Foram encontradas 60 questões.
O ponto no eixo das abcissas x que marca o encontro
das retas y -x = 3 e 2y - x= 6 é:
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- GeometriaGeometria PlanaCircunferências e Círculos
- GeometriaGeometria PlanaÁreas e Perímetros
Sabe-se que a figura foi feita levando em
consideração que o raio da circunferência é R e que
os catetos do triângulo retângulo valem R. Marque a
alternativa que apresenta o valor da área hachurada,
em função de R.


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Marque a alternativa que apresenta os valores de
x e y, respectivamente, para que a soma das matrizes
A e B seja 

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Observe a sequência e marque a alternativa que apresente o valor de X:
1/2 , 3/2 , X
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Procurar o quê
O que a gente procura muito e sempre não é
isto nem aquilo. É outra coisa.
Se me perguntam que coisa é essa, não
respondo, porque não é da conta de ninguém o que
estou procurando.
Mesmo que quisesse responder, eu não podia.
Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que
procuro.
Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui
e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas
folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos
espaços vazios.
Até agora não encontrei nada. Ou encontrei
coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e
desejada.
Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito,
porque não sinto o prazer dos outros na água do
açude, na comida, na manja, e procuro inventar um
prazer que ninguém sentiu ainda.
Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe
explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no
possível, e não desisto de fazer a descoberta do que
tem dentro da casca do impossível.
Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de
pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino
forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
Ou não. A coisa que me espera, não poderei
mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo
mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei
com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)
“Eu tropeço no possível, e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.”
No trecho extraído do texto o autor faz uso da:
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Procurar o quê
O que a gente procura muito e sempre não é
isto nem aquilo. É outra coisa.
Se me perguntam que coisa é essa, não
respondo, porque não é da conta de ninguém o que
estou procurando.
Mesmo que quisesse responder, eu não podia.
Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que
procuro.
Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui
e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas
folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos
espaços vazios.
Até agora não encontrei nada. Ou encontrei
coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e
desejada.
Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito,
porque não sinto o prazer dos outros na água do
açude, na comida, na manja, e procuro inventar um
prazer que ninguém sentiu ainda.
Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe
explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no
possível, e não desisto de fazer a descoberta do que
tem dentro da casca do impossível.
Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de
pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino
forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
Ou não. A coisa que me espera, não poderei
mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo
mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei
com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)
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Procurar o quê
O que a gente procura muito e sempre não é
isto nem aquilo. É outra coisa.
Se me perguntam que coisa é essa, não
respondo, porque não é da conta de ninguém o que
estou procurando.
Mesmo que quisesse responder, eu não podia.
Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que
procuro.
Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui
e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas
folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos
espaços vazios.
Até agora não encontrei nada. Ou encontrei
coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e
desejada.
Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito,
porque não sinto o prazer dos outros na água do
açude, na comida, na manja, e procuro inventar um
prazer que ninguém sentiu ainda.
Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe
explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no
possível, e não desisto de fazer a descoberta do que
tem dentro da casca do impossível.
Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de
pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino
forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
Ou não. A coisa que me espera, não poderei
mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo
mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei
com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)
Quem é o sujeito da oração em destaque?
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Procurar o quê
O que a gente procura muito e sempre não é
isto nem aquilo. É outra coisa.
Se me perguntam que coisa é essa, não
respondo, porque não é da conta de ninguém o que
estou procurando.
Mesmo que quisesse responder, eu não podia.
Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que
procuro.
Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui
e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas
folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos
espaços vazios.
Até agora não encontrei nada. Ou encontrei
coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e
desejada.
Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito,
porque não sinto o prazer dos outros na água do
açude, na comida, na manja, e procuro inventar um
prazer que ninguém sentiu ainda.
Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe
explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no
possível, e não desisto de fazer a descoberta do que
tem dentro da casca do impossível.
Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de
pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino
forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
Ou não. A coisa que me espera, não poderei
mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo
mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei
com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)
"Procurar o quê"
No título do texto tem-se o Quê acentuado devido:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Assindéticas
Procurar o quê
O que a gente procura muito e sempre não é
isto nem aquilo. É outra coisa.
Se me perguntam que coisa é essa, não
respondo, porque não é da conta de ninguém o que
estou procurando.
Mesmo que quisesse responder, eu não podia.
Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que
procuro.
Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui
e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas
folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos
espaços vazios.
Até agora não encontrei nada. Ou encontrei
coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e
desejada.
Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito,
porque não sinto o prazer dos outros na água do
açude, na comida, na manja, e procuro inventar um
prazer que ninguém sentiu ainda.
Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe
explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no
possível, e não desisto de fazer a descoberta do que
tem dentro da casca do impossível.
Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de
pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino
forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
Ou não. A coisa que me espera, não poderei
mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo
mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei
com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)
“Ele tem experiência de mato e de cidade, SABE EXPLORAR OS MUNDOS, AS HORAS"
O trecho em destaque pode ser classificado
sintaticamente como uma oração:
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Procurar o quê
O que a gente procura muito e sempre não é
isto nem aquilo. É outra coisa.
Se me perguntam que coisa é essa, não
respondo, porque não é da conta de ninguém o que
estou procurando.
Mesmo que quisesse responder, eu não podia.
Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que
procuro.
Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui
e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas
folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos
espaços vazios.
Até agora não encontrei nada. Ou encontrei
coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e
desejada.
Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito,
porque não sinto o prazer dos outros na água do
açude, na comida, na manja, e procuro inventar um
prazer que ninguém sentiu ainda.
Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe
explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no
possível, e não desisto de fazer a descoberta do que
tem dentro da casca do impossível.
Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de
pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino
forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
Ou não. A coisa que me espera, não poderei
mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo
mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei
com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)
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