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Foram encontradas 40 questões.

1656829 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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Acerca das progressões aritméticas e geométricas assinale a alternativa CORRETA:
 

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1628573 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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Assinale a alternativa que apresenta o conjunto solução da inequação !$ x^2 + 5x - 24 \ge 0 !$
 

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1536974 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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Considere as proposições:
I. O elemento !$ a_{64} !$ da matriz !$ A= (aij)_{5x7} !$ em que !$ a_{ij} = i + 2 j !$ é 14.
II. !$ det(A) = det(A^T) !$, em que !$ A_{nxn} !$
III. Se então !$ { \begin{vmatrix} a\,\,b\,\,c\\d\,\,e\,\,f\\g\,\,h\,\,i\end{vmatrix}} = - 13 !$ então !$ { \begin{vmatrix} 6a\,\,2b\,\,2c\\3d\,\,e\,\,f\\3g\,\,h\,\,i\end{vmatrix}} = 2.3. (-13) = - 78 !$
IV. O elemento !$ b_{13} !$ da matriz !$ B= A^T !$ em que !$ A = (aij)_{3x3} !$ e !$ aij = i^2 + 2j !$ é !$ 11 !$
Assinale a alternativa que apresenta a quantidade de proposição(ÕES) CORRETA(S):
 

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1522145 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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Assinale a alternativa que apresenta o esboço da função !$ y = f (x) = ax^2 + bx + c !$, em que !$ a<0,\,\,b>0\,e\,c>0 !$.
 

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1298663 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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A informação veste hoje o homem de amanhã
Pelé tinha razão ao pedir pelos microfones – no dia em que marcou seu milésimo gol – que se cuidasse mais das criancinhas. Realmente é necessário mais cuidado com elas. Eu conheço muita criancinha que já anda lendo a Playboy.
Não, meus caros, as criancinhas não são mais aquelas. Estão perdendo rapidamente a infância. E a prosseguir nesse ritmo, daqui a pouco com cinco anos já serão adolescentes. Há pouco tempo, remexendo o passado, dei de cara com um pião, velho companheiro de brincadeiras de rua. Sem saber o que fazer com ele,resolvi dar de presente para o filho do porteiro. O garoto pegou-o, examinando-o sem muita animação e me perguntou insensível:
- O que é isso?
Seu pai que se aproximava respondeu: um pião. E esquecendo-se por um momento de suas funções na portaria apanhou o brinquedo, agachou-se e numa animação quase infantil ficou tentando soltá-lo. O filho, em pé, olhou-o fixo, virou-se para mim e assumindo um ar crítico comentou:
- Olha aí – disse apontando para o pai abaixado-, parece um débil mental.
Segundo os educadores, as mudanças decorrem do fato de as crianças da década crescerem muito bem informadinhas. Um jornal publicou uma matéria baseada em pesquisa realizada entre crianças de 3 a 15 anos (se é que hoje ainda se pode chamar um cidadão de 15 anos de criança) cujo título era: “Como se está fazendo o homem de amanhã”. Eu particularmente creio que o homem do amanhã continua sendo feito com os mesmos ingredientes com que se fazia o homem de ontem, ou seja: um homem e uma mulher, que devem ser temperados com uma pitada de amor antes de levados ao forno. Mas não é isso que interessa. Num determinado trecho, a reportagem dizia: “O menino André Luiz, de quatro anos, viu pela TV a chegada do homem à Lua. Achou o fato natural, pois estava informado sobre os preparativos e podia descrever perfeitamente o módulo lunar. Sabia de cor o nome dos astronautas e discutia sobre as possibilidades de o homem chegar a Marte”. Os senhores estão sentido o drama? André Luiz sabia mais sobre o espaço do que qualquer datilógrafo da NASA.
A pesquisa revela também que as novas crianças preferem novelas e outros tipos de programa aos feitos especialmente para classe. Outro dia fui à casa do vizinho pedir gelo, e ao chegar assisti à maior discussão entre ele e o filho de cinco anos diante da televisão. Meu vizinho querendo ver desenhos animados, e seu filho interessado no NationalGeographic.
Antigamente os campos estavam bem definidos: as crianças de um lado e os adultos do outro. Agora não há mais fronteiras. As crianças invadiram e tomam de assalto o mundo dos adultos. Eu me lembro do dia em que, com quatro ou cinco anos, meu paime levou ao Jóquei Clube. Paramos ali junto ao padoque e pela primeira vez vi um cavalo de perto. Excitado com a novidade, depois de um esforço – se vocês me permitem: cavalar -, o máximo que consegui perguntar ao meu pai era o que o cavalo comia. Pois bem, ontem voltei com meu sobrinho de seis anos ao hipódromo. Recostamos no padoque perto de um cavalo castanho e eu me recordei da cena com o meu pai. Imaginando que o garoto poderia me fazer a mesma pergunta, antecipei-me com um certo orgulho e fui logo lhe informando que “ o cavalo come aveia, alfafa e cenoura”. Quando acabei de falar, o menino me lançou um olhar enfastiado e disse:
- O que o cavalo come eu já sei, tio. Agora estou interessado
em saber é quanto ela vai pagar na ponta. (Carlos Eduardo Novaes) (NOVAES, Carlos Eduardo. A cadeira do dentista e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994).
“Não, meus caros, as criancinhas não são mais aquelas.”
Na classificação sintática dos termos da oração, a expressão grifada no trecho acima exerce a função de:
 

