Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2072633 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
Provas:

O ensino de Língua Portuguesa, por muito tempo, revelou a persistência de uma prática pedagógica que, em muitos aspectos, mantinha a perspectiva reducionista em que o estudo da palavra e da frase descontextualizada eram o foco. Com o avanço dos estudos linguísticos, articulado a outras áreas afins do conhecimento, algumas perspectivas significativas têm sido efetivadas. Para tanto, é preciso reconhecer a necessidade de que

I- os professores utilizem espaços de aprendizagem e instituam um conjunto de ações pedagógicas a favor de uma formação linguística ampla que valorize as experiências sociais e culturais dos aprendizes.

II- o ambiente de aprendizagem presencial ou virtual favoreça situações de uso da língua e da linguagem, de modo que contemplem reflexão sobre as práticas e as condições em que estão inseridas.

III- o cenário educativo priorize metodologias de leitura, escrita e escuta em que o diálogo se instaure e abra espaço para a integração social e cultural, ao mesmo tempo, em que se aprendam práticas de análise e reflexão linguísticas.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2072630 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
Provas:

Leia o texto e, em seguida, analise as proposições complementares. Por fim, coloque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.

"A contribuição do ensino de LP para a construção da cidadania organiza-se, basicamente, em torno de dois eixos; o da reflexão, com suas consequências atitudinais e éticas, e o da proficiência, oral e/ou escrita, com suas implicações para o desempenho linguístico socialmente adequado (RANGEL, E. 2010, p. 185). Nesse sentido, pode-se afirmar que o

( ) trabalho com a língua escrita e oral em contextos e situações sociais diversas, incorporado ao cotidiano da ambiência de aprendizagem, visa à formação de um aprendiz crítico com domínio linguístico e discursivo.

( ) uso de uma língua/linguagem nas diferentes situações e práticas sociais se evidencia em prol de uma formação linguística que fortalece a inclusão social e a cidadania.

( ) ensino de aspectos normativos da Língua Portuguesa (LP) sob o enfoque voltado para a reflexão do fenômeno linguístico contribui para que os estudantes se apropriem de determinadas regras em atividades de usos da língua e da linguagem.

Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2072629 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
Provas:

As concepções do ensino de Língua Portuguesa, nas últimas décadas, estão imbuídas por uma tendência centrada

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2072610 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
Provas:

A escola, considerada como instituição formadora, tem como função primeira promover caminhos que possibilitem aos alunos a apropriação de conhecimentos para que possam se posicionar criticamente em seu espaço social, por meio da linguagem. Nesse sentido, pode-se afirmar que a atividade de produção textual requer

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2023645 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
Provas:

Práticas contemporâneas de produção e de circulação de textos/enunciados escritos, orais e em diversas multissemioses colocam em pauta outros desafios à educação linguística. Nesse sentido, pode-se afirmar que

I- a multiplicidade de linguagens e a diversidade cultural existentes instauram a possibilidade de processos criativos de produção de linguagens e ampliam os objetos de conhecimento aos quais professores e estudantes devem se envolver.

II- as práticas de linguagens cotidianas demarcam outro status ao processo educativo que vão além da valorização de aspectos culturais diversos, mas da busca de estabelecer a interlocução entre saberes de diferentes esferas de atividades da linguagem.

III- os repertórios culturais amplos e apropriados ao conjunto de contextos sociais evocam as experiências significativas para a produção colaborativa em que as tecnologias têm largamente contribuído para ampliar e modificar os letramentos.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Na composição do enunciado "Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra." a autora

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

No fragmento do texto "Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis [...]" o enunciado em destaque foi empregado para

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Em “[...] que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.” o termo em destaque “ao modo” pode ser substituído sem prejudicar o sentido do enunciado por

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

O fragmento do texto "Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos [...]" apresenta uma

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Na construção do enunciado “não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano”, o emprego do termo "nem"

I- marca uma relação de adição entre os segmentos "juventude" e "harmonia das formas" que caracterizam a bela Sherazade.

II- reforça uma declaração de equivalência entre duas particularidades que se alternam para configurar "a destreza de Sherazade".

III- indica a unidade de negação que estabelece a união entre os termos "juventude" e "harmonia".

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas