Foram encontradas 40 questões.
Analise as proposições e coloque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas, sobre a Guerrilha do Araguaia:
( ) Os comunistas do Araguaia defendiam a Luta Armada para a tomada do poder no Brasil.
( ) Os guerrilheiros ansiavam pelo fim da ditadura militar e a instauração de uma República Socialista no Brasil.
( ) Apesar de ter reunido 1500 guerrilheiros, a proposta da luta armada não foi concluída e vitoriosa devido à ausência de um campo de treinamento na região do Araguaia.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.
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Atente à charge abaixo e responda o que se pede:

(https://www.todoestudo.com.br/marxismo)
A charge exposta exemplifica, com nitidez, um importante conceito da teoria Marxista.
Assinale a alternativa que apresenta o CORRETO conceito representado na charge.
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Numa guerra não se matam milhares de pessoas. Mata-se alguém que adora espaguete, outro que é gay, outro que tem uma namorada.
Uma acumulação de pequenas memórias... (Christian Boltanski)
Considerando o tema a que se refere a citação acima, assinale a alternativa CORRETA.
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Que possibilidades restavam para os historiadores quando o passado passava a se reduzir a discursos, os documentos a monumentos, a temporalidade se dissolvia e os objetos históricos tradicionais já não se sustentavam com tanta obviedade quanto antes? E o que fazer com os sujeitos, com as classes sociais e principalmente com a classe operária, aliás, responsável pelo conflituado, mas seguro curso da história em direção ao prometido “reino da liberdade”. (...) Como ficava, então, a tarefa do historiador, comprometido, sobretudo desde os anos 60, com as tarefas da revolução e com a revelação da missão histórica do proletariado? (RAGO, 1995, p. 69)
Analise as proposições e coloque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas, tendo por base a citação acima.
( ) As historiadoras e historiadores do Brasil, sob a influência de Michel Foucault, não subsidiarão a revolução da classe trabalhadora no país.
( ) O discurso sobre o passado não é comprometido com a verdade e o passado não está mais acessível ao conhecimento histórico.
( ) A epistemologia histórica não defende a inocência do documento e o reconhece como monumento.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.
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“O fascismo não se baseia de forma explícita num sistema filosófico complexo, e sim no sentimento popular sobre as raças superiores.”
(PAXTON, 2007)
I- Os regimes fascistas não toleram contradições, discordar é o mesmo que trair.
II- O pensamento fascista estimula a xenofobia e o racismo.
III- O povo, no fascismo, é considerado uma entidade única e sempre há consideração ao ponto de vista de cada indivíduo.
Após identificar a legitimidade das sentenças sobre o Fascismo, assinale a alternativa que apresenta a resposta CORRETA.
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Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
Na composição do enunciado "Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra." a autora
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Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
No fragmento do texto "Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis [...]" o enunciado em destaque foi empregado para
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Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
Em “[...] que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.” o termo em destaque “ao modo” pode ser substituído sem prejudicar o sentido do enunciado por
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Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
O fragmento do texto "Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos [...]" apresenta uma
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Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
Na construção do enunciado “não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano”, o emprego do termo "nem"
I- marca uma relação de adição entre os segmentos "juventude" e "harmonia das formas" que caracterizam a bela Sherazade.
II- reforça uma declaração de equivalência entre duas particularidades que se alternam para configurar "a destreza de Sherazade".
III- indica a unidade de negação que estabelece a união entre os termos "juventude" e "harmonia".
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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