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Foram encontradas 40 questões.

2072619 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
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A bacia hidrográfica foi definida por Coelho Netto (2007, p 97) como uma área da superfície terrestre que drena água, sedimentos e materiais dissolvidos para uma saída comum, num determinado ponto de um canal fluvial.

(Fonte: COELHO NETO, A. L. Hidrologia de encosta na interface com a geomorfologia. In:

GUERRA, A. J. T. & CUNHA, S. B. Geomorfologia uma atualização de bases e conceitos.

Rio de Janeiro – RJ: Editora Bertrand Brasil, 1994.)

Observe a figura abaixo e aponte a sequência CORRETA dos elementos que caracterizam uma bacia hidrográfica.

Enunciado 2072619-1

(Fonte da figura: http://www.comitevacacai.com.br

/BaciaHidrografica/BaciaOQueE)

 

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2072618 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
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A produção de energia mundial ainda depende do uso de combustíveis fósseis, por isso, nas últimas décadas, a questão energética ocupa lugar central na agenda ambiental global, e novos modelos de geração de energia mais sustentável e renováveis são necessários tanto para desenvolver a autonomia enérgica dos países dependentes de combustíveis fósseis, quanto para minimizar os impactos sobre o meio ambiente. São fontes de produção de energia renovável:

I- Cabutz

II- Maremotriz

III- Carvão Mineral

IV- Xisto betuminoso

V- Hidrogênio

É VERDADE o que se afirma apenas em:

 

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2072617 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
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Em um Sistema de Informação Geográfica, ao se desenvolverem análises especiais, é possível manusear imagens de satélite, dados cartográficos, banco de dados, entre outros. Quais são as formas de representação geométricas que podem estar associadas ao SIG?

 

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2072574 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
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Josué de Castro foi autor de muitas obras sobre o tema fome e insegurança alimentar, e escreveu a seguinte frase: “Metade da humanidade não come; e a outra metade não dorme, com medo da que não come.” O Brasil havia deixado o mapa da fome em 2013, retornando em 2018 segundo dados divulgados pelo IBGE.

(Fonte:https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/

28903-10-3-milhoes-de-pessoas-moram-em-domicilios-cominseguranca- alimentar-grave.)

A fome e a insegurança alimentar estão presentes na zona urbana e rural do Brasil, estando associados a diferentes variáveis socioeconômica e política. Analise as assertivas abaixo e responda ao que se pede.

I- A fome, no Brasil, é consequência, antes de tudo, do seu passado histórico, em que o colonizador objetivava apenas ter vantagens mercantis.

II- A fome no Brasil não se deve à pouca disponibilidade de alimentos, mas sim à desigualdade na distribuição de renda da população.

III- No Brasil a população urbana tornou-se maior que a população rural, fazendo com que o campo não tenha mão de obra suficiente para produção de alimentos, agravando a situação da fome no país.

IV- O crescimento vegetativo nos últimos anos no Brasil foi elevado não conseguindo acompanhar o ritmo de produção de alimentos, sobretudo em algumas regiões em que a produtividade é significativamente desigual.

É VERDADE o que se afirma em:

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Na composição do enunciado "Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra." a autora

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

No fragmento do texto "Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis [...]" o enunciado em destaque foi empregado para

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Em “[...] que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.” o termo em destaque “ao modo” pode ser substituído sem prejudicar o sentido do enunciado por

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

O fragmento do texto "Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos [...]" apresenta uma

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Na construção do enunciado “não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano”, o emprego do termo "nem"

I- marca uma relação de adição entre os segmentos "juventude" e "harmonia das formas" que caracterizam a bela Sherazade.

II- reforça uma declaração de equivalência entre duas particularidades que se alternam para configurar "a destreza de Sherazade".

III- indica a unidade de negação que estabelece a união entre os termos "juventude" e "harmonia".

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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Texto 02 - Flores trocam de cor para se adaptar às mudanças do clima

Como alguém que passa filtro solar em dias mais quentes, flores reforçaram sua cobertura natural contra a radiação do Sol ao longo das últimas décadas. É o que mostra um estudo americano que analisou 1.238 flores de 42 espécies, coletadas de 1941 a 2017 na América do Norte, Europa e Austrália. A pesquisa descobriu que, em resposta ao aumento das temperaturas e às variações na camada de ozônio, plantas aumentaram, em média, 2% ao ano a quantidade de pigmentos ultravioleta que carregavam em suas pétalas.

Invisíveis ao olho humano, mas flagrados por polinizadores, esses pigmentos servem também como uma espécie de protetor solar, evitando danos ao pólen.

Fonte: Revista Superinteressante. Sessão Fatos. São Paulo:

Abril. Edição 420, ano 34, nº 10. Outubro/2020, p.15.

O termo em destaque, no fragmento do texto “Como alguém que passa filtro solar em dias mais quentes, flores reforçaram sua cobertura natural contra a radiação do Sol ao longo das últimas décadas.”,

 

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