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Foram encontradas 40 questões.

1985225 Ano: 2021
Disciplina: Biologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
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Os gráficos abaixo representam a ação da seleção natural em populações de mariposas claras e escuras em diferentes ambientes.

Enunciado 3438156-1

A partir da análise dos gráficos é CORRETO afirmar que:

 

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1985223 Ano: 2021
Disciplina: Biologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
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Origem de organismos unicelulares, multicelulares e a colonização de ambientes terrestres são os eventos mais fundamentais da história da vida. Considerando este contexto, analise as afirmativas abaixo:

I- O registro fóssil documenta esta história em rochas sedimentares que guardam registros do ápice e do declínio de diferentes organismos ao longo do tempo.

II- Estrematólitos que encontramos hoje em algumas baías mornas e rasas assemelham-se à primeira evidência de vida fossilizada a 3,5 bilhões de anos.

III- O aparecimento de células eucarióticas estruturalmente complexas desencadeou a evolução de uma diversidade morfológica maior do que era possível ocorrer em células procarióticas mais simples.

IV- Após as extinções em massa ocorreram radiações adaptativas que resultaram em grandes aumentos da diversidade da vida.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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1985221 Ano: 2021
Disciplina: Biologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
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A matéria é feita de elementos, que por sua vez, são substâncias. Entre os 92 elementos que ocorrem na natureza, cerca de 20 a 25% são essenciais para que os organismos tenham uma vida saudável e se reproduzam. Considerando este contexto analise as asserções a seguir e a relação entre elas.

I- As porcentagens destes elementos que constituem indivíduos da espécie humana são semelhantes às porcentagens de indivíduos de outros organismos.

Porque

II- As evidências indicam que os seres viventes (e os extintos) descendem de um ancestral comum.

A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.

 

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1985220 Ano: 2021
Disciplina: Física
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
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A figura abaixo apresenta circuitos elétricos com lâmpadas indicadas pelas letras A, B, C, D e E.

Enunciado 3438153-1

(Fonte: MCDERMOTT, LILLIAN C.; PETER S. SCHAFFER. Reseach as a guide for curriculum development: an exemple

from introductory electricity. Part 1: Investigations of student understanding. American

Journal of Physics, 60 (11), 1992, p. 994 – 1003.)

Analise a figura em relação à intensidade do brilho das lâmpadas e assinale a alternativa CORRETA.

 

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1985218 Ano: 2021
Disciplina: Física
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
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A maioria da população possui a concepção de calor como sendo uma substância, o que leva a concepções que se distanciam do conteúdo científico sobre o tema. Considerando este contexto analise as asserções a seguir e a relação entre elas.

I- É correto afirmar que um bom cobertor impede que o frio passe através dele.

Porque

II- O cobertor age como um isolante térmico, evitando que haja a troca de calor entre a pessoa e o meio.

A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Na composição do enunciado "Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra." a autora

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

No fragmento do texto "Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis [...]" o enunciado em destaque foi empregado para

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Em “[...] que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.” o termo em destaque “ao modo” pode ser substituído sem prejudicar o sentido do enunciado por

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

O fragmento do texto "Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos [...]" apresenta uma

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Na construção do enunciado “não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano”, o emprego do termo "nem"

I- marca uma relação de adição entre os segmentos "juventude" e "harmonia das formas" que caracterizam a bela Sherazade.

II- reforça uma declaração de equivalência entre duas particularidades que se alternam para configurar "a destreza de Sherazade".

III- indica a unidade de negação que estabelece a união entre os termos "juventude" e "harmonia".

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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