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Budapeste, Hungria
Budapeste, na Hungria, é uma das maiores cidades da União Europeia e também é uma das cidades mais baratas para viver na União Europeia, sendo um importante centro financeiro do país e considerada uma cidade global alpha. As principais atividades econômicas da cidade estão nas áreas de: indústria, serviços, turismo e comércio.
O aluguel de um apartamento de um quarto no centro da
cidade custa em cerca de € 469 (quatrocentos e sessenta e
nove euros), as contas básicas de eletricidade, aquecimento,
arrefecimento, água e lixo para um apartamento de 85 m²
custam cerca de € 142 (cento e quarenta e dois euros) e
uma pessoa recebe por mês, em média, um salário líquido de
€ 765 (setecentos e sessenta e cinco euros).
O custo de vida é considerado muito baixo, e a qualidade de
vida na cidade é elevada, com nível elevado de segurança.
No entanto, o poder de compra da população é baixo, pois o
salário é baixo também, e o idioma pode ser um empecilho à
vida nessa cidade. Já entre as vantagens estão o baixo custo
de vida, a segurança da cidade, as boas oportunidades de
trabalho, a qualidade de vida e o bom acesso a serviços de
transporte.
Trecho adaptado. Disponível em: https://bit.ly/34hdHS0
(acesso em 07/04/2020).
I. Em Budapeste, o aluguel de um apartamento de um quarto no centro da cidade custa cerca de € 469 (quatrocentos e sessenta e nove euros), de acordo com o texto.
II. De acordo com o texto, Budapeste é a capital da Hungria, sendo também a cidade europeia com a maior concentração de instituições financeiras e empresas de tecnologia.
III. O idioma falado em Budapeste pode ser um empecilho à vida nessa cidade, afirma o texto.
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O politicamente correto é uma chatice. Para piorar, ele tem razão.
O banimento de algumas marchinhas carnavalescas é só mais um capítulo na novela do politicamente correto. Fenômeno mundial, mais intenso em alguns lugares do que em outros, a ideia por trás dele é muito bem intencionada: a linguagem cotidiana não apenas refletiria as diferenças históricas existentes entre grupos (privilegiados versus desprivilegiados, por exemplo), como também favoreceria a manutenção dessas diferenças. Se livrarmos a linguagem dessas influências, podemos ao menos reduzir um dos fatores que perpetuam injustiças.
Duas grandes questões precisam ser respondidas. A
primeira é se essa é apenas uma opinião ou se há evidências
empíricas de que seja verdade. A segunda, e tão importante
quanto, é descobrir por que o politicamente incorreto
incomoda tanta gente. Se conseguirmos encontrar essas
respostas, pode ficar mais fácil decidirmos que rumo tomar
como sociedade.
Para os críticos do politicamente correto, o mundo está
ficando muito chato: levar a sério marchinhas carnavalescas
com conteúdo hoje considerado preconceituoso seria uma
bobagem. Nesse quesito, contudo, as evidências científicas
apontam para outra direção. Vários experimentos realizados
sobre o tema mostram que, por um lado, o humor não faz as
pessoas se tornarem preconceituosas. Ninguém ouve uma
música e pensa, “É mesmo! Negros são inferiores, como
nunca me dei conta?”. Por outro, as piadas criam um
ambiente de aceitação à discriminação – assim, quem já
acreditava existir diferenças qualitativas entre grupos sentese menos constrangido e tem mais chance de agir de forma
discriminatória. Não por acaso, são as pessoas que mais se
divertem com esse tipo de humor. [...]
(Adaptado. Trecho extraído de BARROS, D. M. de. O
politicamente correto é uma chatice. Para piorar, ele tem
razão. Disponível em: https://bit.ly/34eHqer. Acesso em: mar
2020)
I. O autor considera que algumas questões precisam ser respondidas, a priori, ao se tratar a temática em evidência. Ao citar “evidências empíricas”, “opiniões”, entre outros aspectos, sugere que o tema deve ser tratado com banalidade, sem rigor científico.