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1235022 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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A informação veste hoje o homem de amanhã
Pelé tinha razão ao pedir pelos microfones – no dia em que marcou seu milésimo gol – que se cuidasse mais das criancinhas. Realmente é necessário mais cuidado com elas. Eu conheço muita criancinha que já anda lendo a Playboy.
Não, meus caros, as criancinhas não são mais aquelas. Estão perdendo rapidamente a infância. E a prosseguir nesse ritmo, daqui a pouco com cinco anos já serão adolescentes. Há pouco tempo, remexendo o passado, dei de cara com um pião, velho companheiro de brincadeiras de rua. Sem saber o que fazer com ele,resolvi dar de presente para o filho do porteiro. O garoto pegou-o, examinando-o sem muita animação e me perguntou insensível:
- O que é isso?
Seu pai que se aproximava respondeu: um pião. E esquecendo-se por um momento de suas funções na portaria apanhou o brinquedo, agachou-se e numa animação quase infantil ficou tentando soltá-lo. O filho, em pé, olhou-o fixo, virou-se para mim e assumindo um ar crítico comentou:
- Olha aí – disse apontando para o pai abaixado-, parece um débil mental.
Segundo os educadores, as mudanças decorrem do fato de as crianças da década crescerem muito bem informadinhas. Um jornal publicou uma matéria baseada em pesquisa realizada entre crianças de 3 a 15 anos (se é que hoje ainda se pode chamar um cidadão de 15 anos de criança) cujo título era: “Como se está fazendo o homem de amanhã”. Eu particularmente creio que o homem do amanhã continua sendo feito com os mesmos ingredientes com que se fazia o homem de ontem, ou seja: um homem e uma mulher, que devem ser temperados com uma pitada de amor antes de levados ao forno. Mas não é isso que interessa. Num determinado trecho, a reportagem dizia: “O menino André Luiz, de quatro anos, viu pela TV a chegada do homem à Lua. Achou o fato natural, pois estava informado sobre os preparativos e podia descrever perfeitamente o módulo lunar. Sabia de cor o nome dos astronautas e discutia sobre as possibilidades de o homem chegar a Marte”. Os senhores estão sentido o drama? André Luiz sabia mais sobre o espaço do que qualquer datilógrafo da NASA.
A pesquisa revela também que as novas crianças preferem novelas e outros tipos de programa aos feitos especialmente para classe. Outro dia fui à casa do vizinho pedir gelo, e ao chegar assisti à maior discussão entre ele e o filho de cinco anos diante da televisão. Meu vizinho querendo ver desenhos animados, e seu filho interessado no NationalGeographic.
Antigamente os campos estavam bem definidos: as crianças de um lado e os adultos do outro. Agora não há mais fronteiras. As crianças invadiram e tomam de assalto o mundo dos adultos. Eu me lembro do dia em que, com quatro ou cinco anos, meu paime levou ao Jóquei Clube. Paramos ali junto ao padoque e pela primeira vez vi um cavalo de perto. Excitado com a novidade, depois de um esforço – se vocês me permitem: cavalar -, o máximo que consegui perguntar ao meu pai era o que o cavalo comia. Pois bem, ontem voltei com meu sobrinho de seis anos ao hipódromo. Recostamos no padoque perto de um cavalo castanho e eu me recordei da cena com o meu pai. Imaginando que o garoto poderia me fazer a mesma pergunta, antecipei-me com um certo orgulho e fui logo lhe informando que “ o cavalo come aveia, alfafa e cenoura”. Quando acabei de falar, o menino me lançou um olhar enfastiado e disse:
- O que o cavalo come eu já sei, tio. Agora estou interessado
em saber é quanto ela vai pagar na ponta. (Carlos Eduardo Novaes) (NOVAES, Carlos Eduardo. A cadeira do dentista e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994).
“Recostamos no padoque perto de um cavalo castanho....”.
No contexto em que se insere, indique a alternativa que descreve o que é “padoque”:
 

