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Foram encontradas 40 questões.

1985368 Ano: 2021
Disciplina: Educação Artística
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB

É sabido que a Arte, por se tratar de uma área de técnicas e conhecimentos multidisciplinares, associa-se a bom desenvolvimento em saúde, pois auxilia em uma das principais metas da medicina neste último século, a que trata do desenvolvimento biopsicossocial. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) define que o estado completo de bem-estar nos planos físico, mental e social é o que caracteriza o ser humano como saudável.

Com base no enunciado, relacione as colunas abaixo e marque a alternativa que indica a correlação entre elas.

I- Aspecto Biológico

II- Aspecto Psicológico

III- Aspecto Social

IV- Desenvolvimento artístico

( ) Aperfeiçoa técnicas, materiais, criações e conceitos artísticos.

( ) Examina diferentes fatores sociais, como o status socioeconômico, cultural e as relações decorrentes deles, que podem afetar a saúde.

( ) Investiga possíveis causas psicológicas para um problema de saúde.

( ) Investiga como a causa da doença perpassa no funcionamento do corpo do indivíduo.

O preenchimento CORRETO dos parênteses está na alternativ

 

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1985366 Ano: 2021
Disciplina: Educação Artística
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB

Julgue os itens abaixo a respeito do uso de novas tecnologias para o ensino da arte.

( ) Na escola, o mais importante no ensino da arte é colocar o aluno em contato com diferentes maneiras de expressar suas ideias, para que amplie suas capacidades comunicativas e descubra suas próprias formas de utilizar os recursos existentes.

( ) Os alunos não devem expor suas opiniões livremente. É importante criar um clima de respeito entre eles. Qualquer hipótese levantada, por mais absurda que possa parecer, pode ser descartada.

( ) Todo software de edição digital possui em sua barra de ferramentas um item referente aos ajustes básicos. Aqui é possível explorar variações de contraste, brilho, cor, saturação, recursos de solarização e inversão de tonalidades. É um bom exercício de exploração, em que o aluno poderá estabelecer um contato direto com a estrutura da linguagem visual, exercitando sua própria poética.

(Estes excertos foram retirados, adaptados ou modificados a partir do texto contido no endereço eletrônico:

https://novaescola.org.br/conteudo/6673/o-uso-detecnologias-
nas-aulas-de-arte, acessado em 07/09/2020).

Considerando (V) para as assertivas verdadeiras e (F) para as falsas, o preenchimento CORRETO dos parênteses está na alternativa:

 

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1985364 Ano: 2021
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB

Os Parâmetros Curriculares Nacionais discorrem a respeito da relação entre teoria e prática no ensino da arte no Brasil. Abaixo, vemos parte do texto contido nos PCN, com lacunas:

“O importante neste estágio atual da educação é que os professores que se dispuserem a ensinar tenham um mínimo de experiências prático-teóricas interpretando, criando e apreciando arte, assim como exercitem a reflexão específica para o ensino das linguagens artísticas. E para isso é necessário haver cursos de especialização, cursos de formação , nos quais possam refletir e desenvolver trabalhos com a arte.

Sem uma consciência clara de sua função e sem uma fundamentação consistente de arte como área de com conteúdos específicos, os professores não podem trabalhar. Só é possível fazê-lo a partir de um quadro de referências e para alicerçar sua ação pedagógica, material adequado para as práticas artísticas e material de qualidade para dar suporte às aulas”.

Assinale, entre as alternativas abaixo, a assertiva que contém as palavras que preenchem, pela ordem, CORRETAMENTE as lacunas do excerto acima.

 

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1985319 Ano: 2021
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB

Entre as assertivas abaixo, marque a que contém os conteúdos gerais para o Teatro segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais.

 

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1985317 Ano: 2021
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, “Como qualquer outra manifestação artística, a dança é forma de conhecimento que envolve a intuição, a emoção, a imaginação e a capacidade de comunicação, assim como o uso da memória, da interpretação, da análise, da síntese e da avaliação crítica”. Os PCN elencam alguns critérios de avaliação em Dança, tais como:

I- Saber mover-se com consciência, desenvoltura, qualidade e clareza dentro de suas possibilidades de movimento e das escolhas que faz.

II- Conhecer as diversas possibilidades dos processos criativos em dança e suas interações com a sociedade.

III- Tomar decisões próprias na organização dos processos criativos individuais e de grupo em relação a movimentos, música, cenário e espaço cênico.

IV- Conhecer as principais correntes históricas da dança e as manifestações culturais populares e suas influências nos processos criativos pessoais.

V- Saber expressar com desenvoltura, clareza e critério suas ideias e juízos de valor a respeito das danças que cria e assiste.

Dos itens acima, constam como critérios de avaliação em Dança nos Parâmetros Curriculares Nacionais:

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Na composição do enunciado "Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra." a autora

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

No fragmento do texto "Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis [...]" o enunciado em destaque foi empregado para

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Em “[...] que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.” o termo em destaque “ao modo” pode ser substituído sem prejudicar o sentido do enunciado por

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

O fragmento do texto "Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos [...]" apresenta uma

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Na construção do enunciado “não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano”, o emprego do termo "nem"

I- marca uma relação de adição entre os segmentos "juventude" e "harmonia das formas" que caracterizam a bela Sherazade.

II- reforça uma declaração de equivalência entre duas particularidades que se alternam para configurar "a destreza de Sherazade".

III- indica a unidade de negação que estabelece a união entre os termos "juventude" e "harmonia".

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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