II. Segundo o texto, as pessoas que mais se divertem com piadas preconceituosas são as que já compreendem a existência da discriminação, mas se sentem legitimadas, em suas práticas, pela mídia.
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Budapeste, Hungria
Budapeste, na Hungria, é uma das maiores cidades da União Europeia e também é uma das cidades mais baratas para viver na União Europeia, sendo um importante centro financeiro do país e considerada uma cidade global alpha. As principais atividades econômicas da cidade estão nas áreas de: indústria, serviços, turismo e comércio.
O aluguel de um apartamento de um quarto no centro da
cidade custa em cerca de € 469 (quatrocentos e sessenta e
nove euros), as contas básicas de eletricidade, aquecimento,
arrefecimento, água e lixo para um apartamento de 85 m²
custam cerca de € 142 (cento e quarenta e dois euros) e
uma pessoa recebe por mês, em média, um salário líquido de
€ 765 (setecentos e sessenta e cinco euros).
O custo de vida é considerado muito baixo, e a qualidade de
vida na cidade é elevada, com nível elevado de segurança.
No entanto, o poder de compra da população é baixo, pois o
salário é baixo também, e o idioma pode ser um empecilho à
vida nessa cidade. Já entre as vantagens estão o baixo custo
de vida, a segurança da cidade, as boas oportunidades de
trabalho, a qualidade de vida e o bom acesso a serviços de
transporte.
Trecho adaptado. Disponível em: https://bit.ly/34hdHS0
(acesso em 07/04/2020).
I. Entre as vantagens de morar em Budapeste, pode-se citar a sensação de segurança que a cidade proporciona, o elevado custo dos aluguéis e a crescente inflação dos preços dos combustíveis no local, de acordo com as informações do texto.
II. Budapeste é o mais importante centro financeiro da Europa, pois lá encontram-se as sedes dos maiores bancos, corretoras de investimentos e empresas de seguros desse continente, de acordo com as informações do texto.
III. Budapeste é considerada uma cidade com baixo nível de segurança devido à ação constante de grupos xenofóbicos e do crime organizado no leste europeu, de acordo com o texto.
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Budapeste, Hungria
Budapeste, na Hungria, é uma das maiores cidades da União Europeia e também é uma das cidades mais baratas para viver na União Europeia, sendo um importante centro financeiro do país e considerada uma cidade global alpha. As principais atividades econômicas da cidade estão nas áreas de: indústria, serviços, turismo e comércio.
O aluguel de um apartamento de um quarto no centro da
cidade custa em cerca de € 469 (quatrocentos e sessenta e
nove euros), as contas básicas de eletricidade, aquecimento,
arrefecimento, água e lixo para um apartamento de 85 m²
custam cerca de € 142 (cento e quarenta e dois euros) e
uma pessoa recebe por mês, em média, um salário líquido de
€ 765 (setecentos e sessenta e cinco euros).
O custo de vida é considerado muito baixo, e a qualidade de
vida na cidade é elevada, com nível elevado de segurança.
No entanto, o poder de compra da população é baixo, pois o
salário é baixo também, e o idioma pode ser um empecilho à
vida nessa cidade. Já entre as vantagens estão o baixo custo
de vida, a segurança da cidade, as boas oportunidades de
trabalho, a qualidade de vida e o bom acesso a serviços de
transporte.
Trecho adaptado. Disponível em: https://bit.ly/34hdHS0
(acesso em 07/04/2020).
I. Em Budapeste, o baixo custo de vida aliado aos serviços públicos eficientes tornaram-se um grande atrativo para imigrantes e, atualmente, mais de 48% da população dessa cidade é formada por imigrantes do norte da Europa, de acordo com o texto.
II. Em Budapeste, o custo de vida é considerado muito baixo, embora os produtos agrícolas, como frutas e legumes, tenham um preço quase proibitivo para a maior parte da população, afirma o texto.
III. De acordo com o texto, Budapeste é considerada uma cidade global alpha por ser a maior produtora de suprimentos agrícolas na Europa.
