Considerando o contexto Brasileiro, representam políticas públicas, apoiadas por governos socialdemocratas, que visam dirimir desigualdades históricas de nossa sociedade:
Tendo em vista o contexto histórico do "Milagre Econômico" (1968-1973), o papel desse período na
consolidação do regime militar brasileiro está corretamente expresso em:
Durante o final do século XIX e as primeiras décadas do XX, o porto do Rio de Janeiro foi um dos principais
espaços de negociação e conflito sobre questões trabalhistas no Brasil. Nesse contexto, os estivadores –
responsáveis pelas atividades de carga e descarga – criaram associações e sindicatos para que suas
demandas e reivindicações sobre o trabalho e a dignidade do trabalhador pudessem ganhar mais força.
Considerando esse processo histórico, melhor se expressa o papel dessas associações de estivadores na
conformação das relações entre trabalhadores, Estado e capital em:
O surgimento da social-democracia europeia, no final do século XIX e início do século XX, representou uma
tentativa de conciliar a crítica marxista às desigualdades geradas pelo capitalismo com a preservação de
instituições democráticas e do sistema de propriedade privada.
Considerando esse contexto histórico, a alternativa que melhor caracteriza a social- democracia é:
Os processos de independência e formação dos Estados Nacionais latino-americanos, no século XIX, foram
fortemente marcados pelo ideário liberal e republicano europeu. Contudo, em sociedades estruturadas pela
herança colonial, pela escravidão e pelo poder agrário, a emancipação política não significou ruptura com
as hierarquias sociais preexistentes. Nesse contexto, pode-se afirmar que o sentido histórico das
independências latino-americanas expressou:
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada em 1948 durante uma Assembleia Geral da ONU,
foi elaborada em um contexto de reconstrução política e humanitária após as duas guerras mundiais, o
Holocausto e a experiência dos regimes totalitários europeus. Mais do que um documento jurídico, a
Declaração Universal dos Direitos Humanos representou um marco na tentativa de redefinir o estatuto do
humano e da cidadania frente às barbáries do século XX. Considerando esse contexto e o debate historiográfico pertinente sobre o tema, constata-se que:
Os ideais iluministas da razão, da liberdade e da igualdade perante a lei inspiraram o modelo de cidadania
moderna. No Brasil, tais princípios influenciaram a formação do Estado republicano, mas, em um contexto
marcado por desigualdades sociais, raciais e políticas alguns tornaram-se mais iguais e livres que outros.
Considerando a relação entre o ideário iluminista e a configuração da cidadania brasileira entre o final do
século XIX e meados do século XX, pode-se dizer que:
Com base no contexto histórico da mudança de Império para a República no Brasil (1889-1930) e nas
reflexões historiográficas das últimas décadas sobre a formação da cidadania no Brasil republicano, é
correto afirmar:
O apartheid na África do Sul (1948-1994) estruturou-se como uma política de Estado voltada a manutenção
e consolidação da supremacia branca. Mais do que simples segregação, o apartheid configurou-se como
um projeto de engenharia social e territorial, que reorganizou espaços urbanos e rurais, relegando a
população negra a "townships" (cidades-dormitório) e "bantoustans" (reservas étnicas), limitando seu
acesso à propriedade de terras. Dessa forma, institui-se uma hierarquia social com base no fator racial na
qual a minoria branca detinha o monopólio do poder político, econômico e simbólico.
Nesse sentido, o apartheid deve ser compreendido como:
A partir da segunda metade do século XX, correntes como a História Oral e a História do Cotidiano
ampliaram as possibilidades das análises historiográficas e suas fontes ao incorporar sujeitos antes
marginalizados e dimensões subjetivas da experiência social. Tais abordagens, no entanto, trouxeram
novos desafios metodológicos e epistemológicos quanto à natureza da memória, ao papel do historiador e à
relação entre experiência individual e processos coletivos.
Considerando as discussões historiográficas contemporâneas sobre o uso da memória e das práticas
cotidianas como fontes históricas, a alternativa correta é: