Foram encontradas 40 questões.
Analise a oração de referência a seguir e identifique o
ponto em que ocorre erro de concordância:
Belas inteligência e dedicação marcaram a trajetória da pesquisadora.
Assinale a alternativa que indica corretamente o erro de concordância presente na oração.
Belas inteligência e dedicação marcaram a trajetória da pesquisadora.
Assinale a alternativa que indica corretamente o erro de concordância presente na oração.
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A concordância nominal apresenta casos específicos
que exigem atenção. Analise as afirmativas a seguir:
I. Ela comprou blusa e saia elegante.
II. Permaneceu fechado a porta e a janela durante a noite.
III. Ele gosta das disciplinas matemática e física.
IV. Ele estudou a língua inglesa e alemã.
Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE em quais afirmativas há erro de concordância:
I. Ela comprou blusa e saia elegante.
II. Permaneceu fechado a porta e a janela durante a noite.
III. Ele gosta das disciplinas matemática e física.
IV. Ele estudou a língua inglesa e alemã.
Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE em quais afirmativas há erro de concordância:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que celebramos o Natal usando árvores
artificiais?
Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores
artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio
por necessidade. "As árvores naturais apresentavam
problemas e os inventores buscaram maneiras de
resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris
Cascio, curador do Hagley Museum and Library,
entidade em Wilmington, no estado norte-americano do
Delaware.
Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à
escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para
manter as festas alegres e animadas, os alemães
criaram suas próprias árvores, organizando hastes de
metal como galhos e enfeitando-as com penas de
pássaros — todas pintadas de verde, é claro.
Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se
espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos
e por outras nações que celebravam o Natal.
Pessoas em todo o mundo também começaram a se
preocupar com o perigo de incêndios domésticos
causados por galhos secos. Em 1899, o jornal
"Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum
inventor se apresentar com uma árvore de Natal de
arame que garanta um presente para cada membro da
família e seja absolutamente à prova de fogo".
Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A
primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore
artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade
de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas
um dos muitos inventores ao redor do mundo.
Os primeiros inventores criaram árvores falsas com
todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal
que podiam segurar galhos reais cortados ou toques
artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde,
árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de
vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de
alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de
cores que mudava de tonalidade à medida que girava.
Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e
o alumínio estava em declínio, havia um interesse
crescente por árvores realistas e um homem estava
pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um
ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial.
Spiegel era mecânico na empresa The American Brush
Machine Company, que havia tentado, sem sucesso,
durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de
Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como
modelos, finalmente conseguiu o processo.
A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da
empresa, chamada American Tree and Wreath, e na
década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de
ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de
melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas",
explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo —
justamente quando os americanos estavam prontos."
https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor
e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
O que essa variedade de materiais revela sobre o estágio inicial de desenvolvimento das árvores de Natal artificiais?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que celebramos o Natal usando árvores
artificiais?
Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores
artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio
por necessidade. "As árvores naturais apresentavam
problemas e os inventores buscaram maneiras de
resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris
Cascio, curador do Hagley Museum and Library,
entidade em Wilmington, no estado norte-americano do
Delaware.
Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à
escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para
manter as festas alegres e animadas, os alemães
criaram suas próprias árvores, organizando hastes de
metal como galhos e enfeitando-as com penas de
pássaros — todas pintadas de verde, é claro.
Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se
espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos
e por outras nações que celebravam o Natal.
Pessoas em todo o mundo também começaram a se
preocupar com o perigo de incêndios domésticos
causados por galhos secos. Em 1899, o jornal
"Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum
inventor se apresentar com uma árvore de Natal de
arame que garanta um presente para cada membro da
família e seja absolutamente à prova de fogo".
Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A
primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore
artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade
de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas
um dos muitos inventores ao redor do mundo.
Os primeiros inventores criaram árvores falsas com
todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal
que podiam segurar galhos reais cortados ou toques
artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde,
árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de
vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de
alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de
cores que mudava de tonalidade à medida que girava.
Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e
o alumínio estava em declínio, havia um interesse
crescente por árvores realistas e um homem estava
pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um
ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial.
Spiegel era mecânico na empresa The American Brush
Machine Company, que havia tentado, sem sucesso,
durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de
Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como
modelos, finalmente conseguiu o processo.