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Budapeste, Hungria
Budapeste, na Hungria, é uma das maiores cidades da União Europeia e também é uma das cidades mais baratas para viver na União Europeia, sendo um importante centro financeiro do país e considerada uma cidade global alpha. As principais atividades econômicas da cidade estão nas áreas de: indústria, serviços, turismo e comércio.
O aluguel de um apartamento de um quarto no centro da
cidade custa em cerca de € 469 (quatrocentos e sessenta e
nove euros), as contas básicas de eletricidade, aquecimento,
arrefecimento, água e lixo para um apartamento de 85 m²
custam cerca de € 142 (cento e quarenta e dois euros) e
uma pessoa recebe por mês, em média, um salário líquido de
€ 765 (setecentos e sessenta e cinco euros).
O custo de vida é considerado muito baixo, e a qualidade de
vida na cidade é elevada, com nível elevado de segurança.
No entanto, o poder de compra da população é baixo, pois o
salário é baixo também, e o idioma pode ser um empecilho à
vida nessa cidade. Já entre as vantagens estão o baixo custo
de vida, a segurança da cidade, as boas oportunidades de
trabalho, a qualidade de vida e o bom acesso a serviços de
transporte.
Trecho adaptado. Disponível em: https://bit.ly/34hdHS0
(acesso em 07/04/2020).
I. De acordo com as informações apresentadas no texto, uma das vantagens de viver em Budapeste são as boas oportunidades de trabalho.
II. Em Budapeste, as contas básicas de eletricidade, aquecimento, arrefecimento, água e lixo para um apartamento de 85 m² custam cerca de € 142 (cento e quarenta e dois euros), afirma o texto.
III. De acordo com o texto, em Budapeste, o poder de compra da população é baixo, pois o salário é baixo também.
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Budapeste, Hungria
Budapeste, na Hungria, é uma das maiores cidades da União Europeia e também é uma das cidades mais baratas para viver na União Europeia, sendo um importante centro financeiro do país e considerada uma cidade global alpha. As principais atividades econômicas da cidade estão nas áreas de: indústria, serviços, turismo e comércio.
O aluguel de um apartamento de um quarto no centro da
cidade custa em cerca de € 469 (quatrocentos e sessenta e
nove euros), as contas básicas de eletricidade, aquecimento,
arrefecimento, água e lixo para um apartamento de 85 m²
custam cerca de € 142 (cento e quarenta e dois euros) e
uma pessoa recebe por mês, em média, um salário líquido de
€ 765 (setecentos e sessenta e cinco euros).
O custo de vida é considerado muito baixo, e a qualidade de
vida na cidade é elevada, com nível elevado de segurança.
No entanto, o poder de compra da população é baixo, pois o
salário é baixo também, e o idioma pode ser um empecilho à
vida nessa cidade. Já entre as vantagens estão o baixo custo
de vida, a segurança da cidade, as boas oportunidades de
trabalho, a qualidade de vida e o bom acesso a serviços de
transporte.
Trecho adaptado. Disponível em: https://bit.ly/34hdHS0
(acesso em 07/04/2020).
I. Budapeste é uma cidade com elevada qualidade de vida devido aos programas públicos de distribuição de renda para a população de baixa renda e moradores de rua, afirma o texto.
II. Em Budapeste, a qualidade de vida é elevada, o clima local é ameno e a moeda local, o won, é bastante valorizada em relação ao dólar, afirma o texto.
III. O texto afirma que, em Budapeste, uma pessoa recebe por mês, em média, um salário líquido de € 765 (setecentos e sessenta e cinco euros).
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Budapeste, Hungria
Budapeste, na Hungria, é uma das maiores cidades da União Europeia e também é uma das cidades mais baratas para viver na União Europeia, sendo um importante centro financeiro do país e considerada uma cidade global alpha. As principais atividades econômicas da cidade estão nas áreas de: indústria, serviços, turismo e comércio.
