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Foram encontradas 40 questões.

1914451 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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TERNURA
Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar [extático da aurora.
(Texto extraído da antologia de Vinicius de Moraes –“Poesia completa e prosa", Editora Nova Aguilar - Rio de Janeiro, 1998, p. 259.).
E quanto às funções da linguagem? Qual é a função da linguagem predominante no poema de Vinicius de Morais? Assinale a alternativa correta.
 

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1914450 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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TERNURA
Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar [extático da aurora.
(Texto extraído da antologia de Vinicius de Moraes –“Poesia completa e prosa", Editora Nova Aguilar - Rio de Janeiro, 1998, p. 259.).
“... o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos...”
No segundo verso desse belo poema, evidencia-se uma figura de linguagem. De qual figura se trata? Indique-a, assinalando abaixo a resposta correta.
 

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1914449 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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A conjugação de um dos verbos em destaque nos períodos abaixo está incorreta. Assinale a alternativa que contém tal INCORREÇÃO gramatical:
 

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1914448 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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Quanto à formação das palavras da Língua Portuguesa, existem dois processos básicos: “a derivação” “e a composição”. Assinale, pois, alternativa que classifica corretamente a palavra e seu respectivo processo de formação.
 

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1914447 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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Em se tratando de Homônimos, assinale a alternativa que não apresenta erro:
 

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1814235 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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A informação veste hoje o homem de amanhã
Pelé tinha razão ao pedir pelos microfones – no dia em que marcou seu milésimo gol – que se cuidasse mais das criancinhas. Realmente é necessário mais cuidado com elas. Eu conheço muita criancinha que já anda lendo a Playboy.
Não, meus caros, as criancinhas não são mais aquelas. Estão perdendo rapidamente a infância. E a prosseguir nesse ritmo, daqui a pouco com cinco anos já serão adolescentes. Há pouco tempo, remexendo o passado, dei de cara com um pião, velho companheiro de brincadeiras de rua. Sem saber o que fazer com ele,resolvi dar de presente para o filho do porteiro. O garoto pegou-o, examinando-o sem muita animação e me perguntou insensível:
- O que é isso?
Seu pai que se aproximava respondeu: um pião. E esquecendo-se por um momento de suas funções na portaria apanhou o brinquedo, agachou-se e numa animação quase infantil ficou tentando soltá-lo. O filho, em pé, olhou-o fixo, virou-se para mim e assumindo um ar crítico comentou:
- Olha aí – disse apontando para o pai abaixado-, parece um débil mental.
Segundo os educadores, as mudanças decorrem do fato de as crianças da década crescerem muito bem informadinhas. Um jornal publicou uma matéria baseada em pesquisa realizada entre crianças de 3 a 15 anos (se é que hoje ainda se pode chamar um cidadão de 15 anos de criança) cujo título era: “Como se está fazendo o homem de amanhã”. Eu particularmente creio que o homem do amanhã continua sendo feito com os mesmos ingredientes com que se fazia o homem de ontem, ou seja: um homem e uma mulher, que devem ser temperados com uma pitada de amor antes de levados ao forno. Mas não é isso que interessa. Num determinado trecho, a reportagem dizia: “O menino André Luiz, de quatro anos, viu pela TV a chegada do homem à Lua. Achou o fato natural, pois estava informado sobre os preparativos e podia descrever perfeitamente o módulo lunar. Sabia de cor o nome dos astronautas e discutia sobre as possibilidades de o homem chegar a Marte”. Os senhores estão sentido o drama? André Luiz sabia mais sobre o espaço do que qualquer datilógrafo da NASA.
A pesquisa revela também que as novas crianças preferem novelas e outros tipos de programa aos feitos especialmente para classe. Outro dia fui à casa do vizinho pedir gelo, e ao chegar assisti à maior discussão entre ele e o filho de cinco anos diante da televisão. Meu vizinho querendo ver desenhos animados, e seu filho interessado no NationalGeographic.
Antigamente os campos estavam bem definidos: as crianças de um lado e os adultos do outro. Agora não há mais fronteiras. As crianças invadiram e tomam de assalto o mundo dos adultos. Eu me lembro do dia em que, com quatro ou cinco anos, meu paime levou ao Jóquei Clube. Paramos ali junto ao padoque e pela primeira vez vi um cavalo de perto. Excitado com a novidade, depois de um esforço – se vocês me permitem: cavalar -, o máximo que consegui perguntar ao meu pai era o que o cavalo comia. Pois bem, ontem voltei com meu sobrinho de seis anos ao hipódromo. Recostamos no padoque perto de um cavalo castanho e eu me recordei da cena com o meu pai. Imaginando que o garoto poderia me fazer a mesma pergunta, antecipei-me com um certo orgulho e fui logo lhe informando que “ o cavalo come aveia, alfafa e cenoura”. Quando acabei de falar, o menino me lançou um olhar enfastiado e disse:
- O que o cavalo come eu já sei, tio. Agora estou interessado
em saber é quanto ela vai pagar na ponta. (Carlos Eduardo Novaes) (NOVAES, Carlos Eduardo. A cadeira do dentista e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994).
“Antigamente os campos estavam bem definidos: as crianças de um lado e os adultos do outro.”
Nesse trecho, como se classifica sintaticamente o termo que aparece depois dos dois-pontos?
 