A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da
empresa, chamada American Tree and Wreath, e na
década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de
ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de
melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas",
explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo —
justamente quando os americanos estavam prontos."
https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor
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Qual circunstância histórica foi decisiva para o surgimento das primeiras árvores de Natal artificiais, conforme apresentado no texto?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que celebramos o Natal usando árvores
artificiais?
Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores
artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio
por necessidade. "As árvores naturais apresentavam
problemas e os inventores buscaram maneiras de
resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris
Cascio, curador do Hagley Museum and Library,
entidade em Wilmington, no estado norte-americano do
Delaware.
Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à
escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para
manter as festas alegres e animadas, os alemães
criaram suas próprias árvores, organizando hastes de
metal como galhos e enfeitando-as com penas de
pássaros — todas pintadas de verde, é claro.
Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se
espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos
e por outras nações que celebravam o Natal.
Pessoas em todo o mundo também começaram a se
preocupar com o perigo de incêndios domésticos
causados por galhos secos. Em 1899, o jornal
"Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum
inventor se apresentar com uma árvore de Natal de
arame que garanta um presente para cada membro da
família e seja absolutamente à prova de fogo".
Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A
primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore
artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade
de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas
um dos muitos inventores ao redor do mundo.
Os primeiros inventores criaram árvores falsas com
todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal
que podiam segurar galhos reais cortados ou toques
artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde,
árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de
vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de
alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de
cores que mudava de tonalidade à medida que girava.
Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e
o alumínio estava em declínio, havia um interesse
crescente por árvores realistas e um homem estava
pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um
ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial.
Spiegel era mecânico na empresa The American Brush
Machine Company, que havia tentado, sem sucesso,
durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de
Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como
modelos, finalmente conseguiu o processo.
A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da
empresa, chamada American Tree and Wreath, e na
década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de
ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de
melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas",
explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo —
justamente quando os americanos estavam prontos."
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De acordo com o texto, que fator contribuiu para reforçar a aceitação social das árvores artificiais no final do século XIX?
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Por que celebramos o Natal usando árvores
artificiais?
Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores
artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio
por necessidade. "As árvores naturais apresentavam
problemas e os inventores buscaram maneiras de
resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris
Cascio, curador do Hagley Museum and Library,
entidade em Wilmington, no estado norte-americano do
Delaware.
Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à
escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para
manter as festas alegres e animadas, os alemães
criaram suas próprias árvores, organizando hastes de
metal como galhos e enfeitando-as com penas de
pássaros — todas pintadas de verde, é claro.
Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se
espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos
e por outras nações que celebravam o Natal.
Pessoas em todo o mundo também começaram a se
preocupar com o perigo de incêndios domésticos
causados por galhos secos. Em 1899, o jornal
"Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum
inventor se apresentar com uma árvore de Natal de
arame que garanta um presente para cada membro da
família e seja absolutamente à prova de fogo".
Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A
primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore
artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade
de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas
um dos muitos inventores ao redor do mundo.
Os primeiros inventores criaram árvores falsas com
todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal
que podiam segurar galhos reais cortados ou toques
artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde,
árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de
vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de
alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de
cores que mudava de tonalidade à medida que girava.
Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e
o alumínio estava em declínio, havia um interesse
crescente por árvores realistas e um homem estava
pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um
ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial.
Spiegel era mecânico na empresa The American Brush
Machine Company, que havia tentado, sem sucesso,
durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de
Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como
modelos, finalmente conseguiu o processo.
A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da
empresa, chamada American Tree and Wreath, e na
década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de
ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de
melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas",
explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo —
justamente quando os americanos estavam prontos."
https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor
e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
Qual combinação de fatores explica o sucesso de Si Spiegel na popularização das árvores de Natal artificiais?
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4041077
Ano: 2026
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Arcoverde-PE
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Arcoverde-PE
Provas:
A criptografia e os certificados digitais são tecnologias
fundamentais para a segurança na Internet. A
criptografia é usada para proteger a confidencialidade
das informações, enquanto os certificados digitais são
usados para verificar a identidade de pessoas e
servidores.
Analise as seguintes afirmações sobre criptografia e certificados digitais:
I. A criptografia de chave pública (ou assimétrica) usa um par de chaves: uma chave pública, que pode ser compartilhada com qualquer pessoa, e uma chave privada, que deve ser mantida em segredo. Uma mensagem criptografada com a chave pública só pode ser descriptografada com a chave privada correspondente.