O aluguel de um apartamento de um quarto no centro da
cidade custa em cerca de € 469 (quatrocentos e sessenta e
nove euros), as contas básicas de eletricidade, aquecimento,
arrefecimento, água e lixo para um apartamento de 85 m²
custam cerca de € 142 (cento e quarenta e dois euros) e
uma pessoa recebe por mês, em média, um salário líquido de
€ 765 (setecentos e sessenta e cinco euros).
O custo de vida é considerado muito baixo, e a qualidade de
vida na cidade é elevada, com nível elevado de segurança.
No entanto, o poder de compra da população é baixo, pois o
salário é baixo também, e o idioma pode ser um empecilho à
vida nessa cidade. Já entre as vantagens estão o baixo custo
de vida, a segurança da cidade, as boas oportunidades de
trabalho, a qualidade de vida e o bom acesso a serviços de
transporte.
Trecho adaptado. Disponível em: https://bit.ly/34hdHS0
(acesso em 07/04/2020).
I. De acordo com o texto, Budapeste é a cidade europeia com a maior taxa de imigrantes residentes em sua região metropolitana, sendo mais de 36% da população composta por indivíduos nascidos em outros países.
II. Budapeste é uma das cidades mais baratas para viver na União Europeia, de acordo com as informações do texto.
III. De acordo com o texto, Budapeste é uma das maiores cidades da União Europeia.
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O politicamente correto é uma chatice. Para piorar, ele tem razão.
O banimento de algumas marchinhas carnavalescas é só mais um capítulo na novela do politicamente correto. Fenômeno mundial, mais intenso em alguns lugares do que em outros, a ideia por trás dele é muito bem intencionada: a linguagem cotidiana não apenas refletiria as diferenças históricas existentes entre grupos (privilegiados versus desprivilegiados, por exemplo), como também favoreceria a manutenção dessas diferenças. Se livrarmos a linguagem dessas influências, podemos ao menos reduzir um dos fatores que perpetuam injustiças.
Duas grandes questões precisam ser respondidas. A
primeira é se essa é apenas uma opinião ou se há evidências
empíricas de que seja verdade. A segunda, e tão importante
quanto, é descobrir por que o politicamente incorreto
incomoda tanta gente. Se conseguirmos encontrar essas
respostas, pode ficar mais fácil decidirmos que rumo tomar
como sociedade.
Para os críticos do politicamente correto, o mundo está
ficando muito chato: levar a sério marchinhas carnavalescas
com conteúdo hoje considerado preconceituoso seria uma
bobagem. Nesse quesito, contudo, as evidências científicas
apontam para outra direção. Vários experimentos realizados
sobre o tema mostram que, por um lado, o humor não faz as
pessoas se tornarem preconceituosas. Ninguém ouve uma
música e pensa, “É mesmo! Negros são inferiores, como
nunca me dei conta?”. Por outro, as piadas criam um
ambiente de aceitação à discriminação – assim, quem já
acreditava existir diferenças qualitativas entre grupos sentese menos constrangido e tem mais chance de agir de forma
discriminatória. Não por acaso, são as pessoas que mais se
divertem com esse tipo de humor. [...]
(Adaptado. Trecho extraído de BARROS, D. M. de. O
politicamente correto é uma chatice. Para piorar, ele tem
razão. Disponível em: https://bit.ly/34eHqer. Acesso em: mar
2020)
I. O texto traz desde o título um ponto de vista marcado acerca do que se convencionou chamar “politicamente correto”.
II. Uma visão global do texto permite dizer que o autor critica os que são a favor do “politicamente correto”, pois não há injustiças com os grupos menos favorecidos, existentes em nossa sociedade.
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O politicamente correto é uma chatice. Para piorar, ele tem razão.
O banimento de algumas marchinhas carnavalescas é só mais um capítulo na novela do politicamente correto. Fenômeno mundial, mais intenso em alguns lugares do que em outros, a ideia por trás dele é muito bem intencionada: a linguagem cotidiana não apenas refletiria as diferenças históricas existentes entre grupos (privilegiados versus desprivilegiados, por exemplo), como também favoreceria a manutenção dessas diferenças. Se livrarmos a linguagem dessas influências, podemos ao menos reduzir um dos fatores que perpetuam injustiças.
Duas grandes questões precisam ser respondidas. A
primeira é se essa é apenas uma opinião ou se há evidências
empíricas de que seja verdade. A segunda, e tão importante
quanto, é descobrir por que o politicamente incorreto
incomoda tanta gente. Se conseguirmos encontrar essas
respostas, pode ficar mais fácil decidirmos que rumo tomar
como sociedade.
Para os críticos do politicamente correto, o mundo está
ficando muito chato: levar a sério marchinhas carnavalescas
com conteúdo hoje considerado preconceituoso seria uma
bobagem. Nesse quesito, contudo, as evidências científicas
apontam para outra direção. Vários experimentos realizados
sobre o tema mostram que, por um lado, o humor não faz as
pessoas se tornarem preconceituosas. Ninguém ouve uma
música e pensa, “É mesmo! Negros são inferiores, como
nunca me dei conta?”. Por outro, as piadas criam um
ambiente de aceitação à discriminação – assim, quem já
acreditava existir diferenças qualitativas entre grupos sentese menos constrangido e tem mais chance de agir de forma
discriminatória. Não por acaso, são as pessoas que mais se
divertem com esse tipo de humor. [...]
(Adaptado. Trecho extraído de BARROS, D. M. de. O
politicamente correto é uma chatice. Para piorar, ele tem
razão. Disponível em: https://bit.ly/34eHqer. Acesso em: mar
2020)
I. Com provas empíricas, o autor do texto justifica que muitas piadas criam um ambiente de aceitação à discriminação e, consequentemente, a “liberdade” para que alguns grupos soberanos economicamente perpetuem diferenças históricas.
II. As marcas do ponto de vista do autor ficam evidentes em trechos como “Se livrarmos a linguagem dessas influências, podemos ao menos reduzir um dos fatores que perpetuam injustiças” e “descobrir por que o politicamente incorreto incomoda tanta gente”.
III. Pode-se dizer, a partir de uma leitura do texto, que tratar do tema “politicamente correto” é considerar diversos fatores como opiniões e evidências empíricas. Ou seja, não é algo possível de se discutir com base em “achismos”.
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2006957
Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Araçoiaba-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Araçoiaba-PE
Provas:
Budapeste, Hungria
Budapeste, na Hungria, é uma das maiores cidades da União Europeia e também é uma das cidades mais baratas para viver na União Europeia, sendo um importante centro financeiro do país e considerada uma cidade global alpha. As principais atividades econômicas da cidade estão nas áreas de: indústria, serviços, turismo e comércio.
O aluguel de um apartamento de um quarto no centro da
cidade custa em cerca de € 469 (quatrocentos e sessenta e
nove euros), as contas básicas de eletricidade, aquecimento,
arrefecimento, água e lixo para um apartamento de 85 m²
custam cerca de € 142 (cento e quarenta e dois euros) e
uma pessoa recebe por mês, em média, um salário líquido de
€ 765 (setecentos e sessenta e cinco euros).
O custo de vida é considerado muito baixo, e a qualidade de
vida na cidade é elevada, com nível elevado de segurança.
No entanto, o poder de compra da população é baixo, pois o
salário é baixo também, e o idioma pode ser um empecilho à
vida nessa cidade. Já entre as vantagens estão o baixo custo
de vida, a segurança da cidade, as boas oportunidades de
trabalho, a qualidade de vida e o bom acesso a serviços de
transporte.
Trecho adaptado. Disponível em: https://bit.ly/34hdHS0
(acesso em 07/04/2020).
I. De acordo com o texto, as principais atividades econômicas de Budapeste estão nas áreas de indústria, serviços, turismo e comércio.
II. De acordo com as informações apresentadas no texto, Budapeste é a cidade europeia com a mais ampla rede de serviços em saúde, na qual é possível encontrar muitos especialistas em praticamente qualquer especialidade médica.
III. Budapeste oferece bom acesso a serviços de transporte, de acordo com o texto.
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