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355507 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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A informação veste hoje o homem de amanhã
Pelé tinha razão ao pedir pelos microfones – no dia em que marcou seu milésimo gol – que se cuidasse mais das criancinhas. Realmente é necessário mais cuidado com elas. Eu conheço muita criancinha que já anda lendo a Playboy.
Não, meus caros, as criancinhas não são mais aquelas. Estão perdendo rapidamente a infância. E a prosseguir nesse ritmo, daqui a pouco com cinco anos já serão adolescentes. Há pouco tempo, remexendo o passado, dei de cara com um pião, velho companheiro de brincadeiras de rua. Sem saber o que fazer com ele,resolvi dar de presente para o filho do porteiro. O garoto pegou-o, examinando-o sem muita animação e me perguntou insensível:
- O que é isso?
Seu pai que se aproximava respondeu: um pião. E esquecendo-se por um momento de suas funções na portaria apanhou o brinquedo, agachou-se e numa animação quase infantil ficou tentando soltá-lo. O filho, em pé, olhou-o fixo, virou-se para mim e assumindo um ar crítico comentou:
- Olha aí – disse apontando para o pai abaixado-, parece um débil mental.
Segundo os educadores, as mudanças decorrem do fato de as crianças da década crescerem muito bem informadinhas. Um jornal publicou uma matéria baseada em pesquisa realizada entre crianças de 3 a 15 anos (se é que hoje ainda se pode chamar um cidadão de 15 anos de criança cujo título era: “Como se está fazendo o homem de amanhã”. Eu particularmente creio que o homem do amanhã continua sendo feito com os mesmos ingredientes com que se fazia o homem de ontem, ou seja: um homem e uma mulher, que devem ser temperados com uma pitada de amor antes de levados ao forno. Mas não é isso que interessa. Num determinado trecho, a reportagem dizia: “O menino André Luiz, de quatro anos, viu pela TV a chegada do homem à Lua. Achou o fato natural, pois estava informado sobre os preparativos e podia descrever perfeitamente o módulo lunar. Sabia de cor o nome dos astronautas e discutia sobre as possibilidades de o homem chegar a Marte”. Os senhores estão sentido o drama? André Luiz sabia mais sobre o espaço do que qualquer datilógrafo da NASA.
A pesquisa revela também que as novas crianças preferem novelas e outros tipos de programa aos feitos especialmente para classe. Outro dia fui à casa do vizinho pedir gelo, e ao chegar assisti à maior discussão entre ele e o filho de cinco anos diante da televisão. Meu vizinho querendo ver desenhos animados, e seu filho interessado no NationalGeographic.
Antigamente os campos estavam bem definidos: as crianças de um lado e os adultos do outro. Agora não há mais fronteiras. As crianças invadiram e tomam de assalto o mundo dos adultos. Eu me lembro do dia em que, com quatro ou cinco anos, meu paime levou ao Jóquei Clube. Paramos ali junto ao padoque e pela primeira vez vi um cavalo de perto. Excitado com a novidade, depois de um esforço – se vocês me permitem: cavalar -, o máximo que consegui perguntar ao meu pai era o que o cavalo comia. Pois bem, ontem voltei com meu sobrinho de seis anos ao hipódromo. Recostamos no padoque perto de um cavalo castanho e eu me recordei da cena com o meu pai. Imaginando que o garoto poderia me fazer a mesma pergunta, antecipei-me com um certo orgulho e fui logo lhe informando que “ o cavalo come aveia, alfafa e cenoura”. Quando acabei de falar, o menino me lançou um olhar enfastiado e disse:
- O que o cavalo come eu já sei, tio. Agora estou interessado
em saber é quanto ela vai pagar na ponta. (Carlos Eduardo Novaes) (NOVAES, Carlos Eduardo. A cadeira do dentista e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994).
O texto em análise é uma crônica argumentativa, pois o autor defende seu ponto de vista. E qual é, então, o ponto de vista de Novaes?
 

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355441 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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Assinale a alternativa que apresenta o gráfico da função !$ f: \mathbb{R} \rightarrow \mathbb{R} !$, definida por !$ f(x) = |x +1| -2 !$
 

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1914460 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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Assinale a alternativa CORRETA sobre a definição e finalidade do memorando.
I. É a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em níveis diferentes.
II. É a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que estão hierarquicamente em mesmo nível, trata-se de uma comunicação eminentemente interna.
III. Pode ter caráter meramente administrativo, ou ser empregado para a exposição de projetos, ideias e diretrizes, a serem adotados por determinado setor do serviço público.
IV. A tramitação do memorando em qualquer órgão deve pautar-se pela ponderação e pela simplicidade de procedimentos burocráticos.
Questão Desatualizada

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1914458 Ano: 2016
Disciplina: Arquivologia
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Araranguá-SC
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A administração de documentos oficiais pressupõe a existência de um sistema de arquivamento e métodos de arquivamento. Assinale a alternativa correta sobre os métodos de arquivamento.

I. Definido o método de arquivamento, a empresa ou órgão público, deverá decidir qual o sistema de arquivamento, que poderá ser unicamente corrente e permanente.

II. São três os principais métodos de arquivamento: alfanumérico, numérico e alfanumérico.

III. No caso de arquivos de correspondências, o método alfabético proporciona consulta direta e rápida.

IV. O método alfanumérico o documento recebe somente um número, conforme a ordem de chegada, esse número é transcrito numa guia que, colocada na pasta, ocupará lugar correspondente no arquivo.

Questão Anulada e Desatualizada

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