II. Um certificado digital é um documento eletrônico que vincula uma chave pública a uma identidade (como o nome de uma pessoa ou de uma organização). Ele é emitido por uma Autoridade Certificadora (AC), que é uma entidade confiável que verifica a identidade do solicitante do certificado.
III. O protocolo HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure) usa criptografia SSL/TLS e certificados digitais para proteger a comunicação entre um navegador da web e um servidor web. O cadeado que aparece na barra de endereço do navegador indica que a conexão é segura.
Assinale a alternativa CORRETA:
Analise as seguintes afirmações sobre criptografia e certificados digitais:
I. A criptografia de chave pública (ou assimétrica) usa um par de chaves: uma chave pública, que pode ser compartilhada com qualquer pessoa, e uma chave privada, que deve ser mantida em segredo. Uma mensagem criptografada com a chave pública só pode ser descriptografada com a chave privada correspondente.
II. Um certificado digital é um documento eletrônico que vincula uma chave pública a uma identidade (como o nome de uma pessoa ou de uma organização). Ele é emitido por uma Autoridade Certificadora (AC), que é uma entidade confiável que verifica a identidade do solicitante do certificado.
III. O protocolo HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure) usa criptografia SSL/TLS e certificados digitais para proteger a comunicação entre um navegador da web e um servidor web. O cadeado que aparece na barra de endereço do navegador indica que a conexão é segura.
Assinale a alternativa CORRETA:
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4041076
Ano: 2026
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Arcoverde-PE
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Arcoverde-PE
Provas:
A criptografia e os certificados digitais são tecnologias
fundamentais para a segurança na Internet. A
criptografia é usada para proteger a confidencialidade
das informações, enquanto os certificados digitais são
usados para verificar a identidade de pessoas e
servidores.
Analise as seguintes afirmações sobre criptografia e certificados digitais:
I. A criptografia de chave pública (ou assimétrica) usa um par de chaves: uma chave pública, que pode ser compartilhada com qualquer pessoa, e uma chave privada, que deve ser mantida em segredo. Uma mensagem criptografada com a chave pública só pode ser descriptografada com a chave privada correspondente.
II. Um certificado digital é um documento eletrônico que vincula uma chave pública a uma identidade (como o nome de uma pessoa ou de uma organização). Ele é emitido por uma Autoridade Certificadora (AC), que é uma entidade confiável que verifica a identidade do solicitante do certificado.
III. O protocolo HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure) usa criptografia SSL/TLS e certificados digitais para proteger a comunicação entre um navegador da web e um servidor web. O cadeado que aparece na barra de endereço do navegador indica que a conexão é segura.
Assinale a alternativa CORRETA:
Analise as seguintes afirmações sobre criptografia e certificados digitais:
I. A criptografia de chave pública (ou assimétrica) usa um par de chaves: uma chave pública, que pode ser compartilhada com qualquer pessoa, e uma chave privada, que deve ser mantida em segredo. Uma mensagem criptografada com a chave pública só pode ser descriptografada com a chave privada correspondente.
II. Um certificado digital é um documento eletrônico que vincula uma chave pública a uma identidade (como o nome de uma pessoa ou de uma organização). Ele é emitido por uma Autoridade Certificadora (AC), que é uma entidade confiável que verifica a identidade do solicitante do certificado.
III. O protocolo HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure) usa criptografia SSL/TLS e certificados digitais para proteger a comunicação entre um navegador da web e um servidor web. O cadeado que aparece na barra de endereço do navegador indica que a conexão é segura.
Assinale a alternativa CORRETA:
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A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil
estabelece regras sobre o tratamento de dados pessoais
por empresas e órgãos públicos. A lei visa proteger os
direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o
livre desenvolvimento da personalidade da pessoa
natural. Qual dos seguintes NÃO é um dos princípios da
LGPD?
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Questão presente nas seguintes provas
Leia com atenção as afirmativas abaixo:
I. Nem Carla nem Beatriz gosta de participar das competições.
II. Pedro ou Lucas serão o escolhido para a apresentação final.
III. Eu com meus amigos organizamos o torneio da escola.
IV. Você ou seu primo será o responsável pelo time.
Assinale a alternativa que corresponde às afirmativas CORRETAS:
I. Nem Carla nem Beatriz gosta de participar das competições.
II. Pedro ou Lucas serão o escolhido para a apresentação final.
III. Eu com meus amigos organizamos o torneio da escola.
IV. Você ou seu primo será o responsável pelo time.
Assinale a alternativa que corresponde às afirmativas CORRETAS:
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