/3c0GZae.
I. De acordo com o texto, o ministro da Economia afirmou que o Brasil enfrentará duas “ondas”: a primeira seria a da saúde e a segunda, dos transportes.
II. Segundo o ministro da Economia, a proposta do “passaporte da imunidade” já foi encaminhada ao presidente da República e aos ministros da Casa Civil e da Saúde, afirma o texto.
III. O responsável por coordenar este primeiro momento de crise, de isolamento social, disse o ministro da Economia, é o ministro da Saúde, afirma o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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