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1813889 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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Acerca dos conjuntos numéricos, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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1704472 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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Assinale a proposição INCORRETA.
 

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1665693 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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A informação veste hoje o homem de amanhã
Pelé tinha razão ao pedir pelos microfones – no dia em que marcou seu milésimo gol – que se cuidasse mais das criancinhas. Realmente é necessário mais cuidado com elas. Eu conheço muita criancinha que já anda lendo a Playboy.
Não, meus caros, as criancinhas não são mais aquelas. Estão perdendo rapidamente a infância. E a prosseguir nesse ritmo, daqui a pouco com cinco anos já serão adolescentes. Há pouco tempo, remexendo o passado, dei de cara com um pião, velho companheiro de brincadeiras de rua. Sem saber o que fazer com ele,resolvi dar de presente para o filho do porteiro. O garoto pegou-o, examinando-o sem muita animação e me perguntou insensível:
- O que é isso?
Seu pai que se aproximava respondeu: um pião. E esquecendo-se por um momento de suas funções na portaria apanhou o brinquedo, agachou-se e numa animação quase infantil ficou tentando soltá-lo. O filho, em pé, olhou-o fixo, virou-se para mim e assumindo um ar crítico comentou:
- Olha aí – disse apontando para o pai abaixado-, parece um débil mental.
Segundo os educadores, as mudanças decorrem do fato de as crianças da década crescerem muito bem informadinhas. Um jornal publicou uma matéria baseada em pesquisa realizada entre crianças de 3 a 15 anos (se é que hoje ainda se pode chamar um cidadão de 15 anos de criança) cujo título era: “Como se está fazendo o homem de amanhã”. Eu particularmente creio que o homem do amanhã continua sendo feito com os mesmos ingredientes com que se fazia o homem de ontem, ou seja: um homem e uma mulher, que devem ser temperados com uma pitada de amor antes de levados ao forno. Mas não é isso que interessa. Num determinado trecho, a reportagem dizia: “O menino André Luiz, de quatro anos, viu pela TV a chegada do homem à Lua. Achou o fato natural, pois estava informado sobre os preparativos e podia descrever perfeitamente o módulo lunar. Sabia de cor o nome dos astronautas e discutia sobre as possibilidades de o homem chegar a Marte”. Os senhores estão sentido o drama? André Luiz sabia mais sobre o espaço do que qualquer datilógrafo da NASA.
A pesquisa revela também que as novas crianças preferem novelas e outros tipos de programa aos feitos especialmente para classe. Outro dia fui à casa do vizinho pedir gelo, e ao chegar assisti à maior discussão entre ele e o filho de cinco anos diante da televisão. Meu vizinho querendo ver desenhos animados, e seu filho interessado no NationalGeographic.
Antigamente os campos estavam bem definidos: as crianças de um lado e os adultos do outro. Agora não há mais fronteiras. As crianças invadiram e tomam de assalto o mundo dos adultos. Eu me lembro do dia em que, com quatro ou cinco anos, meu paime levou ao Jóquei Clube. Paramos ali junto ao padoque e pela primeira vez vi um cavalo de perto. Excitado com a novidade, depois de um esforço – se vocês me permitem: cavalar -, o máximo que consegui perguntar ao meu pai era o que o cavalo comia. Pois bem, ontem voltei com meu sobrinho de seis anos ao hipódromo. Recostamos no padoque perto de um cavalo castanho e eu me recordei da cena com o meu pai. Imaginando que o garoto poderia me fazer a mesma pergunta, antecipei-me com um certo orgulho e fui logo lhe informando que “ o cavalo come aveia, alfafa e cenoura”. Quando acabei de falar, o menino me lançou um olhar enfastiado e disse:
- O que o cavalo come eu já sei, tio. Agora estou interessado
em saber é quanto ela vai pagar na ponta. (Carlos Eduardo Novaes) (NOVAES, Carlos Eduardo. A cadeira do dentista e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994).
Em “Recostamos no padoque perto de um cavalo castanho e eu me recordei da cena com o meu pai.”. Temos um período composto formado, respectivamente, por:
 

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1659678 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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Considere as proposições:
I. !$ \sqrt{ \sqrt[3] {x^9}} = x \sqrt{x} !$, para todo !$ x\,\, \epsilon\, \mathbb{R} !$
II. !$ x^o =1 !$, para todo !$ x\,\,\epsilon\,\,\mathbb{R} !$
III. !$ \sqrt{a.b} = \sqrt{a}. \sqrt{b} !$, para quaisquer !$ a,b\,\,\epsilon\,\,\mathbb{R} !$
IV. !$ 16^2: 16^{-4} = 16^6 = 2^{24} !$
De cima para baixo, julgue V para as sentenças verdadeiras e F para as falsas e assinale uma das proposições abaixo:
 

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