Foram encontradas 50 questões.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Aracruz-ES
Observe a imagem.

A Região Sudeste necessita de bastante energia por concentrar quase metade da população nacional, além de concentrar o maior e mais diversificado parque industrial do país e um amplo sistema de transportes. A maior parte da energia consumida nessa região (assim como acontece no país) é produzida por usinas hidrelétricas. Das hidrelétricas situadas na região sudeste, podem ser citadas:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Aracruz-ES
“A região Sudeste registrou mortes e casos confirmados em 2018, de acordo com boletim de fechamento de sazonalidade do Ministério da Saúde. O monitoramento corresponde de julho de 2017 a julho de 2018. Nesse período, o Brasil registrou 1.376 casos e 483 mortes em decorrência da doença - todos nesta região. São Paulo é o Estado mais afetado, com 203 mortes e 555 casos confirmados. Em seguida está Minas Gerais, com 181 mortes e 532 casos. O Rio de Janeiro está em terceiro lugar, com 97 mortes e 282 casos. O único Estado do país que registrou casos e mortes, além dos já mencionados, foi o Espírito Santo, com seis casos e uma morte(...). Assim como é na Amazônia, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde, doença já está disseminada em toda a área de Mata Atlântica”, afirma. (...) Para combatê-la, desde 2017 o Brasil estabeleceu que uma dose da vacina para toda a vida é suficiente para garantir proteção contra a doença – e não mais uma a cada dez anos –, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde”.
( notícias r7.com/2018)
O texto acima refere-se à:
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ESTRESSE
Em uma sociedade tecnológica e acelerada, o estresse tem se tornado um importante agente causador de problemas de saúde. Para muita gente, relaxar está cada vez mais difícil.
O estresse é uma combinação de reações físicas e emocionais que todos experimentamos em determinadas situações. Isso pode trazer efeitos positivos (quando melhora a nossa habilidade de lidar com problemas do dia a dia e a enfrentar desafios) ou negativos (quando se torna algo contínuo, levando a uma série de sintomas físicos e psicológicos desagradáveis.
Fisiologicamente, o estresse nada mais é do que uma reação do organismo frente a mudanças bruscas no ambiente.
Os fatores que causam o estresse podem ser perceptíveis ou não, como aborrecimentos acidentais, grandes mudanças na vida profissional ou pessoal e problemas que se arrastam, como dívidas, por exemplo.
Quando o motivo do estresse causa reações físicas e emocionais incessantes, o corpo não relaxa. Isso configura o chamado estresse crônico, que pode levar a uma série de doenças, como pressão alta (e doenças cardíacas, como ataques do coração), dores de cabeça, dores nas costas, gastrites e úlceras. Muitos estudos também associam o estresse crônico com a imunidade do organismo, já que uma pessoa estressada fica doente com mais frequência.
Quem sofre de estresse crônico também está suscetível ao fumo, ao álcool e às drogas, cujas substâncias são capazes de produzir efeitos que parecem amenizar os sintomas do problema. Mas como essa sensação é passageira, a pessoa se sente pior ao cessar os efeitos e o resultado acaba sendo o vício. Por isso, em meio a uma situação estressante, é vital desenvolver mecanismos que protejam o seu organismo. Relaxar o corpo – e a mente – pode ser uma boa alternativa para agregar qualidade à sua vida.
Vale destacar que o papel da mente sobre a saúde começou a ser considerado pela medicina ocidental somente no século XX. A partir de descobertas sobre o controle da dor através do efeito placebo e dos efeitos do estresse sobre a saúde, as terapias complementares se fortaleceram. Entre elas, as técnicas de relaxamento ganharam popularidade, por serem capazes de agir sobre o físico e o psicológico de forma simultânea.
(Revista Saúde, da Proteste)
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ESTRESSE
Em uma sociedade tecnológica e acelerada, o estresse tem se tornado um importante agente causador de problemas de saúde. Para muita gente, relaxar está cada vez mais difícil.
O estresse é uma combinação de reações físicas e emocionais que todos experimentamos em determinadas situações. Isso pode trazer efeitos positivos (quando melhora a nossa habilidade de lidar com problemas do dia a dia e a enfrentar desafios) ou negativos (quando se torna algo contínuo, levando a uma série de sintomas físicos e psicológicos desagradáveis.
Fisiologicamente, o estresse nada mais é do que uma reação do organismo frente a mudanças bruscas no ambiente.
Os fatores que causam o estresse podem ser perceptíveis ou não, como aborrecimentos acidentais, grandes mudanças na vida profissional ou pessoal e problemas que se arrastam, como dívidas, por exemplo.
Quando o motivo do estresse causa reações físicas e emocionais incessantes, o corpo não relaxa. Isso configura o chamado estresse crônico, que pode levar a uma série de doenças, como pressão alta (e doenças cardíacas, como ataques do coração), dores de cabeça, dores nas costas, gastrites e úlceras. Muitos estudos também associam o estresse crônico com a imunidade do organismo, já que uma pessoa estressada fica doente com mais frequência.
Quem sofre de estresse crônico também está suscetível ao fumo, ao álcool e às drogas, cujas substâncias são capazes de produzir efeitos que parecem amenizar os sintomas do problema. Mas como essa sensação é passageira, a pessoa se sente pior ao cessar os efeitos e o resultado acaba sendo o vício. Por isso, em meio a uma situação estressante, é vital desenvolver mecanismos que protejam o seu organismo. Relaxar o corpo – e a mente – pode ser uma boa alternativa para agregar qualidade à sua vida.
Vale destacar que o papel da mente sobre a saúde começou a ser considerado pela medicina ocidental somente no século XX. A partir de descobertas sobre o controle da dor através do efeito placebo e dos efeitos do estresse sobre a saúde, as terapias complementares se fortaleceram. Entre elas, as técnicas de relaxamento ganharam popularidade, por serem capazes de agir sobre o físico e o psicológico de forma simultânea.
(Revista Saúde, da Proteste)
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